História Entre o círculo e a espada - Capítulo 21


Escrita por:

Postado
Categorias EXO, TVXQ (DBSK) (Tohoshinki)
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Kris Wu, Max Changmin, Personagens Originais, Sehun, Tao, U-know Yunho
Tags Chanbaek, Disfarce, Internato, Investigação, Kaisoo, Menção Baeksoo, Missão, Relíquias, Sociedade Secreta
Visualizações 98
Palavras 2.439
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Survival, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oiiiiii pessoas lindas!!!!!!
Desculpe a demora, mas finalmente eu cheguei, com o ultimo capítulo. Pois é terminou, eu sei que tristinho, mas em breve ou volto com outras.
Obrigada, a todos pela paciência, e o carinho. Desculpem os erros e boa leitura!

Capítulo 21 - De volta ao trabalho


A moto parou em frente ao prédio, onde ficava o dormitório dos estudantes. Chanyeol desceu, já tirando o capacete.

— Foi bom te ver Baekkie. — esticou o capacete na intenção de devolver ao ruivo.

— Pode ficar, assim vai estar pronto quando eu vier te buscar no fim de semana — sorriu malvado.

— Em? Quer dizer… bem… tá… — sorriu tímido— onde? Onde vamos no fim de semana?

— É surpresa, mas você vai gostar. — deu aceno e arrancou com a moto.

 

Chan entrou animado no quarto, e ali estava Sehun sentado na sua cama, lendo um livro.

— E então como foi? Achei que ia demorar mais.

— Foi bom, tivemos que nos conhecer de novo. Afinal… bem, ele é muito divertido e animado.

— E te deu um capacete?

— Ah… isso. Ele disse que vem me buscar no fim de semana, vamos sair. — sentou na cama pondo o capacete ao lado

—  Que bom que se acertaram.

— Sim — suspirou — eu não pensei que o veria de novo. Mas estou feliz.

— Imagino que esteja — riu — mas me diga, vocês fizeram algo mais que conversar?

— Sim. — sorriu de canto — sim, foi legal.

— E você tá bem com isso?

— To, ele não é como os outros. Eu me sinto calmo com ele. E ao mesmo tempo, eufórico, e nem sei se isso é possível. — riu animado

— Acha que consegue… ficar com ele?

— Nem estou pensando nisso ainda. E o Kai?

— Esse eu acho que não volta hoje.

— Ah… não mesmo.

 

 

No quarto do hotel, Jongin e Kyung estavam entregue ao prazer. Ambos nus sobre a cama, que rangia sem parar ao movimento repetitivo. Corpos cobertos de suor. Kai se sustentava sobre os antebraços na cama, enquanto o Do estocava nele com vontade. Uma das mãos no membro do loiro se movendo na mesma velocidade dos corpos.

A cabeça do loiro pendeu pra frente se escorando no colchão, estava a ponto de explodir. Seu interior se contraiu, fazendo o moreno gemer ao ter seu membro pressionado, e descontou no do outro. Que um jato forte se gozo esparramou na cama. Assim como seu interior era preenchido pelo líquido do mais velho. Do se curvou completamente sobre o bronzeado sentindo o orgasmo espalhar pelo seu corpo, o Kim estava igual. A respiração pesada, os leves tremores. Kyung saiu do loiro, deitando ao seu lado, ainda alto de prazer. Kai deixou seu corpo amolecer sobre a cama, apenas aproveitando as sensações. Seu parceiro era realmente bom, vagamente se lembrava dos toques do tio, para compará-los e nem queria. Quando recuperou os sentidos se virou para o menor. O fitando em silêncio, não queria perder aquele momento. Os lábios vermelhos entreabertos, regulando a respiração. E logo o moreno o olhou de canto.

— Gostou…? — perguntou com malícia

—  Devíamos ter feito antes — riu — mesmo sendo assim.

— Não tinha como, fez aniversário a uma semana, e eu não sou o pervertido do seu tio.

— Esquece isso…

— Me faz esquecer! — disse com graça, provocando. Kai foi até ele o beijando, se afastou um pouco pra o olhar

— Vou… fazer…— colou novamente os lábios nos do Do.

