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História Entre Dois Mundos - Capítulo 38


Escrita por:


Notas do Autor


CLASSIFICAÇÃO: MAIORES DE 18 ANOS

Boa Leitura!

Capítulo 38 - Solteira Sim, Sozinha Nunca


 

Por Kakarotto:

 

PLANETA TERRA

08:42 AM

 

 

–Meu Scouter... Abri os olhos.

Dormimos no sofá. Meu Scouter ficou no quarto.

 

Nem verifiquei nada. A uma altura dessas, se tivesse uma invasão em Bejita, eu teria sido o último a saber.  

 

–Inferno! Escovei os dentes enquanto vestia o uniforme no banheiro mesmo.

 

 

ESTRONDO

 

 

Olhei para Gohan, ou melhor, eu fechei os olhos para não olhá-lo. –Isso aí era o meu Scouter?

-P-papai, eu só...

-Apertou o autodetonador... Respirei fundo, mantendo o autocontrole. Do meu Scouter? Por um momento eu desejei nunca ter tido um filho.

-Tinha o nome da tia Bulma, e-eu só pensei que fosse atendê-la e...

-E agora além de atrasado, eu to fudido. Resmunguei comigo mesmo, mas ele escutou.

-Eu sinto muito papai, eu não queria. Meu filho estava quase chorando. E eu estava me odiando por deixá-lo assim, mas também pelo meu Scouter.

Embora não aparentasse, tentei amenizar. -Filho, não mexe mais no meu Scouter.  Um dia você também terá o seu e poderá detoná-lo.

A cara dele não melhorou muito.

Então mudei a tática. -Vem aqui, me dá um abraço. Ele era sentimental igual à mãe dele.

Acho que vou precisar ficar aqui mais um pouco. Já estou atrasado mesmo.

 (...)

 

 

 

PLANETA BEJITA

09:17 AM

 

-KAKAROTTO ONDE VOCÊ ESTAVA ATÉ UMA HORA DESSA SEU INÚTIL? EU TÔ AQUI HÁ QUASE 2 HORAS ASSINANDO UM MONTE DE MERDA QUE ERA SUA.

Nem discuto. -Chega para lá. Está sentado no meu lugar.

-Cadê o seu Scouter? Claro que ele iria notar.

-Gohan o detonou. Simples assim.

-Seu filho é uma peste.

-Todo mundo me diz isso, inclusive eu mesmo. Não estava mais irritado. Mas que era verdade era.

-Quando fez o último Backup?

Agora eu estou realmente feliz e gostaria de me parabenizar.

-Não fez Backup?

Atrasado, sem Scouter, três dias sem Backup.

...

Scouter novo.

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ÚLTIMAS NOTÍCIAS:

-Dispensando novas provas, Juiz outorga anulação do casamento de Chichi e Thomas.

-Chichi e Thomas: Jovens, ricos, bonitos e novamente solteiros.

-A Corte do Reino Unido se reúne para estipular limites aos poderes do seu Monarca.

...

 

PLANETA TERRA

09:31 PM

 

Chego em casa e sou atingido. Chichi se pendurou no meu pescoço.

Por razões óbvias protegi o Scouter. –A previsão não mencionou nenhum furacão hoje.

-Cala a boca e me beija!

-Sim, senhora! Introduzi a minha língua dentro daquela boca sem delicadeza e sem culpa. Quão delicioso era aquele gosto. Não sei como iria terminar. Mas beijo para mim é sinônimo de sexo. Então eu caprichei.

Ela pulou e se agarrou em mim envolvendo suas pernas na minha cintura. Senti como se eu tivesse ficado mais forte. Agora vou por intensidade.

-Você-é-o-meu-herói. Eu aceitei como um elogio, mas preferiria ser o vilão, maltratar a mocinha.

Desci a boca pelo seu pescoço fazendo um caminho com a língua, e ora chupava, ora a mordia. –Você é minha.

-Eu sou sua!

Suguei com força seu pescoço. –Repete!

-Eu sou sua! Não sei o que me excitava mais, a voz ou as palavras.

Eu parei para olha-la no rosto.  –Que saudade que eu estava de ouvir isso.

-Então eu vou repetir. Colou os lábios no meu ouvido e beijando-o sussurrou.  –Eu sou toda sua, Kakarotto! Agora eu preciso tê-lo dentro de mim.

Já que estávamos na cozinha... O balcão serviria.

