História Entre Anjos e Demonios! (Interativa) - Capítulo 41


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 1.704
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi, sim, ultimo capitulo dessa Fic.

Mas calma... Decide fazer esse capitulo um pouco maior que os outros para compensar as vezes em que quase desisti da fic.

Irei botar os agradecimentos e creditos em outro capitulo.

Capítulo 41 - Trigesimo Oitava Capitulo: Fim!


Fanfic / Fanfiction Entre Anjos e Demonios! (Interativa) - Capítulo 41 - Trigesimo Oitava Capitulo: Fim!

Triangulo das Bermudas, ninguém tinha relógio. {Narradora} 25/12/2023

Hoje em dia, vários se arriscam a provar o sobrenatural, alguns morrem nos atos outros voltam sem respostas. Agora o que ninguém iria imaginar e saber era que os anjos e demônios que conseguiram unir Céu e Inferno se encontrariam no Triangulo das Bermudas, talvez eles combinaram essa mensagem, já que onde eles estavam formava um triangulo, dando indícios desse local. Bernard, Lira e Caleb chegaram como uma equipe de anjos clássica. Lua chegou junto com Amy, que estava com a ajuda de Takashi por estar machucada:

-E então... Aqui estamos resolvendo as coisas... –Diz Kelly batendo a poeira dos ombros.

-Pois é... Faz alguns anos... –Carie fala e sorri.

-Nem me fala... Estou ficando velho. –Diz Aster. –E como estão os filhos de vocês?

-Bagunceiros mal-educados... Resumo estão puxando o Pai. –Diz Parky olhando para Carie.

-Bem... –Noah diz e tem a boca tapada por Raveniel.

-VOCES TEM UM FILHO? –Lira perguntando feliz da vida tirando a cara séria do rosto.

Noah assentiu. Raveniel corou e sorriu. Lua foi ate Bernard e sorriu deitando a cabeça no ombro do marido. Misuky e Abel chegaram afobadas:

-Chegamos! Calma... Deixa-me pegar ar... –Abel fala e respira fundo.

-Ideia de gênio marcar um triângulo e nos encontrarmos no Triângulo das Bermudas, local de tantas loucuras. –Disse Misuky.

-Já decidiram a data do fim do mundo? –Bernard pergunta. 

-Negativo. –Diz Takashi.

-Os humanos inventam cada coisa e data para fim do mundo... Bobear ate Guerra Mundial já teve. –Diz Amy.

-Bem, logo teremos que dar um fim. –Diz Ariel suspirando com Jane e Alison ao céu lado.

-Sinto um pouco de pena dos humanos. –Disse Jane.

-Por quê? –Anne perguntou.

-Porque se eles tivessem aprendido direito, talvez não tivessem pecado e talvez fossem pessoas melhores hoje em dia. Talvez os governantes não fossem egoístas e o povo entendesse que quem manda na sociedade são eles mesmos. –Diz Jane.

-Verdade, mas muitos caíram e o resto vai com eles. –Diz Alison - Digo porque escutamos lamentos no inferno todo dia.

-Verdade. –Diz Nero concordando.

-Afinal, estamos aqui para quê? –Pergunta Caleb se sentando em uma pedra.

-Para encerrarmos nossa missão. –Diz Ariel.

-Cumprimos nosso objetivo parando a Guerra Civil de Miguel e Gabriel, reorganizamos o inferno, paramos o fim do mundo, voltamos e impedimos tudo de acabar. Acho que merecemos um descanso. –Diz Bernard.

-Concordo. –Diz Anne - A Terra pode se virar sozinha.

-Então... Sem fim do mundo agora? –Pergunta Nero.

-Por enquanto não... –Diz Aster. –Por enquanto.

-E por um bom tempo. –Diz Parky.

-Vamos descansar... Seja na Terra, céus, inferno, Limbo, Oceano, Olimpo, Pirâmides, num caixão, em uma casa ou em um simples lugar do universo. –Diz Lua.

-Com certeza. –Afirma Lira esticando a coluna.

-E essa barriga aí, Lira? –Noah pergunta rindo.

-SHUP UP! –Lira diz e esconde a barriga.

-Não creio. –Diz Bernard.

