História Anjos Caídos - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Anjos Caídos, Aventura, Demonios, Guerra, Irmãos, Luta
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Palavras 915
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa Leitura.

Capítulo 5 - Mandy


Fanfic / Fanfiction Anjos Caídos - Capítulo 5 - Mandy

À Tarde... 


À tarde tudo estava quieto como de custume na Floresta dos Ichozokus. Esta é uma das florestas mais misteriosas. Forasteiros não ousam adentrar nessa floresta, Zankuro não ligava, mas seu irmãozinho sim. Diz Zany: 

Zany: Z-Zankuro...! — ele o abraça tremendo. — temos mesmo que passar por esta  floresta? 

Zankuro: Zany... — ele para de andar. — se  continuar com isso, irei te dar uma surra tão grande que vai parar de ser um covarde. 

Zany: desculpa... — ele se solta de seu irmão. — não queria te deixar bravo... — falou em um tom triste. 

Zankuro: só pare de ser um medroso toda hora. — ele continua a andar. — sei muito bem que esta floresta é perigosa. 

Zany: ... 

Eles continuam a andar por horas e horas. Até que a noite chegou, eles não obtiveram outra escolha além de dormirem em em cima da árvore e com a presença oculta. Zankuro sobe em cima da árvore e ver seu irmãozinho. 

Zany olha os lados e não ver nenhum sinal de galhos para subir. Então o pequeno juntou impulso em suas pernas e pulou, pegando o galho mais próximo dele, o mesmo sobe e continua a pular em cima de galho em galho, até que chegou em Zankuro dizendo: 

Zany: viu?! Eu conseguir subir na árvore! — dizia cruzando os braços sorrindo. 

Zankuro: que bom. — disse fechando os olhos e ajeitando a pena. 

Zany: boa noite, mano! — ele se deita em um galho ajeitando o cachecol. — durma bem! — ele dorme. 

Zankuro: boa. — o mais velho se ajeita e dorme. 

Os dois dormiam tranquilamente. Enquanto ambos dormiam, um clã se aproximava cada vez mais deles dois. Não se ouvia nenhum barulho, mesmo pisando em diversas folhas. O clã se dividiu em 2 grupos de 7 pessoas, cada grupo rodeando a árvore, mas Zankuro percebeu um pequeno barulho e acordou rapidamente se levantando. 

Mas Zankuro foi lento e o primeiro grupo o fez desmaiar. Pegaram o mais novo e colocaram dentro de uma sacola, mesmo assim o pequeno não acordou. O moreno foi vendado e amarrado nas mãos e pés, e logo colocado em um galho, parecendo um porco capturado para comer. 

O clã foi até uma caverna, logo se adentraram na caverna e logo a frente, tinha cipós cobridas por flores e folhas, como se fosse uma porta natural. O líder dos grupos entrou primeiro colocando os cipós para o lado com o braço coberto de ataduras. Diz: 

???: coloque eles na jaula. — ele retira a katana das costas. 

???: sim, senhor. — disse uma garota com uma máscara na boca. 

A garota leva os dois até uma jaula e os tranca lá. A jaula não era como as jaulas de calabouços, estas eram protegidas por uma barreira de fogo muito poderosa. Tornando-se meio impossível escapar, quase impossível. O Líder daquele grupo foi até a Rainha, que para eles, Rainha tinha o nome de Kuin-Sama. Disse o rapaz: 

???: Kuin-Sama, trouxemos forasteiros. — disse se curvando. 

Kuin: forasteiros? Posso vê-los? — disse a rainha com as pernas cruzadas e  com a cabeça apoiada na mão, que estava apoiada no braço, que estava apoiado no braço da poltrona feito de folhas, galhos e flores. 

???: ainda não, está muito perigoso. — disse ele ajeitando o kimono. 

Kuin: Never, eu sou forte, não sou uma florzinha delicada. — falou mantendo a expressão calmamente. — amanhã. 

Never: hai, Kuin-Sama. — disse se curvando novamente. — irei mandar a Mandy para vigiá-los. — falou dando as costas. 

Kuin: tudo bem. — ela começa a cuidar das coisas de seu clã. 

Never foi andando até onde os dois estavam presos em uma jaula de fogo. Não é surpresa que ela esteja lá vigiando eles. Never diz: 

Never: Mandy, você irá vigiá-los como se fosse sua vida. — disse Never saindo de baixo da árvore. 

Mandy: sim, senhor. — concordou ao se sentar em um banco. 

Mandy era uma jovem de 13 anos, a mesma tinha olhos dourados semelhantes à de um gato, sua pele era branca, mas um pouco bronzeada, seus cabelos eram curtos e castanhos bem claros, sendo confundido diversas vezes pela cor ruiva. 

Mandy não era como os outros Kitsunes, na verdade, nem Kitsune Mandu era. Mandy foi adotada por uma idosa que morreu de velhice, se não fosse por Kuin-Sama, ela não estaria nem respirando agora. 

No Dia Seguinte... 

O irmão mais velho acorda se remexendo um pouco por conta da dor na cabeça. Ele se senta com a mão entre os cabelos e olha em volta, em segundos ele percebe que não estava no lugar certo. Ele e seu irmão precisavam sair de lá, mas ele sabia muito bem que as barreiras não era fracas. Diz Mandy: 

Mandy: bom dia. — falou com as mãos cruzadas e encostada no tronco. 

Zankuro: quem é você? — perguntou colocando o joelho dobrado e pondo o braço apoiado na mesma. 

Mandy: está onde o Clã Katsune vive. — ela se senta colocando seus braços apoiados nas coxas. — não posso dizer o lugar exatamente. 

Zankuro: o que quer com a  gente? — perguntou olhando o nada. 

Mandy: depende da Kuin-Sama, se ela aceitar, vocês passarão por uma batalha e caso vençam, viverão. Caso ela negar, vocês serão nossa comida por 5 meses eu acho. 

Zany: wah... — o pequeno acorda bocejando. — onde estamos...? 

Zankuro: no lugar onde os Kitsunes vivem... 

Eles ficaram em silêncio, até que a Kuin-Sama apareceu. 

Continua...


Notas Finais


Continua...


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