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História Entre guerras e paixões - Imagine Kim Taehyung - Capítulo 2


Escrita por: e Claryc3


Notas do Autor


Oi, oi! Desculpa a demora, estávamos tendo um pequeno probleminha ksks (sorry mesmo)

Tenham uma boa leitura! ;)


@Claryc3

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Entre guerras e paixões - Imagine Kim Taehyung - Capítulo 2 - Capítulo 2

Pov's Kim Taehyung

Ser o mais velho de uma família real, nos deixa sempre com maiores responsabilidades. Quando criança, era impossível não escutar meus pais dizerem que quando mais velho iria assumir o trono, e claro, me casar com a única e herdeira filha do seu agregado; ideia essa que nunca aprovei por achar tola demais.

Se casar sem o puro amor? Por pura ganância?

Mas quando se tem um pai como o meu, o melhor a se fazer é baixar a cabeça e aceitar tudo que ele planeja para mim – aliás, ele é o rei –. Sempre vai ter um grande poder sob mim... Sobre as minhas decisões e futuro.

– Meu Irmão. – pronunciou meu irmão mais novo, ao entrar na biblioteca real.

– Sim? – respondi sem tirar os olhos do livro que estava lendo.

– Nosso pai o chama... – explicou.

– Certo. Em cinco minutos estarei lá.

– Ansioso para conhecer a senhorita Catarina?

Suspirei frustrado, fechando o mediano livro de romance que estava em mãos.

Havia me esquecido. Em poucos dias, estarei me comprometendo a uma pessoa que não conheço, não sei seus gosto ou simplesmente seu gênero literário preferido. Muito pouco a amo. Apenas por puro interesse de meu pai.

Por dinheiro, ou melhor, por as enormes e fartas terras.

– Jungkook! – exclamei. – Você tinha que me lembrar disso? – o encaro, com um olhar de repreensão.

- Yah, perdão. – resmungou. – Só fiquei sabendo que ela chegará amanhã...

- Tudo bem! – caminhei com o livro até uma das estantes cheias de livros, logo o guardando.

Ler sempre foi uma das coisas que mais gostei de fazer. Sempre que podia, vinha a biblioteca do Palácio. Principalmente agora, com essa estória de casamento – que está me dando nos nervos, talvez eu enlouqueça –. Era divertido embarcar em um mundo fora da nossa realidade, mesmo que seja por meras palavras.

– Sabes o que nosso pai deseja? – perguntei ao me aproximar do mais novo.

– Com certeza é para ajusta tudo sobre a chegada da senhorita Catarina. – sorriu. – É melhor você ir. O velho está sem paciência!

– JungKook! – repreendi, revirando os olhos. – Esses são modos de se referir ao nosso pai? Saiba que se ele te ouvir, é castigo na certa. Sabe que ele não deixa barato malcriações.

– Eu sei. Mas ele não vai escutar! – fez pouco caso. – Aliás, ninguém irá escutar. – sorriu. – Todos aqui neste palácio, sabe que não pode te perturbar quando está aqui.

– Mesmo assim... Você se confia de mais. Seja mais cauteloso.

– Que seja. – deu de ombros. – Agora sem mais delongas, anda!

Ele vai a minha trás, me empurrando em direção às enormes portas de madeira.

– Antes que ele corte minha cabeça! – rir do seu comentário.

Jungkook, sempre fora exagerado quando o assunto era o papai. Sempre alegou que era um homem bastante rigoroso. Mas acredito que por trás daquela máscara de durão, existe alguém com seus medos, suas fraquezas... seus defeitos.

Até porque dinheiro não torna ninguém menos humano, talvez mais ríspido, cabeças ao vento. Mas não menos carne e osso.

                              [....]

– Mandou me chamar, meu pai? – paro em um certa distância, ficando de frente ao seu trono e o mais velho.

– Sim, mandei.

– O que deseja? Eu estava meio ocupado...

– Em seu mundinho de papel... – me interrompeu. – Eu sei, eu sei... Não irei tomar muito do seu tempo, não se preocupe.

– Então? – esperei que continua-se, e me liberta-se logo dali.

– Como você sabe, a princesa Catarina já está à caminho do reino. – concordei, em um leve aceno de cabeça. – Pois bem, você como noivo, tem o dever de ir buscá-la em seu trajeto, já que ninguém da outra corte sabe os caminhos para cá.

– Mas por que o senhor não manda, Jimin? – franzir o cenho.

– Oh, não... Jimin tem o muito o que fazer! – se acomodou no enorme trono dourado.

– Eu sinto muito, mas eu não poderei realizar essa tarefa.

– Posso saber o que lhe impede? Espero que seja algo bem convincente! – seu tom de voz, se fez alto por breves instantes.

Ele estava começando a ficar irritando, o mais velho não gosta de ser contrariado, muito menos em suas ordens.