Coloquei-a ali deitada. Isso me fez lembrar a última vez que transamos na nossa casa em Bejita. Se eu soubesse que ela estava grávida teria pegado mais leve.  

Pus as mãos por debaixo do seu vestido e retirei a sua calcinha. Tão minúscula, não sei o porquê elas ainda usavam aquilo.

Afastei as suas pernas e contemplei-a. - Você ainda acaba comigo. Agora eu estou com pressa.

 Abri a minha calça só o suficiente para expor o meu membro. Depois a trouxe para mais próximo de mim e a beijei, penetrando-a de uma só vez. Impossibilitada de gritar, ela cravou as unhas nas minhas costas ao tempo que bagunçava o meu cabelo. Sorte a minha que ainda estava trajando o uniforme.

Modéstia parte, eu faço bem feito. E ela gozou bem antes de mim.

-Tão devassa... Mãe de uma criança... Transando na cozinha. Não perderia a chance de provocá-la.

Ela gargalhou. Depois sussurrou. -Então me leve para outro lugar. Agora foi ela quem me provocou.

...

Dívida feita. Dívida paga. Na banheira.

Ela se sentou atrás de mim, enquanto deslizava seus delicados dedos pelas minhas costas, massageando-a. Estava realmente bom. Relaxante. Até eu sentir os seus seios roçarem contra a minha pele, e as pequenas mãos percorrerem o meu tórax, me abraçando. -Como você consegue ser um anjo e um demônio ao mesmo tempo?

Dispensando palavras, ela começou a passar aquela língua que eu tanto aprecio em mim.

Já estou tenso de novo. –Venha Chi.

Ela deu a volta e se encaixou engenhosamente em meu membro. E eu fiquei hipnotizado pelos seus seios. Entorpecido por aqueles olhos, cerrados. Como ela é linda sentindo e me dando prazer.

-Ah Chi... Você é perfeita!

Agora sou eu quem a puxei para um beijo, ardente e fogoso como ela estava naquela noite. Em seguida segurei as suas coxas, as pressionando contra a minha pelve enquanto mergulhávamos naquele mútuo prazer.

Voltei a admirá-la. Eu adoro seus cabelos, longos e negros. Grudam-se ao nosso corpo sempre que fazemos amor. As suas proporções são tão perfeitas, realçando as curvas que a tornam ainda mais feminina e atraente. A sua pele é tão clarinha, deixando em evidência todas as marcas que anteriormente eu deixei.

Minha visão ficou turva de repente, anunciando o que estava por vir. Chegamos ao nosso ápice. E eu a uma certeza. Eu nunca vou enjoar de você.

Ela me abraçou debruçando a cabeça sobre o meu ombro. -Vou precisar de ajuda para sair daqui. Exausta e dengosa. Era o seu lado anjo se manifestando novamente.

-Eu te levo para onde você quiser. Serei submisso a ela o resto da minha vida.

...

-Agora eu posso jantar? Perguntei para me certificar. Eu ainda estava com fome.

Ela foi se pondo de pé e é claro que eu não deixei.

-Descanse. Eu cuido de tudo. Depois a beijei ternamente. Eu estou cada diz mais apaixonado por ela.

E ela sorriu tão lindamente após o beijo.

Dito e feito. Quando retorno ela já está apagada.E eu durmo inalando o seu cheiro.

 

...

 

Por Narradora:

 

NO OUTRO DIA...

 

CAMPAINHA

Chichi se mexe e volta a dormir.

 

CHAMADA TELEFÔNICA Celular vibra

 

CAMPAINHA

Chichi ignora.

 

CHAMADA TELEFÕNICA Celular vibra

 

CAMPAINHA

-Kakarotto, seu Scouter...

 

 

CHAMADA TELEFÔNICA ON

-Não é possível Kakarotto, você deu sonífero a ela? Eu estou a “meia hora” chamando na porta e também no celular e ela não responde.

-Eu dei algo muito mais relaxante. Mas já tentou abrir a porta?

Bulma girou a maçaneta.

-Fala sério. Você devia ter me falado antes.

Kakarotto ri do outro lado da linha. -Você poderia ter perguntado.

CHAMADA TELEFÔNICA OFF

 

 

Bulma entrou no quarto fazendo muito barulho e foi logo abrindo as cortinas.

Com o susto, Chichi se sentou ligeiramente na cama. -O que ta fazendo?

