História Entre o Equilibrio e a Realeza - Capítulo 28


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Categorias Homestuck
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Fantasia, FemmeSlash, Ficção Científica, Luta, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Transsexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 28 - A ciência dos quadrantes


- Eu discordo - eles escutam uma terceira voz, quando viram encontra Eridan sentado na cama.

Nepeta e Tavros viram seus rostos para o troll que está sentado na cama apresentando ainda cansaço em sua face, mas ainda está com sua expressão habitual de séria e pouco amigos.

- Nós acordamos você? - pergunta Tavros.

- Na verdade não consigo dormir de imediato sem ter um sono curto e sem sonho - passando a mão no rosto e esfregando os olhos - a propósito, obrigado por levarem para meu quarto e vejo que vocês ainda se deram trabalho de limpar… algo que só caberia eu limpar.

- Você e Terezi me ajudaram naquele dia que estava deprimida por ser rejeitada pelo Karkat é o mínimo que posso fazer - disse Nepeta.

- Falando nela quem levou onde está Ter?

- Kanaya a levou para o quarto dela - responde Tavros.

- Eita. Ter tá enrolada.

- Por que? - perguntou os dois menores juntos.

- Kan tem a mania de… fazer  uma boquinha, principalmente quando alguém está dormindo.

- Boquinha? - pergunta Tavros.

- Morder o pescoço e sugar o sangue dos outros.

Tanto Nepeta como Tavros colocam a mão nos seus respectivos pescoços poucos assustados.

- Mas ela nunca me mordeu - disse Tavros.

- Pode dizer que você é um privilegiado - disse Eridan - porque Ter, Kar e eu temos nossos pescoços constantemente mordidos.

- Pensava que ela só gostava de morder o pescoço de Karkat.

- Isso no passado. Parece que depois de ser ressuscitada está querendo compensar o tempo perdido. Ter é procurado por ser matesprit dela, Kar continua a mesma coisa, enquanto eu parece que estamos em um tipo de amizade e rivalidade que estamos conversando muito bem, mas temos nos atritos do passado e isso se manifesta ela querendo tomar meu sangue.

- Agora Aradia e Feferi também. Kanaya está sendo mediadora do auspice que as duas estão tendo.

- Sério? - Eridan boqueja - esse quadrante não esperava. Espero que as três sejam felizes - esfrega os olhos - uma coisa eu garanto que não vou me meter desta vez na vida de Fef.

- Isso mostra que você ficou muito maduro. Por que discorda que eu te julguei errado? - pergunta Nepeta.

- Ciência é umas coisas que mais amo nessa vida, porque ela é fria e imparcial, mas ao mesmo tempo confiável. Eu em vez de me explicar eu vou apresentar as evidências de minhas ações e vocês dois tira suas respectivas conclusões. É fato que sempre quis matar todos os trolls terrestres, talvez a única exceção queria Kan e nem isso fui capaz de cumprir, motivo simples: pelo simples prazer de matar e queria ser a única opção de quadrante para Fef. Eu te resgatei, Nep muito mais para tentar te impressionar do que realmente uma ação de bondade de salvar sua vida e quando você não dava atenção a minha pessoa já cheguei te referir como ‘kittycat shipper cave girl’. Em um acesso de raiva e medo matei Fef, Sol e Kan a sangue frio e iria me aliar a Jack Noir - Eridan boqueja antes de continuar - agora cabe a vocês a chegarem quais conclusões tiram sobre essas evidências que te apresentei. Particularmente acho que seus respectivos julgamentos sobre mim estavam mais certo no passado do que hoje.

- Eridan. Não é porque que a gente errou no passado que isso vai ser uma condenação eterna. Tipo tenho um moirail com Equius e muitas vezes ele já deixou a desejar, assim como deixei a desejar com ele. Se você disse tudo isso e agora hoje quer fazer tudo diferente, não vejo motivo para julgar seu passado - disse Nepeta.

- Você está me ajudando muito nos meus treinamentos. Estou ficando mais forte graças a você - disse Tavros.

