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História Entre Princesas e Damas - Capítulo 1


Escrita por: CherryBe e Audrey1

Notas do Autor


Oii pessoal, essa é minha primeira fic como coautora, é um prazer enorme está escrevendo ao lado de uma pessoa tão talentosa.

Sobre a história não tenho muito a falar, quero que tirem suas próprias conclusões.

Boa leitura e vejo vocês do outro lado!

Capítulo 1 - Capitulo 1


O dia mal começara e toda aquela ansiedade de me tornar uma dama real surdia de dentro para fora; o ensino na escola real não estava sendo nada fácil. Era tanta pressão, olhares e comentários maldosos sobre meu jeito de ser, o modo reduzido em que as outras garotas me tratavam, que a qualquer momento eu sentia que poderia desmoronar.

Como se meu dom de desastre não fosse o bastante, toda a insegurança tomava conta de mim.

Ao menos, por sorte, a senhorita Privet, diretora acadêmica da Escola de Princesa, aceitou me ajudar por um tempo; até me encontrar num padrão basicamente adequado da realeza, antes que eu fosse expulsa da escola.

Ela era realmente gentil e agradável. Seu olhar carregava uma bondade sem tamanho; além, é claro, de transmitir sinceridade e confiança. Embora não fosse nada fácil medo misturar com pessoas com mais transcendência sobre a monarquia, eu conseguia me conectar com mais profundidade com a senhorita Privet. Ela me entendia...

 

Seus atos cautelosos e discretos, sua postura idônea e seu modo faceiro; a caracterizava uma mulher cheia de elegância e classe. Ela sabia me fazer sentir como uma garota da realeza como ninguém, e eu mal podia esperar por mais alguns amparos didáticos.

 

*

 

-Não posso desapontar a Emily! - era o que a garota pensava, ainda com os olhos fechado e o rosto no travesseiro.

 

Blair calmamente se levantou da cama e se vestiu com seu uniforme rotineiro para mais algumas aulas antes da coroação; claro, Grace, sua fada assistente não deixou de lhe ajudá-la em alguns detalhes de seu vestuário. Cabelos penteados, dentes limpos e roupa adequada.

 

Hadley e Isla também já se encontravam aptas para o dia.

 

-Bom dia, Blair! - falou as garotas num coral.

 

-Bom dia, meninas! -respondeu ela com um sorriso no rosto.

 

-Já estamos prontas. Você vem, Blair? -perguntou Hadley abrindo a porta, ao lado de Isla.

 

-É melhor sairmos mais cedo, para podermos tomar café com mais calma, ultimamente estou ficando com fome nas aulas. - comentou Isla também sorrindo.

 

-Sim, sim. Vamos!

 

Blair, acompanhada das garotas, caminhou até o refeitório; onde escolheram uma mesa qualquer e se sentaram com o café da manhã. O assunto entre as garotas estavam fartos naquela manhã, e Blair se sentia viva novamente. Parecia que a cada passo que dava para a evolução de sua etiqueta, ela se sentia ainda mais confortável em meia a tantas princesas e damas.

 

A loira que estava alheiada no assunto descontraído de suas amigas, nem sequer notou a aproximação de sua superior em sua retaguarda.

 

-Bom dia, meninas! -disse Privet caminhando com passos lentos ao lado da mesa.

 

-Bom dia, diretora Privet! - respondeu as três amigas, num coral.

 

-Aparentemente estão bem animadas hoje...- comentou a mulher.

 

-Com toda certeza! -respondeu Hadley subitamente.

 

-Um pouco! - ponderou Isla em seguida.

 

-E você, Blair, como está se sentindo?

 

A diretora, ao dizer suas palavras, calmamente levou uma de suas mãos ao ombro delicado da garota; onde o apalpou carinhosamente, acariancando o tecido do uniforme com o polegar.

 

-Me sinto mil vezes melhor quando a senhora está por perto! - Blair sorriu, enquanto corava com o toque de sua diretora.

 

Mesmo sendo um olhar tão modesto e ingênuo, Blair não hesitava de lançar sua vista ao rosto moreno de Privet; cuja sempre lhe hipnotizava com seus cílios fartos, e olhos verdes acinzentados, além de seu sorriso de lábios róseos.