-Se você levantar eu conto.

-Hoje é Sábado. Ficou mal humorada de repente, se jogando novamente na cama e cobrindo o rosto com um travesseiro.

-Não fica preocupada com o seu noivo?

Chichi retirou o travesseiro e abriu um olho com dificuldade por causa da claridade. –Aconteceu alguma coisa com Kakarotto?

-É exatamente por causa dele que eu estou aqui. Agora o sono de Chichi foi para os ares. –Mas ainda não aconteceu nada. Entretanto, se você demorar mais um pouco para se levantar dessa cama não vai ter mais casamento e aí sim seu noivo vai ficar muito irritado por você ter deixado ele plantado no altar.

-O QUE VOCÊ DISSE? Chichi ficou de pé sobre a cama.

Bulma confirmou com a cabeça e um sorriso largo.

Chichi se deu conta que estava nua, ficando sem graça. -Eu vou tomar banho.

Bulma, como boa amiga, esperou. Chichi retornou do banheiro com uma toalha enrolada no corpo e outra nas mãos, secando os cabelos.

 –Pelo visto a lua de mel já tiveram.

Chichi sorriu divertidamente pelo comentário da amiga.

-Nem adianta vir com sorrisinho. Pode ir logo contando que eu quero saber de tudo. T-u-d-o!

 

...

 

 

GRIFE DE NOIVAS

 

-Como será que eles estão se virando sozinhos? Chichi inquieta.

-Eu mal posso esperar para ver todos aqueles Saiyajins trajados a rigor. Seria um colírio para os olhos, se não soubéssemos como eles são irritantes.

-Será que ele vai gostar desse? Perguntou pela milésima vez enquanto se olhava naquele espelho 360 graus.

-Você já me perguntou isso umas 10 vezes. Mas eu vou te responder a verdade. Ele não vai gostar, na verdade ele nem vai ligar para o que você estará vestindo. Tudo o que aquele Saiyajin quer é te agradar. Será que você não percebeu isso ainda?

-Ah, se fosse assim eu teria escolhido um casamento civil mesmo, só eu e ele, sem toda essa pompa.

-Pode até ser, mas Kakarotto viu seu casamento com Thomas e ele não quis deixar barato. Sabe como os Saiyajins são competitivos.

-Ele tá se esforçando para apagar o meu passado, mas nem ele mesmo consegue se livrar das próprias memórias... Vai ser esse. Enfim, decidiu.

-Agora chega de papo. Pronta para uma despedida de solteiro à altura de qualquer princesa?

Chichi engoliu seco.

 

...

 

ALFAIATARIA

 

-Kakarotto, a gente precisa mesmo usar essas roupas? Reclamava Bardock se sentindo incomodado por baixo daqueles trajes terráqueos tão desconfortáveis a seu ver.

-Só se quiserem ir ao meu casamento, mas de todos que estão aqui os únicos com presença obrigatória são eu e o Gohan.

HUMPH! Vegeta limitou-se a sua comum demonstração de descontentamento.

-Depois que a Chichi me ver neste terno, bem provável ela mudar de ideia quanto ao noivo. Ninguém mais ninguém menos que Tarble.

Kakarotto olhou para Tarble e o viu com Gohan, divertindo-se. -Por que você não larga o meu filho e vai fazer um para você?

-Puxa Kakarotto, você está possessivo até com o Gohan. Pobre Tarble.

-O que posso fazer, eu vivo cercado de aproveitadores querendo roubar minha noiva e meu filho.

-Que tal uma despedida de solteiro? Eu soube que os terráqueos sempre fazem este tipo de coisa, como um ritual. Sugeriu Vegeta.

-Não é uma má ideia. Disparou Tarble.

-Até você Vegeta? Kakarotto desacreditou.

-Por mim também não vejo problema algum. Acrescentou Bardock.

-Por acaso vocês combinaram alguma coisa?

Os três se entreolharam.

-Eu não posso. Não tenho com quem deixar o Gohan.

-Podemos levar o Gohan para a despedida de solteiro do Kakarotto. O que acham? Vegeta estava se saindo um perfeito amigo.

-Não. Kakarotto foi enfático.

-Está decidido. Bardock comfirmou.

-Ei, eu sou o pai, sabia?

-E eu sou o avô. Caso encerrado.

Todos gargalharam com exceção de Kakarotto que franziu o cenho. –Se Chichi souber.

 

...



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