 

 

Algumas semanas passaram, e o Do continuou encontrando o Kim, as coisas estavam tranquilas. Estaria de férias da agência até seu braço estar completamente recuperado. Kyung andou pelo quarto do hotel, juntando algumas roupas que Kai tinha deixado, quando alguém bateu na porta. Ele achou estranho, era muito cedo para o mais novo chegar. Seguiu até a porta e pelo olho mágico, ficou mais impressionado por Beak estar ali, abriu e encarou o ruivo.

— Algo errado? — disse encarando o outro

— É bom te ver também. — desviou o moreno e entrou ali. Do espiou o corredor pra ver de estava tudo bem, e fechou a porta

— Outra missão? — se virou para o ruivo que já circulava pelo quarto

— Não. — sentou na cama — preciso de sexo.

— Tá… e o que eu tenho com isso?

— Na minha imaginação essa cena mais erótica, você tirava a camisa e vinha com tudo — disse com graça. Soo curvou a sobrancelha.

— É sério!? — respondeu emburrado.

— Não, claro que não. Já teve sua chance comigo e a desperdiçou. E agora estou saindo com Chany.

— Sim, eu sei.

— Você sabe também do trauma dele.

— Sim. Eu sei, e por isso te digo pra parar com isso. Sexo não é tudo. Se gosta dele aceite.

— Olha quem fala, eu sei bem que você e Kai, se pegam todos os dias. Ele está quase se mudando pra cá — apontou para as roupas.

— É diferente. Mas diga logo o que você quer?

— Ajuda, eu não sei o que fazer, e você tipo tem uma amizade com ele, trocavam segredos e tal.

— Não trocamos segredos, eu apenas o obriguei a me contar as coisas. E ele não me disse tudo.

— Mas ainda assim, se eu tentar falar com ele, da a impressão que estou o pressionando e não é isso.

— Ao meu ver é sim, você está louco pra agarrar ele e não encontra um jeito.

— Isso … está certo!

— Claro que estou.

— Abusaram dele, por isso que ele tem medo, mas ele nunca foi ativo, talvez ele …

— Vai devagar, Baekhyun.

— Você é muito bom em conselhos Kyung! — deu um salto da cama abraçando o moreno e correu pra porta.

— Que conselho…!! — o ruivo saiu antes que ele pudesse falar mais alguma coisa.

 

 

Chanyeol entrou no apartamento do ruivo, estava tudo arrumado, o que não era muito comum. Já tinha se acostumado com a bagunça do agente. Eles sempre passavam um tempo ali antes de voltarem para o alojamento.

— Ei Baekkie, a faxineira veio? — disse com graça tentando descobrir o motivo daquilo

— Veio, pode sentar, quer beber alguma coisa? — seguiu pra geladeira.

— Não, eu to bem. — sentou no sofá — outro dia, você disse que não via problema na …

— Na bagunça — completou voltando com uma cerveja na mão — eu sei, não precisa ficar assustado — sentou ao lado do Park — precisamos conversar.

— Tá… isso era pra eu não me preocupar, essa frase sempre antecede algo ruim nos filmes — riu

— Quero transar com você. — as palavras foram como um tapa na cara, Chan nem tinha certeza se estava respirando apenas ficou parado encarando o outro. Baek mordeu o lábio de leve — eu disse pra não se preocupar. Respira — levou a cerveja aos lábios e tomou um gole, enquanto o mais novo voltava a respirar

— Eu… eu…. Baek… não… sei se é uma boa ideia pra mim… — sua voz saiu tremida — eu…

— Calma Chany… — pousou a bebida no chão ao lado do sofá e segurou as mãos do castanho — eu não vou te atacar, como… presta atenção — fitou os olhos do Park — nós já estivemos bem perto algumas vezes, e eu sei que você tem medo que eu te toque, mas… eu quero que você me toque.

— O ...o que?

— Isso mesmo — sorriu pequeno — vou te ajudar, vai ver como pode ser bom. —- se esticou selando os lábios do castanho

— Baekkie… eu… — Byun queria tentar, mas podia ver nos olhos do mais novo que ele não estava pronto, então soltou suas mãos com cuidado, e o puxou para um abraço.