- Quero ver a cara da Vris quando ver que você está muito mais habilidoso - Eridan dá um meio sorriso.

Os três olham um para outro, aproveitando nesse momento de descontração, confissão e desabafo. De repente os três ficam hipnotizados e quando se deram por si tiveram quadrantes formados.

‘Não faz sentido!’ pensa Eridan, enquanto ver os quadrantes formados entre os três. Sempre imaginou que um sentimento de quadrante tinha que se formado com causa e efeito como um experimento científico, mas parece que os quadrantes têm leis diferentes parecendo como… ‘mágica’ (só de pensar nessa palavra tem um embrulho no estômago).

Ele até entende que Nepeta e Tavros formaram nesse exato momento um matesprit, afinal os dois são muito parecidos, mas como explicar que ele formou um quadrante com Tavros e Nepeta um auspice? Eridan tendo com Tavros, enquanto Nepeta é mediadora. O mais estranho ainda é que o aquariano não está sentindo um sentimento de ódio ao ponto de matar o taurino como um auspice comum, mas está sentindo um sentimento de amor, o que é estranho. Não um amor comum de matesprit, um tipo de amor possessivo que faz matar todos em voltas só para ficar com o envolvido na relação. Nessas horas que o poder da Trapaceira do Amor tem seu mérito de controlar os sentimentos.

- Tá legal isso foi estranho - disse Eridan boquejando - isso foi estranho.

Tavros e Nepeta estão vermelhos olhando um para o outro corado com suas respectivas cores sanguíneas fazendo o aquariano sorrir vendo o recente casal e mais satisfeito que o auspice não está anulando o masteprit.

- O que a gente faz agora? - pergunta Tavros e Nepeta juntos para Eridan.

- Eu nunca tive um matesprit, mas posso falar como alguém que tem kismesis e moirail. Apenas curtem esses novos quadrantes nos seus ritmos.

O casal olha para um para outro se aproximam e trocam um selinho longo um para outro. O príncipe apenas observa tudo isso com satisfação achando muito fofo. Ele gostaria que essa mesma cena tivesse acontecido com ele e sua ex-moirail no passado, mas infelizmente… as coisas não deram muito certo no passado, pelo menos tem uma satisfação que um sonho da pré-adolescência se realizou em terceira pessoa. Quando o beijo acaba, o aquariano fala:

- Se vocês dão licença eu vou dormir - disse deitando - estou muito cansado.

- Vamos jogar vídeo-game no meu quarto - disse Nepeta.

- O que é video-game?

- Vai saber quando chegar lá, meu amorzinho - abraça Tavros.

Eridan fecha os olhos e começa relaxar para se render totalmente no sono. Só que abre os olhos de uma vez quando sente que seus lábios foram beijados.

- Obrigado por tudo, Eridan - disse Tavros sorrindo depois de ter beijado o aquariano nos lábios.

- Você é um amorzinho - Nepeta se aproxima e faz a mesma coisa que Tavros fez deixando tanto Eridan como Tavros surpresos - o que foi?

- É, Nepeta - disse Tavros meio gaguejando - é porque beijou Eridan também? - disse em um misto de ciúmes e surpresa.

- Ué? A gente não é auspice?

- Mas o mediador não chega beijar também.

- Assim como os envolvidos - sorri deixando Tavros vermelho.

- Nesse é o nosso segredinho. Só não contam pra Equius - Nepeta pega no braço do troll voador e arrasta para fora do quarto.

Eridan só fecha os olhos passando os dedos nos lábios. Incrível que está surpreso como uma antiga vontade de ter quadrante com a troll de leão foi realizado, apesar que o foco está mais para taurino que para ela. Lembra que também queria um auspice com Terezi e Sollux e anos depois conseguiu um moirail colorido com a cega. Realmente uma coisa tem certeza: a ciência dos quadrantes não faz sentido.

Pelo menos uma coisa foi boa: essa formação de quadrante não envolveu sexo. Não que rejeitaria em situações normais praticar sexo com novo quadrante, mas sua moirail gastou todas as suas energias no dia anterior. E também não é todo quadrante que inicialmente vai começar com sexo quando se forma. Isso não acontecia no passado com os outros e não está acontecendo com os outros. Certo?

