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História Entre Amigos - Capítulo 34


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Capítulo 34 - A Minha Inimiga é Minha Amante (LivinhoLya)


Fanfic / Fanfiction Entre Amigos - Capítulo 34 - A Minha Inimiga é Minha Amante (LivinhoLya)

Capítulo 34: A Minha Inimiga é Minha Amante (Livinho/Lya)

(Desde que Lya o chantageou, Livinho mantém um caso com ela pela escola, transando sempre que ela queria, e Livinho não se importava, mesmo sabendo que ela podia contar sobre seu caso para qualquer um a qualquer hora. Querendo sexo ousado, Lya o chamou depois da aula, querendo mais sexo com ele na sala de aula de noite, com Livinho aceitando)


 

Livinho assistia a aula, prestando atenção no professor.

Nikki estava doente naquele dia, e então um professor substituto foi enviado para dar a aula no lugar dela.

Ele estava atrás de Juliano e Altair, anotando a aula quando seu celular começou a vibrar.

Pegando, ele viu as imagens, e viu Lya sem camisa, sorrindo para o espelho.

Ele desligou a tela rápido, pensando que alguém viu, e olhou de relance para trás, vendo Lya sorrindo para ele discretamente, mas olhando para ele.

Livinho se controlou sobre isso. Tentando não ficar duro. Afinal, ele tinha um caso sexual com ela.

Desde que ela o filmou fazendo sexo com Josiane no palco do clube, ela o chantageou para sexo, e o corpo dela era tão sensual e gostoso que Livinho se rendeu prontamente, e desde então eles fodiam na escola sempre que ela queria.

Ela foi a primeira pulada de cerca que ele fazia com Josiane. Depois dela veio Tati, Anitta, Mirella, e ele gostava muito disso.

Conseguia esconder tudo isso, e ainda tinha amor para dar a ela.

Como conseguia, não sabia.

Apenas gostava do sexo que fazia.

De repente, veio uma mensagem, de Lya:

Me espere no banheiro no recreio… Sem camisa!

Livinho sorriu finamente com isso. Era o que elas sempre queriam.

Sempre.


 

Aquilo era perigoso, mas de alguma forma Livinho gostava.

No banheiro masculino, escondido na quadra perto do mato, Livinho entrou lá e tirou sua camisa, deixando dentro do vestiário.

Lya queria isso, e Livinho se deixou ficar duro por isso.

De repente, uma voz sensual e conhecida disse:

- Como mandei, gostoso.

Se virando, ele viu Lya entrando, tirando sua própria camisa, revelando seu sutiã rosa, e jogando em Livinho, na cabeça.

Quando tirou, ela o abraçou e o beijou.

- Sexy… - gemia ela, lambendo o pescoço dele. - Gostoso. Nerd tarado… tenho uma transa em mente para nós – disse ela, agarrando o cabelo curto preto dele.

- Transa em mente? - perguntou Livinho, a agarrando pela cintura, apertando o corpo dela contra o dele. Os peitões dela estavam contra seu corpo dentro do sutiã. - Quer como? Meia-nove? Contra a parede? Encima do vaso?

- Não, gostoso. Agora não – disse ela, se afastando um pouco.

Livinho achou isso estranho.

- Então vai ser como?

- Apressadinho, você – brincou ela, passando as mãos nos músculos do corpo dele. - Gosto disso num homem. Não, agora não. Quero sexo depois do sol se por… na nossa sala de aula. E tenho uma brincadeira em mente.

Livinho então sentiu a boca dela no ouvido, com ela explicando tudo.

Quando terminou, Livinho ficou impressionado.

- E como vou fazer isso?

- Você consegue – disse ela, pegando sua camisa e vestindo-a de novo. - Você sempre consegue.

E saiu do banheiro, deixando Livinho ali, sem camisa e confuso do que ela queria.


 

Enquanto andava pelo corredor, Livinho chegou perto do armário quando ouviu o zelador, Humbert, falando no celular.

- Hoje? Mas isso é péssimo! Eu estou com a chave!

Livinho ficou curioso o bastante para olhar o zelador, com a mesma roupa azul de sempre, a barriga grande ostentando embaixo da cabeça e seus sapatos enormes.

Livinho gostava dele. Era um dos poucos adultos que eram legais com ele.

E além disso, era amigo de Paul, outro cara legal.

Bastava para Livinho.

