História Entre o amor, a vingança - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Mistério, Poesias, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom, postando de madrugada porque veio criatividade, essa semana não apareço mais por aqui, por motivos de: prova...
Mas sexta que vem, eu volto com mais 3 capítulos pra vocês, não deixem de acompanhar a história, favoritar, comentar, dar sugestão e fazer tudo que tem direito hahahaha!
Boa leitura ❤️🥰

Capítulo 2 - Capítulo 1.


 

BEATRICE LANCELOTTI 

 

Acordei, olhei no relógio faltava 15 para 6:00 horas, porra dormir demais... quase perdi o horário da aula, esfreguei meus olhos e logo após me deparei com o sol invadido a varanda do meu quarto, levantei, fiz minhas higiene, tomei um banho e vesti uma saia jeans com um body preto decorado, com um tênis branco. Bom sou baixa e morena com seios e coxas médios, mas com uma cintura e um bumbum de dar inveja, então qualquer coisa que eu colocasse, ficava bom em mim... enfim, já me achei demais né?! Vamos pro que interessa.

Sequei meu cabelo, nem maquiagem passei por estar muito calor, apenas peguei meu óculos de sol e desci, cheguei na cozinha, aparentemente tudo quieto e nos conformes até que...

 

Luís Fernando:  Se você faltasse mais uma vez na aula, eu ia te mandar pra fora do país, e essa roupa? Isso é vestimenta de ir pra um lugar adequado? - Meu pai desceu as escadas me indagando.                 

Me contive pra não virar os olhos, porque se não iria ficar mais de duas horas ali ouvindo... e cá entre nós? Ninguém queria em plena segunda feira né?!

 

Beatrice:  Bom dia pra você também chato, aliás tá muito calor né? Não quer que eu vou de burca pra faculdade, ou quer? - Fui irônica e depois soltei um sorrisinho pra não ficar tenso.

Brincadeira hahahahaha. - completei antes mesmo dele responder

 

Luís Fernando:  Beatrice... no estudo de ser mal educada, passou 10 vezes né? Não se anima não, sua mamata acaba rapidinho. -  Disse saindo.

 

Revirei os olhos, meu pai vivia amaçando a me mandar pra fora do país, nunca fui a filha que ele sonhou sabe? Sempre fui meia rebelde e odiava toda aquela frescura de ser rica.

Gostava mesmo era de churrasco em cima da laje, pagode, funk, sem área vip, sem rodeios e sem camarote... só a turma. Esse papo de ser rica já deu... mas, como falam né?! Ninguém escolhe nascer em berço de ouro e eu tive “sorte.”

 

Tomei meu café normalmente nem parecia que ia se atrasar a bonita... sai tranquila indo para a estação, sim eu vou de metrô pra facul facilmente, amo ver aquele caos e no meio daquilo tudo, a conexão entre as pessoas e o mundo real.

 

Cheguei bem plena, sem muito rodeios, encontrei com a minha amiga de infância Luane, aquela menina sempre foi e sempre será meu alicerce, a pessoa que eu mais confio no mundo, mato e morro por ela e eu sei que ela iria fazer o mesmo por mim.

 

Luane:  A bonita resolveu vir???! -  Disse ao me ver indo em sua direção.

 

Beatrice:  Não enche, já não basta meu pai não? 

 

Luane:  Hoje ela acordou “não me toque”. - Disse rindo da minha cara de cu.

 

Beatrice:  Não, hoje eu acordei “sem paciência pra gente chata.” - Ela começou a rir.

 

Beatrice:  Ih Luane, fumou o que? Tá parecendo que viu o palhaço do circo.

 

A Luane vivia fumando o do verde, já cheguei a experimentar porém não curtir, mas ela, qualquer droga que desse, ela estava usando.

 

Luane:  Nada viada, na verdade to morrendo de vontade de fumar, mas o fornecedor não tá descendo pra pista, tá ruinzao pra pegar.

 

Luane:  Aliás, to procurando alguém pra subir no morro pra pegar comigo...

 

Beatrice:  Que morro é esse Luane?

 

Luane:  Sabe a rocinha? Então... - Ela fez uma cara de quem sabia que estava fazendo merda.

 

Beatrice:  Sabia que você tá fazendo merda né?

 

Luane: Uhum... 

 

Beatrice:  E se seu pai descobrir? sério isso? Ele vai te matar Luane e vai me matar também, por saber e ainda vai contar pro meu pai que vai me matar a segunda vez e minha mãe pela terceira. - Falei com cara de assustada pra ela.