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- Mas o que está falando? - Karkat dá um passo para trás.
- Que seu interior tem uma cor muito mais forte que você demonstra - disse disso fazendo Karkat arregalar os olhos.

- Onde quer chegar com essa afirmação? - disse Karkat tentando parecer mais intimidador.

Gamzee não diz nada, apenas dá alguns passos para frente em direção do menor, que dá uns passos para trás em sinal de auto-defesa. Apesar dessa ação possa parecer medo, mas está preparando suas reações para um possível ataque. Está fortalecendo seu corpo com a circulação do seu sangue, graças seu poder como Cavaleiro do Sangue, para conseguir forças suficientes para encarar o mais forte e imprevisível dos trolls.

Sua única preocupação é justamente que sua ação defensiva pode não garantir a segurança do seu ex-moirail, o que deixa uma culpa antecipada em falhar não proteger um dos seus amigos, mas a autopreservação vem em primeiro lugar. Quando Karkat encontra na parede e Gamzee se aproxima, o primeiro parte para um ataque com uma de suas pequenas foices em direção do pescoço do maior, mas o segundo consegue segurar seu pulso com a mão esquerda e com a direita pega a foice aproximando as lâminas em forma de patas de caranguejos no rosto do Cavaleiro do Sangue.

A precisão do golpe do canceriano seria digno para surpreender até os maiores especialistas de reações, mas quando alguém tem certeza que esse golpe iria ser aplicado, seria capaz de ser surpreendido? A resposta é simples: o golpe foi adiantado pela influência de um encantamento que induziu a antecipação dos movimentos do cavaleiro para conseguir impedir do ataque ao mesmo tempo que a força é aumentada como uma inspiração digna de um artista. Talentos exclusivos da classe Bardo da Fúria.

A força de Gamzee já é capaz de imobilizar facilmente o canceriano. Com a arma tomada usa uma das pontas para fazer um pequeno corte na palma da mão de Karkat. Um dano tão insignificante que até os praticantes de automutilação seria capaz de realizar danos melhores, mas para o desespero de Karkat esse simples corte expõe muito mais do que se tivesse nu.

- Disso que estou falando - disse Gamzee fazendo o Karkat corar - não sei do porque esconder a cor real do sangue. Ela é tão bonita.

- São pessoas como vocês que quero me guardar. Vocês que se importam com nobreza de sangue.

- Na verdade nunca me importei com isso, apenas o garoto peixe, o chifre quebrado, a garota vampira e quem mais mesmo? Ah sim! A garota pirata, a minha ex-kismesis e é claro você mesmo modafoca bro.

- E o que vai fazer agora, me matar?

- Não exatamente - diz em um tom malicioso - mas te vencer onde você é considerado especialista.

***DAQUI NESSA PARTE VAI TER LEMON***

- Heim? - Karkat não entende as palavras do capricorniano até ser virado ficando de frente da parede do quarto, enquanto sente o corpo do outro pressionar o seu. Seus olhos arregalam não entendendo nada das ações do seu agressor. Logo sente seu cabelo sendo puxado obrigado levar sua cabeça para trás, sentindo a respiração do maior, enquanto a mão esquerda acaricia a barriga do troll mutante.

Um bardo em muitas mitologias e representações de RPG são  mestres do encanto e lendários até nas seduções. Apesar de um bardo do Sburb seja bastante diferente que um bardo imagino por um ser humano, Gamzee meio que expandiu os limites de sua classe. Usou sua classe para conseguir um quadrante com Terezi no passado incitando sua fúria contra Vriska. Com isso conseguiu dominar perfeitamente a fêmea, assim permitindo a primeira satisfação não letal de ter uma vida em suas mãos.

Seu contato com Sollux de kismesis tinha esse mesmo fim, mas com o acréscimo que queria extravasar um pouco seus hormônios, mas felizmente hacker troll teve condições de ser tão abusivo como capricorniano pretendia ser. Isso deu uma nova perspectiva para psicopata palhaço que um quadrante tem seus fins.

