História Entre sombras (Kim Taehyung) - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Kim Taehyung
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Palavras 804
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Mistério, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 1 - Neblina amiga


Fanfic / Fanfiction Entre sombras (Kim Taehyung) - Capítulo 1 - Neblina amiga

O dia está tão triste que até me dá um certo conforto interior, eu penso que não estou sozinha quando vejo o céu tão escuro ao seu amanhecer. Movo-me para longe da janela e saio calmamente de meu quarto o fechando logo em seguida. Desço as escadas sem fazer barulho e vou em direção a porta principal de minha casa, estava prestes a abri-la quando:

-Mikasa?- Chama minha tia. Paro com a mão na maçaneta, baixo um pouco a minha cabeça sem olhar para trás.- Não irá tomar seu café da manhã?-Ela pergunta. 

-Estou atrasada, tenho que ir- Digo e rapidamente abro a porta logo saindo pela mesma sem esperar qualquer resposta de minha tia.

-Espe- E é só isso que escuto antes de apressar meus paços e correr em direção a rua a frente de casa. 

Ao andar no caminho em direção a linha do trem, paro no sinal e espero que o trem passe completamente. Olho para o céu acinzentado acima de mim, não dá pra ver o sol. Me sinto bem assim, sem seus muitos raios em meu rosto. Volto meu olhar para os trilhos do trem e ao longe vejo uma silhueta negra, paralizo por completo engolindo em seco, desvio meu olhar para um outro lugar. Droga, esqueci de por meu tapa-olho. Quando me preparo para o procurar em minha mochila, vejo o sinal da positivo para os pedestres, arrumo minha mochila sobre meus ombros, ponho um pouco mais de mechas de cabelo sobre meu olho esquerdo e começo a andar em direção aos trilhos. 

-Dói, Dói tanto- Escuto a silhueta negra enquanto me aproximo aos poucos- Alguém me ajude, por favor!- Choraminga- AJUDEM-ME!!- Grita. Abaixo minha cabeça e começo a correr  para longe o mais rápido possível. 

Assim que chego na escola vou direto para minha primeira aula, busquei o máximo de forças para ignorar os olhares e cochichos de meus colegas de sala junto com a voz irritante da professora de química. Olhei para a janela e me perdi por entre a neblina do dia que embasava o vidro com pequenas goticulas de água. 

                       [...]

-Está frio- Falo assim que chego ao terraço. Abraço forte o meu corpo a procura de calor e me movo em direção ao banco próximo a grande grade, furo minha caixinha de suco de cereja e começo a toma-la em poucos goles. -Tão Doce- Digo com os lábios próximo ao canudinho colorido.

-Doce?-Escuto uma voz conhecida por mim. Suspiro e olho para o lado, encontro seu olhar curioso sobre minha bebida. -É bom?- Ela pergunta enquanto balança seus pequenos pés que não encostam o chão por ser pequena.

-Uhum- Murmuro e volto meu olhar para a paisagem solitária a minha frente. A escuto pular do banco e logo vejo seus grandes olhos amarelos brilhantes me encarando novamente, ela aproxima a sua boca até o canudo e assim que o toma em seus lábios, começa a beber todo o líquido.

-Hummm- Faz uma cara contente- Isso é tão bom Miki, na próxima vez que vir aqui traga uma para mim - Diz e toma a caixinha de minhas mãos.

-Você sempre pede tudo que me ver tomar ou comer, e quando eu trago, nunca aparece para buscar.- Falo enquanto encaro o céu. 

-Não tenho culpa por você sempre chegar na hora errada- Ela diz- Eu simplesmente posso não querer mais a bebida que me trouxe, não sou obrigada a esperar por sua demora...-Continua. A olho e vejo seus olhos se tornarem vazios e sua expressão ficar fria.

-Me desculpe.- Falo de forma séria. Ela olha para mim e sorri.

-Tudo bem, não demore a trazer meu suco!- Fala e logo depois desaparece.

-Pelo menos jogue a caixinha no lixo.- Digo levantando. Pego a caixinha  antes cheia, agora vazia, e a jogo na lata de lixo próxima ao caminho de ida para a sala de aula.

Respiro fundo e me direciono a última cadeira ao lado da janela, vejo pelo reflexo do vidro algumas garotas da carteira ao lado apontarem e cochicharem coisas sobre mim, baixo a cabeça e toco em meu tapa-olho. 

-Dizem que ela conversa com espíritos.- Escuto uma falar. Suas expressões incrédulas e assustadas são de puro exagero.

-E por que ela usa isso no rosto o tempo inteiro? Será que vendou o olho para o...-A outra diz e logo são ouvidos risos.

-Vai saber, só sei que ela é super estranha- Fala uma outra.- Sempre que passo perto dela, sinto um frio subir minha espinha, parece até a morte a procura por almas.- Continua. Elas param de conversar assim que escutam o sino da próxima aula tocar, ajusto minha cabeça sobre uma mão e olho para além da janela.

-Vamos as aulas de revisão...- Começa o professor de matemática. Não dou muita importância para o que aconteceu assim que ele começou suas aulas. Estou presa em outro mundo, em minha silênciosa e calorosa mente solitária.


Notas Finais


Continua...


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