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História Entre Dois Mundos - Capítulo 35


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Notas do Autor


AVISO IMPORTANTE: HENTAI, SEXO, CLASSIFICAÇÃO PARA MAIORES DE 18 ANOS.

Leia quem se sentir à vontade.

Capítulo 35 - Conectando-se


 

Uma música lenta tocava ao fundo. –Outra dança? Ele agora convidou.

-Claro. Respondi e ele já estava atrás de mim puxando a cadeira.

Coloco meus braços ao redor do pescoço dele e ele envolve a minha cintura. Encosto o rosto no seu peito enquanto escuto o seu coração bater. Queria ficar o resto da noite assim, que o dia de hoje nunca acabasse.

-Eu não quero que você seja de mais ninguém, Chi. Ele falou baixinho e eu ergui meu rosto para olhá-lo.

Ele soltou a minha cintura e ainda me afastou dele. Eu fiquei confusa.

-Eu estou perdidamente apaixonado por você e não há nada que eu possa fazer para me livrar desse sentimento.

E enquanto ele falava eu senti o meu coração saltar pela boca ao vê-lo se ajoelhar bem ali.

Ele se apoiou sobre um dos joelhos e eu fechei os meus olhos bem apertado porque já imaginava o que estava por vir.

-Não vai olhar? 

–Não é todo dia que um Saiyajin faz isso, sabia?

Respirei fundo e o contemplei.. Ele estava perfeitamente posicionado bem ali aos meus pés.

 

-Chichi Cutelo. 

-Eu estou aqui de joelhos olhando para você e pensando: Por que eu demorei tanto tempo para fazer isso?

Eu já estou chorando.

-Eu já disse que te amo. E também já me senti amado por você muitas vezes. Mas eu nunca havia ficado tanto tempo longe desse amor.

-Hoje eu estou convicto que foi a pior decisão da minha vida, porque longe de você eu sinto a sua falta por inteiro.

 -Falta dos seus lábios. Falta das nossas noites quentes. Falta até das nossas brigas.

-E perto de você eu me sinto um privilegiado. Mas ficar perto não é o suficiente para mim.

-Eu quero te marcar eternamente como minha.

-E para me certificar disso...

Pegou a minha mão trêmula e deslizou delicadamente sobre o meu dedo anelar aquele anel.

-Eu comprei um anel.

-Só resta saber se você aceita se casar comigo?

Ainda segurando a minha mão, vagarosamente se colocou de pé sem perder o contato visual.

Eu estava muda. Visivelmente emocionada. O que podia dizer?

Ele levantou os dois dedos como quando fazia para se teletransportar. E eu agarrei aquela mão.

–Eu só estava brincando, amor. Eu não iria embora. Você me custou muito caro, sabia? Ele não perdeu a chance.

-Você é um filho da mãe, Kakarotto! Mesmo assim eu aceito me casar com você. Falei entre lágrimas.

E sem perder mais tempo, agarrou-me firmemente pela cintura e pela nuca e me beijou.  

O melhor beijo da minha vida. Grife isso.

É difícil até de explicar.

Posso dizer que foi intenso e bem demorado. Que nossas línguas disputavam o mesmo espaço. Mas é muito raso para descrever o que foi aquilo. Estávamos nos conectando novamente. Corpo, alma e coração.

E por motivos óbvios, o nosso fôlego acabou, nos fazendo lembrar-se do jantar, que já estava sendo servido.

...

Belisquei um pouco. Bebi mais um pouco. Já estava começando a me sentir estranha.

O garçom estava de volta, retirando os pratos. Ficaram apenas as taças. Esvazio a minha num segundo.

E novamente outro garçom vem à nossa presença para preenchê-la. Kakarotto recusa. Eu aceito.

Ele não gosta, mas espera o garçom sair para me repreender e toma a taça da minha mão.

Eu o olho com desaprovação e tento recuperá-la. Ele a vira na boca e bebe.

-O que pensa que está fazendo? Já estamos brigando de novo.

-Prefiro você sóbria. Respondeu com um semblante muito sério. –Já bebeu o suficiente por hoje.

