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História Entre negócios e paixões - Taekook (ômegaverse) - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Terceiro


Fanfic / Fanfiction Entre negócios e paixões - Taekook (ômegaverse) - Capítulo 3 - Terceiro



Naquela sociedade era um grande pecado um ômega ser mãe solteira ou solteiro, as pessoas os punuiam com o castigo mais abdominavel para qualquer ser humano, não era agressões físicas muito menos xingamentos, era a verdadeira pressão psicológica, críticas sujas e pesadas, atitudes miseráveis, ninguém estava impune, além dos mais, o gênero considerado mais fraco era o que mais sofria.

Kim taehyung batalhou de cabeça erguida para chegar onde estava, um grande empresário e dono de tantas lojas, criador de uma das marcas mais aclamadas pelo o público a o redor do mundo, Taehyung tinha dom para gerenciar e criar desde que nasceu, lutando contra o preconceito e pessoas sem consciência, o avermelhado depois de sete anos conseguiu chegar ao tão esperando rank mundial.

Sua empresa ganhava pela a primeira vez uma colossal caminhada no mercado, vendendo milhões de produtos eletrônicos, o foco da mesma, o ômega ficava mais rico ainda, ou mais, um verdadeiro milionário.

Mas toda sua caminhada, com deslizes e obstáculos, desmoronava diante aos seus olhos.

Um bebê.

Uma diária noite de sexo, sem planejamento, mas muito bem com proteção, fez sua loucura intervir e deixá-lo toltamente desesperado pelo os cantos, o afamado Kim Taehyung teria um filho de Jeon Jungkook, como aconteceu? Nenhum dos dois sabiam responder, somente a camisinha com um minúsculo buraquinho no centro poderia dizer.

Com o teste de gravidez novamente nas mãos, as lágrimas grossas e salgadas derramavam no pequeno objeto, feito a quase uma semana, o último dia que dormiu com o rival, Taehyung, em todo tempo, um dia após um delicioso ato preceroso, fazia isso para certificar se nenhum dos alfas colocavam por acidente uma semente dentro do seu lindo corpinho, porém, nessa vez foi real, o maldito do seu inimigo o deixou grávido, e de uma semana!

As cobertas jogadas no chão e a cama marratoda falava com clareza que alguém não teve a mínima vontade de arrumá-la, noites de sono acordado desde do ocorrido, o avermelhado não saia de casa, muito menos do quarto, pensando e repensando, o que iria fazer, o que iria dizer, até chegar a uma resposta no quinto dia daquela semana: abortar.

Não tinha alfa, muito menos uma marca, imagina um filho?! Sora claramente, iria o humilhar por causa disso.

O ômega levantou, as pernas bambas e a face com um forte tom de vermelho, caminhou, após uma breve conversa com Jungkook, abriu finalmente a porta do quarto, chamando de imediato o empregado.

— Sim, senhor? — o beta curvou-se a o chefe, esperando suas ordens.

— Alguém veio atrás de mim? — perguntou, mordendo os lábios, encarava pela a janela, que dava vista para o portão da casa.

— Não senhor — respondeu.

— Pois então, se alguém vir me procurar, ou não sei, um alfa lúpus com cara brava, diga que não estou, tudo bem? — o chinês fitou confuso.

— Certo. Mas por que? — enrugou a testa.

— Apenas diga. — lembrou de algo — e chame Jin e Jimin, por favor, fale que é urgente — e voltou para seus aposentos.

O beta assim fez, recebendo os dois alfas no portão, os deixou entrar, mas até então, nenhum lúpus bravo, no entanto, ficou aguardando.

— Taehyung! — gritou o alfa baixinho, de cabelos loiros, o mesmo entrou procurando pelo o melhor amigo — você tá bem? — perguntou quando viu o ômega sentado no chão, sob o tapete — o que aconteceu? Você tava chorando? — questionou preocupado, analisando o rostinho inchado do avermelhado — meu amor por que está chorando, o que aconteceu? Quem foi o infeliz? — segurou a nuca alheia.

