História Anjos Caídos - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Anjos Caídos, Aventura, Demonios, Guerra, Irmãos, Luta
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Palavras 766
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa Leitura.

Capítulo 4 - A Feiticeira: Majo


Fanfic / Fanfiction Anjos Caídos - Capítulo 4 - A Feiticeira: Majo

De Noite... 

Zankuro arrumou tudo para não deixar nenhum rastro caso Anjos venham persegui-los novamente. Ele diz: 

Zankuro: Zany! Venha! Está na hora de irmos. — diz dando as costas. 

Zany: ahn? Tá!! — ele vai correndo até o pálido. 

Zankuro: lembre-se, não se distraia e vá seguir alguém ou alguma coisa suspeita. — falou andando. 

Zany: tudo bem! — ele o segue pondo as mãos atrás da cabeça. 

Eles foram andando e como de costume, não se dizia uma mínima palavra tirando as broncas de Zankuro para Zany. Realmente, apesar de Zany ter tido uma infância difícil, ainda continua um tanto inocente. O pálido andava com muito alerta em todos os cantos, poderia sair principalmente clãs. Diz Zankuro: 

Zankuro: Zany, eu vou pegar informação nessa Aldeia. Por favor, não saia de perto de mim. 

Zany: tá bom! — afirmou sorrindo. 

Zankuro foi até uma Aldeia. Lá ele se encontrou com diversas famílias felizes e unidas — coisa que Zankuro queria muito — realmente, estava um tanto invejado com aquelas crianças com as famílias. 

Zany estava atrás de Zankuro, sim o pequeno era bem tímido, mas ele não parava de ver as crianças brincando umas com as outras, realmente ele queria estar com eles. Mas era impossível já que Zany não sabia fazer amigos e toda vez que chegava perto, as pessoas saiam de perto. 

O irmão mais velho pega o pulso do pequeno e foi até uma casinha. Lá ele sentou em uma almofada de joelhos e diz: 

Zankuro: Zany, se comporte. Não pule, não corra, não se levante, não boceje, não fale nada, fique apenas sentado aí sem se mexer! — mandou o irmão. 

Zany: mas... Não posso nem piscar? — perguntou piscando os olhos. 

Zankuro: tá... Você pode sim. — afirmou olhando para a frente. — agora calado. 

Zany: ... 

Zany ficou calado e quieto como seu irmão mandou. Eles ficaram esperando por algumas horas, até que uma senhora entra. Ela tinha cabelos brancos e longos, seus olhos eram vermelhos como rubi, pele um tanto morena, chifres e orelhas de cabra e era a mulher sábia da Aldeia; a Feiticeira: Majo. 

Zankuro: olá, Majo-Sama. — falou Zankuro em reverência. 

Zany: ... — Zankuro dá um tapa nas costas de Zany, fazendo o mesmo se curva pra baixo com as mãos exageradamente pra frente. 

Majo: Olá, o que lhe trazes a cá? — disse Majo se sentando ajoelhada em uma almofada mais confortável. 

Zankuro: bem... — Zakuro se ergue pra cima e se sentando corretamente. — queremos saber o caminho para a Aldeia dos Akumas. 

Majo: Aldeia dos Akumas? Sim, sim. Sei onde eres. — disse pondo suas mãos na mesa. 

Zany: ... — ele olha as mãos dela. 

Majo: hmmm.... — ela fecha os olhos, fazendo uma luz avermelhada aparecer em suas mãos, logo fazendo uma pequena poça d'água. — vamos ver... Em seu caminho, há muitos perigos, principalmente entre clãs. 

Zankuro: sabe me dizer se esses clãs são perigosos? — perguntou ao olhar a poça que apenas refletia seu reflexo. 

Majo: não o nome, mas são poderosas. — respondeu mexendo na água com o dedo indicador. — seu caminho não será fácil. 

Zankuro: mas para onde devemos seguir? — perguntou fechando o olho e ajeitando a pena. 

Majo: sigam para o Leste. 500 km depois Sigam para o Oeste, após 3 km, Sigam somente para o Sul. — ela faz a poça desaparecer. — mas por que querem ir para lá. 

Zankuro: em busca de informações. Após isso, iremos seguir caminho, mas não posso dizer para onde. — disse levantando-se. — muito obrigado, Majo-Sama. Vamos, Zany. — ele sai da pequena casa de madeira. 

Zany: muito obrigado pela informação, Majo-Sama! — ele faz reverência e logo segue seu irmão. — por que mentiu pra ela? 

Zankuro: não confio em ninguém e você também não deve confiar em ninguém. — ele anda com as mãos no bolso. 

Zany: nem mesmo em você? — perguntou ficando ao seu lado após da uma pequena corridinha. 

Zankuro: ... Só tenha cuidado, pois a pessoa que você mais ama, pode te trair. — disse frio. 

Zany: oh... — abaixa a cabeça. 

Zankuro: mas não quer dizer que irei te machucar. — ele bagunça o cabelo do menor. 

Zany: hehe, tá legal! — ele sorrir fechando seus olhos. 

Zankuro: vamos. 

Ele vai andando e seu irmãozinho vai atrás. Não demoraram para sair da Aldeia já que não era tão grande e difícil de se sair. 

Enquanto isso... 

Um clã estava comendo. Até que viu eles e diz: 

???: pessoal, podem vir. O almoço já está no cardápio!! 

Continua... 


Notas Finais


Boa Leitura.


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