História Entre o Céu e o Inferno - Capítulo 30


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Categorias Shadowhunters, The Originals
Personagens Clary Fairchild (Clary Fray), Elijah Mikaelson, Freya Mikaelson, Klaus Mikaelson, Magnus Bane, Personagens Originais
Tags Demonios, Romance, Shadowhunters, Theoriginals, Vampiros
Visualizações 43
Palavras 735
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Nesse capítulo...

Mas Genny tinha a convicção, conhecendo a tenacidade de Klaus, que Caroline não havia sido esquecida.

Capítulo 30 - A Barbie Vampira


Fanfic / Fanfiction Entre o Céu e o Inferno - Capítulo 30 - A Barbie Vampira

Caroline Forbes Salvatore deixou as pastas sobre a mesa para atender a porta. Com Alaric fora para levar as gêmeas para a escola, ela era a única na administração da Academia. Não que ela não gostasse de cuidar de tudo. Ela era uma controladora compulsiva.

Caroline abriu a porta e uma moça loira virou-se. Ela usava óculos escuros bem na moda, assim como suas roupas clássicas.

— Olá, posso ajudá-la?

— Você é exatamente como ele descreveu. – ela tirou os óculos e foi logo dizendo com um sorriso enorme no rosto.

— Ele quem?

— Klaus. Klaus Mikaelson.

— Conhece o Klaus?

— Sim. Só um momento. – ela começou a vasculhar na bolsa. – Ah está aqui! Ele pediu que eu lhe entregasse isso. – ela completou com ar conspirador.

Caroline pegou o envelope da mão dela e deu um passo para o lado para que ela entrasse.

A moça entrou e ficou admirando o hall de entrada da Academia.

— Nossa! Aqui é lindo.

— Obrigada. Mas o seu nome é...

— Genesis. Genesis Wayland. Mas pode me chamar de Genny.

— Genny... e como você conheceu o Klaus?

— Bem é uma longa história. E algo me diz que você tem tempo para ouvi-la. Klaus disse que essa escola é para jovens... digamos... especiais.

— Sim. Eu e alguns amigos mantemos essa escola. Bruxos, vampiros, lobisomens, são todos bem recebidos aqui. Todos os que precisam de nossa ajuda e conhecimentos.

— Então estou no local certo.

— E em que você precisa de nossa ajuda?

A jovem olhou para ela e Caroline pôde ver que os olhos dela mudaram de azul para vermelho em um piscar de olhos.

— Digamos que... eu preciso me equilibrar entre o Céu e o Inferno... – ela revelou com um sorriso.

E, o tempo continuou passando inexoravelmente. Genny continuou na Academia Salvatore, tempo suficiente para controlar seus poderes. É claro que o descontrole tinha o seu mérito, pois ele havia causado a destruição de Sebastian e seus demônios. Mas agora ela se sentia mais segura para estar entre outras pessoas, mortais ou imortais.

Com a ajuda de Magnus, ela foi a Alicante para a ascensão de Isabelle Lightwood como Irmã de Ferro. Era um antigo sonho dela que agora se tornava realidade.

Tomou chá numa Londres cinzenta e assistiu o por do sol sentada em Paris. Visitou museus e monumentos.

E, sim. Ela voltou à Nova Orleans. Colocou flores no tumulo de Davina Claire. Ainda a achava uma vaca, por isso nao se arrependia das imagens horríveis que mostrara a ela sobre como seria sua morte. Mas Davina era tao jovem quanto ela e merecia ter tido uma vida melhor. Assistiu à queda dos Mikaelson com lágrimas nos olhos. Tentou ajudar Klaus, mas ele a dissuadiu da tentativa. Pediu que ela fosse embora e nunca mais voltasse ali. Quando o momento certo chegasse, ele iria agradecê-la pessoalmente. Quando visitava o tumulo de Camille O'Donnell sentiu que era observada. Viu que era Vincent Griffith. Acenou para ele e foi embora para nunca mais voltar. Durante todo esse tempo, a marca em sua mão ficou fraca, mas nunca apagou. Cinco anos se passaram e, ao acordar uma manhã, Genny viu que a marca voltara a ficar forte. O momento certo se aproximava.

Com o passar do tempo vieram as perdas. Nesse momento, Caroline foi a fiel amiga. Por que elas perdiam pessoas em comum. Amigos de Caroline. Alec e Isabelle. Alaric e as gêmeas.

Elas foram filhas de si mesmas algumas vezes. A Academia foi fechada e reaberta... Alunos se tornaram professores e a vida continuou. Genny se encontrou com Magnus muitas vezes no decorrer dos anos. E cada vez que se separavam, ela desejava do fundo do coração que o amigo e antigo mestre encontrasse alguém para suprir a falta de Alec Lightwood que quem ficara ate o fim da vida dele. Alec nunca permitira qur o feiticeiro abrisse mao de sua vida imortal. Mas ele se fora e Magnus ficara. Nao era justo. Ninguém deveria passar a vida sozinho. Fosse mortal ou imortal.

Pensando nisso, Genny sempre esperava pelo o dia em que a campainha tocaria e ela também ficasse sozinha. Caroline sempre falava dos seus amores do passado e o nome de Klaus Mikaelson sempre constava dessas histórias. Ela sempre terminava dizendo que a eternidade era tempo demais para ser lembrado por alguém, ainda mais por um Original. Mas Genny tinha a convicção, conhecendo a tenacidade de Klaus, que Caroline não havia sido esquecida.


Notas Finais


No próximo capítulo...

Os olhos dele encheram-se de lágrimas diante da partida. Hayley havia significado tanto para ele. A única que havia conseguido penetrar na couraça que Elijah havia colocado em torno do coração. A única? Disse uma vozinha irônica em sua mente. Ele a ignorou.


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