Quem cala consente. Foi o que fiz. Ele nem imaginava o quanto eu bebi de fato. Perdi a conta das taças que tomei em casa.

Saímos dali do mesmo modo que fomos. De carro. Meus olhos começaram a pesar. Acho que cochilei no banco do carro. E fui acordada com o beijo do príncipe.

A claridade começou a me incomodar, mas ignorei. Já estamos no meu Ap e está tudo escuro. Melhor assim.

Entramos pisando em ovos para não acordar o outro Saiyajin que dormia no quarto ao lado.

Livrei-me logo daquele salto. E ele afrouxou a gravata.

Como um casal de namorados apaixonados, nos pegamos com gosto. Esbarramos em algumas coisas até encontrarmos o caminho exato do quarto.

Você está tão cheirosa. Afundou seu nariz no meu pescoço e aspirou Depois o chupou várias e várias vezes, ao tempo que massageava o meu seio ainda sob a roupa com a sua mão grande.

Mordeu o meu queixo e passeou a mão pela minha perna e minha bunda, me pressionando contra a sua pelve.

–E você está tão excitado. Sussurrei para ele ouvir.  –Sempre pronto para você. Sussurrou de volta enquanto me conduzia jeitosamente até o quarto. Caímos sobre a cama. Ele sobre mim, voltamos a nos beijar com volúpia.

Senti o estômago embrulhar. Comecei a parar o beijo. Ele não queria, mas eu o forcei empurrando-o com as minhas duas mãos.

-E-eu preciso ir ao banheiro. Levanto-me correndo e vou vomitar.

Lavo o rosto e me olho no espelho. Vejo o reflexo turvo dele escorado na porta do banheiro me fitando.

Vomitei de novo. Acho que desta vez não sobrou nada dentro de mim. Escovei os dentes e voltei para a cama. Ele não estava mais lá.

Ainda não sabia o porquê, mas estava diferente. Eu, o quarto, Kakarotto...

-Olha ele aí, não fugiu.

Trouxe café para mim. Estava quente. Fui com calma porque não queria queimar a língua. Não hoje. Ri sozinha achando graça dessa idiotice. Dei um gole e... Cuspi na mesma hora.

 –Você esqueceu o açúcar. Dou uma gargalhada.

–Não esqueci não. Falou rispidamente.

Ele tá com raiva? Vou resolver isso logo.

Deposito a xícara no criado-mudo e me levanto da cama. Quase caio.

-Você vai ficar aí parado só olhando? Provoco.

Ele está sentado numa poltrona de frente à cama me encarando e não diz uma palavra.

Tomo a iniciativa.

Sento-me no colo dele de frente. Ele não esboça reação. Então eu roço minha intimidade contra a dele e o beijo. Ele não corresponde. Levanto-me do colo dele. Ainda não desisti.

Ajoelho-me entre as pernas dele e deslizo a mão sobre o volume na sua calça. Ele enrijece mais. Sorrio maliciosamente e começo a desabotoar a sua calça.

-Quieta Chichi. Ele foi firme agora e segurou meu punho.

-Grosso! Levantei-me dali e notei que ele suspirou aliviado.

Voltei para a cama e me deitei. Cobri-me com um cobertor e chorei quieta para não incomodá-lo também.

Senti ele se aproximar. Deitou do meu lado e me abraçou por trás.  –Eu não quero seu abraço. Resmunguei. Ele nem ligou. Aconchegou-me a ele e afagou os meus cabelos até eu dormir.

 

...

 

Despertei durante a madrugada e senti a minha cabeça pesada. Olhei para o lado e o vi dormindo na minha cama. Tentei recobrar a memória de tudo o que aconteceu e lembrei. Quase tudo. Nada após vomitar a primeira vez. 

Sento-me na cama e só agora percebo que estamos com as roupas de ontem. Tinha até vergonha de imaginar o que aconteceu depois que vomitei. A dor de cabeça estava justificada. Era ressaca.

