História Anjos Caídos - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Anjos Caídos, Aventura, Demonios, Guerra, Irmãos, Luta
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Palavras 893
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


"Kuin-Sama" na Foto.

Boa Leitura.

Capítulo 7 - Treinamento?


Fanfic / Fanfiction Anjos Caídos - Capítulo 7 - Treinamento?

Na Floresta... 

Tudo estava coberto de neve. Sim, aquela Vila era enorme, dividida em 4 partes. Mas não é isso que importa agora. Zankuro andava com alerta, mas ele não soube presenciar passos impossíveis de se ouvir. Consequentemente, ele é atingido pelas costas por garras afiadissimas e com 15 cm. Rapidamente, Zankuro pega a mão do sujeito, o puxando e quebrado-o no braço. Diz: 

???: caralho, você é bem forte para um mero ser humano. — falou sorrindo. 

Zankuro: hm, atacar pelas costas é sinal de covardia. — disse olhando-o. 

???: é, eu sei. Sabia que você iria dizer isso, então você é um forasteiro com objetivo, não é, olho enfaixado? 

Zankuro: o que você acha, gato? 

???: eu não sou um gato! Eu sou uma raposa! — ele se aproxima de Zankuro. 

Zankuro tenta desviar do ataque, mas acaba em diversas lesões em seu corpo. Mas Zankuro era astuto e conseguiu dar diversos golpes no Kitsune. O moreno vai pulando pelas árvores tentando arrumar qualquer estratégia, mas é atacado por cima pelo mesmo. 

Ambos começam a lutar a sério, deixando um rastro de sangue, mas a batalha não durou muito, já que Zankuro foi derrotado e o Kitsune venceu com os braços cruzados. Pergunta: 

???: Kuin-Sama, poderei matá-lo? — disse com as garras pra fora. 

Kuin: não. — negou. — eles dois ficarão vivos. — disse dando as costas. — ah, Síndica, não vale usar as garras venenosas, então esse forasteiro venceu a luta. — ela sai. 

Síndica: droga. — ele puxa Zankuro pelos pés. 

Síndica foi até a enfermaria, lá Zankuro foi cuidado por uma médica bem jovem. Após algumas horas, o moreno acordar logo se levantando e se sentando na beira da cama. Pergunta: 

Zankuro: o que houve...? — pergunta confuso colocando as mãos no rosto. 

Zany: Zankuro! — ele o abraça forte. 

Zankuro: hum? — ele retribui. — como você está? Está muito ferido? 

Zany: eu estou bem! E você? Como está?! — pergunta preocupado. 

Zankuro: estou bem, estou bem. — afirmou. 

Zany: que bom... — ele sorrir fechando seus olhos. 

Zankuro: tá... Então quer dizer que não fomos mortos? 

Zany: não! A "Kain-Sama" nos poupou por algum motivo! — disse tentando se lembrar o nome daquela mulher. 

Síndica: o certo é: "Kuin-Sama", muleke. — disse guardando as ervas de cura. 

Zany: ah, é você! — ele aponta. 

Síndica: sabia que é muito feio apontar para pessoas desse modo? 

Zany: por quê? 

Síndica: porque sim. — ele termina de guardar todas as coisas. — Kuin-Sama quer falar com vocês. — ele se retira. 

Zankuro: vamos.

Zankuro se levanta e vai andando junto com seu irmãozinho. Eles foram até uma grande árvore com flores rosadas e vermelhas, ambos entraram na porta e lá estava a mulher sentada de joelhos parecendo que estava conversando com alguém. 

A mesma para de falar após os irmãos Demions pisarem na medeira clara e meio escura. A mulher se vira e diz: 

Kuin: olá, meninos. Podem se sentar, sentem-se do jeito que acharem mais confortável. — ela chama um dos servos. — querem alguma coisa? 

Zany: poderia trazer chá de ervas daninhas? — perguntou levantando o dedo indicador um pouco pra cima. 

Zankuro: água. — disse encostando na parede e logo sentando. 

Kuin: quero chá de camomila, por favor.  — ela fala com gentileza. 

Servo: hai, Kuin-Sama. — ele se retira. 

Zankuro: vamos logo ao ponto, por que você nos poupou? 

Kuin: achei vocês interessante. — respondi se sentando com as pernas cruzadas. 

Zankuro: meio estranho. — ele desconfia. 

Kuin: vocês podem fazer o que quiserem agora. Podem sair daqui, caso fiquem, vocês serão vigiados 24 horas por dia. 

Servo: aqui está. — ele serve os três. — irei me retirar agora. — ele se retira. 

Kuin: então... — ela bebi o chá e logo coloca os lábios perto na borda do copo. — qual será a escolha de vocês. — diz com os olhos fechados. 

Zany: bem, minha escolha... É ficar aqui! — ele pega o copo com chá. 

Zankuro: digo o mesmo. Não porque ele estará aqui, e sim por conta do treinamento. — ele bebi a água. 

Kuin: então vocês querem treinar aqui? — ela bebi o chá ainda com os olhos fechados. 

Zankuro: sei muito bem no que você está pensando agora. Mas acredite, nós não iremos fazer nada contra essa Aldeia. 

Kuin: espero que vocês estejam falando a verdade. Caso não, suas cabeças estarão no topo da montanha. — diz abrindo um olho. 

Zany: muito obrigado. — ele sorrir com os olhos fechados. 

Kuin: bem, tenho que me retirar. Descansem, pois o treinamento não será nada fácil. — ela se  levanta. — Kanataka, leve eles para o dormitório. — ela se retira. 

Kanataka: venham comigo. — vai andando. — antes do treinamento, vocês conhecerão a Aldeia, só para não dar problema. 

Zankuro: hum... 

Eles foram andando para o dormitório; pra falar a verdade, era só uma grande barraca de folhas com um monte de Kitsunes dormindo como raposas. 

Zany se deita, mas acaba pego por um deles e sendo abraçado por um desconhecido. Como estava frio, o pequeno se aconchegou na cauda do desconhecido e dormiu. 

Zankuro revirou os olhos e pegou Zany com cuidado. Logo se deitando e o abraçando dizendo: 

Zankuro: boa noite, Zany. 

Ele dorme o abraçando fortemente. Zany abre um olho e sorrir. Logo dormindo novamente. 

Continua... 


Notas Finais


Boa Leitura.


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