-Não ouse abrir sua boca, Senhor Defensor dos Fracos. –Diz Lira.

-Não é melhor irmos a outro lugar? –Aster cochicha no ouvido de Anne.

-ASTER TÁ DANDO CANTADA NA ANNE! –Grita Abel.

As perguntas e discussões continuaram ate o pôr do sol. Parky e Carie seguiram ao Canadá indo cuidar dos filhos. Bernard e Lua foram por causa do sono (e da preguiça de Bernard). Noah e Rave tiverem que ir recebendo ligação de que o filho estava quebrando as coisas da casa. Ariel, Alison e Jane saírem dando um breve Adeus a todos. Aster e Anne seguiram a um lugar fora dos céus, Olimpo talvez. Nero e Kelly voltaram pro inferno brigando e trocando facadas.

Abel, Misuky, Lira, Caleb, Amy e Takashi ficaram ate tarde. Conversando sobre qualquer coisa que viesse na mente. Era perto das duas da manhã quando Amy e Takashi resolveram voltar para França. Lá pelas quatro e cinquenta Abel e Misuky decidiram voltar. Lira e Caleb voltaram pro Canadá.

O reencontro de todos certamente foi emocionante, mas nenhum deu o braço a torcer para chorar nem se abraçar ou dizer algo do passado.
A maioria ficaria pela Terra, algum ou outro no céu. Por certo, eles não conversaram tudo que queriam. Faltaram algumas coisas.

 

Nesse tempo de 23 anos, Noah e Raveniel adotaram um filho, Parky e Carie tiveram dois filhos e continuam morando no Canadá, Aster e Anne começaram a sair, mas Aster não teve a coragem de pedir algo mais sério, Abel e Misuky continuavam treinando para futuras guerras ou batalhas, Kelly e Nero assumiram postos altos no inferno, Amy e Takashi começaram a namorar, Bernard e Lua continuam em New York cada um trabalhando e estudando como quisesse, Ariel e Alison casaram e adotaram Jane oficialmente, Lira e Caleb continuam sem foco, se bem que... Noah não estava errado no tamanho da barriga de Lira.

 

Céus! Os que “morreram” foram citados varias vezes, falam como se estivessem vivos. Lethrias ainda ama Kelly e a protege mesmo estando no limbo, Meena ora por Amy e Lua. Dulce caminha no vazio pensando se Anne está bem, e tantos outros anjos e demônios que morreram naquela guerra, continuam vivos no coração de quem os amou:

-Acha que acabou? –Lira pergunta a Caleb.

-Sim... –Respondeu Caleb sentado na varanda. –E... Quando ia me contar?

-Contar o que? –Lira direcionou o olhar a estrela mais brilhante.

-Que você esta grávida. –Caleb disse com firmeza na voz.

Um silêncio tomou o local. Lira olhou para estrela cadente que passava e sorriu corada para Caleb:

-Você vai ser papai. –Disse ela.

Caleb sorriu largo.

 

Já na casa de Parky e Carie as duvidas dos pequenos hibridozinhos iam surgindo. Queiram saber de onde vieram, o que os pais foram e o que eles seriam:

-PAI! –Charlie correu e pulou no colo de Carie.

-Aí. –Carie se sentou. –O que houve?

-A mana Lucy pediu para mamãe contar uma historia e a mamãe para você contar dessa vez. –Disse Charlie e Lucy entrou no quarto acanhada sentando na cama.

-Hum... Vou contar então. –Carie ajeitou os pequenos na cama - O dia em que teve uma enorme guerra no céu!

Parky parou na porta e ficou escutando Carie contar as crianças aquela “historia” que fora verdade algum dia. Charlie e Lucy sorriam e se aninhavam nas cobertas ouvindo o pai contar e fazer gestos ao longo da historia.

 

Em LA, Rave e Noah se viraram para contar ao filho como as crianças chegavam ao mundo. O pequeno já estava ciente de que fora adotado e que seria muito feliz ali:

-Pai... –O garoto olhou para Rave que tinha chegado do trabalho.

-Diga... –Rave se sentou ao lado do garoto.

-De onde os bebês vêm? –Ele perguntou e Noah riu ao fundo.