 

 -Isso é bom! -sorriu a diretora discretamente, apertando um pouco mais o ombro da garota. - Bem, aproveitem o café, mas não se atrasem. Estamos na reta final e todo tipo de erro pode ser descontado em suas notas finais. Entendido?

 

-Sim, diretora Privet.- responderam as meninas uma vez em conjunto.

 

-Com licença, meninas, - a diretora se afastou da mesa na intenção de se retirar - Hadley, Isla... Blair. - Mirou seu olhar mais uma vez à garota.

 

A diretora calmamente se afastou da mesa, desaparecendo na multidão de damas e princesas sobre refeitório.

 

-Meu Deus, Blair! - exclamava Hadley com o tom de voz mais baixo e olhos arregados. - Me fala! O que está acontecendo entre você e a senhorita Privet?

 

-Você também notou, Hadley? Eu ia comentar isso agora mesmo. - disse Isla como a mesma feição.

 

-Sobre o que vocês tão falando? -indagou Blair, comendo um pedaço de seu pão amanteigado.

 

-Ah, para, né?! Você não viu como a diretora olhou para você. Eu tenho certeza que há algo nisso.

 

-Algo como...- disse Blair esperando uma resposta, ao mesmo que arqueava uma de suas sobrancelhas.

 

-Oras, a gente viu com nossos próprios olhos o modo em que a diretora Privet falou com você. - Afirmou a morena.

 

-Além das palavras que ela lançou a você, Blair. - Acentuou Isla. - Vocês estão passando mais tempo.... Juntas?

 

-Bom, ela apenas prática um pouco mais de etiqueta comigo após as aulas.

 

As meninas ao ouvirem tal frase, rapidamente se entreolharam com um sorriso maroto nos lábios.

 

-Eu tenho certeza que ela quer algo a mais com você! Só que talvez você ainda não tenha notado.

 

-Que tolice! - riu Blair envergonhada- Isso não tem nada a ver. E mesmo se tivesse, por que ela queria ter algo a mais com uma menina como eu? Que nem sequer sou dama real ainda.

 

-Bom...- Isla dizia animada, enquanto bebia um gole de seu suco - Sei que isso pode parecer estranho, mas... - ela se aproximou da loira e lhe lançou um olhar mais sério. - Algumas meninas dizem que quando a senhorita Privet começou a trabalhar na escola, em seu primeiro ano como papel de autoridade, cujo já faz muito tempo, ela teve um caso amoroso com uma das alunas daqui.

 

-Eu já ouvi falar dessa história, mas continua. - disse Hadley.

 

-Então, ninguém sabe quem foi a aluna, se ela era princesa, dama, ou se ela chegou a se formar. A única coisa que sabemos é que isso realmente aconteceu.

 

Blair sentiu um calafrio subir dos pés à cabeça, além de um ciúme que ela realmente não entendeu o motivo. Ela cessou seu futuro comentário e se colou para pensar por um momento. Entretanto, tal silêncio rapidamente fora quebrado.

 

-Eu acho que isso são apenas especulações.  Por acaso alguém tem alguma prova concreta disso?

 

-Ninguém sabe. - Finalizou Isla.

 

-Eu acho que isso aconteceu. - afirmou Hadley.- As meninas não iriam inventar algo assim, pelo menos na minha opinião.

 

-Eu... Não sei, mas acho que não. Isso talvez seja apenas um boato.

 

-Bom, Blair, o "não" nós já temos, basta você descobrir o "sim”. - Riu a garota. - Eu e a Isla apoiamos vocês duas!

 

-Vocês não prestam!

 

Todas as garotas riram. O café, apesar de todas as risadas e interesses engraçados, não se tardaram em terminar. As alunas cujas se encontravam à beira do atraso, rapidamente retiram suas louças da mesa e saíram do refeitório para mais um dia de aula. Durante o trajeto ansioso dos corredores reais, Blair pode ouvir pelo interfone que a Diretora Privet lhe convocava urgentemente; não havia raiva no tom de voz da mulher, mas também não havia animação, isso fez com que a garota explodisse de nervosismo antes mesmo de saber o motivo.

 

Querendo ou não, as princesas e damas estavam na fase final do bimestre e qualquer erro poderia levar, facilmente, todo o esforço de Blair, de cumprir seu papel como dama real, à sarjeta.

 

- Blair, por favor, comparecer à minha sala agora! - a mulher repetiu a frase duas vezes.

 

- Mas por quê? - a garota se perguntava em súplica. - Aconteceu algo? O que eu fiz desta vez?

