História Entre o amor e o ódio - Capítulo 7


Escrita por: e OhMaya

Postado
Categorias Matthew Daddario, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Matthew Daddario
Tags Abo, Amor, Casamento Arranjado, Ciumes, Harry Alfa, Lemon, Matthew Ômega, Mpreg, Ódio, Shumdario
Visualizações 42
Palavras 2.153
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Capitulo 6


Passam-se duas semanas, Matt e Harry estão cada vez mais perto um do outro. Falta pouco mais de um mês para a primeira fase do acasalamento.

Harry, sabendo que tem que se aproximar de Matthew por causa do acordo que ele fez com seus pais quando descobriu que era prometido á Matthew, resolveu no dia anterior convidar Matt para eles saírem juntos. O coração de Harry lhe diz que isso é um encontro, mas a sua mente diz que não, ela diz que eles só estão tentando serem amigos. Ele enfrenta uma batalha entre o seu coração e a sua mente.

O dia que eles vão sair é em um sábado e, é hoje. Harry o irá buscar a noite depois que Matt fechar a lanchonete.

Harry ficou de passar a noite na lanchonete de Matthew, para levá-lo ao parque. Ele passou a tarde inteira dizendo para si mesmo que não era um encontro, que era apenas um passeio por “obrigação”, mas seu coração dizia o contrário.

Matthew estava atendendo uns clientes enquanto esperava Harry. Matt estava vestindo uma camisa verde escura de manga curta que destacavam seus olhos de cor avelã, uma calça de cor cáqui e um sapatênis branco.

Quando ele foi atender o próximo cliente, ele sentiu um arrepio na espinha e isso não era bom, ele achava que esse cliente não era uma pessoa boa.  Esse cliente era Connor Wright, um alfa de 23 anos com temperamento bem forte e especialmente contra ômegas.

- Olá, Connor. O que desejas hoje? – pergunta Matt, com receio.

Connor tem lindos olhos dourados e cabelos pretos. Então ele olha fixamente para Matthew e diz:

- Você, eu quero você Matthew! Quero você na minha cama, hoje, quero você como minha prostituta particular. – diz Connor, colocando a mão na bochecha de Matt.

Matt congela.

Harry chegou à lanchonete e quando viu aquela cena entre Matt e Connor, ficou furioso. Seu sangue congelou quando ele viu aquilo, mas ele não entendia o porquê de estar tendo essa reação com essa cena.

Então, sem ninguém perceber, Harry entrou, foi pra onde Matt estava. Então ele chegou por trás de Matt, enlaçou sua cintura e perfumou o pescoço de Matt com o seu perfume de alfa.

Matthew sente um arrepio quando Harry o perfuma e seu coração acelera, mas ele não entende o porquê de isso acontecer.

- Connor! Eu ouvi o que você falou e caso você ainda não tenha percebido, Matthew tem um alfa e esse alfa sou eu. Quero você longe de Matthew!  Iremos nos acasalar em pouco mais de um mês. - Harry diz furioso e com seus olhos vermelhos de alfa ativados.

- Mas Harry, a gente pode o dividir. Ômegas só servem para sexo e trabalhos domésticos. – Connor diz, tentando convencer Harry.

- Connor! – Harry diz, com sua voz de alfa.

Connor vê que ele não ia conseguir o ômega, então resolve se afastar e ir embora.

- Obrigado, Harry. – diz Matt, o olhando tímido.

- De nada, Matthew. – diz Harry, o olhando em seus olhos e acariciando sua bochecha.

Matt sorri para ele.

- Você está bonito, Matthew. – diz Harry e lhe dá um sorriso.

- Obrigado, Harry. – Matt diz e fica extremamente corado.

- Pronto. – falou Matt após fechar a lanchonete.

- Está pronto? – pergunta Harry.

- Sim, vamos para onde? – pergunta Matt curioso.

- Ao parque de diversões. O que acha? – pergunta Harry.

- Não brinca? Sério? – Matt exclama animado.

- É sério, por quê? Não gostou? Quer fazer outra coisa? – pergunta Harry nervoso.

- Eu quero é claro. Nunca fui a um parque de diversões. – diz Matthew com as bochechas coradas.

Harry deu um sorriso, com o tamanho da empolgação do ômega.

- Chegamos! – falou Harry estacionando o carro em frente ao parque.

Eles saíram do carro, caminharam lado a lado conversando sorrindo e para quem olhava de fora era como se eles fossem namorados há tempos. Eles foram e compraram os passaportes para andar nos brinquedos.

- Então, vamos a qual primeiro? – perguntou Matt.

