História Entre milhares um infinito - Capítulo 21


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Visualizações 2
Palavras 811
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 21 - A chave


E assim aconteceu, foram até o tal chaveiro, chegando lá foram barrados por uma espécie de campo de força, bom só Suzie e Tony foram barrados, Lunna entrou tranquilamente, até exclamou:

— Vamos entre!

O velho dono do local sorriu e disse:

— Ele não podem entrar, tenho um feitiço que me protege desses seres...

— Você não devia andar com eles também, só geram um rasto de desgraça por onde passa.

Então, Lunna respondeu:

— Eles não são dos piores e eu sei me cuidar.

— O senhor pode nos ajudar?

Ele respondeu:

— Você eu não me importo de ajudar, mas jamais ajudaria esses demônios!

Tony revirou os olhos e fechou a cara, Suzie exclamou:

— Bruxos, sempre tem esse maldito preconceito com o nosso povo!

Lunna interrompeu:

— Parem já com isso, tem algo muito pior para se preocupar, do que rivalidade de raças!

— O senhor, pode me dizer como se livrar de um mago muito poderoso, que causa destruição e desordem?

O velho respondeu:

— Está falando de Hector, não é mesmo?

Lunna eufórica, respondeu:

— Sim, mas como sabe ?

O velho disse:

— Desculpa, mas não posso ajudar.

Lunna disse:

— Você pode sim, como pode ser submisso a um imbecil como Hector?

— Pelo bem da magia, ajude a restaurar o equilíbrio.

O velho resmungou:

— Isso é chantagem, mas posso lhe fornecer algumas informações pelo bem da magia.

— Mas, não quero Hector em minha procura, evite me divulgar.

Lunna concordou:

Sim, não se preocupe, meu bom senhor.

Então o chaveiro permitiu a entrada dos vampiros, mostrou a eles em uma salinha, toda a história da magia ou pelo menos grande parte dela.

Lunna nunca esteve tão maravilhada, como naquele momento, seus olhos brilhavam.

O brilhou inteiramente aparentava um ser de luz, todos se espantaram, ele estendeu a mão tocou a mão de Lunna e disse:

— Você é a luz da noite menina, você é a chave para todo o mistério.

— É a terra fértil onde a semente da magia vai germinar, irar florescer e ploriferar.

Lunna, sentiu a pele arrepiar, havia algo novo que tomava conta de sí, que a fazia se sentir magnífica.

E tudo foi voltando ao normal, com uma chama vai se apagando, e o senhor disse:

— Isto é tudo que eu podia fazer, minha bela senhorita!

Tony, perguntou:

— Interessante, mas o que usamos para matar o mago?

O chaveiro respondeu:

— Não é possível matar alguém que possua tanto poder, mas é possível retirar todo esse poder dele, aí sim será possível lhe tirar a vida.

— Mas somente a magia será capaz de lhe dar resposta mais concretas.

— E a magia falará através de Lunna, a partir de hoje.

Já era quase noite, então se despediram e seguiram cada um o seu rumo, depois de um grande choque de magia.

E quando só havia o chaveiro no estabelecimento em completo silêncio, surge uma voz grave e firme:

— Visitas peculiares, para um chaveiro não é mesmo?

O chaveiro, respondeu:

— Hector!!!... Saia já daqui, não tenho nada a falar com você!

Hector disse:

— Quem disse que eu vim para conversar.

— Afinal, você fala demais, sua boca deveria ser costurada, eu faria isso se tivesse mais tempo.

Então Hector elevou a mão e jogou o velho contra sua bancada de trabalho.

Ele nem se levantou, Hector estalou os dedos e todos os objetos a sua volta ficaram em chamas.

Chamas essas que logo se apagaram, então se levantou um homem que não era mais tão velho.

Hector exclamou:

— A velha víbora final, mostrou sua verdadeira pele....Morra!!

Lançou fogo de suas mãos, que quando próximo do chaveiro se apagaram.

O mesmo exclamou:

— Parece que não é tão poderoso assim.

Pegou no pescoço de Hector, que se pôs de joelhos, seus olhos ficaram negros e ouviu a seguintes palavras:

— Você por acaso esqueceu de quem eu sou?

Hector, sorriu e pegou na mão do homem que estava em seu pescoço, e queimou.

Logo foi solto, golpeou o chaveiro com um soco no abdômen, que foi retribuído com forte chute na cabeça.

Quando se pôs de pé, foi jogado contra a parede através de levitação, em seguida contra outra.

O Chaveiro exclamou:

— Do que adianta ter tanto poder e não saber usar...me diga Hector.

— Há vários motivos por que não pode me derrotar, tantos feitiços ativos e objetos mágicos, eu sou um grande bruxo bem mais experiente.

— Agora saia já daqui, cretino ambicioso.

Hector, saiu com suas roupas rasgadas alguns hematomas, o Chaveiro fechou seu estabelecimento e foi arrumar a bagunça, que surgiu como consequência do confronto.

Hector estava enfurecido, chegando a sua casa estava Geoffrey a sua espera, logo perguntou:

— O que houve?

— Você está horrível!

Hector, respondeu:

— Tive um novo confronto, ganhei um novo inimigo, assim que colocar as mãos no que me falta, irei acabar com ele.

Geoffrey, respondeu:

— Entendo, estarei a disposição para lhe ajudar.

Hector disse:

— Nada mais justo, eu lhe salvei a vida Geoffrey!

— Vampiros malditos!!

Hector disse:

— Não se preocupe eles, irão ter o que são de seu merecimento.

— Quando tomarmos o controle desta cidade eles estarão de joelhos implorando perdão chorando o sangue que beberam durante suas vidas inúteis.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...