— Eu preciso contar uma coisa a vocês dois — limpou as lágrimas, Jin, o mais velho, juntou aos mais novos, contendo a mesma reação do que Park.

— Claro, neném — o baixinho afastou.

— Prometem não brigarem comigo ou fazerem qualquer coisa ruim? — indagou, os biquinhos nos lábios e os olhinhos puxados reluzentes, Taehyung estava extremamente sensível naquele momento.

Jimin e Jin confirmaram, assustados.

— Eu estou... Bem... — coçou atrás da cabeça — grávido — por fim, falou, fechou as pálpebras, ouvindo somente sermãos e mais sermãos, Kim se tremia e encolhia-se cada vez mais, escondendo o rostinho inchado dentre os joelhos, tampou os ouvidos, choroso — vocês concordaram em não brigaram comigo, por favor — implorou, entre soluços, Taehyung recebeu dois calorosos abraços dos indivíduos.

Seu coraçãozinho não aguentava, e assim destampou, próprio consedendo a ouvir as palavras que Park e outro Kim falariam.

— Como aconteceu, Tae? — perguntou o mais velho, acaraciando os cabelos lisos e sedosos do ômega.

— Eu não sei, eu não sei — chorou ainda mais — mas por favor, não briguem comigo.

— A gente não vai brigar com você, bebê — exclamou Jimin, puxando o avermelhado para seu colo, Taehyung aconchegou-se entre as pernas grossas de Park, ocultando sua face no seu pescoço — TaeTae, você já fez o teste de gravidez?

— Sim, eu fiz, eu fiz tudo! — encarou os amigos — Lee me acompanhou até o hospital, e deu positivo — explicou.

— Com quem foi, Taehyung? — resolveu perguntar Kim, Taehyung o ignorou e voltou a esconder o rosto atrás de Jimin — com que foi Taehyung? Você não pode ter feito essa criança sozinha, meu anjo.

— F-foi com o Jungkook — encolheu-se, com medo da resposta do seu hyung.

Silêncio

— Com Jungkook o que? — o alfa arregalou os olhos, incrédulo — Jeon Jungkook?! Jeon Jungkook, Taehyung? Mas, mas, mas ele não é seu arqui inimigo — fez aspas com os dedos.

— Ah, o que tem?! — brigou, o ômega, chateado.

— O que tem, Taehyung?! O que tem é que ele é o pai do seu filho! Do seu filho! Isso é muito bizarro — puxou os cabelos curtos.

— Ele não vai ser pai do meu filho — negou — eu vou abortar, eu já resolvi — decidiu, fazendo seus amigos arregalarem os olhos — vocês não podem opinar, tá? Eu faço o que quiser.

— Taehyung! Você só pode está louco — disse Jimin.

— O filho é meu, eu que teria que carregar por nove benditos meses, ainda tenho o que fazer na minha vida, não posso ficar atrasando meus sonhos por causa de uma criança — explicou.

Por que seus amigos não compreendiam seu lado? Taehyung era responsável o suficiente para decidir.

Enquanto o ômega recebia reclamações no pé do seu ouvido, Jungkook pilotava ferozmente a lamborghini que possuia, Nancy agarrava o banco da frente, mesmo com cinto, era possível o seu superior lhe jogar diante o vidro, Namjoon, gritava para parar no banco da frente, porém, Jeon não ligava e continuou a dirigir até chegar na casa de Kim.

Foda-se as multas, foda-se as regras de trânsito, foda-se sua secretária e seu amigo, Jungkook queria saber do ômega e seu filho.

Parou diante a gigante casa, logo saindo do carro, apertava a campanhia feito um maníaco, esperando juntamente a beta e Namjoon, um indivíduo desconhecido apareceu.

— É aqui onde mora Kim Taehyung? — inspirou, frustado.

— Sim, mas infelizmente não posso deixa-lo entrar, senhor, me desculpe — exclamou, tentando não sentir incomodado com a presença do lúpus.

— Ou você me deixa entrar, ou, eu arrombo essa merda!



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