Tavros sempre foi seu desejo sexual mais íntimo, mas a rejeição de Karkat em dizer que Sollux era muito mais amigo mexeu muito mais que um desejo antigo sexual. E criar um novo quadrante com Karkat tem uma satisfação de ao mesmo tempo voltando o antigo elo como seduzir o famoso ‘mestre dos romances’.

Seria muito mais fácil criar um quadrante de kismesis com canceriano graças ao controle da fúria dos outros, mas essa vaga já está preenchida. E também mesmo um psicopata que se acha um profeta tem seus limites, afinal alguém com sangue de cor tão… belo, precisa ser preservado. Só precisa usar a fúria alheia de uma medida certa para escutar as palavras certas.

- Matesprit - diz Karkat quase trincando os dentes.

- Eu também te amo - disse Gamzee beijando o pescoço do menor causando um arrepio no mesmo.

Claro que o cavaleiro tenta se livrar do corpo maior que está pressionando contra o ser, mas não tem nenhum sucesso.

– A presa sempre tenta fugir do predador... Inutilmente - declarou Gamzee, mas para si do que para Karkat como se tivesse em um orgasmo mental ou uma grande satisfação de ter um novo brinquedo em suas mãos. Um brinquedo que está ansioso de brincar.

As mãos exploram o tronco por debaixo da camisa, enquanto os lábios desligam no pescoço de sua vítima que se arrepia. A falta de altura nunca foi um problema para canceriano, mas sentindo as mãos grandes passeando em toda extensão de seu abdômem dar impressão que é muito pequeno. O que mais tenso é o sentimento de está totalmente a mercê do captor, enquanto seu lado racional está desesperadamente querendo a liberdade, os seus hormônios está indo em oposto.

- Muito bom - disse Gamzee continuando com as carícias dando pequenas risadas da submissão alheia - essas suas calças, imagine se fosse mais apertadas - acaricia a bunda de Karkat que irrita o melhor.

- Seu desgraçado - grita Karkat.

Aradia e Sollux escutaram os gritos do troll, porque estavam passando. O sentimento natural é saber o motivo do grito do terceiro, mas como eles conhecem o dono da voz nem se preocupam já que só fala gritando.

- O jeito que marcariam seu corpo. Caralho modafoca… - Gamzee dá um tapa na nádega direita do menor não ao ponto de machucar muito como um kismesis, mas o suficiente para provocar seu cativo.

Ódio. O moreno estava imerso em ódio, naquele exato momento...

Maldita boca que o beijava e mordia!

Malditas mãos, tão quentes, aquelas que agarraram seus cabelos e agora passeavam por seu corpo, fazendo o corpo corresponder por conta própria.

E tudo isso em um sentimento de matesprit o que é bizarro. Como se pegasse todo seu conhecimento desse quadrante e jogasse no lixo.

Karkat sentiu o frio do ambiente, quando suas calças são abaixadas revelando suas coxas cinzas e bem treinadas. Um par de pernas que bota inveja até mesmo as fêmeas, segundo Gamzee. Pernas muitos treinadas para correr e se mover em diversos terrenos e cueca samba canção com diversas estampas de caranguejos. Uma das mãos de Gamzee agarra a cintura de Karkat e outra passa em cima da grande protuberância do normal para estimá-lo em cima da roupa, enquanto a própria ereção do maior cutuca as costas do menor.

- Tira sua mão de mim - disse Karkat com o rosto corado.

- Não mita pra mim - diz Gamzee com uma voz meio infantil só pra provocar seu cativo - estou sentindo seu pau endurecer na minha mão.

Karkat mordeu o lábio inferior quando a mão do outro entrou em sua cueca. Olhou para baixo, começando a ficar ofegante, sentindo os dedos brincarem com sua genitália. A vontade de gemer alto é grande, mas está se contendo, justamente para não dar prazer para Gamzee. Como se uma de suas fantasias eróticas com Terezi tivesse realizado através do seu atual matesprit, isso que está o irritando muito, principalmente quando soltou um gemido baixo suplicante sem querer.