Vagarosamente saio do quarto abrindo a porta com todo o cuidado para não acordá-lo. Vou até a cozinha e preparo um chá. Fico ali uns minutos saboreando a infusão.

Volto para o quarto novamente. Só agora senti o cheiro do álcool impregnado em meu corpo. Precisava de um banho urgente.

Banho tomado. Tinha que recuperar minha honra. Deitei ao lado dele, sem roupas e mal intencionada.

Tão logo me aproximei, senti o seu calor me envolver. Ele estava ali, vulnerável, mas não estava pronto. Então aproximei a minha boca do ouvido dele e o instiguei com a minha voz: - Kakarotto. Ele apenas sorriu.

Estou quase lá. Transpasso minha perna sobre o quadril dele nos encaixando. Em seguida encurto também a distância dos nossos rostos.

Agora, estou aqui face a face com ele. E ele entreabre os olhos ainda sonolentos. Eu me encarrego de acordá-lo.

Com meus lábios entreabertos passo a língua sobre os lábios dele pedindo licença para que ela pudesse entrar. Ele desperta de uma vez, iniciando um beijo lento e ousado.

Eu paro de beijá-lo propositalmente. –Estou pronta.

Ele me olha de cima abaixo. E se vira para ficar sobre mim.

Seus olhos, mãos e boca desejosa agora passeiam por todo o meu corpo.

Mal começamos e já estamos gemendo.

–Sem preliminares. Pedi, mas ele não me atendeu.

Começou a me lamber como se eu fosse um doce em edição limitada.

Foi o suficiente para eu me arrepender de provocar o Saiyajin.

Ele está faminto.

Sugou meus seios com tanta força enquanto roçava seu membro rígido ainda sob a calça.

-Você está... tão... gostosa. Mergulhou a boca na minha intimidade a chupando sem dó.

Eu me contorcia. E ele me segurava. Se deleitando com tudo dentro de mim.

Eu já tinha gozado e ele ainda estava lá por inteiro.

-Você -está –in-saciável. Suspirei ofegante.

Ele subiu de novo e me beijou com carinho.

–Eu –estou- com- saudade. Justificou-se entre o beijo.

–Eu... também...estou...com...muita.

Ele aprofundou o beijo. E eu já estava pronta de novo.

Beijamos-nos daquele jeito que só o amor entende. Com baba e tudo. Queríamos tudo um do outro.

Ele ficou de joelhos na cama e puxou a camisa por cima de si jogando-a de lado. Enquanto isso, eu abria a calça a puxando junto com a box. Ele também se livrou delas.

Eu estava diante de um deus.

Flexionou minha perna e a segurou contra a minha pelve enquanto me penetrou lentamente, assistindo ao próprio ato.

Entrou e saiu algumas vezes, bem lentamente.

Sabia que ele estava se contendo para demorar a gozar.

Ele afundou o nariz no meu pescoço e pude ouvi-lo inspirar e expirar enquanto me penetrava.

Agora eu contraio o meu canal e o faço arfar. 

–Não sei por quanto tempo mais posso aguentar assim e você não facilita em nada. Ele sussurrou soltando uma gargalhada ofegante e começou a me penetrar com mais velocidade e força.

Retirava e colocava empurrando cada vez mais, mesmo já estando profundo.

Chegou a um ponto que incomodava, mas ainda era bom.

Apertei os olhos para suportar aquilo prendendo os gemidos.

Mas ele só intensificava. E sentindo uma onda de espasmos mais forte do que a primeira vez eu gritei.

Ele beijou a minha boca imediatamente, abafando o gemido, eu cheguei ao orgasmo e ele também se derramou dentro de mim.

Finalmente o tenho por completo.

Abrimos os olhos juntos admirando a face um do outro.

-Você tirou minha virgindade. Eu que devia ter falado isso.

-Você era um virgem muito safado, Kakarotto.

-Quer fazer de novo?

Empurro-o para o lado, porque ainda estava sobre mim. –Vou dormir e não tenho hora para acordar.

Ele gargalhou e me abraçou.

Dormimos agarradinhos.

 

..

 


Notas Finais


Sigo em frente?


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