 

Beatrice:  Melhor você parar com isso, é pro seu bem... e outra, aqui na porta da facul tem um monte vendendo porque não deles? Já que tá na merda, se afoga né.

 

Luane:  Você não entende, a parada deles é mais original, a brisa é outra e eu até gosto do preço que eles fazem.

 

Beatrice:  Meu Deus, você é louca. - Falei rindo, mas o riso era de desespero.

 

Luane:  Eu sei que você vai falar que não, então deixa pra lá...

 

Beatrice:  Ahh Luane! Começou agora fala.

 

Luane:  A não, a aula já tá rolando e a gente aqui batendo papo.

 

Beatrice:  Se você demorar mais... o tempo vai passar mais, anda logo.

 

Luane:  Tá, ta... e se você fosse comigo até lá, pegasse a droga e depois voltamos fingindo que nada aconteceu? Seria só uma das loucuras que a gente fez né... 

 

Beatrice:  Você só pode tá maluca ou o que? Nunca que eu vou subir lá, é o lugar mais perigoso do Rio de Janeiro, fora os traficantes armados, tá ficando maluca?!

 

Luane:  Isso é o que a mídia diz né, lá também não é assim. Tem ONGs, projetos, escolas...

 

Beatrice:  Violência, tiros, sangues, polícia, bandido. - Completei falando o óbvio.

 

Ela deu um suspiro longo e quando eu achei que ela tivesse parado e pensado que talvez poderia dar ruim mesmo, ela me vem...

 

Luane:  Então não vai ter jeito, a não ser eu ir sozinha. - Disse convencida e dando de ombros.

 

Beatrice:  Tá maluca caralho? Não vou deixar você fazer isso, de jeito nenhum.

 

Luane:  E como você vai fazer? Porque se ninguém subir comigo pra pegar, eu vou sozinha sem problemas.

 

Beatrice:  Eu vou pensar... não faça nada por impulso e sem antes me avisar, volto com a solução amanhã. 

 

Dei um abraço nela e fui pra minha aula, que nessas horas já estava quase na metade, tentei chegar de fininho sem que ninguém percebe-se até que...

 

Professor Otávio:  Beatrice querida, fale pros seus amigos a interpretação do art 121 do CP.

 

Todos me olharam e a única vontade era de matar o professor.

 

Me sentei nervosa, porém plena, e respondi.

 

Beatrice:  O art 121, caracterizado como homicídio simples, consiste em matar alguém e não entra em crimes hediondos.

 

Professor Otávio:  Palmas pra colega, um ponto na média.

 

Respirei aliviada, eu amava penal, estudava pra caramba, mas por faltar nas aulas, perdia a explicação do professor e por isso, as vezes me confundia.

 

Intervalo passei com as meninas da salas, fazendo trabalho e discutindo o próximo tema pra aula de direitos humanos, eu estava exausta e pra falar a verdade, só desejava a minha cama.

 

Senti alguém me cutucando e era o Rafael, meu amigo da facul que as vezes virava peguete nos trotes da vida... hehehe, acontece!

 

Beatrice:  Fala...

 

Rafael:  Tá mais morta que defunto em morena... mas aí, rola aquela resenha lá em casa, só nos dois, com narguilé é um bom trapzinho pra gente tirar onda? - Falou sentando do meu lado.

 

Beatrice:  Tenho o trabalho do Otávio pra fazer Rafa, nem rola... - Na verdade eu não estava muito afim mesmo!

 

Rafael:  Porra, to com muito tesao de tu, mas na melhor a gente faz... qualquer coisa, só dá um salve. - Disse saindo e eu só concordei com a cabeça.

 

Rafael era daqueles bad boys, rico, frequentava as melhores festas, seu pai oficial de justiça, sua mãe obstetra e ele? Perdido hahahaha!

Era um gostoso, mas as vezes ficava tão existente que não dava nem graça.

 

Fizemos uma parte o trabalho, a outra era individual, fomos todas juntas pro metro e de lá, cada uma pegou seu rumo...

 

Cheguei em casa por volta de umas 14:30, ninguém em casa como de costume, meu pai em reunião, minha mãe no banco e eu? Pensando se eu subo na rocinha, enquanto os próprios traficantes, querem a cabeça do meu pai... pensei no porque, na época em que assaltaram o banco e fizeram minha família refém, eu estava de férias na Espanha e só fui saber dias depois do ocorrido, eu ainda não conseguia imaginar, porque tanta ganância por dinheiro, será que era isso mesmo?

Bom, se for pra Luane subir no morro, que ela suba comigo, porque sozinha ela não vai.


Notas Finais


Vou super adorar se me derem sugestões de capítulos, dê personagens e se favoritarem... ❤️


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