Hadley e Isla se entreolharam com um semblante confuso e assustado; aparentemente até elas estavam se perguntando por que daquilo.

 

- É melhor você ir Blair, acredito que possa ser sério. - Isla falou com desconfiança nos lábios.

 

- É verdade! Melhor não ignorar... - Hadley complementou com a mesma fisionomia.

 

Blair meramente nervosa caminhou às escadas com a cabeça voltada ao passado; na tentativa de recordar o que ela poderia ter feito de errado. Tal sentimento era tão intenso, que fazia que suas pernas tremessem e sua voz se tornasse falha.

 

Ao chegar na sala da diretora, a garota é educadamente ordenada a se sentar pela mais velha, enquanto ela fecha de modo delicado a porta e a tranca girando a chave. A mulher, após o ato moralmente criminoso, caminhou lentamente até a jovem sentada de frente a sua mesa, com a postura indefesa e apreensiva, colocando suas mãos sobre os ombros tencionados da mesma, cuja reagiu tremulamente ao toque, só para então dar volta sobre a mesa e se sentar de forma corrupta, cruzando as pernas num ímpeto sensual de frente à aluna.

 

- Bom... ajuda se eu já começar com um pedido de desculpas ?! - brincou Blair, sem graça, na tentativa de aliviar a situação.

 

- Talvez, quem sabe... Você entende que muitas coisas não podem ser resolvidas com palavras, mas sim com atitudes sinceras. Você sabe disso, não sabe?!

 

- Sim, eu sei... - respondeu a garota, agora com o olhar baixo.

 

- Que bom! Então, o que você sabe sobre guardar segredos, Blair?

 

- Segredos? Você diz fofocas? - menina arqueava as sobrancelhas, pensativa.

 

- Fofocas são apenas rumores senhorita Blair, estou falando de algo um pouco mais... substancial, cujo é compartilhado por duas pessoas e somente essas duas pessoas! O que me diz?

 

- Eu realmente não estou entendendo, diretora Privet. Por que isso é tão grave?

 

A diretora Privet calmamente se levantou de sua mesa e se colocou a caminhar em direção à aluna. Novamente ela se posicionou sobre sua retaguarda e apertou seus ombros, acompanhada por um assunto um tanto inquietante.

 

- Blair, então você está me dizendo que não é culpada? - perguntou com um olhar duvidoso para a jovem, que mesmo de costas sabia demonstrar sua maravilhosa beleza, com seu lindo cabelo loiro.

 

- Sim, diretora Privet. - falou temerosa e com uma leve entonação submissa.

 

 Apesar da mínima coragem, ela alimentou sua curiosidade com tais dúvidas e resolveu perguntar.

 

 - O que eu fiz, diretora? Certamente podemos resolver esse mal entendido se conversarmos! - Dissera em meio a um sorriso forçado, na tentativa de demonstrar confiança em suas palavras.

 

A diretora que notava sua transcendência perante a jovem, com o toque leve, deu início a uma branda carícia sobre os cabelos da aluna, roçando carinhosamente suas unhas sobre sua cabeça.

 

- Você realmente é muito bonita para ter feito algo tão grave, Blair. Você confia em mim, não é?

 

- É claro que sim, confio muito! Mas eu queria saber o que eu....

 

- Shii...- expressava a mulher, meramente ardilosa.

 

- Não precisa dizer nada, minha garota. Deixe que eu, como diretora, resolva todos esses assuntos pendentes.

 

A diretora passava os dedos lentamente entre aqueles cabelos loiros, apreciando a textura e suavidade em silêncio.  A jovem por sua vez estranhava o ato, nervosa, sem ter sequer conhecimento sobre o que deveria fazer.

 

-Então, qual vai ser minha punição, diretora Privet? - perguntou rompendo o silêncio, pois tinha se contentado com o fato de que não iria saber, tão cedo, o que fez ou o que havia deixado de fazer.

 

- Olhe nos meus olhos, Blair. Você consegue fazer isso?

 

A garota ainda tímida, com um pouco de anseio em seu peito, mirou seu olhar hesitante ao par de olhos esverdeados de sua superior, notando que suas pupilas estavam dilatadas e que o verde se assimilava a uma nebula do espaço. Após aquele olhar que fizera Blair se paralisar, ela pode notar a mão da Senhorita Privet tocar delicadamente seu rosto, ao mesmo tempo que sentiu seu beijo súbito. A saliva quente, o contato dos lábios macios, o gosto doce da língua da diretora; Blair sentira tudo.