– Estarei lendo. – seu olhar se fez sério, caindo sobre todo o meu corpo, me analisando.

– Por Deus, Taehyung! Você não me disse uma asneiras dessas!

– Eu encomendei um novo romance ao viajante, e quero, sem perder tempo algum, lê-lo. – meu pai me olhava com desdém e desgosto.

Eu nunca fui e nem serei o filho perfeito. O filho dos sonhos extremamente deslumbrante do meu velho.

O Rei do trono. O Rei.

– Se era só isto, vou me retira. – faço uma breve referência, caminhando em saída do enorme salão.

– Ainda não. – me fez paralisa, e encara-lo. – Esta bem, eu mandarei Jimin faze-lo. Mas, escute aqui, Taehyung, se você não tratar bem essa moça, e colocar tudo a perde com o contrato, eu juro..

– Eu já falei, e volto a repetir: eu posso até me casar, para satisfazer seu tamanho desejo, entretanto, eu não posso ama-la.

– Besteira! Com tempo se acostuma!

– Não mando em meus sentimentos. – digo seco e ríspido.

– Taehyung... – o interrompo.

– E tenho dito. – faço uma pequena reverência. – Com licença.

Saio em disparado, parando no extenso corredor que continha peças caras, quadros belos pintados por artistas mundialmente famosos.

Luxo aos quatro cantos.

Com o punho fechado, bato várias vezes freneticamente na parede de papel um pouco já velho, por causa das maldades do tempo.

Maldito tempo, por favor, vá devagar. Não tenha pressa para trazer com vosso esse casamento estúpido e ganancioso.

– Irmão? – paro minha sessão de soco e olho para o mais novo a minha frente.

Puxo ar para meus pulmões, minha respiração já estava irregular por causa da força que havia colocado nos meus punhos.

– Você brigou com o papai novamente? – cruzou os braços.

– Não. – ele pega minhas mãos, virando-as de costas. Ambas estavam em um avermelhado intenso. Ele suspira pesado.

– Mais um pouco, isso ficaria um cicatriz horrível.

– Me deixe. – tiro rapidamente minhas mãos das suas, as massageando.

– O que houve? – me olhou um pouco preocupado.

– O de sempre: esse casamento. – suspiro frustrado.

– Papai deve está colocando muita pressão em você já que a data está próxima. – concordo.

– Nem me fale. Acho que irei enlouquecer.

– Então eu vim em uma boa hora! – sorriu. – Eu vim te chama para... – se inclinou para frente, ficando com o seu rosto próximo. –... irmos lá na aldeia. – sussurrou.

Nesse instante, um pequeno sorriso de canto se fez em meus lábios. Eu adorava andar pela aldeia, era meu passatempo – em total segredo – favorito. Sentir os diversos tipos de aromas e sabores diferentes. Crianças brincando felizes pelo meio dos camponeses que trabalham duramente em suas barracas.

Ah! Os camponeses apesar da grande correria, são simpáticos, alegres e empatia inigualável.

Às vezes, eu só queria acabar com essa vida de herdeiro do trono e vira um simples camponês. Talvez, tudo seria diferente, fácil.

– Prepare os cavalos. – ele assente com um sorriso largo, saindo imediatamente daquele ambiente.

Tudo o que eu ansiava era sair dali, mesmo que seja por meras horas.

Pov's Jasmine

– É o seguinte, Zoe... – comecei, ao ver a mais velha entrar em meu quarto. – Temos que sair para comprar um vestido, o baile é daqui a três dias...

– Seu pai deixou? – perguntou eufórica, com um largo sorriso no rosto – Eu sabia que ele iria deixar! Não se preocupe, senhorita. Iremos fazer um belo vestido para você ir ao baile.

– Não! – praticamente gritei, deixando-a assustada. – Meu pai não sabe de nada. Se ele ver que andam fazendo um vestido muito arrumado para mim, pode desconfiar.

– Como assim? O rei não sabe? – um pequeno “O" se fez em seus lábios. – Ficou louca, menina? – arqueou a sobrancelha

– Zoe, escuta bem... – pedi, me aproximando da mais velha, pegando suas mãos em seguida. – É minha chance de ver o que está além dos muros deste maldito palácio. Não me importo se o vestido for simples, eu apenas quero respirar ares novos. – falei cabisbaixa.

– Mas, e se o rei descobrir? – perguntou desesperada, e um tanto quanto receosa. – Você sabe que os seus castigos muito severos... E eu ajudando sua filha a fugir por algumas horas do Palácio... Aigoo, ele vai me mandar para forca! – ditou passando sua mão pelos seus fios negros, os penteando.

– Ele não vai descobrir, sabe por que? – ela negou, em um leve aceno de cabeça. – Meu tio, ele está nos ajudando! – falei abrindo um sorriso de orelha a orelha.

