História Entre flores e pedras raras - Capítulo 7


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Categorias Riverdale
Personagens Antoinette "Toni" Topaz, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Penelope Blossom, Personagens Originais, Reginald "Reggie" Mantle, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags Brigas, Cheryl, Choni, Comedia, Riveldale, Romance, Toni, Toryl
Visualizações 860
Palavras 2.240
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi genteeeee. Mais Choni para alegrar o dia de voces.
Boa leituraa!

Capítulo 7 - Normal Seria Você me Agarrar


Fanfic / Fanfiction Entre flores e pedras raras - Capítulo 7 - Normal Seria Você me Agarrar

CHERYL ON
 
Essas três semanas foram agitadas para caramba, faltei aula, faltei quase todos fos treinos das Vixens, mal sai para comer no Pop's ou ir numa festa, vida social totalmente nula. O negócio da emancipação deu muito trabalho já que minha mãe ficava dando chilique, dizendo que era um absurdo e bla, bla, bla. Outra coisa que deu trabalho foi a minha vingança contra minha mãe por todos esses anos.
Vingança é um prato que se come frio, então mimha mae que esperasse pelo Polo Norte. Em segredo, tive acesso ao testamento do meu pai que me dava 60% de todas nossas impresas, que tinha ações em todas as áreas comerciais em todos os países imagináveis. Fui até a sede da empresa Blossom que ficava em  Nova York e mostrei para o sub encarregado que ficou no comando desde que meu pai morreu e conversei com ele (obvio que tudo na presença da mãe da Josie já que ela é minha advogada). Disse que agora eu era a dona majoritária e que escolheria um novo encarregado para tomar conta de tudo enquanto eu ainda não era capaz disso, pois ainda tinha que me preocupar com a escola, notas e faculdade. Escolhi um primo meu que era de total confiança e que era a pessoa que eu mais gostava da familia depois do Jason, seu nome era Henry, e disse para ele cuidar de tudo e fizesse o que achasse melhor para as empresas, alem disso, disse que qualquer porcentagem a mais que ele conseguisse comprar do resto da familia seria dele desde que eu ficasse sabendo de tudo o que acontecia nessas compras. Tambem acrescentei que ele ganharia o salário de dono, mas que eu receberia 10% disso nesse periodo, e vamos dizer que é dinheiro para caramba. Sim, eu sou a prodígia dos esquemas.
Voltei efetivamente para a aula, agora, em plena segunda (nem para ser uma sexta ne) e eu não poderia estar mais feliz e radiante com os resultados que consegui. Só tem um probleminha que vai estragar minha primeira e uncia segunda radiante: estou MUITO ATRASADA para a aula de Biologia com aquele professor chato e rabugento, que eu acho que não vai muito com a mimha cara. Entro na escola correndo igual um louca, bato na porta e falo com licença, já esperando a bronca.
- Senhorita Blossom, nos deu a felicidade de voltar as aulas?- diz com um tom irônico e eu reviro os olhos- Entre logo e em silêncio.- Entro apressada e sento no meu lugar.
- Então, como é que foi?- perguntou Betty curiosa.- Deu tudo certo?
- Priminha, acabei de ficar mais rica. A pessoa mais rica de Riverdale se possível.
- Sou a favor de dar uma festa em comemoração.- disse Josie.- Minha mãe me contou como foi difícil, mas que você estava imbatível.
- Dificil? Dificil sou eu, minha família é impossível!- digo rindo.- E eu apoio a ideia da festa.
- Pode ser la em casa, meu pai vai sair para resolver uns negócios de divorcio com minha mãe e só vai voltar depois de resolver tudo.- disse o Archie.- Proxima sexta as oito da noite, fechado?
- Fechado, chamem quantas pessoa couberem la na casa do Archie.- diz Veronica já animada.- A festa só acaba depois que todos tiverem caindo bebados pelos cantos.
Depois que as aulas terminaram, eu fiquei enrolando para ir embora, sentei calmamente nos bancos do lado de fora e fiquei olhando em volta, acho que até estava sentindo falta desse lugar, é aquele velho ditado: só se sente falta quando se perde, ou no meu caso, fica muito tempo longe. Em falar em sentir falta, tem algo que está errado. Não sei se o termo correto é errado, mas tem alguma coisa fora do lugar e não é de hoje que sinto isso. Coloco minha mão apoiada no queixo tentando pensar no que está faltando e como um clique a resposta aparece: Toni Topaz. Ela não tem vindo me irritar desde.... Meu deus, desde que ela falou aquilo la no vestiário! Será que ela pensa que eu sou preconceituosa? Ou será que ela ficou com vergonha? Realmente é estranho, ela não parece ser do tipo insegura oi que fica com vergonha facil.
Fico mais um tempo por lá observando as coisas. Entao, eu  olho para o estacionamento e vejo Reggie no meio das motos dos Serpentes, ele segurava algo, apertei os olhos para ver o que era e notei que era uma chave de fenda. Serio, esse cara nunca cresce, os Serpentes nem estão mais causando briga com os Bulldogs. Mandei uma mensagem para o Jughead, levantei e fui na direção dele.