Ele então se aproximou do zelador, que desligou o celular, e perguntou:

- Oi, Humbert. Algum problema?

- Oi Livinho – disse Humbert. – Minha tia faleceu.

- Sinto muito.

- Obrigado, menino. Então, terei que viajar para Washington para o enterro, e minha casa não é muito segura para isso – ele tirou do bolso um grupo de chaves.

As chaves da escola.

- O meu apartamento não é, como digamos, “bom pra guardar coisas”. Não que me importe se algum engraçadinho roubar a minha TV, ela é da época que a TV era rádio mesmo – Livinho sorriu. - Mas isso, é mais sério – ele balançou as chaves.

Logo, Livinho teve uma ideia.

- Eu posso tomar conta – disse ele.

Humbert olhou para ele.

- Sério?

- Claro. Eu tomo conta e entrego a Paul depois. Sem problemas.

Humbert sorriu, então ele jogou as chaves para ele.

- Obrigado, garoto. Eu estava indo negociar com a diretora, mas isso ajuda muito também. Eu preciso ir. Obrigado.

- Sempre disposto a ajudar.

Humbert apertou a mão de Livinho, e foi embora.

Com a chave de Humbert na mão, Livinho foi para seu armário guardar seus livros quando Lya ligou para ele. Livinho atendeu.

- Oi, gata – disse ele.

- Oi, sexy – disse ela, com sua voz deixando claro o que ela queria. Livinho começou a endurecer. - Sabe que dia é hoje?

- AH… - seu pau começou a amolecer com um medo crescente. - Sei que é especial. É… - ele se lembrou! - Nosso aniversário de dois meses e meio!

- Muito bem, gostoso – disse Lya, feliz. - Está aprendendo bem. Então, eu quero algo bom para hoje.

Livinho olhou para as chaves de Humbert na mão, e logo uma ideia cruzou sua mente.

- Sabe, Garota Coruja, eu sei o que vamos fazer.

E começou a contar seu plano para ela.


 

De noite, Livinho abriu a porta como se fosse dono.

E afinal, ele tinha a chave.

Os dois – Livinho e Lya – viram a escola totalmente deserta, e Livinho gostou disso.

Depois de entrarem, Livinho fechou a porta a chave novamente.

Lya então disse:

- Perfeito, amor – ela olhou para ele. - Me dá a roupa.

Livinho sorriu com isso. E pensou no que planejaram fazer ali.

Uma fantasia sexual para apimentar.

Lya será uma professora sexy que conversa com um aluno bagunceiro e sexy, Livinho, para fazer o dever, que resultar em sexo.

Ela gostou tanto disso que pegou até roupas para isso.

Livinho tirou a mochila que estava usando e pegou as roupas dela: terninho, mini-saia e sandálias de salto alto.

Ele jogou tudo para ela.

- Vista o seu, e me encontre na sala – disse Lya, sorrindo enquanto subia as escadas.

Livinho pegou suas roupas: um casaco de couro, camisa preta destruída – aquele mostro destruiu sua camisa de caveira favorita – calças jeans rasgadas e tênis surrados.

Olhando em volta, e nem se importando em descrição, tirou as roupas ali mesmo e vestiu as outras.


 

Lya viu seu namorado se despindo, e gostou disso. Ficou molhada em ver o corpo dele tirando roupas e colocando as que ela queria.

Logo, ela fez o mesmo. Tirou suas roupas no corredor do segundo andar e vestiu as outras que queria.

As câmeras não importavam. A névoa os escondia muito bem.

Pelo menos nas câmeras.

Lya tinha que compensar a nova filha de Hécate de algum modo depois. Agora, era hora de putaria com seu namorado.

Quando acabou, ela foi para uma sala, e esperou Livinho.


 

Livinho, vestido com outras roupas, andou pelo segundo andar, e viu Lya com outras roupas, como ele.

Livinho estava usando as roupas, roupas pretas e quase rasgadas enquanto Lya vestia aquele terninho apertado – de propósito. Os peitões dela estavam desenhados naquela roupinha sexy, com a parte aberta mostrando o quão grandes os peitões dela são, e Livinho estava sentindo vento no peito, afinal, as garras que atingiu sua camisa mostrava seu peito sem problemas.

- Destranque e entre, arruaceiro – disse Lya, entrando na brincadeira.

