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História Entre cores e lágrimas - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Olá <3

Sejam bem-vindos ao meu novo mundinho mágico, espero que me acompanhem em cada palavra e vivenviem cada sentimento mostrado.

B
O
A

L
E
I
T
U
R
A

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Entre cores e lágrimas - Capítulo 1 - Prólogo

Eu morri? 

Talvez eu esteja morto. Consigo sentir, ainda que inconscientemente, a sensação dormente e tão distante dos últimos requisitos de vida à deixar de habituar meu corpo, a sensação de não sentir absolutamente nada do que se sentiu ainda em vida. Olhando por esse ângulo a morte não me parece tão assustadora, o fato de não não conseguir sentir dor era confortante, anseio andar por esse túnel e acabar logo com todos os meus batimentos frenéticos, os quais lutam em bombear sangue para o resto do meu corpo. 

Consigo caminhar, mas é como flutuar em meio a um caminho reluzente lotado por tecidos de algodão que se acemelhavam a bonitas nuvens, ou até mesmo algodão doce, ao longe, eu ouvia uma canção melodiosa abrangendo um lindo som parecido com arpas, arrastada por uma tristeza suave e melancólica, ao mesmo tempo, tão gritante agonizante. Como todas as lágrimas silenciosas que derramei sobre meus travesseiros, em noites escuras e frias, onde as estrelas eram as únicas a presenciar minha dor, sendo amantes da minha solidão e fiéis confidentes em dias que a torneira não parava de derramar.

Olhei para os lados mas não havia nada, era como estar por cima das nuvens, vendo e apreciando cores jamais vistas fascinado com as estrelas em plena luz do "dia" que brilhavam tanto quanto o próprio sol; e um céu tão magnífico que me fazia brotar a sorrir.

"Por favor, jovem, fique conosco" 

Não quero, não posso, não aguento.

A vida é pesada demais para se continuar, como se correntes de aço trancafiassem minha vontade de ver o mundo, não restava mais nada, apenas aquela mancha acizentada que sugava as cores do meu arco-íris. E talvez eu possa ser considerado fraco por isso.

As memórias invadiam aos poucos a minha consciência, como um maldito filme; eu conseguia ver, minha mãe no meu aniversário de cinco anos, viagens e mais viagens, pessoas à cantar, gargalhadas, sorrisos felizes e olhos cantantes. E depois, apenas cinza, uma cor tão neutra  e triste inundava o colorido da minhas lembranças, lembrando-me do por que de eu estar aqui, atravessando o caminho entre a vida e a morte, mais cedo do que se foi previsto.

O que isso descendo pelo meu rosto?

Parece que eu liguei a torneira dos meus olhos novamente.

Ah, eu continuo me derramando fragilmente como um bebê, assim como todos eles diziam. 

Ainda consigo ouvir suas vozes em sussurros arrastados.

Mas eu não sentia nada, não havia dor ou tristeza, nenhuma emoção, apenas lágrimas solitárias que desfocavam minha visão.

Está tudo bem, você está bem.

Não, não está nada bem.

Ei garoto. — uma voz distante chamou-me, ela soava-me como anjos divinos, tão gentil quanto as pétalas de flores de um jardim inteiro. — Não atravesse! 

Minha voz saiu trêmula em responder seja lá o que fosse aquilo:

— Por que eu lhe escutaria? Ao menos sabe do terror que á em vida?

O mundo lhe espera, garoto, diferente do que está acostumado, algo belo, e finalmente algo suficientemente feliz. Dê uma chance para a vida. — A voz novamente ecoou como auto falantes, bonita e calma. 

— Ela irá me despedaçar novamente. Assim como todas as outras vezes.

—  Colarei com partes de mim cada pedaço de ti. — A voz parecia desesperada.

Eu me aproximava de uma grande redoma de luz, aquilo seria o fim?  Eu devia recuar? 

— Mas eu não quero ficar, viver dói. — Eu sussurrei baixinho, minha voz estava presa em minha garganta, como se as palavras estivessem entaladas e atadas por um grande nó.

Mas também pode ser belo, magnífico e imensurávelmente encantador. — Ele tentava de todas as formas convencer-me.

— Se eu cair, quem estará para mim? Não à ninguém! — Firme, eu recuei um passo da luz.

Eu poderia ser seu anjo da guarda.

— Prometa-me, por favor. — Gritei em um sussurro morto.

— Eu prometo. 

Então eu corri, sentindo a vida sair pela minha boca, enquanto meus pulmões falhavam em me deixar respirar, e meu coração já tão cansado de lutar, desistir pouco a pouco em tentar me manter vivo. 

Mas eu precisava lutar, um anjo me contou.

Eu quero, eu posso, eu tenho que aguentar.

Eu sentia a morte puxar a minha alma, mil coisas se passavam pela minha mente e eu estava fraco. Então eu corri para os afagos do mundo, sentindo o sopro de vida adentrar-me dando-me uma nova chance graças a promessa de um anjo.

"Conseguimos"

Eu estava vivo.

Correndo das garras da morte eu vivi, sentindo o mundo inteiro ao receber uma brisa de vida, caminhando por girassóis ao tentar encontrar a felicidade, mas não só, ali eu lhe tinha, meu anjo da guarda, anjo este que é tão perdido quanto eu.


Notas Finais


Oioioioi 🌻❤💛❤💛❤💛❤💛❤💛❤

ECL NASCEU 🎊🎉🎉🎊🎉🎊

Eu tô muito feliz com isso, sério🙃🌈❤

Por favor dêem muito carinho para a fanfic e a autora, uma autora feliz são capítulos atualizados🌻💛💙💛💙💛💙💛💙💛💙💛💙💛💙💛💙💛💙💛💙💛

Não esqueça de deixar seu "💙"

Bye bye🌈💙💙


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