TONI ON

Estávamos comendo algo no refeitório antes de irmos para a casa, conversávamos sobre coisas aleatórias até que eles voltaram para o ponto que insistiam toda hora em voltar.
- A Cheryl voltou, vai recomeçar os jogos?- perguntou Fangs com um sorriso debochado.
- Não sei. Por algum motivo, quando falei implicitamente que era interssexual para a Cheryl, não me senti tão segura como geralmente me sinto. Normalmente eu taco o foda-se para o que pensam, mas sei lá, tem algo que está me incomodando.

- A provável insegurança de que ela te ache uma aberração? Achei que fosse mais segura de si.- fala Sweet Pea
- Voces só abre a boca para falar merda, ne?- já fico irritada.- Eu não ligo para o que ela acha.

- Sei.- diz Sweet Pea.
- Em falar no diabo.- Jug pega seu celular e lê uma mensagem que ela deve ter enviado e se levanta de repente.
- O que foi?- a cara de preocupação dele afeta todos nós.
- Cheryl mandou: Reggie perto das motos. Problemas. Traga reforço.- ele lê apressado.
Todos se levantam e vamos correndo até o estacionamento. Ao passarmos pela porta vemos Cheryl brigando com o Reggie apontando o dedo no rosto dele, ele responde algo e ela grita mais com ele. Até que ele a empurra para trás e dá as costas e volta a fazer o que quer que ele estava fazendo. A ruiva faz uma cara de "Você não fez isso!" e cutuca o ombro dele, assim que ele se vira, Cheryl dá um socão no rosto do Reggie e ele cai atordoado no chão com a mão no rosto, já disse que adoro essa garota? Quando ele se levanta, Jugs e os garotos vão até ele para proteger a ruiva e o coloca para correr.
- Foi um belo soco.- diz Fangs dando uns tapinhas nas costas dela.
- Infelizmente não deu para salvar todas.- ela diz meio sem graça.- Mas acho que tem concerto, eu não entendo nada de motos.
- Tem sim. Obrigado, Cheryl.- diz Jug.- Só a sua moto se salvou Fangs, você deve uma para ela.
Os meninos começam a falar sobre algo que eu parei de prestar atenção assim que percebi a Cheryl me encarando, sem dizer nada. Começo a me sentir desconfortável com esse olhar esmagador sobre mim. Ela desvia e olha para a mão, percebi que ela deu o soco com a mão que já estava machucada.
- Vou para a enfermaria, com sorte a enfermeira ainda vai estar lá.- ela passa por mim e segura firme a minha mão.- Vem comigo e isso não é um pedido.- ela diz séria.
Vamos em silencio até a enfermaria, entramos e olhamos em volta, não tinha ninguém lá. Cheryl resmunga reclamando, por sorte eu sei uma ou outra coisa de enfermagem, vocês não tem ideia de quantas brigas em ja me meti.
- Sente na maca que eu cuido do seu machucado.- ela faz como eu peço sem reclamar. Encontro tudo o que preciso para enfaixar novamente sua mão e sento ao seu lado na maca. O silêncio que se instala no local é sufocante e desconfortável.
- Toni.- ela me chama.
- Que?- digo sem olha-la nos olhos, sempre olhando para sua mão que eu enfaixava.
- Por que está agindo estranho?- ela está mesmo me fazendo essa pergunta? É até que obvio.
- Estou normal.- digo mais tentando me convencer do que ela.
- Não está não. Normal seria voce querer me agarrar na enfermaria assim que percebeu que não tinha ninguém, mesmo eu estando com a mão machucada. - não respondo nada.- Está assim por causa daquilo que me disse, ne? Bom saber que é isso que pensa de mim. Mas já que se preocupa, saiba que eu não ligo. Okay, você é um pouco diferente da maioria, e daí? O que eu ou o que a maioria pensa não é importante, o que conta é você gostar do que é, não que eu tenha muita moral para falar isso.- Dessa vez olho em seus olhos.- Foda-se a opinião dos outros.
- Você realmente não liga pelo fato de um ter um pênis?- falo sem meias palavras.
- Nop. Tentei pensar um pouco fora da caixa e cheguei na conclusão mais estranha e engraçada possível, obviamente requintada com um pouco de perversão.- ela sorri.- Falta do que fazer dá nisso.
- E qual seria essa ideia?- digo esboçando um pequeno sorriso.
- Bem, a minha conclusão foi que interssexuais tem a melhor parte dos dois sexos.- começo a rir muito, meu deus, não acredito que ela disse isso, hahaha.- Mas eu estou certa, oras. Você tem peito, bunda e pau, deveria se sentir top.- esse comentario merece virar um ponto: três a um.
- Você so esta falando isso para me agradar.- digo tentando conter os risos.
- Tenho cara de faço ou falo algo para agradar alguem que não seja eu mesma?- ela diz jogando o cabelo pro lado num jesto de superioridade.
- Não mesmo.- digo sorrindo e balançando a cabeça em negação.- Pronto, terminei.
- Obrigada, minha heroína.- diz me zuando- Você já me salvou duas vezes, um dia vou ter que te salvar de volta. Desde que não seja em um prédio em chamas, porque aí você morre, quero nem saber.
- Certo, certo, super Cheryl.- digo rindo.
- Vamos no Pop's me deu vontade de tomar milkshake.- ela diz aleatoriamente.
- Para você me assediar de novo? Não valeu, sabe como foi difícil sair de lá depois do que voce fez.- ela para um momento para refletir e entende o que eu quero dizer.
- Meu deus, deve ter sido hilário.- diz rindo
- Vai ter volta. E não vai ser barato.

