História Entre Anjos e Demonios! (Interativa) - Capítulo 39


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 1.220
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiii

Estou muito feliz por ter chegado ate aqui. Muito obrigada a todos que acompanharam a historia! <<<333

5/4 para acabar <3

Capítulo 39 - Trigesimo Quinto Capitulo: Morte de Metatron


Fanfic / Fanfiction Entre Anjos e Demonios! (Interativa) - Capítulo 39 - Trigesimo Quinto Capitulo: Morte de Metatron

Sexto céu, {Visão Noah}.

Rave e eu voltamos ao Sexto céu, na intenção de impedir o mundo de acabar. Fiquei vasculhando as salas de reuniões-agora pura cinza e ruínas - Busquei pedaços de livros ou documentos, qualquer coisa que indicasse o apocalipse. Rave se afastou um pouco vasculhando mais adentro das bibliotecas. Senti outra presença alem de nós dois. Virei para trás com calma, sentindo uma mão enorme grudou em meu pescoço e me erguer:

-Ora... O baixinho veio ajudar o mundo? –METATRON TÁ VIVO?

-Argh... –Tentei gravar as unhas em seus braços falhando.

-Deus abomina seres como você, Alison, Misuky e a todos como vocês! –Sinto a respiração parar de funcionar e o corpo fraquejar.

-V-Você v-va-vai... Engolir... T-tudo o que disse c-com o seu p-proprio sangue! –Falei com dificuldade pela falta de ar.

-Não me faça rir. –Sinto um chute no estomago e sou lançada para as ruínas.

Meu pescoço doía e minha pele ardia. Tentei me erguer e notei que meu braço estava preso entre duas pedras, tentei puxar arranhando ele, falhando mais uma vez. Vi a silhueta de Metatron contra a luz em minha frente, o vi erguendo a espada e mirando em meu peito como um o caçador mira na caça:

-Fiz da vida para você. –Metatron fala com um olhar sádico

-Que assim seja... –Sussurrei fechando os olhos, pedindo perdão pela tal abominação que tinha cometido e implorando para que fosse rápido.

Três segundos se passaram. Quatro. Cinco. Fui abrindo os olhos devagar e ouvi a espada de Metatron cair no chão e o mesmo cair de joelhos a minha frente. Arregalei os olhos e tentei enxergar algo vendo Rave com um revolver na mão contei duas balas pelo pente recém-colocado. Olhei para ele com curiosidade e vi Metatron tentando se mexer. Rave se aproximou de mim ficando entre mim e o anjo, catou a própria espada de Metatron e mirou em seu pescoço:

-Ninguém, mas ninguém mexe com o meu pequeno. –Rave disse alto o suficiente para o moribundo ouvir.

Rave cravou a espada no pescoço de Metatron e a puxou para o lado, causando um estalo entre o osso e os músculos ainda quentes. Encolhi-me lembrando de que estava com o braço preso. Rave sorriu sádico vendo o anjo morto a sua frente e voltou à atenção a mim. Abaixei o olhar e puxei o braço depois que ele tirou as pedras de cima:

-Obrigado. –Falei corado.

Rave apenas sorriu:

-Não acabou ainda. –Rave falou e abraçou-me pelo ombro. Depois disso ouvimos um estrondo.

 

Sétimo céu, fora do portal do tempo. {Visão Aster}

Segui os demais ate o sétimo céu, vendo Miguel se descabelando - a melhor cena que já vi na vida - tentando buscar alguma solução. Paramos alguns metros longes e deixei o pergaminho atrás das costas. Bernard e Lua deram alguns passos a frente. Anne ficou parada esperando algo acontecer:

-Filho de Hades. –Miguel virou a cabeça para trás.  –Leia a carta que era para ser enviada há milhões de anos atrás. Agora!

-Ok... –Me mantive onde estava e abri o pergaminho/carta ainda selado.

Lira e Caleb me encaram como dois demônios em busca da caça perdida. Lua colocou as mãos em forma de oração e sorriu fraco, Anne ficou ao lado de Lira esperando e Bernard... Bem, continuou com a mesma cara de sempre. Olhei rapidamente as linhas e comecei a ler lentamente. Olhei para Caleb e ele entendeu vindo trazendo Anne com ele:

-Queime. –Disse para ela.

