História Entre o Sonho e Realidade - Capítulo 40


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Personagens Originais
Visualizações 35
Palavras 1.423
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fantasia, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura....

Capítulo 40 - A grande festa... Parte-2


 

Camila Cabello

 

“Luxúria” não servia para definir aquele lugar. Pessoas elegantes e espetacularmente bem vestidas se espalhavam por todos os cantos do salão principal. Conversavam em voz baixa, sussurros passados de ouvido em ouvido. Sorrisos e toques. A tensão sexual era palpável. O jazz orquestrado tocava baixo no plano de fundo, mas as pessoas conversavam tão educadamente que a música era perfeitamente audível.

E agora? Nos separamos? – perguntei discretamente.
Se você quiser. Isso não é um bar gay, Camila – sorriu. – Aqui é diferente, se você quiser que eu fique por perto, tudo bem.

Os anfitriões deveriam ser modelos contratados. Eram as pessoas mais belas que já vi na vida. Vestiam preto e usavam colares prateados com um pingente peculiar. De acordo com meu guia particular, eles estavam em todos os ambientes se certificando de que a ordem era preservada e que nenhuma regra era esquecida.

Eu estava tentando aprender a viver sem precisar de ninguém. A ficar sozinha por opção. Mas

estava perdida ali dentro e segurei o braço de Ariana como se minha vida dependesse disso. Ela me guiou pelos salões e pegou bebidas.

E então? – perguntou.
Não sei – olhei ao redor. – Estou meio perdida – confessei, encarando-o e pedindo instruções.
O que você quer experimentar hoje, Camila? Essa é uma festa única. Aqui você pode experimentar a mais louca das coisas. Aproveite para tentar algo que não seria tão fácil conseguir em outros lugares.
Pela sua experiência, o que seria isso? A coisa mais difícil de conseguir em outros lugares?

Ela bebeu mais um gole e apertou os lábios.

Orgias geralmente são bem difíceis de achar no happy hour – brincou.

Virei meu copo.

Tudo bem. Vamos lá – Ariana me pegou pela mão e subimos um lance de escadas em marfim branco que se elevava pelo meio do salão de pé direito duplo.

As portas eram duplas e de mogno escuro com gravações em alto relevo. Amarradas nas maçanetas da porta estavam fitas de várias cores.

Aqui – Ariana mostrou. Em cima do criado-mudo no fim da escada, havia uma legenda e moldurada explicando o que cada cor significava. As opções incluíam um casal transando por vez enquanto a plateia observava, e orgias exclusivas de um ou outro gênero ou mistas.
Azul – escolhi. Orgia mista. Essa era a ideia, não era?

Não era o que eu imaginava. Acho que eu só imaginava a parte vulgar da coisa. Era uma suruba o que eu tinha em mente. O que as pessoas naquela sala praticavam era algo diferente, era uma orgia que se assemelhava a uma obra de arte. Era sensual e sedutor.

O lugar era imenso. Havia uma jacuzzi borbulhando água quente à esquerda, um pequeno jardim de inverno ao fundo e alguns sofás, poltronas e almofadas espalhados pelo resto do ambiente. Havia uma fita dourada artisticamente jogada no chão delineando uma área externa onde quatro ou cinco pessoas observavam. Algumas de pé, outras sentadas em poltronas. No meio do imenso círculo havia dois grupos. Em um divã, um homem começava a despir duas mulheres. E, na jacuzzi, dois casais já pareciam estar um pouco mais avançados na relação.

Quis perguntar a Ariana o que deveria fazer. Mas todos estavam em silêncio ou gemendo, e eu não soube qual era a etiqueta lá dentro. Parece que ela ouviu meus pensamentos, soltou minha mão e virou-se para duas mulheres que observavam do lado de fora. As duas eram loiras, uma tinha os cabelos longos e bastante cacheados, os olhos verdes e sardas na pele. A outra tinha os cabelos curtos e lisos com algumas mechas azuis e um corpo de fazer inveja.

Ariana apenas sorriu e levantou as duas mãos. Elas sequer hesitaram e ela tinha uma em cada mão quando entrou no círculo. Seguiram até o jardim de inverno e ficaram de pé brincando com as peças de roupa uns dos outros. Elas desabotoaram sua camisa e seu cinto. Tinham as mãos em seu peito e por dentro de sua calça. Ela não estava usando roupa íntima. A brincadeira já tinha começado. Vi quando ela prendeu o lábio entre os dentes e começou a despi-las também. Eu não estava com ciúmes: estava hipnotizada. Podia vê-la com aquelas duas mulheres o resto da noite. Se estivesse em algum lugar sozinha, eu me masturbaria. Mas, mais uma vez, não sabia qual era a etiqueta.

