História Entre portas e beijos - Capítulo 1


Escrita por: e Queen_Hyuna

Postado
Categorias EXO
Personagens Chen, Suho
Tags Casamento, Chen, Chenho, Exo, Exozone, Família, Jongdae, Junmyeon, Suchen, Suho
Visualizações 174
Palavras 1.021
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fluffy, LGBT, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oooii meus pimpolhos, como estão??

Finalmente iniciei minhas atividades nesse projetinho maravilhoso.

Mesmo que a primeira estória seja uma SuChen (insira um barulho de vômito aqui), eu estou muito feliz com o resultado e apesar de ser curtinha me deixou muito soft ao escrever.

Espero que gostem da minha primeira filha aqui 💓
Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Se existisse alguma palavra que pudesse ser usada para definir como Junmyeon se sentia naquele momento, essa palavra definitivamente seria:  “irritado”.

A coisa que mais odiava em todo o mundo  era discutir, e discutir com Jongdae era pior ainda. O namorado sabia como deixá-lo puto e sem controle, o que resultava num Junmyeon sem noção do que fazia, do que falava e como falava.

Aquela loja de móveis tinha tudo para ser o paraíso para os noivinhos, mas após muitas escolhas difíceis e algumas divergências que foram resolvidas rapidamente, Junmyeon e Jongdae entraram em um impasse.

A porta de entrada da casa.

— Junmyeon, nós não vamos comprar a porta branca, nem nos seus sonhos isso vai acontecer. — os dois já discutiam no meio da loja, várias pessoas paravam para ver a briga do casal e nem isso os fazia falar mais baixo.

— Se não comprarmos a porta branca eu não vou me casar com você, pode esquecer tudo que já passamos. E tem mais, engula essa porta marrom escrota e ridícula.

— Kim Junmyeon, essa porta branca não tem nada a ver com a nossa decoração, pelo amor de Deus, relembre de tudo que já compramos e veja se combina, cara, vai ficar horrível.

— Kim Jongdae, nossa casa é toda cinza, acha mesmo que não vai combinar? O design de interiores aqui, sou eu ou você ? Por que continua discutindo sendo que eu tenho estudo de causa, que inferno. – nisso Junmyeon tinha razão, quem entendia do assunto era ele, mas mesmo assim Jongdae queria continuar discutindo, porque na opinião dele, a porta marrom era bem mais bonita.

— Foda-se seu estudo de causa, eu também tenho direito de opinar, a porta marrom tem mais detalhes e faz parecer que somos ricos, Junmyeon pensa um pouco.

— Jongdae, nós NÃO somos ricos e muito menos parecemos ser. Nessa tarde eu já cedi milhares de vezes às suas escolhas, eu estou implorando para você me deixar escolher a porra da porta, seu desgraçado, eu quero te matar por me fazer ficar estressado quando podíamos muito bem já estar naquele muquifo que chamamos de casa, dando uns beijos e comendo pizza, aí que ódio de você. —Junmyeon estava a ponto de explodir, seu rosto estava vermelho e seu corpo todo tremia por conta da raiva que sentia, em seus pensamentos se repreendia por estar tão irritado, mas poxa, era inevitável.

— Então fica com a merda da porta, inferno. Paga aí que eu estou indo para casa. – o Kim mais velho não sabia se ficava feliz ou triste, afinal, ele não gostava de brigar com seu amorzinho.

Algumas horas depois, Junmyeon finalmente tomou coragem para encarar o noivo, e tamanha foi sua surpresa quando abriu a porta do pequeno apartamento que dividiam e se deparou com Jongdae sentado no sofá, com a melhor carinha de arrependimento e com uma caixa de pizza na mesinha de centro.

— Amor, desculpa por te fazer ficar irritado, eu pensei melhor e você estava certo, a porta branca vai ficar melhor. Não queria ter gritado contigo, me desculpa? — Jongdae aproximou-se meio incerto, estava arrependido, porém sabia como o noivo ficava magoado quando gritavam consigo, o medo se fazia presente.

— Claro que eu desculpo, amor. Eu também peço desculpas por ter dito que não casaria mais com você, sabe que isso é completamente impossível de acontecer. Obrigado por ceder e me deixar ficar com a porta branca. Vamos ter uma casa conceitual. — Junmyeon abraçou o corpo de Jongdae e aspirou o cheirinho doce que se desprendia dele, quase perdendo todo o foco da conversa.

— Agora eu posso ganhar um beijo? Porque a pizza já temos, agora só falta a melhor parte.

Junmyeon nem precisou responder, apenas atacou os lábios do noivo, colocando ali todos os sentimentos que sentia naquele momento, amor principalmente. Aquela tarde poderia ter causado inúmeras discussões e vontades esmagadoras de cometer um assassinato, porém quando chegava a noite, Junmyeon e Jongdae eram só amor e carinho, mesmo que tivessem berrado milhares de xingamentos e ameaças desumanas.

A vida do casal sempre fora daquele jeito, desde que se conheceram, as brigas eram tão frequentes e sem sentido que ambas as partes ficavam de saco cheio rapidamente, porém com o tempo passando e a maturidade se instalando em cada consciente, e as brigas bobas ficando cada vez mais raras. Exceto quando discordavam de alguma coisa.

Para marcar a data do casamento foi um parto, Junmyeon queria casar-se em junho, Jongdae em novembro, e numa discussão sem pé nem cabeça, acabaram por decidir o dia 31 de agosto como data, porque na cabeça deles era o dia que ficava no meio dos meses que ambos queriam. 

Para encontrar uma nova casa foi outra guerra. Jongdae queria comprar um apartamento num bairro central, Junmyeon queria uma casa em um bairro tranquilo e sem muito barulho, por fim, acabaram comprando um apartamento no bairro tranquilo, pois foi o que puderam pagar com o dinheiro que tinham. 

Por último e não menos importante, Jongdae queria que a paleta de cores da casa fosse do marrom ao vermelho, Junmyeon queria matá-lo por ter tanto mal gosto. O design de interiores com todo o seu estudo e experiência queria que a paleta fosse toda em tons pastéis – rosa, azul, verde, lilás e um toque de branco para dar ainda mais suavidade ao ambiente. Depois de muita briga, galões de tinta sendo jogados um contra o outro e muita sujeira feita, acabaram por pintar a casa de cinza, branco e alguns papéis de parede continham o tão amado marrom que Jongdae tanto queria.

Apesar de sempre encontrarem um impasse e discordarem em quase tudo, Jongdae e Junmyeon se amavam incondicionalmente, e em hipótese alguma se largariam. Mesmo que muitas vezes a vontade de jogar tudo pro alto e mandar um belo “foda-se” acabasse por aparecer na mente dos dois, o mundo conspirava para manter aquele casal briguento e extremamente barulhento junto.

E quem eram eles para questionarem as vontades do mundo e do universo?

Entre portas e beijos, é ódio, é desejo, é sonho, é ternura...



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