 

Pega totalmente de surpresa pelo beijo sorrateiro de Privet, a garota ficara sem qualquer reação, sentindo somente a suavidade de tais lábios e a língua habilidosa explorando cada parte do interior de sua boca.

 

Ao final do beijo, um pouco antes dos lábios se separarem, Blair se entregou de corpo e alma ao prazer daquele ato impuro; mesmo que tenha sido só nos últimos milésimos de segundos, ela amou sentir o interior da boca da diretora com sua língua. Agora estavam ambas ofegantes e olhando nos olhos uma da outra.

 

Toda a timidez, hesitação e desconcerto se esvaiu, assim como seu ar durante a troca contínua de saliva; Blair com uma confiança imediata colocou seu braço sobre o pescoço da diretora e lhe deu mais um beijo. Os estalos da saliva ecoavam no cômodo, acompanhado pelo som desregulado de ambos os corpos.

 

A senhorita Privet, com um certo acúmulo de força, impulsivamente levantou Blair de sua cadeira e a jogou em sua mesma; esquecendo a importância e a delicadeza dos papeis e documentos que ali se situavam.

 

Agora que estava em uma altura semelhante à da sua superior, a de olhos azulados se deu a oportunidade de aproximar os corpos ainda mais.  Sua saia fora audaciosamente erguida, revelando suas alvas coxas, dando assim, consequentemente tal liberdade para que suas pernas se entrelaçassem na cintura de sua diretora; onde friccionava sua virilha no ventre da mulher à frente, buscando, com fervor, mais contato e prazer.

 

A diretora, apesar de possuir um nível mais avançado de maturidade, muito mais além do que a aula à sua frente, desceu delicadamente com sua boca ao pescoço da garota; sugando sua pele de modo feroz, como se cada ato matasse sua maníaca sede de prazer. Ela ousou a tocar as pernas lisas da garota e a colocar suas mãos a dentro dos limites de sua saia, passando a ponta de seus dedos no pano úmido de sua roupa intima.

 

- O quão ousada você pode ser, Blair. - Sussurrou ela próximo ao seu ouvido. Mostre-me tudo!

 

Subitamente tais palavras frisaram os pontos nervosos do corpo da aluna, fazendo com que sua postura se adentrasse num estado arrepio e calafrios.  A garota de cabelos loiros, não hesitou em gemer com o timbre baixo, ao mesmo tempo que sentia o prazer se aflorando em seu corpo.

 

Num ato rápido, a mesma, já cega por seus desejos libidinosos, retirou a presilha do cabelo de Privet, fazendo com que ele caísse, assim como uma bandeira democrática, desprovida da ventania da pátria, sobre ombro da mulher; deixando-a com uma aparência realmente mais sexy e tentadora.

 

O castanho de seus cabelos brilhava mais do que a própria coroa de Gardênia.

 

Enquanto sua intimidade era fortemente estimulada com os toques sedutores e cada vez mais ousados da diretora, Blair, olhando a beleza daquela mulher à sua frente, com os cabelos finalmente soltos, retirou, de modo afobado, seu blazer; desabotoando os poucos botões que tinha, arrancando-o do torso da Alexandra e descartando em algum lugar daquele escritório, para então apalpar aquele par de seios fartos, cujos eram dignos de uma mulher completamente formada.

 

Mesmo com a camisa, que era tingida em algum tom entre roxo e lilás, além do sutiã, a garota conseguira sentir intensamente o formato delicado dos seios, contendo- se para ir com calma e cautela, assim aproveitando cada carícia para que não cedesse aos seus instintos e rasgasse aquele tecido acetinado.

 

 Em meio a apalpadas e apertos singulares, a jovem foi desabotoando botão por botão da camisa social de sua superior, para então retirá-la; permitindo uma pausa aos estímulos em sua intimidade molhada, ainda coberta por um tecido encharcado. 

 

A nudez da diretora deixou a garota ainda mais ousada.

 

Blair no exato momento em que iria arrancar o sutiã de Privet, fora devidamente barrada.

 

- Não se esqueça que eu sou a autoridade aqui, Blair.

