História Entre Vinganças - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Comedia, Demonios, Drama, Magias, Morte, Romance, Yaoi, Yuri
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Palavras 1.141
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Shonen-Ai, Sobrenatural, Suspense, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


ae! um capitulo maior aqui pra compensar o pequeno de antes, prepara as lagrimas

Capítulo 4 - O melhor... Talvez pior dia


(Pov Sayori)

Eu estava indo ver a Hanna em uma de suas apresentações, essa é a primeira vez que eu ia a ver dançar, quer dizer, eu já à vi dançar mas nós éramos crianças, ela sempre amou isso, então acho que ela deve estar tão feliz por estar realizando seu sonho, e obviamente eu fico feliz por ela, mas ela não é a única a realizar um sonho de infância, eu consegui entrar em um clube de arco e flecha, agora sou uma das melhores alunas de lá, estou orgulhosa de mim mesma.

No meio do caminho passo por uma feira e sem querer esbarro em alguém, mas não ligo e continuo andando até o meu destino. Depois de um tempo chego em um tipo de bar, entro e sento em uma das primeiras cadeiras, que bom que não me atrasei, Hanna não gostaria disso e eu não gostaria de decepciona- lá, nem demorou muito para que o apresentador subisse no palco.

apresentador- senhores e senhoras, apresentaremos hoje em nosso bar uma de nossas mais belas dançarinas, então espero que gostem de sua apresentação de dança, Hanna! pode entrar!

Vejo Hanna entrando no palco, parecia meio nervosa mas confiante de que se sairia bem, ela sabe tanto quanto eu o quanto ela é boa. Começa uma musica, ela começa a dançar no ritmo lento assim como o da musica, mas ia cada vez mais rápido, ela balançava para lá e pra cá com movimentos sutis e leves, era linda, eu tinha tantas razões por estar apaixonada por ela e esse era um deles. Enfim a apresentação acabou e todos obviamente ficaram encantados e aplaudirão de pé, ela agradece a todos e vem correndo até mim

Hanna- você veio!

Sayori- eu não perderia isso por nada!- e então ela me abraça.

Hanna- e ai? como eu fui?

Sayori- você acha que eu realmente tenho que responder essa pergunta? 

Hanna- ah por favor, quero ouvir isso vindo de você!

Sayori- ... você foi incrível, pareceu um anjo prestes a voar!- Hanna logo abre um sorriso lindo por ouvir isso, minha opinião é tão importante assim para ela?

Hanna- obrigada! isso me anima tanto! vou me esforçar mais para melhorar!

Sayori- e vai ser a melhor dançarina, a mais linda e perfeita dessa vila!

Nós rimos e fomos andando até em casa, sim, eu moro com ela, já que não tenho ninguém, ela mora sozinha pois queria ser independente, os pais dela não concordaram no começa mas agora esta tudo bem.

Hanna- Sayori? vamos para alguma lojinha comprar besteira?

Sayori- beleza, eu pago- eu ponho a mão em meu bolço e... cadê minha carteira?

Hanna- algum problema Say? 

Sayori- ~filho da...~ algum bandido me roubou! deve ser quando eu passei pela feira e aquele cara me esbarrou... deve ter sido ele mesmo! vou enfiar uma maldita flecha no seu ...

Hanna- uou, calma! eu pago, de boa. 

Sayori- ok... mas vamos logo, vai chover muito pelo oque parece.

Nos fomos na lojinha e tivemos que ficar lá por um longo tempo até a chuva pelo menos diminuir. Eu tinha ficado nervosa daquele jeito antes pois dentro da minha carteira tinha um anel... e eu ia me confessar para a Hanna e lhe entregar... mas agora... ah droga! Quer sabe? que se dane! 

Hanna e Sayori- eu..! ah você primeiro!...- começamos a rir.

Hanna- vai, pode falar...

Sayori- Hanna... eu... eu queria lhe dizer a bastante tempo, eu... eu te amo! sempre te amei e lhe admirei de longe, tive medo de te contar por que...- Hanna me interrompe com um beijo...

Obviamente, na hora eu  retribui, o beijo era quente e tão doce, não queria nunca sair de lá, parecia que estava em sonho e se estava, não queria acordar, então pela maldita falta de ar tivemos que nos separar.

Sayori- o-o que...

Hanna- eu também te amo sua boba, só estava esperando a hora certa para falar...

E então esse foi o dia mais feliz da minha vida, a pessoa que eu amo me ama também, o que mais eu posso desejar? 

Mas eu mal sabia que esse dia mais feliz se tornaria o pior...

A chuva já tinha parado, nós estávamos perto de casa até que avisto alguns caras que estavam vindo em nossa direção, eu continuei andando com a Say só que mais rápido e apertando sua mão, ela me olhava confusa mas não falou nada, então surgiu um dos humanos que eu tinha visto em nossa frente

Estranho- como esta as mocinhas?

Hanna- com lisença, nos estamos com pressa então...

Ele a empurra para longe... Mas como? Ele é um humano, não deveria ter esse tipo de força, deve ser algum humano aprendiz de feiticeiro. Ele então vem pra cima de mim querendo me dar um soco também, mas eu defendi segurando o seu pulso e o jogando para longe, obviamente não sou tão forte quanto ele mas eu tentei.

(Pov Hanna)

O cara maluco tinha me jogado para muito longe e colidi com uma arvore de lá batendo com a cabeça, acho que esta sangrando, pois sinto algum liquido descendo pela minha nuca, me levanto com um pouco de dificuldade, vou correndo até Sayori, parece que ela tinha derrubado o cara mas tinha alguém atrás dela... E parecia ter alguma arma ... Eu nem penso duas vezes e quando ele atira eu pulo em sua frente e levo o tiro por ela, caio no chão... E esta doendo... Doendo muito, estava tudo em câmera lenta para mim, Sayori olha pra traz por conta do barulho do tiro e ficou olhando para mim... Ela parecia que ia chorar... Eu não sei muito bem pois minha visão estava ficando cada vez mais embaçada, olho em direção que estava o cara da arma e ele tinha fugido, e em pouco tempo Sayori estava agachada no chão e com migo em seu colo.

(Pov Sayori)

Eu tinha conseguido assustar aquele cara e acho que ele foi em bora, mas então escuto passos desesperados atrás de mim e em seguida um tiro, viro pra trás e... Não... Não!! NÃO! Corro até Hanna e a seguro em meus braços chorando.

Sayori- Não... Say... Por favor, não me deixa, não!- falo em meio as lagrimas

Hanna- ei... - ela coloca uma das suas mãos em meu rosto- não... quero que sou rosto triste seja minha ultima... Memoria...

Sayori- desculpa Hanna... É minha culpa... - continuo chorando ainda mais e tremendo

Hanna- não... Não é, eu ... Eu entrei na frente ... Por que eu quis- ela fala em dificuldades e cuspindo sangue.

Sayori- por favor Hanna... Você é a única pessoa que amo na minha vida... Não me abandona, não me deixa... - choro

Hanna- me... Desculpa- sua mão que estava em meu rosto desse lentamente até o chão... Ela ... Ela esta ... Morta. 


Notas Finais


por favor não me matem


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