História Entre a verdade e a Mentira - Capítulo 14


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, IU, Lee Sunmi, Monsta X, TWICE
Personagens Kim Seokjin (Jin), Personagens Originais
Tags Bts, Jin, Kimseokjin, Médico, Romance
Visualizações 17
Palavras 1.026
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem.

Capítulo 14 - Capítulo quatorze


— o que eu tenho pra dizer não é nada bom. O estado do seu marido é complicado. Seu marido ele… ele não suportou, sinto muito. — quando ele disse isso foi como se meu mundo caísse.

— não… isso é mentira. — tentamos segurar minha mãe pra ela não voar no pescoço do Jin, ate que a mesma caiu no chão chorando.

— mamãe… — caí de joelhos e nós abraçamos, ouvimos nossos amigos chorando perto da gente, mais ninguém se aproximou, pois era um momento meu e da minha mãe, precisávamos desse momento.

— ele teve uma hemorragia cerebral, na hora da cirurgia, tentamos salvar ele, mais já era tarde de mais. — não ouvia o que o médico dizia, estava na minha bolha, com as imagens do meu pai passando na minha cabeça, quando ele me ensinou a andar de bicicleta, a patinar, quando ele brigava comigo, quando ele disse que eu ia sair dessa, no pior momento da minha vida, foi ele e a mamãe que me ajudaram. O que eu vou fazer sem ele?

— não pode ser… isso é mentira… — mamãe levantou e começou a procurar alguma câmera, pra ver se era mentira, eu sei que vai ser complicado pra nós duas, por isso me levantei e fui até na mesma.

— mamãe… para com isso, isso não é pegadinha, sei que seria ótimo ser uma pegadinha, mais não é, temos que ser fortes, vamos ficar juntas, eu vou cuidar da senhora. — a mesma me olhou e me abraçou chorando cada vez mais. Meus amigos vieram e nos abraçaram, Jin me chama. Deixo minha mãe com meus amigos e vou até no mesmo.

— antes de entrar pra cirurgia seu pai me pediu pra te entregar isso caso alguma coisa acontecesse. — o mesmo tira um envelope do bolso e coloca na minha mão, logo saindo deixando a gente sozinho.

— s/n, eu sei que é muito cedo, mais vamos ter que falar alguma coisa. — Park Estava certo por isso enxuguei o resto das lágrimas e disse.

— compre um óculos de sol pra mim. Temos uma conferência pra ir. — se eles querem que eu diga algo, eu vou dizer, pois minha mãe não está em condição de falar nada.

[…]

— Sra. Lee o que aconteceu?

— Sra. Lee o que vai acontecer com o império Lee?

— Sra. Lee isso foi assassinato ou foi acidente? Poderia nos dizer algo a respeito?

Subi os mini degraus e fui pro microfone, Park Jimin ficou perto da porta pra se algo der errado ele me ajudar.

— boa tarde, todos devem me conhecer. Sou Lee s/n, e gostaria de dizer algumas coisas, por favor guardem as perguntas pro final. — todos se sentaram e ficou aquele silêncio na sala.

— primeiramente gostaria de dizer que respeitem nossa privacidade, acabamos de perder alguém muito importante, não só para amigos e familiares, mais pro povo coreano. Pois meu pai foi mais do que dono do império Lee, ele foi um amigo, um conselheiro, e todos amavam ele por ser uma pessoa incrível. Não temos muito detalhes da sua morte, mais seja quem tiver matado ele, vai pagar, por quê matar uma pessoa não é o correto, e deve ser punido esse tipo de pessoa, pois ela não pode ficar a solta perto da nossa população. — ouvi um monte de flashes na minha direção, falar no meu pai como uma pessoa que morreu machuca, e acho que foi por isso que Jimin encerrou a conferência e me tirou dali me levando pro carro.

— você foi maravilhosa, vamos pegar o canalha que fez isso, mais agora você precisa descansar amanhã vai ser um dia cheio. — Jimin me levou pro seu carro, e foi em direção a nossa casa. Não estava ouvindo nada, não estava prestando atenção em nada, a única coisa que eu queria fazer era chorar, poder gritar sem ninguém pra me dizer pra ser forte, pois não é fácil. Só quem já perdeu alguém que amava, vai saber a dor que eu estou sentindo agora.

— não vou dizer que vai ficar bem, por que não vai, e você sabe que eu já passei por isso, mais com o tempo, a gente aprende a controlar isso. Com o tempo machuca menos, e fica mais fácil lidar com a saudade. — Jimin sabia o que eu estava sentindo, pois perdeu a mãe muito cedo. Meu pai foi como um pai pra ele, somos inseparáveis, desde então, ele mais do que ninguém já lidou com isso, e eu vi ele desabar, a quase entrar em depressão, se não fosse pelos meus pais, e pelo Tae ele não estaria aqui. Já que naquela época eu fui uma tremenda idiota não só com o Jimin mais com todo mundo na minha volta.

— não dê ouvidos pras pessoas, pois elas vão dizer coisas malvadas pra te magoar, só você sabe a verdade, não deixe que palavras jogadas por pessoas invejosas te derrube, lembre do que seu pai dizia;

— "palavras são que nem areia do deserto. Mesmo sem algum vento ela acaba voando pra longe, cabe você se proteger ou deixar que ela te mate." — não aguentei e comecei a chorar, a chorar por que não vou mais ver meu pai, a chorar por que no dia do meu casamento ele não vai poder me levar ao altar, a chorar por que vou sentir a falta dele, não vou poder rir das discussões bestas deles, e por não ver mais seu sorriso, o que alegrava as nossas vidas, a chorar pelas pessoas que não vão poder conhecer a pessoa maravilhosa que ele era, a chorar por que não vou ouvir mais suas músicas clássicas, ou suas regras idiotas.

— finja que eu não estou aqui, mais quando precisar, sabe que pode contar comigo pra tudo, vou te ajudar, não vou deixar você desabar. — em meio as lágrimas sorri fraco pro Jimin que voltou a dirigir em silêncio.

— obrigado por sempre está por perto. Por está comigo nas horas difíceis. — limpo as lágrimas e olho pela janela do carro vendo que o céu está escuro sem estrelas, como se sentisse que perdeu alguém especial.


Notas Finais


É isso, ficou faltando mais um capítulo, até de noite eu vou tentar atualizar ele. Nos vemos daqui a pouco ♥♥😘


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