— Tudo bem, não se preocupe. Foi só uma ideia.

— Eu quero ir pra casa…

— Tudo bem.

 

 

Kai entrou animado no dormitório, já passavam das três da manhã, por mais que pudesse dormir com o atual namorado, tinha prova no dia seguinte, então decidiu voltar. Sehun dormia tranquilo em sua cama, mas Park não estava ali. O Kim achou estranho e logo ouviu um gemido baixo vindo do banheiro, seu coração deu um salto no peito, abriu a porta rápido. Chan estava sentado no canto do boxe chorando baixinho.

— Chan, o que tá fazendo ai? O que você tem? — se abaixou ao lado do amigo, fitando rapidamente se ele não estava machucado.

— To… to bem… — disse segurando o choro — eu to bem… pode ir...

— Não, você não tá bem. O que aconteceu?

— Jongin… — secou o rosto com as mãos — … você não … não pensa nos outros? No círculo?

— Sim, eu penso, o tempo todo. E repito pra mim mesmo que eu fiz o possível. Eu sei que é diferente pra você, que as coisas foram diferentes… mas tem que seguir em frente.

— Eu gosto dele, do Baekhyun… eu… eu quero ficar com ele… — apertou os lábios com força

— Mas você lembra das coisas que aconteceram?

— As vezes… as vezes eu sonho, sonho que estou lá… mas… no sonho…. — abraçou o próprio corpo — não estou no chão…. — olhou para o Kim

— Está … fazendo o mesmo com eles? — ele concordou com a cabeça — tem medo disso?

— Tenho, eu sei que eu não vou machucar ninguém, nem posso, mas eu li sobre isso. Que uma vítima pode se tornar o agressor, e … eu não quero ser assim.

— Você não é — afastou os fios da testa do castanho — você é gentil, e só por se preocupar com isso, já mostra que não fará.

— E afinal, Baekhyun é treinado, não seria dominado tão fácil por você. — os dois sentados olharam para Sehun parado na porta do banheiro — desculpa me intrometer no momento — sentou no sanitário que estava fechado — Mas é sério Chan, você não vai saber até tentar. E se tiver que correr o risco é melhor que seja com alguém que pode se defender.

— Hun… — Kai resmungou

— Talvez… talvez… ele esteja certo. — Park olhou de um para o outro

— Claro que eu estou certo.

 

 

Baek acordou com batidas fortes na porta. Bufou na cama, se levantando

— Quem é o desesperado a essa hora? — resmungou indo até a porta, abriu sem sequer olhar pelo olho mágico — o que é?

— Eu quero tentar… — Chanyeol estava parado na sua porta, o ruivo arregalou os olhos um pouco confuso

— O que?

— Quero tentar! — avançou no ruivo tomando seus lábios num beijo desesperado, e bateu a porta atrás a fechando, enquanto puxava o menor pra si. Baek acompanhou o beijo o melhor que pode, levando os braços ao pescoço do maior, que nesse momento sentiu algo frio e pesado perto do pescoço e se soltou do Byun, para ver que o agente estava com a arma na mão.

— Porque…?

— Ah, desculpa — travou a arma, a pondo sobre a bancada da entrada — não achei que fosse você — sorriu abraçando o Park, que sorriu

— Hun está certo, não preciso me preocupar com você … — disse com graça voltando a beijar o menor.   

— Não é assim também… — Baek reclamou — Tem que se cuidar de mim — disse manhoso

— Me ensine a te cuidar… — a voz do Park saiu baixa e sensual, Byun nem acreditou, como o garoto frágil podia agir daquele jeito.