 

A diretora, notando o ar equivocado da garota, lhe ofereceu mais um ímpeto de domínio empurrando-a até que seu torso se encontrasse com a madeira lisa e fria da mesa. Após tal ato, ela levantou a sutil saia rodada de sua garota e puxou sua calcinha para baixo, podendo ter uma vista bem mais detalhada de sua intimidade. Antes de exercer qualquer ato, cujo lhe faria se tornar uma autêntica corrompedora de menores, ela levou a peça íntima, que da qual era um tecido frágil com costuras delicadas, até seu nariz; onde tragou o cheiro doce de seu maior pecado.

 

Depois, ela posicionou de modo elegante seus joelhos sobre o piso de madeira, e vislumbrou com desejo à intimidade da garota; cuja parecia uma rosa virgem a toques, que da qual possuía uma maciez tão intensa quanto seda, e que guardava gotas de orvalho sobre suas pétalas.

 

Impulsivamente ela encostou sua boca sobre aquela linda flor, enquanto sugava cada ínfima parte agridoce da mais nova.

 

A loira estava apoiada com seus cotovelos sobre a mesa, observando com atenção cada movimento de Alexandra. Ao provar da cena, de ver sua diretora sentir o odor de sua peça íntima, encharcada por seus fluidos, ela corou levemente. Quando sentiu a respiração sobre sua intimidade gemeu baixo, conseguindo contê-lo, logo sentiu os lábios de sua diretora seguidos de sua língua hábil, tendo sua cavidade explorada e saboreada com maestria, seu olhos não conseguiam se manter abertos por conta do prazer, seus gemidos estavam à beira da loucura, sendo preciso colocar uma de suas mão em sua boca para abafa-los, estava sentido que não aguentaria aqueles estímulos por muito mais tempo.

Tapas ardentes marcavam as coxas lisas e delicadas de Blair; fazendo com que sua pele se adentrasse numa série de ardência prazerosa. Alexandra, cuja ainda se situava insatisfeita com a situação libidinosa que fazia questão de proporcionar para sua aluna, levou suas mãos inquietas ao torso da garota, na intenção de apertar seus seios. Os poros estavam arrepiados, e a pele de sua submissa suava a cada movimento.

 

Os gemidos, apesar de sufocados pela palma da mão da aluna, ainda se sobressaiam pelo ambiente; que do qual parecia diminuir pela pressão do momento.

 

-Você tem um gosto doce, Blair. Realmente do jeito que eu pensei que teria! - disse Privet cessando seus movimentos por um segundo.

 

Blair nada respondera. Ela sabia que se tirasse a mão de sua boca, certamente seus gemidos não hesitariam de ecoar sobre o cômodo. Entretanto, a mesma juntara uma dose de autocontrole e liberou a saída de seu vocabulário errático.

 

-Eu não vou aguentar por muito tempo. - Dizia a garota enrolando seus dedos nas mechas castanhas de Alexandra. - Estou perto de algo...

 

-Deixe sair, será bom para você. Vamos, lá, Blair, deixe-me lhe transformar numa mulher completa.

 

A língua da diretora não arredava de seus movimentos em linha reta no íntimo ardente da garota.

Quando sentiu que o seu clímax estava por chegar, Blair não conseguia mais se conter, espasmos como correntes elétricas passavam por todo o seu corpo, por cada músculo, avisando que seu ápice havia chegado. Privet identificando a situação atual da loira tornou seus movimentos com a língua muito mais precisos fazendo com que sua aluna tivesse um vislumbre do céu.

Após deliciar-se com o sabor agridoce delicioso da mais nova, bebeu até a última gota, pois por mais que estivesse corrompendo aquela aluna, Alexandra ainda tinha uma imagem a zelar, e não conseguira proteger sua dita imagem se tivesse o delicioso e puro mel de Blair presente em sua mesa.

Ao terminar de beber, a acastanhada afasta seu rosto da intimidade da mais nova, lambendo os lábios, seu olhar foi subindo, pode ver o tórax de Blair subindo e descendo, ainda ofegante pôr o intenso orgasmo. Ao fitar o rosto viu alguns fios de seus cabelos loiros grudados a testa pelo suor, olhos fechados tentando controlar a respiração e recuperar um pouco a sanidade.

Quando Blair achou que tinha acabado ela é puxada pela gravata de seu uniforme com certa violência para que seus lábios encontrassem os de Privet cheios de luxuria lhe fazendo saborear o próprio gosto, que ao perceber esse detalhe geme abafado em meio a beijo.