Livinho sorriu, e seguiu o “script” também.

- Sim, professora – Livinho usou a chave.

Os dois entraram.


 

Dentro, a sala estava como as outras: cheias de cadeiras, com uma lousa branca na frente da sala, a mesa do professor completamente vazia, janelas fechadas.

Perfeito.

- Senta ali! - Lya mandou, apontando para uma cadeira perto da mesa.

Livinho, endurecendo aos poucos, obedeceu.

Quando se sentou, Livinho viu Lya, com a chave na mão, trancando a porta e jogando a chave no fundo da sala.

- Muito bem, arruaceiro – disse ela, com sua voz sexy de propósito. - Vamos ver o que você fez pra estar aqui…

Lya andou de um lado para o outro, mostrando o corpo sensual dela com aquele terninho. Os peitões dela estavam quase saindo do terno – só puxar e os peitos saem -, a bunda dela estava quase a mostra com aquela saia pequena, e Livinho percebeu que ela usava óculos e seus cabelos loiros estavam presos.

Livinho sorriu com a vista maravilhosa que era sua namorada.

- Lembrei! Que tipo de aluno não faz dever de casa por UM ANO!

Livinho entendeu.

- Eu não queria – disse Livinho, na sua persona de “bad boy”.

- Porque não?

- Porque achava tudo uma grande merda!

Lya fingiu surpresa.

- Não xingue na escola!

- Porque não, caralho? – provocou Livinho. - Minha boca tá suja pra porra pra isso?

Lya colocou uma mão no queixo dele. Arranhando um pouco seu queixo.

- Sabe o que acontece com alunos idiotas como você?

- O que? - o pênis dele estava duro, querendo sair e entrar em Lya.

Lya sorriu, depois soltou.

- Você precisa fazer uma mega-prova se não quiser ficar preso no quarto estudando no inverno. Perder toda a diversão na neve… brincar de fazer bonecos de neve… guerra de bolas de neve… - Lya deixou cair seus óculos, sem lente, e se abaixou pra pegar. A bunda dela apareceu na frente dele, com calcinha preta. - O que você vai fazer? Prova ou recuperação?

Lya olhou para o pau dele, e piscou.

Livinho entendeu.

- Eu tenho outra opção, gostosa.

Lya fingiu surpresa, e sorriu com isso.

- Do que me chamou?

- Gostosa – disse Livinho, se levantando. - Sexy. Loira sensual. Modelo da porra… - ele tirou sua jaqueta. - Meu pau quer te provar agora.

Quando jogou a jaqueta no chão, ele tirou sua camisa.

Lya viu o corpo musculoso dele na frente dela.

- Livinho…

- Não consigo evitar – ele abraçou Lya, e tocou na bunda dela. - Não consigo me controlar mais. Você é gostosa pra caralho!

E a beijou. Lya sentiu a língua dele na boca, e gostou disso.

Ele sabia como provocá-la.

Lya abraçou Livinho enquanto ele apalpava a bunda dela. Os dois gemiam calorosamente com isso.

Quando acabou, ela começou a abrir seu terno, revelando um fio de biquini fino.

- Tenho uma proposta – disse ela, sorrindo enquanto sua mão abria seu terno enquanto outra acariciava os músculos do corpo dele. - Se me fazer gozar loucamente, te dou dez em tudo. Assim quem sabe você e eu vamos a um chalé de inverno… e foder aquecidos na hidromassagem. O que acha, bonitão da porra?

- A professora xinga? - perguntou Livinho, vendo Lya jogar seu terno no chão, revelando o corpo sensual dela na frente dela, com seus seios presos dentro de um sutiã azul de piscina.

- Sempre, sexy da porra – disse ela, arranhando o corpo dele. Livinho gostou disso. - E sempre quis te comer.

- Eu também.

Os dois se beijaram de novo, gemendo enquanto as mãos dos dois exploravam seus corpos nus enquanto Lya empurrava Livinho contra uma parede, ainda o beijando.

Logo, ela começou a se abaixar, lambendo os músculos e mamilos dele até chegar na calça.

- Tem uma arma ou bazuca? - Lya sorriu com a pergunta, e abriu a calça dele, abaixando com a cueca.

- Gosta de torpedo? - perguntou ele quando seu pau saiu da prisão.

Lya gostou do que via, e pegou com vontade.

- Amo! - e começou a sugar.