– Por Deus, menina... – ela ficou em um breve silêncio, pensativa em algo. – Seu pai irá resolver umas coisas na cidade vizinha daqui a alguns minutos. Saímos assim que eles saírem!

Um sorriso de fez em meus lábios. Enfim, pela primeira vez depois de muito tempo, eu iria ver a luz do sol de modo diferente.

Iria ver, conhecer pessoas, coisas diferentes!

– Eu te amo, Zoe! – falei me jogando em seus braços, em um momento súbito, que lhe surpreendeu, causando um pequeno sorriso em seu rosto.

[...]

Da varanda do meu quarto, observava meu pai caminhar até a carruagem juntamente ao seu conselheiro.

Sinto falta do meu antigo pai. Quando pequena, lembro-me de seu modo doce e amável. Costumávamos a nos divertir no jardim do Palácio – uma das razões de eu gostar tanto de relaxar no jardim. Gostava de relembrar estes velhos momentos –. Ah, como eu era feliz...

Depois que a mamãe morreu, ele se transformou neste homem frio e impiedoso, obsessivo até. Proibindo minhas saídas do castelo. Até hoje, nunca entendi o porquê disso.

Interrompi meus pensamentos ao escutar a porta do meu quarto sendo aberta e por ela entrar Zoe.

– Desculpa a demora, senhorita! – falou, logo pegando um pano de sua bolsa. – Tome, coloque isso... – me entregou-o.

– Para quê isso? – franzo o cenho, pegando o pano em mãos.

– Bom, ninguém pode reconhecer a senhorita... – explicou. – Se descobrirem que depois de anos a princesa saiu do Palácio, surgirá um boatos daqueles. E o que irá resultar? – fez um gesto com ao dedos, insinuando um faca, enquanto passava-os em seu pescoço. – A cabeça da sua querida e amada Zoe rolando por ai. Ou melhor! Servir de escultora pelo castelo. – falou me fazendo rir.

– Mas um simples pano irá resolver? — perguntei, colocando sobre minha cabeça, cobrindo todos os meus fios castanhos e a metade do meus rosto.

– Se não funcionar, pelo menos a gente tentou... – deu de ombros, sorrindo. – .... Ah! Mais uma coisa, se perguntarem seu nome, não diga o seu verdadeiro. Diga que é uma simples camponesa recém chegada á aldeia.

– Certo! – afirmei, sendo puxada pela a mais velha para fora do quarto.

Caminhávamos tentando não chamar a atenção de nenhum serviçal do Palácio. Isto está parecendo mais um calabouço do que uma moradia.

Ao longe, avistamos meu tio meio impaciente, caminhando de um lado a outro.

– Tio! – falei chamando sua atenção, indo ao seu encontro.

– Graças aos céus! – exclamou. – Vocês demoraram...

– Desculpe, senhor Jung... a culpa foi minha. – explicou Zoe, envergonhada.

Espere, ela está corada?

– Tudo bem! – sorriu. — Vamos, a carruagem espera as damas!

– Carruagem? – perguntei. – Mas tio, não podemos chamar a atenção...

– Eu sei, querida! – Beijou minha testa. – A carruagem vai deixá-las perto da aldeia. Ou você quer ir caminhando até lá, hum? – ditou com um sorriso brincalhão. — É um pouco longe!

– Tudo bem, tio. – sorriu. – Eu confio em você!

                           [...]

A carruagem havia nos deixado próximo a aldeia. A sensação de estar caminhando fora dos muros do castelo era inexplicavelmente. O vento brincava com meus cabelos, fazendo um leve bagunça. O ar puro me trazia uma boa sensação de paz, enquanto enchia meus pulmões calmamente.

Eu parecia uma criança que saiu de casa pela a primeira vez. E era isto praticamente, fará muito tempo em que sai dentre os muros daquela prisão, digo, castelo.

– Vamos, senhorita. – pegou minha mão, puxando-a de leve. – As costureiras não ficam tão longe daqui.

– Calma, Zoe! – reclamo, fazendo-a parar. – Eu quero aproveitar o máximo possível do ares. Não é todo dia que se sair de casa!

– Eu sei, senhorita. Mas o quanto antes chegarmos lá, mais cedo chegamos em casa. Ou seja, antes do rei Min. – bufei, revirando os olhos. Ela estava certa.

Se meu pai chegar e não me encontra, será, sem dúvida alguma, o fim de Min Jasmine Bittencourt.

– Ok, ok! – dou-me por vencida. – Andemos logo. Mostra-me o caminho. – ela concorda e volta a puxa meu braço ligeiramente.


Pov's Kim Taehyung


– Eu estava sentindo falta disto. – comento ao meu irmão mais novo, que sorria ao cumprimentar os camponeses que passavam.

