História Entre o amor e a morte - Capítulo 13


Escrita por:

Postado
Categorias Shawn Mendes
Tags Ação, Luta, Romance
Visualizações 75
Palavras 1.465
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Pessoal, peço perdão se tudo isso está sendo dramático demais. È que eu preciso de toda esta trama porque no final vai ser uma bomba de ação e tals! Espero que entendam...
Uma coisa eu falo gente: todo esse sofrimento da minha filha Mia acaba aqui! rs
Boa leitura ❤❤

Capítulo 13 - Accident


Fanfic / Fanfiction Entre o amor e a morte - Capítulo 13 - Accident

Eu vou sentar e assistir o seu carro queimar, com o fogo em que você começou em mim. (...)

Vá em frente e veja o meu coração queimar... Seu amor soa tão falso, e as minhas demandas não são altas.

Se eu pudesse dormir já teria dormido; suas mentiras nunca continuarão, acho que você precisa expulsa-las. 

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- Mia point of views... - 

No momento em que eu disse aquilo, ele me ofereceu uma mascara para esconder o meu rosto - como se eu não fosse chamar atenção pelo meu cabelo - e então conseguimos sair agilmente e sem muitas preocupações para o nosso lado, bom, pelo menos eu pensava isso. O carro era outro bem diferente daquele dia; o modelo eu conhecia mas não sabia o nome, e quando entrei percebi que não havia nenhum guarda-costa dele ali. Dez por cento do meu nervosismo foi aliviado. 

Olhei para cima antes de entrar no carro. Para mim a lua estava costurada no céu e as nuvens desapontadas em volta dela. Tudo bem, mesmo que houvesse tantas coisas pesando em meu peito eu não conseguia de nenhum modo me arrepender desse ato. 

Ele pegou um aparelho de celular e disse oque escrevia em voz alta como se houvesse um público ali. 

_Não deu valor, perdeu. - ele sorriu satisfeito e apertou a tecla 'enviar'. O olhar que me lançou após isso me fez afundar no banco frio. 

Arthur me entregou uma arma e eu a peguei. Ele apontou para o vidro e me mandou abrir e isso eu fiz. Logo em seguida, depois dos minutos que passamos ali, Shawn Taylor e os gêmeos saíram do prédio desesperados, olharam o carro em nossa direção e imediatamente subiram em umas motos que estavam ali mas nenhuma delas deram partida. 

_Filho da mãe! - ouvi esse palavrão vindo de algum deles. Taylor entrou em um carro e Arthur aligou o seu e acelerou enquanto eu peguei a arma pronta para agir. 

_Posso? - perguntei. 

Ele assentiu em resposta e eu atirei com todo o foco e certeza em um dos pneus do carro que parou na hora. Pois é... talvez eu tenha treinado! 

 

23:00 

 

_Mia, posso te oferecer algo para beber? Já que o nosso primeiro encontro não foi lá essas coisas... - Arthur me disse mas infelizmente eu já conhecia este truque. 

_Mas eu não quero beber sozinha. - respondi. 

Analisei pela décima vez o quarto rico dele, e ele assentiu ainda olhando para mim. 

_Então... bebemos juntos. - ele sorriu e eu sentei na cama enquanto o mesmo buscava as bebidas. 

Não demorou muito para ele voltar. 

_Obrigada. - respondi e tentei fingir um falso arrepio de frio. Ele notou aquilo. 

_Oh acho que você está com frio.Vou buscar um casaco. 

Enquanto ele saia do quarto pela segunda vez, aproveitei para agir. Joguei todo o líquido do copo dele pela janela e o segurei trocando o outro de lugar. 

Ouvi passos vindos e então sentei rapidamente na cama; já estava assim antes dele ir. 

_Muito obrigada pela bebida e agora me diga... Oque você pretende fazer comigo? - perguntei pegando a blusa que ele trouxera enquanto o seu rosto estava numa espécie de transe. 

_Então Mia... - ao começar a explicar formas horríveis de assassinato ele pegava e bebia um gole do que na verdade eu deveria beber. Até o ponto que os seus olhos começaram a se fechar e ele caiu no chão. Eu não sabia oque ele havia colocado na bebida, mas pelo jeito, era algo forte. 

Sorri ao ver o meu primeiro progresso. Peguei a chave que estava dentro do bolso da calça com um receio de que ele acordasse mas com sucesso sai do quarto. 

Passei algumas vezes pelo mesmo corredor, e finalmente achei a porta em que entramos.

_Senhorita... 

Quando estava prestes a sair um guarda alto e com a linda pele morena me parou desconfiadíssimo. 

_Arthur me mandou pegar uma coisa no seu carro. Ordens dele. - eu expliquei fazendo uma expressão suave. Ah meu deus, eu não tinha a noção do que estava fazendo. 

_Tem certeza? - o guarda segurou o meu braço quando eu ia abrir a porta, o encarei furiosa. 

