História Entre o Amor e o Ódio - Capítulo 17


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Categorias Fairy Tail
Tags Erza, Jellal
Visualizações 27
Palavras 1.769
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oiii!!
sugiro que releiam o capítulo 14!
boa leitura...
me perdoem mais eu não sei escrever "cenas quentes" mas tentei né kkkk
espero que gostem do capítulo...
tenham um bom final de semana
beijocas...

Capítulo 17 - Uma nova Vida


Fanfic / Fanfiction Entre o Amor e o Ódio - Capítulo 17 - Uma nova Vida

Entre o amor e o ódio há uma linha muito tênue.

(...)

 

Grávida! Não podia acreditar no que tinha acabado de ouvir, Lucy e Angel haviam saído do quarto deixando-a perdida em seus pensamentos. Havia uma vida dentro de si sendo formada, uma mistura dela e do homem que queria matá-la, as lembranças daquela noite preencheram sua mente, se entregou a ele depois uma discussão, e depois dele confessar seus sentimentos mais profundos.

Mas era impossível para eles viver aquele amor, entre eles também haviam mágoas, mentiras, traições, havia também uma guerra da qual estava indo para acertar suas contas com Virgo e provar sua inocência, e ao mesmo tempo teria que proteger seu bebê, sim! Céus ela seria mãe teria um filho.

Acariciou a barriga, pensou naquele ser tão pequenino e indefeso, sem dúvidas agora mais do que nunca ela teria que ficar forte para protege-lo do mal que os rondava.

Lembrou-se novamente da noite em que se entregou a Jellal, ela não se arrepende por estar grávida mais deveria ter imaginando que fazer sexo sem tomar precauções, resultaria em um filho.

(...)

Acordou no meio da madrugada, estava deitada sobre ele, sua cabeça repousava sobre peito do homem de que deveria odiar com todas as suas forças, estava confusa tinha que sair dali não podia se sentir à vontade por estar nos braços dele. Isso não era certo, tentou sair sem que o acordasse, tirou as mãos do homem de sua cintura, e aos poucos saía de cima do mesmo quando estava quase conseguindo. As mãos dele envolveram sua cintura novamente em um aperto firme, quando deu por si estava com o rosto muito próximo ao dele, que a fitava intensamente ficaram em silêncio por um instante até que Jellal falou.

- Onde pensa que vai?

Perguntou, sua voz estava baixa e rouca.

- Para o meu quarto.

Respondeu, tentou sair mais foi em vão.

Ele a virou na cama, ficando por cima de Erza.

- O que está fazendo Jellal?

Perguntou ficando nervosa.

Seu corpo estava reagindo ao dele, de uma maneira que não deveria.

- Já disse que não sairá de perto de mim, porque tem que ser tão teimosa?

- E eu já falei, que não preciso ficar grudada em você vinte e quatro horas por dia.

Retrucou.

Ele olhou para os seios dela, a camisola que vestia era branca seu tecido fino, permitia que tivesse uma visão privilegiada dos seios fartos e seus mamilos rosados.

-Você não presta! Sai de cima de mim Jellal.

Ele olhou irritado para ela, e depois deu um sorriso malicioso.

Erza engoliu em seco.

- Já lhe avisei muitas vezes, para ter cuido com a maneira que fala comigo.

Ele passou a mão o corpo dela, demorando a caricia em sua cintura para depois chegar em dos seios e aperta-lo.

Ela gemeu!

- Você merece uma punição! Mocinha.

Sussurrou, sedutoramente no ouvido dela morreu-lhe o lóbulo.

-Jellal...

Ela não teve tempo de terminar a frase.

Sua boca foi tomada em um beijo.

O beijo não era calmo, era eufórico cheio de desejo reprimido, e raiva...

Depois de beijar os lábios, passou lamber e chupar o pescoço alvo, deixando marcas avermelhadas no mesmo.

Erza abraçava as costas largas, alternava entre caricias e arranhões.

Ficaram assim durante alguns minutos, só quando sentiu a potente ereção ser pressionada em seu ponto de prazer, que se deu conta do que estava prestes a acontecer, tratou de parar imediatamente antes que aquilo fosse longe demais.

- Jellal, para com isso.

Falou com a voz ofegante.

Ele continuou beijando o pescoço dela depois passou para os lábios.

Erza tentou empurrá-lo mais todo o peso de Jellal sobre ela, dificultava.

-Jellal! Eu não quero, para.

Falou mais alto do que pretendia.

Ele saiu bruscamente de cima dela, estava ofegante.

- Não aguento mais isso, porque você não me dar logo o que eu quero!

Proferiu irritado.

- Você é um imbecil!

Gritou.

- Tal afim de foder? Vai atrás de uma prostituta seu babaca.

Ela arrumou a camisola, saiu de cima da cama antes que chegasse na porta, foi puxada por ele.

- Me solta Jellal! NÃO VOU DEIXAR QUE ME USE.

-Fica quieta e me escuta.

Ele a segurou mantendo o corpo dela colado ao dele.

- Eu..

Suspirou.

- Eu sou mesmo um babaca! Me desculpe não devia ter dito isso.

- Que bom que agora reconhece.

Falou irônica.

- Por favor cala boca e me escuta.

Jellal pedindo por favor?

A vontade de fazer sexo, faz milagres.

Pensou.

- Você é minha esposa, eu desejo estar contigo, não aguento mais me deitar com aquelas mulheres e ter que fingir que elas são você.

Ela o olhou surpresa, no entanto sua expressão mudou para uma irritadiça.

- Você é doente!

- Talvez eu seja mesmo, vim até esse mundo buscando vingança agora me vejo preso a esse sentimento que não consigo controlar, isso me deixa a beira da insanidade não gosto quando as coisas fogem do meu controle Erza, me sinto perdido.