- Como é a sua primeira vez, devemos ir à roda gigante. – diz Harry.

Matthew deu um sorriso, ele estava um tanto com medo. Eles sentaram na cadeira, cuja já estava balançando, o funcionário do parque ligou a roda gigante e ela começou a rodar lentamente.

- O que foi? – perguntou Harry.

- É bem alto aqui, dá medo. – diz Matt.

- Não precisa ter medo, nada de ruim vai te acontecer. – diz Harry, o tranquilizando.

O brinquedo deu uma balançada brusca, Matt arregalou os olhos, e se aproximou de Harry, deixando seus corpos bem colados.  Harry começou a se sentir estranho com toda essa aproximação, suas mãos começaram a suar, seu coração estava acelerado.

Eles passaram a noite toda aproveitando, Harry não deixou que essa aproximação ocorresse novamente. Eles foram a quase todos os brinquedos.

Antes de irem embora, eles resolveram fazer um lanche.

- Seu rosto está todo sujo do molho do cachorro quente. – diz Matthew rindo.

- Ah, droga! Eu pareço uma criança comendo na rua – o alfa tentou limpar, mas sujava mais o rosto.

- Deixa comigo. – Matthew se aproximou com um guardanapo em mãos, e cuidadosamente limpou o rosto de Harry.

Harry estava confuso com toda essa aproximação, esse contato físico. Ele queria se afastar, não deixar Matt o encostar, mas seu coração, seu corpo não permitia, ele ficou paralisado, ele só conseguia focar nos lábios de seu ômega.

Harry paga os lanches e resolve levar Matt para casa.

E durante todo o caminho, ele fica debatendo sobre os seus sentimentos por Matthew.

“Será que eu estou me apaixonando por ele? Mas ele é um ômega e eu não gosto de ômegas. Então por que estou me sentindo assim por ele?” – Harry pensa nervoso com os seus novos sentimentos.

Chegando à casa de Matthew, Harry desce do carro, abre a porta para Matt e o leva até a porta de sua casa.

- Obrigado pelo passeio, Harry.  Eu adorei. – diz Matt sorrindo.

- Que bom que você gostou, fico feliz. – diz Harry acariciando a bochecha de Matt e o encarando.

Eles ficam um bom tempo se encarando. Olhos avelãs com olhos castanhos escuros. E como se um imã os puxasse, eles se aproximam. Harry puxa Matt para mais perto e entrelaça seus braços em sua cintura. Harry o encara como se pedisse permissão para o que ele irá fazer. E como ele não vê nenhum impedimento, ele aproxima seus lábios dos lábios de Matt e o beija apaixonadamente. Matt se entrega ao beijo. Matt abre a boca e Harry adentra sua língua fazendo o beijo ficar mais quente. Matt e Harry sentem seus corações disparados. Quando Matt geme no beijo, Harry o prende na porta e o beija forte, necessitado.

Quando o ar lhes falta, eles quebram o beijo e ficam se encarando.

- Desculpa, Matthew. Eu não devia ter feito isso e... – Harry começa a falar e Matt coloca o dedo em seus lábios para o calar.

Então Matt toma uma atitude e o puxa para outro beijo. Seus corações batem acelerados. Esse beijo é mais calmo, ele não é afoito que nem o primeiro. Esse beijo mostra os sentimentos que um está sentindo pelo outro, mas não querem admitir.

Depois do beijo, Matt lhe dá boa noite e entra em casa.

Harry entra no carro e segue para sua casa.

Matt entra no seu quarto, se encosta-se a sua porta, escorrega até o chão e coloca a mão sobre os seus lábios lembrando-se da sensação maravilhosa que foi beijar Harry, seu alfa.

“Será que eu estou me apaixonando? Não pode ser, ele é aquele alfa irritante que sempre me humilhou desde criança.” – pensa Matt confuso com os seus sentimentos por Harry.

 

No outro dia, os pais de Harry e de Matthew estão reunidos na casa Daddario, para decidirem finalmente se Harry mudou o suficiente para cancelarem o acasalamento ou se eles irão continuar, pois falta pouco tempo para o aniversário de 20 anos de Matt que é quando isso deve ocorrer.

Eles estão sentados na sala de estar.

- E então, Iman? O que você acha? Você acha que Harry mudou o suficiente para cancelarmos a promessa dos dois se acasalarem e você vai cumprir o acordo com o seu filho? – pergunta Richard Daddario.