Livinho gemia com o boquete de sua namorada. Ela estava cada vez melhor nisso.

E pensando que essa fase sexual do relacionamento começou em Paris, dois meses atrás.

Ela sugava enquanto gemia calorosamente, gostando de provar seu “aluno” na sala de aula, com Livinho amando ser sugado pela “professora” na sala vazia.

Livinho pegou a cabeça dela, seguindo o ritmo do boquete dela enquanto ela agarrava suas coxas. Livinho estava amando isso pra caralho. Se entusiasmando com o que estavam fazendo.

Na sala de aula… fodendo com sua namorada.

E pensar que naquela escola, em outra sala, Livinho seduziu e fodeu sua professora.

Logo, Nikki apareceu na mente dele. Aquele corpo maduro e sensual era como o de Lya, peitões, bunda incrível, forma de modelo, e igualmente taradas.

As duas.

Se lembrar de Nikki fez Livinho mover a cabeça dela mais rápido. E Lya sentiu isso.

Ela levantou suas mãos e passaram suas mãos no corpo dele, acariciando seus músculos.

Ananbeth era boa demais nisso. Livinho não aguentou mais.

Subitamente, seguido por um gemido satisfeito, Livinho gozou na boca dela.

Lya sentiu a erupção de sêmen, e sugou tudo.

Quando acabou, Livinho percebeu um pouco na boca dela, indo para o queixo.

- Safado – disse ela, que se levantou e o beijou com vontade.

Livinho abraçou seu corpo.

- Minha vez – disse ela, se afastando, tirando sua saia e calcinha preta, ficando inteiramente nua na frente dele. - E quero com intensade.

Ela se deitou na mesa da professora, apontando sua vagina molhada para seu namorad.

Entusiasmado, com seu pau aumentando de novo, tirou suas calças, cueca e tẽnis, ficando inteiramente nu, e se aproximou dela.

Pegando as pernas dela, ele lambeu os beiços e começou a sugar a vagina dela.

Lya tocou nos próprios seios, gemendo calorosamente enquanto Livinho sugava sua perseguida. Era tão bom sentir a língua dele lambendo, molhando e entrando sua vagina. Ela ficava molhada com a presença dele, mas isso… a enlouquecia mais e mais.

Livinho continuava, e logo levantou suas mãos, tocando nos seios dela.

Lya jogou suas mãos pra trás, tocando na janela escura da noite, sentindo seu namorado dando mais e mais prazer para ela.

Estava perdendo o controle.

Logo, ela queria se soltar e gozar.

Livinho beijava a vagina dela, gemendo enquanto lambia, e Lya olhava para o teto, gostando disso.

Ela gostou da língua dele, e queria sentir o pau dele penetrando sua vagina.

Pensar no pênis grande de Livinho a fez gozar imediatamente.

- Isso foi tão bom… - gemeu Lya, sorrindo.

Livinho, que recebeu os fluidos de prazer na cara, sorrindo, se levantou e pegou os pulsos dela, a puxando para um abraço.

Os dois se beijaram loucamente, com Lya enrolando suas pernas no corpo dele enquanto Livinho andou para frente, colocando Lya contra a parede.

Os dois continuavam se beijando, com os pés de Lya no chão.

Os dois então cambalearam pela sala até a porta, com Livinho de costas.

Logo, Lya arranhou o corpo dele, com Livinho sorrindo de tesão, e parou de beijá-lo.

- Quero algo melhor agora… no chão – disse ela, apontando no chão. - Quero seu pau socando meu ovário até eu não conseguir andar. Anda, aluno arruaceiro!

Livinho sorriu com isso, e se aproximou.

- Sabe que vou te viciar em mim, não sabe?

Lya acariciou a cabeça dele.

- E quero isso com prazer – ela lambeu a bochecha dele.

Com tesão, ele se deitou no chão, com seu pau duro apontando para o teto.

Lya, olhando para a porta fechada, com a janela mostrando o corredor vazio, imaginou se teria gente ali, que podia entrar e flagrá-la sendo fodida por seu namorado.

Isso a molhou com prazer.

Se abaixando, ela pegou o pau dele e enfiou tudo dentro da vagina dela.

O sexo começou. E Lya gostou disso pra caralho.

Lya gostou de ver aquele bombado nu embaixo dela, com seu pênis duro penetrando sua vagina.