-Ah... Bem... Você é muito novinho para saber. –Piscou Rave.

-Algum dia contaremos a você, Yanni... Apenas espere. –Noah abraçou o filho com carinho.

-Mas eu já tenho oito anos! –Yanni mostrou com os dedos a idade.

Noah riu baixo e pegou o filho no colo:

-Ainda não podemos contar. –Noah disse e Rave pegou os dois no colo.

-Vamos dormir. Está tarde. –Disse Rave e levou os dois pro quarto.

 

Já em New York, Lua e Bernard brigavam feio:

-EU JÁ DISSE QUE FUI EU! –Bernard disse.

-POR QUE VOCE FEZ ISSO?! –Lua se jogou no sofá.

-Você que foi lenta demais - Bernard justificou.

-Quero revanche! –Lua pegou o controle do videogame.

-Vamos lá então! Vou ganhar de novo mesmo! –Bernard disse, sim, brigas só pelo videogame. Típico dos dois brigarem por algo que o objetivo era ganhar

 

Em LA também, Alison brincava com Jane enquanto Ariel revirava os papeis antigos dos céus, ate o Micro-ondas avisar que a comida estava pronta. Jane pulou no sofá e riu. Alison foi arrumar a mesa dando um breve selinho em Ariel:

-Vamos Cara Fechada. –Alison chamou Ariel.

-Ok... –Disse Ariel sorrindo e largando os papeis para se juntar a família.

-Posso ver desenho? –Jane perguntou.

-Agora não minha pequena, depois ok? –Ariel disse e Jane correu para a mesa.

As três comeram conversando, como se morassem há milênios juntas. Agora eram oficialmente uma família como qualquer outra, e estamos felizes vivendo assim.

 

No Reino Unido, Anne e Aster olhavam os carros e pessoas caminhando, a visão de cima do Big Bang era incrível de acordo com eles. As asas de Aster cobriam Anne do sereno frio que caia na noite. Anne se aninhou no abraço de Aster e sorriu olhando as luzes que iluminavam tudo, deixando o brilho natural das estrelas de lado. O silêncio e ausência das vozes dos dois causava a sensação de paz neles, tirando Aster com medo do pai de Anne, mas isso era fácil de resolver:

-Anne... –Aster olhou para ela.

-Diga...

-Eu... Acho que estou pronto para conhecer seu pai. –Disse rápido.

 

França, um lugar tranquilo antes de Amy e Takashi morarem juntos. Os dois riam e ficavam a toa o dia todo, sem muitas preocupações já que a vida tinha se tornado um pouco mais fácil, os tempos eram mais aceitavam, já que todos eles decidiram mandar a sociedade e o mundo se danarem:

-Deveríamos ir naquela festa. –Amy disse sentada no colo de Takashi.

-Ei, vamos amanhã. Trabalhamos o dia todo. –Avisou Takashi - Que tal um banho de espuma?

Amy sorriu largo e correu pro banheiro. Quem chegava primeiro escolhia o aroma e claro, cereja foi o escolhido. Amy se vestiu e se acomodou na banheira, Takashi veio logo em seguida. Foi um banho demorado, com caricias e sorrisos envergonhados, algo que os dois tem feito muito.

 

Misuky e Abel na China trabalhavam nas estratégias e modos de lutas, as duas treinaram por vários dias e anos, ate que resolveram descansar. Misuky serviu o chá de camomila a Abel e sorriu se sentando ao lado dela:

-Bem que podíamos ir para cidade. –Misu sugeriu.

-Não daria certo. –Abel afirmou - É melhor ficarmos aqui. É mais tranquilo e podemos fazer o que nós bem entendermos.

-Tem razão. –Misuky tomou um gole do chá.  –Mas e para visitar?

-Aí eu repenso... –Abel deu duas goladas no chá e suspirou. –Quando o mundo vai acabar?

 

 

O mundo não havia acabado e todos estavam em paz, ao longe, simbolizando a paz, o sol nascia no horizonte...


Notas Finais


Então, chegamos ao fim dessa estoria.

Deixarei as lagrimas pro proximo capitulo.

Espero que tenham gostado do capitulo, mesmo sendo nada a ver.

<<<333


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