- Isso sim, broo… - Gamzee também ofegava, enquanto movia sua cintura para encaixar sua pélvis na bunda do garoto - seja um bom garoto.

Tentava muito lutar com os toques que estava recebendo com sua raiva, mas essa tarefa está sendo difícil pelo prazer que sempre o alcançar. Uma distração perfeita que Gamzee estava esperando, já que desce sua calça e cueca, assim liberando totalmente seu pênis que clama por atenção.

Pego de surpresa, Karkat sente sua cueca sendo abaixado e seu ânus penetrado causando um misto de dor e prazer em um gemido alto e quase estridente, enquanto sente seu interior sendo violado.

O normal de um troll macho não é sentir tanta dor como Karkat está sentindo, mas isso é graças seu lado mutante. O ânus do troll não é tão lubrificado como outros de suas espécies, apesar de ainda ser capaz de praticar sexo anal sem problemas. Até o pênis dele é diferente dos outros machos de suas espécie sendo cinza, mas só com a cabeça vermelha parecendo muito com um pênis de um humano. Até o saco escrotal tem mais semelhança que de um humano do que de um troll.

– Aaah, cu virgem - Gamzee começou a se movimentar, sem dar tempo para que o menor se acostumar -obrigado por ter guardado ele pra mim. Rebole pra mim, bem gostoso.

Karkat gritou. Não queria aquilo, mas ao mesmo tempo a natureza de sua espécie não cooperava. O mais impressionante que mesmo com toda a situação Gamzee não está sendo muito agressivo com ele. Pode ter tido seu ânus violado sem nenhum aviso, mas não está deixando faltar carinho com ele. O maior subiu as mãos até o rosto da vítima, acariciando-o com os polegares enquanto usava o pênis para ‘comê-lo’.

Humilhante, sim. Ah, terrível. Karkat não sabia o que era pior. A violação, os suspiros do troll em seu ouvido ou o fato de que ele estava começando a gostar, mesmo com a ardência que sentia.

– Eu... T-te... Odeio... – declarou o menor rebolando instintivamente.

Gamzee o beijava,mordiscando seu pescoço voltando a masturba-lo com fervor. Não demora muito para Karkat ter um orgamos já querendo liberar seu material genético, mas segura para não derramar todo na parede.

O maior sai de dentro dele, vai na direção da cama, pega um balde embaixo na cama e coloca ao lado do seu parceiro. Quando o menor iria agachar para pegar o balde tem, de repente, seu ânus mais uma vez violado assim liberando todo material no balde. Nesse ritmo que Gamzee faz seus movimentos finais e deposita seu material genético dentro de Karkat.

Quando pega mais uma vez o balde para depositar o material genético do maior. É surpreendido com um beijo apaixonado pelo Gamzee.

- Filho desgraçado - disse Karkat.

- Eu te amo também - disse Gamzee fazendo Karkat ficar mais corado.

- Por que teve que criar um quadrante comigo?

- Porque estava sentindo falta de você modafoca bro - disse Gamzee de forma calma.

- Pera aí. Você não tava sóbrio?

- Eu fingir ser sóbrio o tempo todo bro. Queria ter quadrante com você novamente. Como não queria mais moirail, pensei que matesprit seria melhor.

- Valeu por tirar minha virgindade - disse com sarcasmo.

- Não tem de quer - Gamzee pega Karkat no colo e o beija.

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***DAQUI DESSA PARTE ACABOU O LEMON***

- Nepeta, por que estamos no quarto da Feferi? - pergunta Tavros.

- Queria mostrar pra minha amiga meu matesprit - diz a troll de leão fazendo corar seu parceiro - mas parece que ela não está acordada.

Olha para seu matesprit recente que está com as mãos dos olhos para não olhar que Feferi está pelada no quarto e com grandes vestígios do seu material genético entre as pernas. Uma coisa é certa: vai ter que ajudar a amiga e pelo menos não vai precisar de limpar outro balde, já que não está encontrando o balde da imperatriz.

CONTINUA




 



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