História Entre Rosas - Capítulo 8


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Atração, Eróticos, Erotismo, Garotas, Girlxgirl, Hot, Incesto, Lesbian, Lesbicas, Lgbt, Paixão, Perigo, Primas, Proibido, Romance, Sensual, Sexo
Visualizações 87
Palavras 501
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


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Capítulo 8 - Entre rosas (cap8)


Bruna levou as mãos na bunda de Aninha e forçou, trazendo-a para perto do seu corpo, um pouco mais de força e a tirou do chão, aninha entendeu o recado e em um impulso, estava no colo de Bruna, suas pernas em volta ao quadril de sua prima, nenhuma ousava dizer se quer uma palavra apenas se entregava ao desejo. Até aninha ousar:

- Voce não vai pro céu Bruna?

-Troco o céu pra saciar meu desejo, sua vadia!

-Vou ser o ceu essa noite Bruna...

- Um céu divino e perfeito é feito de mulheres infernais como nós, vou te provar essa noite...

As duas sorriam, e se beijavam.. Bruna caminhava para o quarto com aninha no colo...

Aninha arrancou a blusa que estava, e deixou os seios a mostra, ja que estava sem sutiã...

-São perfeitos - disse Bruna, preparando para saborea-los...

-O que esta esperando para suga-los?

TRIMMM! TRIIIMMM! a Campanhia tocou por duas vezes interrompendo o instante das duas...

-Maldição- disse Bruna soltando aninha e caminhando ate a janela da sala pra ver se via...

-Quem pode ser a essa hora...

-Quem você acha que pode ser... a unica pessoa que realmente me tira do serio...

- Quem?

Meu pai sua idiota, disse aninha zangada e brava pra Bruna... - vista-se... Ela caminhou ate a porta... - O que foi velho imbecil, como tem coragem de vir até aqui?

-Eu preciso da ajuda de sua mãe, meu carro estragou aqui perto e...

- E daí? vai a pé... ou ligue pra sua "amiguinha" que te peguei trepando aquele dia... - dito isso o que pode se ouvir em seguida acordaria a metade da vizinhança menos a sua mãe, que havia sido dopada de remédios por ela minutos antes...

-Bruna ele é seu pai?

-Ah é, não diga, ele é seu tio também! talvez devesse ir la fora e carrega-lo nas costas ate a sua casa.

-Eu só queria...

a campanhia tocou mais três vezes mas foi em vão...

- Olha escute Ana...- disse Bruna, com um olhar mais serio desta vez- se você quer mesmo me ver bem hoje, não fale de meu pai, apague a luz que ele vai embora, vou pro quarto se resolver vir estarei te esperando, tudo que eu preciso essa noite é da sua buceta na minha boca e não das suas palavras, mas se achar que não pode fica ai, ou vai atras do seu tio...

Aninha, apagou a luz, respirou, olhou pela fresta da cortina, aquela imagem do seu tio indo embora, respirou mais fundo pela segunda vez, e perseguiu o caminho ate o quarto da sua prima...

-Se quiser que fique aqui com você Bruna, você não deve me tratar assim?

-Me poupe dos seus sermões ja disse Ana, arrume suas coisas, não to com clima pra mais nada.

- Tudo bem, se é assim que você joga, vamos jogar. Aninha caminhou ate sua cama, e retirou a mala que estava sobre ela, mostrando sua inquietação, jogando-a no chão.

 


Notas Finais


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