-M-Mas por quê? –Anne perguntou.

-Ninguém precisa saber do que está escrito, já passou. –Falei e estendi a carta agora fechada. –A morte já virou aliada de nós. –Olhei para Lira e lançou um olhar orgulhoso de volta.

-Feliz aquele que se arrepende na hora de fim. –Caleb disse e cruzou os braços, recebendo um olhar sincero de Miguel.

-Queime. –Disse e Anne acendeu uma chama na mão.

-Que assim seja. –Disse e vi a carta virar cinzas.

O que estava escrito na carta já passou... Hades a escreveu por ordens dos demais deuses... Nada de mais.

“Aos celestes de todas as ordens e castas.

Aviso-vos por meio dessa carta, enviado por meu próprio filho, que as guerras continuarem se acaso não nos mexermos, o mundo já está condenado. Nada disso é culpa dos seres humanos, sejamos sinceros e assumimos o erro de não ter guiado a humanidade de forma correta.

Mandai os culpados se redimirem perante aos humanos, os sem culpa que foram injustiçados por erro de seres de extrema autoridade como nós. Tentamos mais de uma vez mudar isso, mas o erro é sempre cometido, se não for por nós, por nossos herdeiros. Ensinem dessa vez o correto a ser feito, desde os que estão nas águas que Poseidon domina ao sol que Apollo rege. Mandai as tropas para não afundarem a Terra

A paz chegará quando meu filho mais velho retornar e minha filha mais nova se casar. Aos incomodados por essa carta, Fujam para longe do alcance dos Olimpianos, e da própria morte.

Se esperares por uma carta de paz ou um término de guerra, fomos enganados e iludidos por seus próprios pensamentos. Aos que julgam por aparência não por atos, aos que não quebraram as regras para salvar aqueles que não têm culpa, aos que blasfemaram contra todos os inocentes que andam sobre o universo. A morte vos aguarda.

~”Hades.”

 

Sétimo céu, dentro do portal do tempo {Visão Narradora}.

Ariel e Nero olhavam para Carie, agora mais morto do que vivo. Parky tirou as pedras de cima dele e colocou a cabeça em seu colo e engoliu a seco o que via:

-Te salvei. –Carie sorriu e abriu os olhos com dificuldade.

-Cala a boca, seu idiota –Parky falou brava –Por que se meteu na frente!

Ariel e Nero permaneceram parados sem poder fazer nada, os dois sabiam que era o fim da linha para Carie. Parky desistiu de aguentar e deixou as lagrimas espaçarem:

-Carie... Eu estou... –Parky tenta falar, mas é interrompida por Carie.

-Você está grávida... Eu sei - Carie sorriu e acariciou a barriga de Parky que chorou mais ainda. –Não chore, minha princesa.

-Cale-se! –Disse triste e brava ao mesmo tempo. –A culpa disso é sua.

-Volte por mim no tempo, se apaixone por alguém melhor. –Carie disse e sorriu para Parky.

-Vira a merda dessa roda, Ariel! –Parky gritou. –Vamos voltar! Agora!

-Parky, mas e o... –Ariel tentou perguntou sobre a criança que Parky carregava consigo.

-VIRA A PORRA DA RODA AGORA! –Gritou mais alto –Antes que eu mesma faça isso.

 -Me deixa morrer primeiro, depois você gira... –Carie insistiu em ser deixado ali.

-Nunca! Gire! Agora! Já! –Parky disse com mais lagrimas no rosto.

-Que assim seja. –Ariel e Nero se viraram para a roda do tempo e giraram. Levou Cinco cincos para um clarão tomar conta de tudo que era matéria física.

Parky chorava desesperada e arrependida de só ter contado agora, depois de quase dois meses. Carie sorriu sentindo o coração parar e a respiração o abandonar. Sorriu mais largo ainda quando tentou imaginar a vida tranquila com Parky e com o filho que viria que isso não tivesse acontecido talvez os dois se encontrassem de novo, quando Parky também morresse, se é que daria certa a volta no tempo.

E Assim tudo reiniciou do zero...

 


Notas Finais


FINALMENTE SADESGRAÇA MORREU
DESCANSE COM O INFERNO METATRON

Olha só o segredo da Parky


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