— Vou sim… — engataram mais um beijo apertado indo pra cama. Baekhyun era completamente quente, seus toques e beijos desejosos, eram completamente diferente de qualquer coisa que já tinha sentido. Era incomparável ao que tinha acontecido anos antes com o Park, agora ele conseguia entender, podia sentir. Jongin tinha o salvo uma vez, e a terapia aliviado o peso. Mas Byun o tinha salvo por completo. Estar com ele era estar livre de todos aqueles pensamentos e sentimentos. E mesmo os pesadelos não o atormentavam mais. Agora o mundo lá fora não existia mais, eram apenas os dois. Chan correu os dedos longos pela pele macia do ruivo, a pele branca tinha várias marcas, pequenas cicatrizes, traços de seu trabalho, e ainda assim era suave e delicada. Ele beijou delicadamente a clavícula do menor, e desceu pelo peitoral, a selar após o outro. Byun já estava enlouquecendo, cada toque o deixava mais excitado, mas ele não podia acelerar as coisas, ia deixar o outro fazer no seu tempo, conforme o maior descia por seu corpo, sua respiração ficava mais difícil, abriu a boca em um perfeito “O”, e soltou um gemido alto, quando o Park beijou sua intimidade. Os toques do castanho começaram a ficar mais intensos. Os beijos subiram novamente a boca do ruivo, dessa vez não tão delicados, mais desejosos, mais exigentes.

— Baek… — gemeu no ouvido do agente, que sentiu a ereção roçando a sua pele.

— Chan… deita… — o maior se afastou o olhando confuso, mas obedeceu, deitou de costas na cama, subiu sobre ele — vai gostar…— se posicionou sobre o castanho, e com uma das mão posicionou o membro do mais novo na sua entrada, deslizando lentamente para dentro de si. Fechou os olhos e abriu os lábios soltando o ar lentamente, junto com alguns gemidos. Chan o acompanhou, a sensação era surreal, era a primeira vez que penetrava alguém, e realmente bom. Seu membro sendo pressionado pelo corpo quente do outro, e os gemidos que dava lhe causava arrepios. Baek se curvou sobre ele, selando seus lábios e voltou a posição anterior, sentado sobre o mais novo. Aos poucos a pressão diminuiu, e um sorriso malicioso se fez nos lábios do ruivo que fitou a expressão do maior — … vai ficar melhor … — disse num gemido, e subiu o corpo, quase retirando o outro de dentro de si e sentou novamente. Fazendo o castanho gemer alto, a sensação era única. Yeol agarrou o quadril do ruivo em desespero, queria mais daquilo, e teve, o ruivo se moveu novamente, acelerando os movimentos aos poucos. Os gemidos dos dois aumentaram junto a velocidade dos movimentos. Baek não poupou Chan, o fez mudar de posição várias vezes antes que pudesse chegar ao seu ápice, o fazendo sentir o melhor que aquele contato podia lhe dar, pra apagar qualquer vestígio do que ele já tinha sentido. Quando finalmente se libertaram, os dois desmontaram sobre a cama. Byun estava enrolado ao maior, o corpo mole pelo orgasmo, mas ainda preso a ele. Levaram algum tempo para recuperar o fôlego, ainda presos no abraço.

— Baek…

— Hm… — roçou o rosto no peito do maior, levantou um pouco para o encarar — o que foi?

— Você é incrível. — ruivo sorriu largo

— Viu o que tava perdendo? — mordeu o lábio de leve

— Vi… — levou a mão ao cabelo do ruivo fazendo um carinho — obrigado.

— De nada, mas eu ainda não acabei com você — riu — quando eu terminar, você nunca mais vai querer sair dessa cama.

— É...acho melhor ir com calma… — riu fraco

— Claro… — deu um selinho no castanho e voltou a pousar a cabeça em seu peito — … temos todo o tempo do mundo. — Baek mal terminou a frase e o celular tocou — ou não. — riu se levantando, pegou o celular olhando a tela, suspirou, voltando pra cama — Está com sorte. Não vai ser hoje que vou acabar com você — riu

— Era da agência?

— Sim, minhas férias acabaram.

— Então… você vai entrar em outra missão?

— Sim, mas nada perigoso.

— Nenhuma escola?

— Nunca mais quero entrar numa escola — riu alto

— Disse tudo. — os dois riram.

 

 

...

 

Fim

 


Notas Finais


É isso aí, muito obrigada!!!! Beijinhos! E por favor, continuem acompanhando que logo tem mais fics pra vcs. E acompanhem o projeto exonit, que também tem fics minhas lá.
Kaisoo linda

https://www.spiritfanfiction.com/historia/entre-trofeus-e-paixoes-13920242

e uma hunhan fofinha

https://www.spiritfanfiction.com/historia/playboy-13773076

bjinhos e fui


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...