Ao separar do beijo as duas encararam os olhos uma da outra por um breve momento, com um fino fio de saliva conectando as bocas para então ser rompido por Alexandra indo atrás de sua camisa e blazer, Blair por sua vez desceu da mesa de madeira abaixando sua saia para então procurar sua calcinha enquanto tentava desamarrotar seu uniforme, quem encontrou a peça intima foi a diretora no momento em que abotoava sua camisa, ao ver isso a jovem ficou vermelha.

-Poderia devolver minha calcinha por favor? – Pediu educada, porém notavelmente envergonhada.

-Claro! – Disse dando uma última cheirada na peça absorvendo aquele odor deliciosamente excitante só para então entregar na mão estendida de sua aluna.

Ao colocar sua calcinha ainda úmida sentindo um pouco de desconforto ficou observando aquela bela mulher terminando de pôr seu blazer, fazendo cada ação com uma certa classe, deslizando suas mãos sobre a vestimenta para desamarrotar o máximo possível. Aquela beleza de uma forma feminina madura com curvas acentuadas somado aos olhos verdes sedutores de Alexandra Privet deixavam Blair hipnotizada.

Logo terminando de se ajeitar a diretora foi até a gaveta de sua mesa pegando um espelho e alguns utensílios de maquiagem para ajeitar o que ficou borrado durante o ato.

-Blair, chegue mais perto. – Chamou a mais nova. – Eu não posso deixar você sair do meu escritório assim, lembre-se: Uma princesa deve estar com uma aparência impecável o tempo inteiro! – Falou ajeitando a maquiagem de sua aluna.

Assim que terminou, Alexandra acompanhou Blair até a porta, destrancando a mesma e abrindo para ela se retirar fechando em seguida.  Privet voltou a sua mesa com sua mente ainda pensando na loira, o cheiro da peça intima ainda permeava suas narinas e o gosto do néctar agridoce ainda era bastante presente em seu paladar, iria ser difícil se concentrar nos documentos pelas próximas horas. Blair por sua vez andou pelos corredores ligeiramente atordoada pelo que havia acontecido, ainda assimilando o que acabará de fazer. em modo automático fora para seu quarto compartilhado e se atirou na cama pensando no que sentirá enquanto estava sob o poder daquela mulher.

Seu momento de silencio é interrompido com a chegada de Isla e Hadley, suas colegas de quarto, que ao verem a amiga deitada na cama correm se sentando uma de cada lado entusiasmadas para saber o que ouve na sala da diretora.

-O que ouve lá na sala da senhorita Privet? – Perguntou a garota de aspecto asiático assim que se pôs ao lado direito da loira.

-Vai, Blair, conta, e não nos poupe dos detalhes, queremos saber de tudo! – Hadley falou eufórica, tentando ao máximo segurar a curiosidade.

-Bom, eu e a diretora conversamos! – Disse olhando em direção as próprias mãos sobre seu colo com as bochechas levemente ruborizadas.

-Ah vai, você ficou todo esse tempo, na sala de Alexandra Privet, uma das mulheres mais gostosas da escola inteira e ficaram só conversando? – Usando o tom mais irônico possível Hadley fez questão de enfatizar os atributos físicos da mulher, fazendo a loira ruborizar ainda mais.

 

-A mesma diretora que vimos comendo você com os olhos no café da manhã? Achou mesmo que iriamos cair nessa conversa, Blair? – Agora a garota de cabelos morenos indagou.

-Ok, vocês venceram! – Ambas comeram dando um high five.

Blair contou de forma não tão detalhada, pois ainda estava assimilando o que havia acontecido, tudo parecia tão irreal, ela tinha feito sexo com a diretora Privet na sala dela, parecia um sonho. Ainda sim, aqueles olhos esverdeados de pupilas dilatadas fixados aos seus transmitindo apenas a mais pura luxuria não saiam da sua cabeça, a macies dos lábios da mais velha permaneciam marcados nos seus, não tinha como esquecer, apenas desejar que em algum momento no futuro isso volte a acontecer.

 

CONTINUA...


Notas Finais


Bem vindos ao outro lado!

Bom, o que acharam? Incrível né?!

Comentem o que acharam, adoramos ler os comentários!

Abraços, bjs e até mais <3


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