História Entre quatro paredes - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Jisung, Mark
Tags Jimark, Marksung
Visualizações 374
Palavras 840
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Lemon, LGBT, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


da série “por que não?”, vem aí, por que não postar um hot marksung bem de leves?

na fanfic o jisung tem 20 anos e o mark 23, pau no cu de quem achar ruim

Capítulo 1 - Santo do pau oco, pode entrar, Park Jisung.


Mark e Jisung sempre eram e foram considerados como o casal mais fofo dentre sua roda de amigos, mas não é como se quisessem tal título, apenas era inevitável agir com carinho exarcebado quando estavam em público, já que não podiam fazer certas outras coisas inapropriadas, como desejava o mais novo.

Infelizmente, pensava ele, não poderiam fazer coisas como, talvez, transar no banheiro da faculdade, ou até mesmo em uma das salas.

Não poderiam foder um ao outro como gostariam, de deixar marcas, suas marcas, por todo o corpo alheio, justamente pela preocupação de terceiros pelo o que faziam quando estavam entre quatro paredes.

E, aliás, Jisung, como o garoto pervertido de plenos vinte anos que era, adorava quando estavam entre quatro paredes, adorava quando tinha os gemidos de seu hyung servindo como fundo musical enquanto o fodia com força o suficiente para as peles ficarem vermelhas apenas pelo choque de uma contra a outra.

Forte o suficiente para ser castigado depois, para levar bons tapas na bunda enquanto o mais velho o colocava de quatro, com a voz autoritária e lhe impedindo de sequer pensar em não lhe obedecer.

Era notável o quanto que Mark ficava satisfeito quando Jisung era mais bruto, puxando-lhe os cabelos enquanto se inclinava sobre si, lhe mordendo a pele branquinha do pescoço sem dó alguma, fazendo-lhe pender a cabeça para trás em puro deleite, ou então, quando lhe segurava a cintura com força e forçava o quadril de encontro o seu, fazendo com que o Lee tremesse apenas por lembrar das vezes.

Os olhos de Jisung faltavam brilhar ao lembrar das vezes em que as carícias inocentes acabaram por resultar em uma das incontáveis fodas selvagens dentro do quarto. Sempre era no quarto do mais novo, parecia até mesmo uma maldição.

Havia tido uma vez em que Mark “inocentemente” – pelo menos em sua cabeça – foi convidado para assistir O Rei Leão, até mesmo chocolate e pipoca de chocolate havia levado.

Mal havia acabado de dar play no filme e o Park começou com suas brincadeiras. Primeiro, deixou um pequeno quadradinho da barra de chocolate a derreter em sua língua, apenas para em seguida passar entre os lábios e beijar Minhyung, puxando os lábios finos entre os dentes, passando a língua entre os lábios alheios, espalhando chocolate por toda sua boca. Não passaram-se quinze minutos e tornou a fazer a mesma coisa, só que dessa vez, ao invés de passar a língua com chocolate derretido entre os lábios, a passou no pescoço alvo do outro, raspando os dentes ali de forma suave. Chupando, beijando, brincando com a língua ali naquele local que sabia ser sensível no Lee.

E Mark, como todo e qualquer ser humano que tivesse um Park Jisung lhe provocando, não aguentou muito, logo subindo em cima do outro e começando a lhe atacar a extensão entre lábios e pescoço sem cansar, mordendo-o levemente, porque diferente do que era com o Park, as coisas eram lentas. Quando o beijava, adiava demais, enquanto tirava sua roupa, beijava pedaço por pedaço de pele exposta a cada quinze milímetros, e assim seguia.

Depois de Mark ter começado a lhe apertar a cintura de forma possessiva, as lembranças daquele dia passaram a ser quase como um sonho doce, literalmente, pois a cada beijo espalhado por sua pele, passava a gemer mais alto, principalmente com o contraste que os pequenos pedacinhos de chocolate gelado faziam contra sua pele quente, que parecia um vulcão prestes a entrar em erupção a cada toque mais leve do menor.

E ali foderam. Na verdade, foi uma das únicas fodas dos dois em que apenas Mark fora o ativo, pois depois de Jisung começar a ter uma crise de riso por estar, basicamente, gritando o nome do mais velho após um orgasmo – um orgasmo do caralho, vale ressaltar –, enquanto Simba, personagem do filme, chamava pelo pai, Mufasa, que havia sido morto. Talvez fosse muita maldade do Park, mas que havia sido engraçado, havia.

Até mesmo tinha pensado em chamar Minhyung para um segundo round enquanto tomavam banho, mas seu corpo clamava por descanso, talvez fosse pelo orgasmo intenso demais, mas pelo menos foi dormir feliz. Tentaram assistir novamente o filme, mas quando, em certa cena, aparecera a mãe de Simba dando banho na irmã do mesmo, Kiara, e Jisung começou a jogar piadinhas no mais velho, dizendo que deveriam fazer aquilo, o Lee trancou a televisão, alegando que se continuassem assistindo, Jisung o deixaria louco, e foi respondido com um leve e descarado: “Só se for de foder.”

Definitivamente, era bom mesmo que fossem nomeados como casal mais fofo entre seus amigos, pois se dependesse de Jisung, eles teriam começado com as piadinhas sobre os dois fazerem vídeos para algum site pornô há tempos.

Dava graças a tudo o que lhe era mais sagrado por Jisung ser o típico santo do pau oco, pois caso contrário, ele já teria os explanado desde muito cedo, e novamente agradeceu pelo mais novo fazer o tipo reservado.

Ninguém precisava saber do que acontecia entre quatro paredes, afinal.


Notas Finais


postei e saí correndo no modo jeno em go


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