História Entre o círculo e a espada - Capítulo 20


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Categorias EXO, TVXQ (DBSK) (Tohoshinki)
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Kris Wu, Max Changmin, Personagens Originais, Sehun, Tao, U-know Yunho
Tags Chanbaek, Disfarce, Internato, Investigação, Kaisoo, Menção Baeksoo, Missão, Relíquias, Sociedade Secreta
Visualizações 92
Palavras 1.431
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Survival, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiiiii. Por favor me desculpem a demora, os erro, e tal e coisa. Boa leitura

Capítulo 20 - Férias


Ambas as escolas foram interditadas, as vítimas do círculo, finalmente tiveram a chance de defesa. Já os integrantes, foram julgados conforme seus atos. Os três alunos foram para um colégio afastado dos demais, e postos sobre a guarda do estado, uma vez que às famílias negligenciaram sua situação.

 

Kai, Chan e Sehun estavam saindo do colégio quando viram Kyung encostado em seu carro. O bronzeado apertou o passo chegando primeiro no moreno.

— Sentiu falta da escola? — disse com graça, Soo sorriu de de canto

— Na verdade, fiquei sabendo que fez dezoito essa semana —  tirou o óculos escuro

— É … seu informante esta certo, sou legalmente de maior. – riu

— Isso é bom, quer uma carona pra ‘minha’ casa? — deu um sorriso malicioso, o loiro riu de canto

— Isso é bom — imitou o moreno, já levando às mãos em sua cintura e selando seus lábios, o menor levou as mãos ao pescoço do loiro, e um beijo calmo começou.

— Ah-han — Chanyeol limpou a garganta se aproximando com Sehun, os dois se afastaram do beijo

— E ai Chan, como é estudar numa escola normal?

— É legal, bem legal na verdade. E o seu parceiro?

— Baekhyun? Está bem… —  sorriu malvado — ... com saudade?

— Não, só pra saber — deu de ombros disfarçando. Kyung pegou o celular e ligou para o ruivo.

— Oi Byun, tem alguém querendo falar com você. — pôs o aparelho na mão do castanho —  Se divirtam! Oh bom te ver também! — entrou no carro seguido de Kai, e arrancou dali.

— Ei! —  o Park ficou apavorado com o aparelho na mão sem saber o que fazer

— Alô? — a voz doce se fez do outro lado

— Oi… é …

— Channy! Que bom ouvir sua voz! O que está fazendo com o D.o?

— Na verdade ele foi embora e me deixou o celular…

— Está no colégio?

— Sim.

— Espera ai, já vou te buscar.

— O que? Não preci… ele desligou... — olhou assustado para Sehun que ainda estava ao seu lado

— Bem, acho que ele também quer te ver —  bateu de leve no ombro do castanho — Eu vou indo pro dormitório, se divirta.

— Sehun! — Park se sentia um idiota, depois de todo o tempo que sofreu na mão daqueles garotos malucos, se apaixonar por outro, aquilo era muita idiotice. Mas o castanho nem teve muito tempo pra si lamentar, Byun já estava na sua frente, oferecendo um capacete para subir em sua moto. E ele apenas aceitou com um sorriso largo.

 

 

Kyung entrou na garagem do hotel e foi direto pro quarto com o loiro. Trocando beijos quentes no elevador, sem se importar com as vezes que a porta abriu em alguns andares, mas as pessoas nem quiseram entrar. Só separaram do beijo para entrarem no quarto. Jongin deu alguns passos recuperando o fôlego. Olhou ao redor, o quarto era enorme, bem maior que o alojamento onde estava com os amigos.

— Achei… Que ia me levar pra sua casa. — se virou sorrindo de canto para o moreno que o olhava da porta.

— Eu não tenho casa. Então — riu — vivo em hotéis, sabe a profissão. — dei de ombros.

— Entendo. Vem cá. — Do deu um passo mas parou

— Tem… outra coisa — sorriu — porque não rolou na escola.

— Pode falar. — Kai olhou curioso também sorrindo

— Eu fico por cima.

— Com todo esse tamanho?

— É, com todo esse tamanho. Imagino que como pilar, você ficou acostumado…

— Na verdade não me importo com isso — sorriu largo e seguiu pra cama se sentando ali — Nem sempre fui um pilar.

— Não… — Kyung respirou fundo, não queria ter entrado naquele assunto, mas agora não podia mais voltar atrás — … Eu queria saber sobre isso.

— Mesmo? Achei que tínhamos vindo por outro motivo.

— Temos tempo. — cruzou os braços encarando o loiro.

— Tá, o que quer saber? — Kai umedeceu os lábios olhando com malícia. Kyung tomou fôlego novamente.

— Quero saber tudo, quando chegou aquela escola. Quem… quem te iniciou…? — apertou os lábios

— Pra que? Parece meio irritado com isso, só esquece…

— Jongin! — deu mais um passo o encarando — talvez eu saia daqui e mate quem tocou em você. Ou talvez eu apenas esqueça isso, mas agora eu quero saber.

