História Entre o certo e o errado - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Romance e Novela, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


As coisas estão interessantes...?

Capítulo 3 - Menestrel e o trovador errante


Droga, mais uma vez apaguei e de novo, estou no sofá. Já é manhã, está frio e não tem muita luz. Não comi nada ainda. Olho pro lado e vejo uma coisa...

Oras, que coisa bonitinha. Liz está dormindo toda encolhida na poltrona, segurando um pano umedecido. De cabelos desgrenhados e babando como uma criança.

Vou até a janela ver o que o lado de fora. Vejo a padaria, sinto o cheirinho de pão, mas os ventos traziam mais que isso.

Pela janela chega a nostálgica brisa fria, me pego pensando no passado em meio a janela ao frio:

- Você vai e pronto - dissera minha mãe.

- É mesmo?! Me obrigue então! - eu estava com tanta raiva.

- Tá - ela entra no táxi e me deixa ali mesmo, sozinho em frente á uma casa.

Ela me abandonou lá, por sorte alguém via toda a cena, de dentro da casa. Um alguém que me salvou e me deu um lar. Alguém que já não existe mais...

- Se sentindo melhor? Estou péssima e com fome - Liz passava a mão na barriga.

- Sim, estou com fome também. Então você tem habilidades culinárias? Quero uma panqueca com banana frita.

- Bem, isso é difícil de dizer... Digo eu sei cozinhar. Só não sei se vai dar pra colocar a comida na boca, e se der, pode ser que não dê pra engolir, e caso engula não sei se vai ficar doente ou coisa do tipo... - ela parecia pensativa depois de falar isso.

Como diabos ela está viva? Só de imaginar a porcaria que ela faz na cozinho fico enojado. Credo!

- Bem vamos á padaria?

- Vamos. Mas antes vou me arrumar - era mais que justo, ela não quer sair bagunçada.

Enquanto ela fazia isso eu explorava o apartamento. Decidi olhar por aí e achei um violão empoeirado em cima de um armário na cozinha. Eu limpei-o e comecei a toca-lo no sofá da sala.

lá - sol - ré - mi - dó - si - lá - lá - ré - sol - lá - dó - mi - si - lá - sol - ré - mi - fá - ré - si - lá ... - ele continuou a tocar sem me perceber - Você toca muito bem - ele parou de tocar para falar algo.

- Em meu caminho para cá me deparei com um músico em meio á Minha jornada. Ele era um hipp que tocava violão enquanto recitva poemas e canções. Eu segui viagem com ele, e por isso aprendi as suas lições quanto ao violão e líricas - ela estava hipnotizado pelo assunto - Eu me separei dele enquanto andávamos numa tarde, ele pra um lado eu acabei aqui.

- Você poderia recitar algo pra min? - ela estava empolgado com a ideia.

- Ahã...

lá - sol - ré - mí - fá 

- Ó passarinho que voas por aqui sozinho, á procura de um pequeno ninho, paira sob a noite fria

si - dó - mi - dó 

Que constantemente luta contra ventos hostis, á espera de ceús menos vis. Confio em ti para levar contigo essa parte de min

fá - si - sol - fá 

Jogue, espalhe e distribua esse amor que jaz em min

mi - lá - ré - si - fá 

Mas por favor, leva á minha amada o que restou min

ré - lá - si - fá  

Um homem que uma vez amou algo além de si.

fá - si - mi - lá  

- Que profundo, belo e um pouquinho obscuro. Isso foi ótimo - ela me aplaudiu - até perdi a fome com isso.

- Bem, eu ainda estou com fome.

- Acho que não tem jeito, é comer pra se encher hehe - fomos saindo do apartamento.

[...]

- Esse pão é uma delícia, pão francês - que delícia.

- É mesmo gostoso - ela achou bom também.

- Não era você que tinha fome?

- Sua lírica prencheu um vazio em min... - me agrado com este elogio - Mas não o vazio da minha barriga.

- Hahaha

- Que isso garoto, arrasando corações e se dando bem com a gatinha? Mas esse aí mita hein hehe.

- Ah, oi! - fiquei contente em vê-lo.

- Quem é esse Élio? - ela estranhou.

- Esse é-

- Sou Sérgio, eu e o garoto somos amigos.

- É verdade - será mesmo?

- Se são amigos então sente-se aqui! - ela bateu na cadeira com a mão.

- Que namorada mais encantadora hein rapaz - bateu de cotovelo em meu braço, deixo de sentir vergonha.

- Não temos esse tipo de relação-

- Ainda! Hahaha - isso não é engraçado.

- Cof! A que devemos sua presença? - ela perguntou com certo incômodo na voz.

- Ah é! Ei chega mais aqui - cheguei mais perto - Tem uma festa que vou dar hoje, você vai. Leva ela - ele me mostrou o local pelo Google Maps. Parece bom.

- Eu vou, mas não sei se ela vai - eu não sei mesmo - E mais uma coisa, eu preciso de uma nova identidade - isso é necessário.

- Eu conheço um cara que faz um serviço perfeito, mas o preço é alto.

- Me leva até ele então - realmente preciso disso.

- Vem - se levantou da cadeira.

Eu também.

- Posso saber onde você vai? - eu ir junto dele parecia incomoda-la.

- Eu vou tratar de uns negócios.

- Tipo?

- Fazer uns bicos.

E com essa desculpa fui embora.


Notas Finais


E agora o que acontecerá? Estou pensando...


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