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História Entre o gelo e a madeira (yaoi) romance gay - Capítulo 13


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Capítulo 13 - Drogados e bebados


Fanfic / Fanfiction Entre o gelo e a madeira (yaoi) romance gay - Capítulo 13 - Drogados e bebados

A MAIS DE DUAS HORAS, eu estava sem falar com ninguém naquela festa desde o momento em que Levi me trocou por seus colegas de escola. Só dancei aquela única música é assim que ela acabou ele se afastou de mim sem mais nem menos e foi dançar com seus amigos. 


Desde então eu estava na minha, pois apesar de muitas garotas terem vindo falar comigo, eu não estava muito afim de conhecer gente nova. 


Eu simplesmente fui até a cozinha, ignorei os geminados do casal que estava transando com na despensa e comecei a procurar uma bebida mais interessante. Achei uma garrafa de vinho, não muito bom, e enchi minha taça. Depois disso fui me sentar na beira da piscina e tentei ao máximo deixar aquele vinho render. Provavelmente eu estava com ele a meia hora. Bom... eu havia chegado na piscina a um bom tempo e dando graças a Deus pelas pessoas ainda anão estarem se atirando na mesma. 


PAST LIVES. 


Até que olhar o movimento da água me agradava. Eu tentava ao máximo ignorar toda a barulheira daquela festa, embora eu estivesse rodeado, literalmente, de adolescentes barulhentos. 


— O que você está fazendo aqui? — jurei que era a voz de Levi e por alguns segundos meu coração disparou em alegria. Realmente era ele. Omiti minha empolgação dentro de mim. 


— Olá, — eu disse. 


— Olá, — ele respondeu. Sua voz estava rouca, provavelmente ele já havia gritado bastante. 


— Cansou-se? — Ele se sentou do meu lado, ergueu as calças e pôs os pés dentro da piscina.  


— Você é o cara mais careta pra festas. Alguém já lhe disse isso? 


— Hum... você acabou de me dizer isso. Está é minha primeira festa. — admiti. 


— Nossa! Você faz juízo ao termo "adolescente anormal" — Ri. 


Eu peguei minha taça e decidi tomar um último pequeno gole. Ela ainda estava pela metade. Estendi a ele.


— Você quer? Eu não vou mais beber. Devo levar vocês para casa dirigindo. 


— Está louco se acha que vou entrar em seu carro depois de você ter bebido.


— Eu estava bebendo aos poucos e foi só essa meia taça. Não vou beber mais nada daqui para o fim da festa. Quer? Você pode. 


Ele me olhou furioso e eu não entendi o porquê, mas simplesmente pegou a taça e jogou todo o líquido no chão.


— Por que fez isso? 


— Por que está me oferecendo essa merda? 


— Era só dizer, não quero. — ele continuou com o olhar furioso e eu não entendi se lhe ofereci bebida ou se matei um membro de sua família. 


— Eu não bebo!


— Eu não sabia, desculpe. — Ele pareceu um tanto chateado depois daquilo. — Me desculpe... eu não sabia. — pedi com toda sinceridade do mundo. Seu olhar de decepção me destruiu.


— Tudo bem... eu exagerei. Você não tem obrigação de saber dessas coisas. 


Sorri minimamente por ele parecer menos afetado.


— É que... no geral franceses bebem com frequência... ou fumam. 


— Eu não fumo. 


— Eu também não... preciso preservar meus pulmões para minha carreira e vida longa. 


— Tente preservar seu fígado. — Ri. 


— Você está certo. Acredite ou não mais algumas família russas costumam até levar a garrafa de Vodka para a mesa do café da manhã. Meus pais nunca foram do tipi que barravam esse tipo de bebida. 


— Bom... de qualquer jeito já estamos rodeados de fumaça. Né? 


O cheiro do fumo estava se empregando em nós.




Ficando um tempo calados até que eu percebi que está começando a ficar a música "Glass Animals" de Cane shuga. Meus olhos brilham e então eu vejo Levi dando uma  risadinha pra a água da piscina. 


— Essa música! — Lhe chamo aten e ele ri. 


— Parece que o universo está brincando com a gente... — Ri. 


— Verdade, mas... eu gosto muito dela. Eu a dancei em uma audição que fiz aos 14 anos para uma peça. — ele arregalou os olhos rindo. 


— Surpreendeu os jurados. — Brincou. 


— Sim... — olhei para os dois lados. Tudo estava lotado, mas eu percebi que a alguns metros de distância havia uma casinha mais distante que da sua parte ainda do terreno.  Peguei a mão de Levi e o puxei para fora rapidamente. Ele ficou sem saber o que estava acontecendo. Eu fiz uma força até ele aceitar me seguir. 


Abandonamos nossos sapatos na beira da piscina. 


— Qual o seu problema?  


— Venha... eu quero dançar essa música. 