Livinho amou sentir a vagina dela envolvendo seu pau. Ele gemia enquanto ela sugava, suas mãos passando pelo corpo suado dele enquanto gemia de prazer.

Livinho então pegou a cabeça dela e começou a beijá-la. Lya estava gostando se sentir ele acelerando o ritmo. Ele queria gozar, e ela queria todo o sêmen dele.

- Lya – disse ele, entre gemidos. - Sua gostosa! Eu vou gozar!

- Você melhor que eu pensei! - gemeu Lya, sorrindo. - Meu melhor aluno… meu melhor amante!

- Você quer? - provocou ele, esfregando na barriga dela. - Você quer meu pênis duro e forte jorrando porra no seu corpo? Vocẽ quer?

Ele pegou um pulso dela com uma mão, depois lambeu sensualmente os dedos dela.

Lya gemeu, e disse:

- Sim… Me dá seu sêmen! Eu quero tudo!

Livinho sorriu maliciosamente.

Lya gemeu ao sentir o pênis dele entrando na sua vagina mais e mais rápido. Seus corpos faziam sons de tapa que eles amavam. O ritmo estava ficando mais e mais intenso.

Aos poucos, Livinho começou a foder no ritmo que ela gostava.

Livinho mexia seu pênis com vontade. Ela estava deitada encima dela, metendo com força enquanto a beijava. As línguas dos dois se enrolavam de prazer enquanto Livinho a abraçava e Lya se apoiava com as mãos no peito dele.

Lya então se lembrou do sexo com ele no quarto dele. Ele meteu com força na cama do quarto dele, e sexo com ele naquele depósito do anfiteatro, no quando ele meteu com vontade.

Querendo o mesmo com Livinho agora, ela se levantou, ficando com seu corpo de pé enquanto pulava no pênis dele.

Agora, encima dele, ela pulava com mais intensidade.

Enquanto ela arranhava o peito forte de Livinho, ele revidou apertando a bunda dela. Livinho meteu com mais intensidade, e Lya gemeu mais forte.

Seu medo de ser descoberta transando com Livinho na academia estava encolhendo, e o prazer de sentir o pênis duro dele, suas mãos apertando sua bunda e o prazer do sexo estava crescendo mais e mais.

Lya, de língua de fora, gemia:

- Seu gostoso da porra! Seu tarado! Ah, que delícia, mete mais! METE!

Livinho obedeceu, e meteu mais e mais,

- Sua gostosa da porra! - gemeu ele. - Isso é uma delícia! Você tem a vagina mais molhada que eu já tracei! Sua gostosa da porra!

- Me foda com força! VAMOS! META COM FORÇA!

Livinho apertou os seios dela. Lya pulou mais vezes.

- Sua tarada! - ele gemeu de prazer. - Eu vou gozar!

Lya queria que ele gozasse na cara dela, mas ele se adiantou.

Lya arregalou os olhos ao sentir um forte jato dentro da vagina. Ela olhou para Livinho, que estava com cara de estase, gemendo de prazer.

Lya não conseguiu conter o prazer de sentir o sêmen dele penetrando sua vagina. Ela gemeu enquanto gozava.

Ela estava respirando fundo, sentindo sêmen fresco vazando da vagina dela. Ela saiu, e mais sêmen saiu de dentro.

Ela se deitou ao lado de Livinho, igualmente satisfeito, respirando fundo e devagar.

- Caralho…! Foi melhor do que eu achei!

Lya olhou para ele.

- Admito… que foi… uma porra gostosa!

Os dois então relaxaram, um encima do outro, gostando de sentir seus corpos relaxando depois do sexo.


 

Livinho e Lya estavam andando pela rua, satisfeitos com o sexo que fizeram.

Quando se vestiram, os dois trancaram tudo que abriram e saíram sem olhar para trás.

Agora, eles andavam pela rua, indo para a casa de Lya.

Quando chegou, ela se despediu sorrindo, o beijou de língua, e entrou na casa.

Sozinho na rua agora, ele sorriu e voltou para casa, gostando da aventura sexual que fez com aquela chantagista gostosa.

Foi foda pra caralho! E ele se sentia bom com isso.

Se lembrar do sexo que teve com aquela gostosa na sala de aula o fez endurecer, e se percebeu perto da casa de Anitta.

Agora Livinho estava na esquina da rua dela, pensando se fode ela agora ou não.


 



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