- Olha, Richard, confesso que o meu maior sonho e o de vocês é eles se acasalarem e terem lindos filhotes. Eu confesso que meu filho deu uma mudada, mas não foi uma mudada grande o suficiente para cancelar o acasalamento e cumprir o acordo que eu fiz com ele. – diz Iman Shum.

- Eles vão ter filhotes lindos. – diz Christina Daddario emocionada.

- Estou louca para eles se acasalarem e nos darem lindos netos. – Diz Kaya Shum.

Eles ficam lá conversando por mais um tempo e organizando como será feita a primeira parte do acasalamento de seus filhos.

Então Iman decide ir até a Shum Models dar a notícia para seu filho.

Ele adentra o escritório de seu filho e percebe que ele está bem concentrado, mas além disso ele percebe que seu filho está nervoso. Ele conhece seu filho muito bem e sabe que esse nervosismo não é por causa da empresa, mas sim por causa de outra coisa.

- Harry, chegou a hora de conversarmos. – diz Iman, fazendo seu filho notar sua presença.

- Senta, pai. – diz Harry indicando a cadeira em frente a sua mesa.

- Bom o aniversário de 20 anos de Matthew está chegando e você sabe o que isso significa, né? – pergunta Iman.

- O acasalamento entre Matthew e eu. – responde Harry.

- Eu me lembro de que na festa de 18 anos de Matthew quando vocês descobriram que eram prometidos um ao outro, eu e você fizemos um acordo. E nesses quase dois anos, eu estive sempre de olho em você, mas, a mudança não foi grande como eu queria pra fazer nossas famílias desistir de acasalar vocês dois. Então o acasalamento ainda está de pé e irá ocorrer dentro de um mês. A nossa família e a do Matt estamos cuidando de toda a organização dessa primeira fase, então vocês não precisam se preocupar com nada além de você o morder. Estamos entendidos, filho? – pergunta Iman.

- Sim, pai. – diz Harry com um sorrisinho.

Harry, depois dos beijos que aconteceu ontem à noite, ficou feliz que o acasalamento ainda estava de pé. Ele estava balançado por Matthew e ele queria ver aonde isso os levaria.

- Você está bem, Harry? – pergunta Iman.

- Estou sim. Por quê?

- Bom, porque você não brigou nem nada comigo depois que eu lhe disse que o acasalamento – que você não queria que acontecesse- ainda está de pé e irá acontecer. – diz Iman olhando curioso para Harry.

- Bom, pai, eu sei que não adianta gritar e fazer um escândalo de novo por causa desse assunto novamente. Então, a única coisa que me restou foi aceitar que eu terei o resto de minha vida entrelaçada á de Matthew. – diz Harry olhando para seu pai.

Harry sente seu coração acelerar só de falar o nome de Matthew.

 

Essa era a vez de Matt visitar a Harry.

Subindo as longas escadas da empresa Shum Models, Matt ficou confuso de onde Harry poderia estar, então, como o normal, resolvera perguntar para um dos funcionários no local.

- Oi, com licença. – disse com um sorriso gentil. O funcionário, beta, se virou para ele, com seus olhos verdes destacados em sua pele morena, e sorriu gentilmente para Matt. – Poderia me dizer onde Harry está?

O sorriso gentil do funcionário morreu, deixando nascer um diabólico.

- Não deveria chamar o Sr. Shum assim. – disse a Matt.

- Ah, e-eu sou... Sou o... – gaguejava Matt.

- Eu sei quem você é. – disse o beta, soltou uma risada em deboche. – Você é o estupido ômega com quem ele está prometido. – se aproximou de Matt, que deu um passo para trás. – Eu tenho tanto nojo de vocês, ômegas. Vivem por ai, atraindo alfas com seus cheiros doces e com as bundas empinadinhas. – faz cara de nojo. – Harry não merece alguém como você. – disse por fim, mas teria dito mais se Harry já não estivesse atrás dele há minutos.

- Não deveria me chamar assim, Jack. – disse Harry, com seus braços cruzados e observando o olhar triste de Matt. Aproximou-se de Matt, passando por Jack e o empurrando para o outro lado.

- Você está bem? – perguntou a Matt com um sussurro em sua orelha e acariciou seus ombros.

Matt assentiu com um aceno curto.

- Suma daqui! – disse Harry para Jack, sem nem mesmo olha-lo. Seus olhos estavam fixos em Matt. – Agora! – gritou para o beta que continuava parado no mesmo lugar, sem saber o que fazer.

Matt se assustou com o grito de Harry e se encolheu, mesmo não sendo com ele.

Harry, percebendo o que fez, pediu desculpas para o ômega... Seu ômega.



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