— Tá bem, eu sou sobrinho do diretor, ex-diretor. Nós… bem nós tínhamos um caso antes de eu entrar no colégio. Então quando eu entrei no colégio, nós continuamos juntos. Ninguém me iniciou lá. E foi através dessa relação, que eu virei pilar e consegui criar aquelas regras. — o Kim encolheu os ombros e desviou o olhar. Do foi até ele, virando seu rosto com cuidado pra si.

— Você gostava dele?

— Eu não sei, talvez antes… de entrar lá. Mas depois … eu entendi que não era … especial. Era só… diversão.

— Ele te machucou?

— Não.

— Então não preciso matá-lo?

— Não, não precisa. Acho que é minha vez — disse com graça — Porque espião? — Do riu

— Justo. Sou órfão, não conheci meus pais, estava num orfanato com outras crianças. O lugar foi saqueado e todos fomos vendidos. Eu tinha cinco anos, foi quando aprendi alguns dialetos russos. — sentou ao lado no maior na cama — foi quando ganhei algumas dessas cicatrizes. Quando fiz dez anos um alemão me comprou. Ele precisa de alguém pequeno e esperto que coubesse na tubulação de ar, para espiar. E foi em meio a uma dessas “missões” que eu percebi que eu podia fugir.

— Conseguiu?

— Sim. Anos depois eu estava dependurado por um gancho, no meio da máfia italiana, me perguntando se tinha valido a pena fugir. — riu — Foi quando, eu fui salvo pela agência que trabalho hoje.

— Nada mais de trabalhos perigosos?

— Sempre são, no último eu estive bem perto de morrer algumas vezes. Mas valeu a pena, por te conhecer.

— Sabe… quando eu disse que gostava de você, era sério.

— Eu sei, foi por isso que esperei. Precisava saber o que eu sinto. Você é bonito, não foi fácil ter certeza se era só desejo. Mas não era.

— Não? —  sorriu

— Se fosse não estaríamos conversando não é?

— Não, mas… podemos mudar de assunto já.

— Claro… — selou os lábios no loiro.



ChanYeol colocou o capacete e subiu na garupa do ruivo. Era estranho ver o agente com roupas masculinas mas de alguma forma, era como ele era realmente. Eles seguiram até um restaurante de comida chinesa.

— Está com fome? — Byun disse ao parar

— Aham… — os dois desceram da moto.

— Não precisa ficar assustado eu não mordo. — sorriu — venha, vamos comer algo enquanto nos conhecemos de novo.

— Tá. — Park o seguiu para dentro do restaurante sentaram em uma mesa mais reservada.

— Bem… — o ruivo o olhou com seu sorriso gentil — Eu sou BaekHyun, bem como já sabe sou espião. Mas isso é segredo. — riu

— Ah sim. É segredo. — apertou os lábios tenso desviando o olhar.

— Chany… você não ficou chateado por eu ser homem, ficou?

— Na-não… impressionado, só isso…

— Você é tão fofo! — Baek disse animado, e seus agudos eram bem femininos.

— Eu… — engolio seco — eu gosto de você … mesmo, mesmo como homem. — seu rosto ficou totalmente vermelho assim que disse. O agente mordeu o lábio de leve.

— Que bom, então eu não vou levar um suco se fizer isso.

— Isso o que? — o ruivo se curvou sobre a mesa e colou os lábios no castanho que ficou imóvel por alguns instantes, mas logo deu continuidade ao beijo. Baek se afastou do beijo retornando ao seu lugar.

— Eu fiquei preocupado, que não quisesse me ver. Afinal teve um mau tempo no colégio.

— Sim… eu pensei muito sobre o que aconteceu, mas eu entendi que tenho uma nova chance, e não vou mais pensar naquilo.

— E os remédios?

— Kyung te disse… — riu fraco — Não preciso mais. Já consigo dormir sem eles. Sabe, estamos num alojamento. Kai, Sehun e eu. É confortável e seguro. E agora falta pouco para nos formar.

— Já pensou na faculdade?

— Ainda não.

— Se quiser… — Byun começou a falar num tom mais baixo, e o Park estava hipnotizado por aquela voz, sem nem perceber que alguém se aproximava da mesa

— Já escolheram? — a voz da atendente fez os dois darem um pulo

— Oi!!? Ah… tá… não sei… Baek…?

— Traz o especial do dia! — deu uma piscada pra garota que saiu logo dali — Onde estavamos? — sorriu

— Você, você ia dizer algo.

— Puxa, nem lembro. — os dois riram.






Notas Finais


Acabei não postando ontem, pq uma amiga mto querida precisa de mim. Mas aqui estamos, espero que tenham gostado. Logo tem mais


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