— Dance lá! 


— Não! Quero fazer algo diferente. 


Finamente chegamos naquela casa menor e eu forcei a porta. Surpreendentemente estava aberta. O puxei para dentro do breu e fechei a porta. 


— Está escuro, você está doido? — ele disse com raiva.


— Procure um interruptor! — Eu mesmo  já estava estava procurando isso, e achei. Assim, descobrimos que havíamos entrado em uma espécie de escritório / mine biblioteca. 


— Estranho, não tem ninguém transando aqui. — ele comentou. 


— Sim...  Me acompanha — Falei quase que desesperado. Eu fui para trás dele e cruzei seus dedos dos meus tomado conta de suas ações. 


— O que você... 


Shiii... — Devagar puxei sua mão direita até sua cabeça e puxei levemente sua cabeça para que ela se inclina-se. Assim, deixou-se bem amostra o seu pescoço e seu ombro por onde meu rosto passou perto até soltarmos sua cabeça e eu direcionar a sua mão até o seu abdômen. Com nossas mãos unidas, deixei que elas caminharem por aquela regiam lentamente. 


Enquanto isso, eu direcionei sua mão esquerda ao seu ombro direito, o empurrei, inclinando-o um pouco, o puxei, repeti o movimento e estendi a seu braço para  que ficasse em uma linha horizontal para esquerda. Com isso, ele surpreendeu-se eu ficar na ponta dos pés com a perna direita e começar a fazer um Grand Battement, erguendo a perna esquerda até o ponto mais alto. 


Segurei em sua coxa esquerda o mantendo naquela posição enquanto inclinava seu corpo contentamento firme com auxílio  de minha perna direita servindo como apoio para nosso peso.


Logo que voltamos para nossas posições originais, ergui nossas mãos e giramos para lados opostos até pararmos um de frente para o outro. 


— Eu só bebi meia taça de vinho mas acho que estou drogado e bêbado. — Falei aí pé na ponta de seu ouvido, senti seu abdômen de contrair rapidamente e então apertei sua cintura.


— Como assim? — O ouvi sussurrar rouco. Quando direcionei minha atenção  para os olhos verdes de Levi,  me senti encontrado em algum meio sem fim. Eu levei minhas mãos até deus fios de cabelo e com delicadeza ergui  sua casa eca até ele ficar com o nariz próximo ao meu. Ele não lutou contra aquilo. Parecia hipnotizai. 


Desta forma, massageando seus fios negros e o encarando, fui o empurrando lentamente até suas costas baterem numa estante de livros.  


— Acho que... eu ainda estou com muita adrenalina nas veias... por causa da festa. — tentou se justificar, 


— É? 


— É. 


Temendo um pouco sua reação, aproximei meu rosto do deles porém ele não me empurrou, na verdade tentou de esticar um pouco para aproximarmos nossos rostos. Então, nossos lábios se tocaram.




Leve e suave. Quase superficial... só não foi desgraça porque foi o com ele. 


Não demorou muito afastei minha boca da dele e ficando um tempo nos encarando. Ninguém falou nada por alguém segundos, até que subitamente ele me puxa pelo cabelo para algo realmente intenso. Um beijo quente, onde ele tentava aproximar mais nossos rostos enquanto nossas línguas dançavam friccionando-se uma a outra em uma deliciosa sensação. Excitante. 


Eu rapidamente te desci minha mãos  para a cintura dele e deixei um aperto ali... e por um momento ele quer gemeu entre o beijo. Eu queria ouvir aquilo que ele impediu que saísse, então o apertei ali trazendo seu corpo mais para perto do meu enquanto comecei a mordiscar seus lábios carnudos. 


— E-eu... — gemeu. Sorri entre  o Beijo e então ele me puxou pelo pescoço mais para perto dele. Com isso, me abaixei minimamente para segurar suas coxas e puxa-las para suas pernas entrelaçarem minha cintura e o  meu corpo o espremê-lo contra a estante de livros. Ouvi outro gemido e não me contive. 


Nosso beijo continuou ardente até o momento em que decidi passar a usar minha boca em seu pescoço pálido. Eu nunca tinha feito isso antes mas sabia que as pessoas chamam agradável. Ele pareceu gostar.


—Ivan...


— Cala a boca, por favor. — Voltei a beija-li na boca. Chupei, mordisquei e selei. Naquele momento a última coisa que eu queria era parar e sabia que se ele me desce tempo pra pensar eu perceberia que aquilo era um erro e não poderia continuar. —


— Minhas costas... — Ele sussurrou durante o beijo com um tom de agonia. 


— Desculpe. — O desencostei da estante presa a parede e o coloquei sentado da mesa do escritório. Felizmente ele não parou o beijo durante o processo e continuou me prendendo ao seu corpo com suas pernas.


Notas Finais


Muito obrigada 🖤💙


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