Na mesma hora que falo isso, penso imediatamente em praticar o que ela me disse sobre agarrá-la aqui. Ela se levanta para ir embora e eu digo que ja vou, só para deixar ela passar na frente. Assim que ela vai passar pela porta, eu a puxo com força e a coloco contra a parede, de forma que ela fica virada para mim e minhas mãos ficam uma de cada lado de seu corpo. Dou um sorriso sacana e antes mesmo dela falar algo, colo nossos lábios. Sem cerimônia, invado sua boca com minha língua e começo a explorar cada canto, até que eu senti falta de beija-la. A empurro mais contra parede e colo meu cor no dela de forma que eu a sinto toda grudada em mim. Minhas mãos começam a passar pelo seu corpo, apertando aqui e ali, enquanto em intensificava o beijo. Como eu queria beijar seu corpo todo, mas sei que se eu deixar uma chance ela vai me parar.

CHERYL ON

Uma coisa eu não posso negar: Toni beija MUITO bem e sabe exatamente onde colocar as mãos. Mas ai dela se acha que vai me controlar. De subto, giro nós duas e ela fica prensada na parede, pego suas mãos com agilidade e as prendo em cima de sua cabeça só com uma mão. Ela e mais forte que eu, mas não faz muito esforçopara se soltar.
- Você ainda acha que vai dar certo me prensar contra a parede.- mostro um sorriso malicioso.
- De tanto tentar, eu ainda consigo.- ela me responde com o mesmo sorriso.
Volto a beijá-la, mas dessa vez quem controla sou eu, sem pudor, movimento minha língua em sua boca de forma rápida e dominante, sugando seus lábio com vontade, na intenção de deixá-los inchados mais tarde. Com a mão livre, arranho suas costas com força e percebo um arfar reprimido entre o beijo, desço a mão até suas coxas e aperto forte, fazendo um movimento até sua bunda e depois descendo de novo.
- Deixa eu te tocar também.- ela implora entre os beijos.
- Não hoje, Cha Cha.- digo sussurrando em sua orelha e depois voltando a beijá-la.
Sinto algo crescendo e cutucando a minha perna e não posso evitar sorrir, passo a mão por detras da sua cintura e encosto mais em mim, fazendo pressão e consigo sentir, como é grande. De sacanagem, movimento meu quadril, fazendo aquela coisa enorme roçar na minha intimidade, ouço um gemidinho em resposta e sorrio. Comecei a me sentir excitada também e tratei de logo separar nosso corpos e interromper o beijo, antes que o feitiço vire contra o feiticeiro.
- Por hoje é só, Pink Hair.- digo saindo da sala correndo e rindo diabólica.
- VOCE ME PAGA, BLOSSOM!

TONI ON

Ela só pode estar de zueira com a minha cara. DE NOVO ela vai embora e me deixa numa situação extremamente vergonhosa. Assim fica difícil de ganhar o jogo. Quatro a um para ela....


Notas Finais


Quem acha a Cheryl massa, mas ao mesmo tempo vacilona com a Toni? Hahahaha eu acho.
O que acharam? Comentem!
Ps: Obg pelos comentários do cap anterior


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