História Entre milhares um infinito - Capítulo 22


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Categorias Histórias Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 22 - Submersão


Uma bússola de ouro, com a agulha completamente elonquecida, girando com tanta intensidade que causa arrepios, ondas furiosas, banham um litoral, abaixo de um lindo e intenso luar que reflete uma grande luz, que se espelha no mar agitado.

A agulha paralisa, do mar para uma terra nova, uma lâmina de corte perfeito, brilha como o grande sol, perfura e rasga a carne em um corte limpo e perfeito, a pele branca levemente acinzentado é banhada por uma cachoeira, não é água que banha, sangue jorrando.

Um sorriso sarcástico, convidativo de um rosto pálido... uma pequena caixa negra com uma fechadura dourada.

Ondas agitadas novamente, das águas uma aberração, uma mulher, uma bela voz, uma linda canção, uma doce ilusão,

Ventos fortes, areia, templos enormes, punhais de marfim, pedras de esmeraldas, ampulheta, grãos de areias caem pouco a pouco, quase um por um, cena agoniante, uma chama gigantesca pouco a pouco vai diminuindo até se tornar uma pequena faísca.

O ar se torna pouco, o coração não bate mais, uma serpente que engole o seu próprio corpo, entra em chamas.

Correndo por todos os corredores e vem trazendo de volta a vida, sinto novamente o ar , tomo fôlego, acordo assustada, sem qualquer entendimento, Aurora gritando com cara de espanto, lágrimas escorrendo dos olhos, este foi meu pesadelo disse Lunna, quando se encontrava de frente com Tony e Suzie.

Tony disse:

— Nunca havia escutado um relato de sonho tão peculiar quanto esse.

Suzie disse:

— São elementos que não fazem nenhum sentido, mas ao mesmo tempo parecem ter uma estranha ligação, algum significado.

— Devíamos procurar o velho!

Lunna respondeu:

— Se isto é magia eu não quero fazer parte me recuso a participar!

Tony disse:

— Não é assim bela moça, quer desistir na primeira oportunidade, não quer vingar seu pai?

Lunna, então respondeu:

— Sim com toda certeza, ele deve pagar pelo o que fez!

Tony, disse:

— já passou por sua mente que todas essas cenas aleatórias podem ser um sinal, um aviso.

Suzie, eufórica disse:

— Ohh Tony, você é tão inteligente, as vezes parece um vampiro milenar!

— Deve analisar melhor os fatos, querida Lunna.

— Vamos até o velho!

E depois de muita insistência, foram todos de encontro ao chaveiro, chegando lá, receberam a dura resposta de que não podia mais ajudar.

E disse apenas para Lunna manter o foco no que a magia tenta lhe dizer, de certa forma isso fez sentido para todos, mas como interpretar dezenas de cenas aleatórias.

Passaram horas, tentando entender o significado e a ligação entre os fatos que até então pareciam aleatórios.

Lunna foi para sua casa, Tony e Suzie saíram como de costume, para a diversão do dia-a-dia e nessa caminhada debaixo de um belo anoitecer, encontraram 5 corpos caídos em meio a uma rua pouco movimentada, aparentemente foram atacados.

Tony exclamou:

— Maldito Geoffrey!

Suzie, respondeu:

— Não aparenta ter sido um lobisomem.

— Olhe aquela mulher deve saber o que houve!

A mulher tentou correr, foi surpreendida pela interrupção de Tony, que surgiu em sua frente.

Que também foi surpreendido, quando presas vampiresca o ameaçaram, ele riu e tomou a mesma atitude que a mulher, mostrou seu belo par de presas, junto ao par de olhos negros enraivecido, o que resultou em um pedido de misericórdia:

— Por favor, não me mate, eu não sei o que está acontecendo comigo!

Tony riu e disse:

— Calma é essencial, vamos manter, por favor, só é de minha curiosidade saber quem lhe puniu desta forma, quem te transformou?

Ela respondeu:

— Eu não, sei mais estou assim desde um encontro que tive com um rapaz que conheci na festa , não me recordo de nada daquela noite, somente o nome dele.

Suzie, exclamou:

— E qual o nome dele ?

Ela, respondeu de forma tristonha:

— Roger, ele está sempre na casa de festa.

Tony, agradeceu e desculpou - se, o que gerou dúvida na mulher, desmaiou ela e levou para sua casa, e algemou a uma cadeira e foram a procura do tal Roger.



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