Senti um toque de leve na minha coxa direita. Ela era alto e esbelto, a pele morena, os olhos amendoados, o cabelo cortado bem curto. Usava um paletó escuro e uma camisa lilás. Sorriu de um jeito que me fez espremer as coxas uma contra a outra.

Tocou na minha cintura e deu um passo adiante. Eu o segui e logo estava dentro do círculo. Longe da linha de segurança. Queria que fôssemos mais para o fundo. Queria me esconder dentro das águas da jacuzzi ou nas sombras do jardim de inverno. Mas ela parou no meio da sala em um dos sofás bem diante do público.

Ela passeava as pontas dos dedos na minha coluna e, com a outra mão, esfregava minha pele subindo por dentro da minha coxa. Um sorriso divertido alcançou seus lábios e eu não pude deixar de imaginar que ela tinha encontrado minha calcinha. Seus dedos brincavam com a costura e sua boca estava no meu pescoço. Enfiei as mãos por dentro do paletó e comecei a tirar sua roupa. Ela ficou nu primeiro.

Um casal se aproximou de nós enquanto minha amiga de olhos amendoados sentava-se. O pênis ereto diante de si. Abriu os braços apoiando-os no encosto do sofá. Senti um par de mãos masculinas apertarem meus seios e então minha bunda. A mulher que veio com ela a beijava e começava a despi-la. Do sofá, a outra ainda me observava.

A mulher atrás de mim forçou meu rosto contra o de sua acompanhante e eu entendi exatamente o que ela queria. Lambi o contorno dos seus lábios e a beijei com vontade. Ainda estávamos no meio do longo beijo quando notei que estava nua. A recém-chegada me virou para si e me beijou também, enquanto segurava a mão de sua amiga e a guiava pelo meu corpo.

Ela pousou suas mãos em meus seios, prendeu um dos mamilos entre o indicador e o polegar e pôs-se a sugar o outro. A mulher atrás de mim me bolinava na frente e atrás. Os olhos amendoados continuavam no meu corpo e finalmente ela se cansou de apenas olhar. Chamou-me com um gesto e deu dois tapinhas sugestivos no próprio membro.

Estirou-se no sofá para que o corpo ficasse quase deitado e eu e minha amiga nos sentamos em cima dela. Ela ficou sobre sua barriga, de costas para ela e de frente para mim, de modo que eu tive espaço suficiente apenas para sentar no seu pau. Gemi e senti minhas mãos se espalharem ao meu redor. Então, eu estava segurando as coxas da mulher que metia vagarosamente dentro de mim, segurando as coxas e os seios da mulher que me beijava e me acariciava, segurando seu pescoço, puxando-a para um beijo. Estava beijando a mulher que se abaixava atrás de mim, estava estimulando o clitóris da minha amiga enquanto ela beijava a sua parceira e depois a mulher que me comia.

Eram tantas bocas e tantas mãos que eu sentia como se cada centímetro do meu corpo estivesse sendo estimulado ao mesmo tempo. Ainda sentia o pau dentro de mim a meia velocidade quando atingi o clímax. Minha amiga não estava nem perto de acabar. Levantei e guiei a mulher da sua barriga para o seu pau e ela continuou metendo no mesmo ritmo. Afastei-me e recolhi minhas peças de roupa. Roupa íntima em perfeito estado. Aguarde-me, Ariana!

Ariana! Olhei para o fundo da sala e lá estava ela,Nua. O peito completamente exposto. As roupas aos seus pés. Eu queria ver seu pau, mas era impossível. Comecei a me vestir tentando encontrar um ângulo entre as duas cabeças loiras que o chupavam ao mesmo tempo quando senti alguém me agarrando por trás.

Ainda estava dentro do círculo: a zona onde não era permitido dizer não. A voz melodiosa sussurrou no meu ouvido.

Você gosta leve ou pesado?

Ah, que se foda.

Pesado – respondi com um murmúrio violento.

Ele arrancou fora minha roupa e tenho certeza que ouvi meu vestido rasgando. Ah, merda! Não me virou de frente em momento algum. Sequer vi seu rosto. Quando dei por mim, estava dobrada sobre o encosto de uma poltrona e ele umedecia minha bunda com um gel frio.

 

Continua....


Notas Finais


vamos lá.... que continue a festa!


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