_Caramba, vá falar com ele então. È claro que eu tenho certeza. - respondi suando frio. 

Por fim o guarda descansou a sua postura.

_Tudo bem... Mas em segundas intenções vou falar com ele. - quando ele disse isso eu abri a porta e caminhei cegamente para o carro mal estacionado.

_T-ta bom. - me apressei mais ainda quando vi que o homem não estava mais lá. 

Entrei no carro e comecei a dirigir. Para longe de tudo e sem rumo. Tudo bem, eu não sabia dirigir mas fui bem esperta ao prestar atenção enquanto Shawn me levava aquele dia, ou quando Scar me levava a escola. Era bem fácil, e foi questão de se acostumar com o carro porque alias tudo ali era bem grande e espaçoso. 

Me assustei quando tinha ido tão longe - pelo menos eu achava que tinha ido - que me vi numa rua sem nenhuma iluminação. Totalmente escura e cheia de neblina. A chuva aumentava cada vez mais mas não me dei por vencida. 

_Vamos lá, Mia. Vamos logo sair daqui. - assegurei-me. Uma parte de mim queria fechar os olhos, bater os pés e magicamente voltar a minha antiga vida. Num dos melhores dias das irmãs De Angelis. Um dia normal como aqueles, sem que minha irmã estivesse morta e nem os meus pais estivessem separados. Num mundo que antes eu não estava presa a Shawn Mendes. 

_Merda! - exclamei enquanto tentava limpar o para-brisa manchado. Um ar frio entrou pela janela e mesmo nada demais ter acontecido, de algum modo, tudo aconteceu. 

Meus últimos momentos acordada; eu não vi e nem soube muito bem oque houve. Era difícil explicar porque tudo aconteceu rápido demais e ao mesmo tempo muito devagar. E ali bem a minha frente, um carro estacionado no meio da pista, com vários homens ou um, eu não sabia distinguir no borrão, depois, iluminado pelos dois penetrantes feixes de luz uma imensa coruja surgiu toda ensanguentada. 

Alguém soltou um palavrão - acho que eu - mas o som se perdeu no guincho estridente da borracha no asfalto quando eu desviei com tudo deles, porque eu não iria mata-los. A pista estava tão escorregadia que o carro foi virando, uma, duas vezes, três vezes. 

Eu ainda estava respirando eu acho. E no carro capotado eu estava de cabeça para baixo, como se não fosse uma mera imagem familiar. 

_Guarde lágrimas para amanhã, querida. 

Não, não, não, não,  era coisa da minha cabeça. O chiado no meu ouvido era alto, e as lágrimas, sangue, suor, neblina se misturaram. 

_Puta Merda. Tenho que tira-la dali, o carro vai explodir. - a voz era reconhecida e mesmo longe estava perto, e eu a amava, pelo menos um lado dela, e era esse. 

_Shawn... - a minha voz estava cansada e baixa. 

 

...

 

Ah, era incrível como todo o tipo de problema acontecia comigo. Talvez eu fosse um ímã para problemas, daqueles bem grandes. Ou fosse só o meu destino ser uma pessoa ferrada em tudo e ter má sorte, e isso me assustava. 

_Consegue se mover? - eu ouvia tantas coisas, e não tinha ideia para qual delas eu deveria responder. 

_E-eu matei a coruja não é? - perguntei enquanto os meus dentes batiam de frio e de dor, meus punhos estavam cerrados e quebrados porque eu bati com tudo em cima deles. 

_Oque? Mia... Escute a minha voz, somente ela. O socorro já vai chegar e eu peço desculpas eu... eu...

Ele estava seguro e lamentável, pena que eu não poderia ver o seu rosto porque estava esmagada lá dentro com uma dificuldade imensa de respirar e pensar.

_Eu não quero ouvir vocês... eu quero ele. - eu dizia para todas as vozes que lutavam na minha cabeça, eu só queria ouvir a voz DELE!

_Tudo bem... Ouça a minha voz. - ele dizia, comecei a chorar percebendo oque havia acontecido. 

_Shawn... Shawn... diga algo porque isso diminui a dor. - eu disse e lágrimas surgiam a cada instante no meu rosto enquanto ele dava socos no carro tentando abri-lo. 

_Hm se isso ajudar eu... Eu tenho uma queda pelos seus olhos e pelo seu cabelo... na verdade eu tenho uma queda por voc... 

Vi algumas luzes chegando, muitas delas, e tudo se juntava sendo apenas confusão. Ouvi um choro e um longo gemido que pensei ter vindo de mim que mais parecia um uivo de um animal. Estaria aquela coruja ali embaixo da vala comigo? Eu tinha batido nela afinal? Levei uma surra da minha cabeça quando desmaiei pela terceira vez me entregando a tudo aquilo.


Notas Finais


Obrigada por ler, gosto muito de vocês por isso. ❤❤


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