Essas palavras a fizeram ficar sem fala por um instante, uma parte sua queria se entregar a ele, mais ela também tinha a outra parte que o odiava, por tê-la obrigado a se casar, por tê-la humilhando tantas vezes, trazendo mulheres para o castelo, por ter matado e ameaçado pessoas inocentes, sua vida se transformou em um verdadeiro inferno por causa de Jellal.

- Não ligo para o que você sente.

Respondeu depois de um tempo.

- Você é um monstro! Acabou com a minha vida, eu sei que a minha família destruiu a sua, porém, eu não merecia pagar pelo erro deles, muitos menos as pessoas inocentes que matou, você vive me ameaçando, me obrigou a unir minha magia com a sua, além de me usar como fonte de poder, que usar o meu corpo para se satisfazer? Você é desprezível.

Ele a olhou, com raiva por um instante.

Até que fechou os olhos, suspirou como se tivesse tentando manter a calma e ela sabia que para ele estava sendo difícil, um homem que está sempre acostumado a ter tudo o que quer, acostumado a dominar. A estar sempre no controle, devia estar sendo uma experiência horrível.

Mas que veio a seguir mudaria o rumo de suas decisões.

Ele fez algo que ela nunca imaginou que aconteceria.

 Se ajoelhou diante de si.

-Depois que tudo isso acabar, ficarei de vez em Edolas, a deixarei em paz! Isso é uma promessa, mas quero que saiba de uma coisa as pessoas que matei não eram tão inocentes como você pensa, os verdadeiros inocentes os mantenho sob ameaça para controlar você, logo terei que voltar para Edolas a guerra está chegando.

-Mais antes de ir eu quero saber como é pelo menos uma vez, quero saber como é tê-la em meus braços, lamento muito tudo o que aconteceu Erza, queria muito ter te conhecido em outras circunstâncias.

- Não pedirei perdão, estaria sendo falso se o fizesse, a única coisa que me arrependo é de ter magoado você.

Ela ficou de costas para ele.

- Me escute, não estou dizendo isso apenas para que fique comigo, nunca fui tão sincero com alguém como estou sendo agora!

- Tampouco pediria para ficar comigo se não sentisse que você também deseja isso!

Ele se levantou e abraço pela cintura, repousou seu rosto sobre o ombro esquerdo, inalou o cheiro maravilhoso que ela exalava.

-Fica comigo! Eu sei que não a mereço, mas quando for embora eu quero ter gravado em minha mente essa noite. Vamos esquecer pelos menos hoje, tudo o que aconteceu.

Os sentimentos dela, estavam ainda mais conturbados depois dessas confissões, ele não disse que a amava, mas nem precisava ela também o amava embora tentasse negar, mas também o odiava tudo isso estava acabando com sua sanidade.

Resolveu parar de pensar ou enlouqueceria, então virou-se e o beijou, porque ela também queria saber assim como Jellal, nem que fosse uma única vez ela saberia como era estar nos braços dele.

Ainda se beijavam quando deitaram novamente no colchão macio, Jellal rasgou a camisola dela a deixando nua para si, seus olhos escureceram o desejo ali estava explicito, o que deixou Erza ainda mais excitada, Jellal já se encontrava sem roupa, ambos gemeram quando suas intimidades se tocaram, passou sua mão livre pela barriga lisinha até chegar no clitóris dela e fazer movimentos leves e circulares, Erza arfou.

- Jellal...

Gemeu.

A olhou, seus cabelos vermelhos estavam bagunçados alguns fios grudaram em sua testa, estava corada e ofegante. E muito molhada, ele não resistiu e provar o mel que ela lhe ofertava, quando chupou e pequenos lábios íntimos, dando uma leve mordia. Erza gritou e se contorceu na cama, nunca havia sentido algo parecido, tudo entre eles era intenso.

Não conseguiu aguentar mais, estava duro como uma rocha seu pau latejava ao ponto de sentir dor, precisa estar dentro dela, ele estava pronto e ela também, pouco a pouco foi penetrando-a sabia que era a primeira vez que a mesma fazia sexo, controlou-se ao máximo para não a machucar, ela gemia baixinho, evolveu as pernas no quadril dele, depois de alguns minutos parado começou a mover-se lentamente, segurou a cintura fina passou a aumentar os movimentos.

O quarto exalava sexo, luxúria e paixão, podia sentir o quão excitada ela estava sorriu satisfeito por vê-la tão entregue, ela mordeu-lhe o lábio o inferior com força Jellal sentiu o gosto do próprio sangue, selvagem e lascivo era aquela dança sensual que dois faziam sobre os colchões logo ele sentiu ela o apertar.

Sem sair de dentro dela, a virou fazendo Erza ficar por cima a mesma não tirava os olhos de si, e assim começou a mover-se para frente e para trás lentamente, ela se divertia por tortura-lo daquela forma deliciosa, depois aumentou os movimentos subia e descia sobre o corpo másculo, ambos chegaram ao ápice, ela voltou a deitar sobre ele. Suas respirações estavam aceleradas aos poucos foram acalmando.

Jellal ficou observando, ela lutar contra o sono mais foi vencida, seus olhos se fecharam e ele não pode deixar de notar o sorriso genuíno nos lábios dela, não resistiu e a beijou levemente antes de ir para o mundo dos sonhos.

Saiu de seus devaneios, quando viu Gray entrar no quarto, estava na hora de voltar ao treinamento, não no mesmo ritmo de antes, precisava cuidar de seu filho e não fazer muitas estripulias como disse Lucy.

- Eu vou te proteger meu amor!

Sussurrou acariciando a barriga de apenas um mês.

- Está pronta?

-Agora mais do que nunca.

Respondeu decidida.

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


até a próxima!


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