– Então compartilhamos o mesmo sentimento, irmão. Eu não sei, esse fuzuê da feira, me traz um certa calmaria. É inexplicável.

– Lhe entendo. – sorrir. Eu sentia o mesmo que Jungkook.

Pelo menos em algo somos iguais.

– Que tal passarmos no viajante? Quero ver se meu jogo chegou.

Uma animação se fez em sua voz. O brilho era nítido em seu olhar. Jungkook sempre foi curioso em questão a todos os tipos de jogos. Herdou isto do nosso querido avô.

– Jogo? – arqueio a sobrancelha, lhe encarando.

– Xadrez. Você vai gosta. – ditou convicto.

– Isto não é pra mim. Prefiro meus livros. – ele revira os olhos.

– Tsc... Mesquinho. – o olho torto, em reprovação. Logo, reformula sua postura. – Desculpe. – sorrir minimamente, passando a mão em seus fios, os bagunçando.

– Vamos logo com isso. – ouço uma gargalhada abafada sair de seus lábios.

                     [....]

– Aqui está o seu jogo, menino. – disse o viajante, entregando um pacote grande ao meu irmão, que não escondia o sorriso largo.

– Meu precioso! Aguardei tanto por ele. – ele coloca sua mão no bolso, tirando cinco moedas de ouro. – Obrigado, senhor viajante.

– Que isso, menino. – sorriu simpático, o mais velho. – Agora você, jovem leitor, eu também trouxe o seu.

– É mesmo? – ele assente, indo em direção ao um enorme baú de madeira. – O senhor realmente o conseguiu?

– Foi um pouco difícil de acha.... – ele vasculha, e quando acha, sorrir. –.... mas não impossível. – ditou me entregando um pacote retangular, meio pesado.

– Agradeço pelo esforço, senhor viajante. – sorrir, lhe entregando algumas moedas de ouro.

– Sempre que precisarem, estarei aqui. – com um cumprimento de cabeça, saímos da loja. O som de sininho, ecoou, anunciado nossa saída.

– Já está ficando tarde, é melhor irmos. – disse o mais novo.

– Você está certo, irmão. Vá buscar os cavalos, lhe esperarei aqui. – ele assente.


Pov's Jasmine


– Zoe, eu adorei o vestido! – digo animada.

– Sabia que a senhorita gostaria. – sorriu. – Oh... Céus... – ela para repentinamente, passando a mãos nos bolsos de seus vestido, e em seu pescoço nu.

– O que houve? Por quê está nessa agonia?

– Meu colar, acho que o perdi enquanto provava os vestidos!

– Por Deus, Zoe! – bufo. – Então ande logo! Pode está na costureira ainda. – ela assente, saindo apressadamente do meu lado. – Por que ela tem que ser tão atrapalhada? – falo comigo mesma.

Continue a andar, para memorizar cada detalhe que via pelos meus olhos. Era tudo tão incrível, colorido. De repente, vejo de relance, um trevo de quatro folhas.

Estou com sorte hoje?

Abaixo-me para pega-lo, quando sinto algo topar em mim, um grito agudo se fez presente. Direciono meu olhar para o lado, vendo um rapaz caído no chão.

– P-perdão! – vou até ele, dando minha mão como ajuda.

Ele se segura minha destra, como apoio. Se levanta, e me encara.

– Tenha mais cuidado, jovem camponesa.

Suas órbitas negras, como a luz da noite em dias de verão, me encaravam dos pés a cabeça. Fiz o mesmo.

Seus trajes, eles não me pareciam de um jovem e simples camponês, mas sim de um sujeito da realeza: camisa preta longa, com alguns botões abertos; sua calça colocada da mesma cor; seus sapatos bico fino, perfeitamente engraxados; seus fios negros bagunçados, cobriam sua testa, deixando um ar sexy e misterioso.

Eu estava tão perdida em meus pensamentos, admirando-o, que nem percebi que me chamavam.

– Jovem camponesa? – ditou me fazendo sair do transe.

– Sim? – respondo. Ele pega o trevo de quatro folhas em mãos, em um jeito delicado, tira o pano dos meus cabelos e coloca o pequeno trevo atrás da minha orelha.

– Assim está bem melhor. – sorriu doce e simpático.

Não pôde conter, sinto minhas bochechas corarem.

– O-obrigada... – por que estou gaguejando? – Oh! – vejo um mediano pacote no chão, pego-o em mãos – Isto deve ser seu, certo? – entregou-o, o que fez nossas mãos ter um leve contato.

– Sim. Obrigado! – sorriu envergonhado.

Nossos olhos se encontraram, e borboletas se manifestavam dentro do meu estômago. O que está acontecendo comigo?


Continua....


Notas Finais


Até o próximo capítulo! :)


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