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História Entregue a um mafioso- Tom Holland - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Na histórinha pra compensar o sumisso

Capítulo 1 - Parte 1


POV SN
Cheguei em casa de manha depois de uma noite literalmente fodida de trabalho
- trouxe seu café da manhã...- digo jogando os pães a mortadela e o queijo na mesa para o intruso da casa vulgo meu pai, o bêbado que estragou todas as minhas oportunidades de trabalho ou estudo pra ser alguém e que enche a cara todos dias e faz apostas com mafiosos sem aomenos poder pagar, ele invadiu minha casa a uns dois meses quando finalmente me mudei, fui para o meu quarto tomando meu último comprimido anticoncepcional e tomando um banho mais que merecido
- sério? Pão, não sabe fazer nada que preste?- diz o velho se levantando cambaleando do sofá enquanto eu desco as escadas da imundície que estava essa casa
- se não quer comer não coma...- digo
- vai fazer umas panquecas vai...- diz
- não, não vou porque estou cansada...- digo
- cansada de que? Você só deu pra caras a noite ficou deitada o expediente todo...- diz
- cansada de você... eu não vou fazer mais nada por você, e dane-se você...não quer comer esaa merda então não coma...- digo
-
POV TOM HOLLAND
- o Edgar não pagou a divida dos jogos...- diz Tobey um dos meus agentes
- se me lembro bem, da última vez que ele implorou a garantia de que ele pagaria a divida seria a própria filha...- digo ajeitando as mangas da blusa em frente ao espelho
- a prostituta do qual ele vive falando mal....?- diz
- sim... e do jeito que ele é um traste não duvido que ela esteja sendo obrigada a isso...- digo-...vamos buscar hoje...- digo ajeitando a gravata
- ele fez a oferta bêbado ,Tom...- diz
- dane-se o estado em que ele estava...- digo vestindo o casaco do terno o abotoando um pouco-...vamos agora...
-
Nos fomos e chegamos meio tarde do dia e era um bairro bem simples
- é aqui...- diz Haz parando o carro
- Tobey, Mateo vocês vem comigo...-digo descendo do carro e me aproximando da porta e eles estavam claramente discutindo
- vá a merda... que se dane você e seus jogos...eu não trabalho pra pagar suas dívidas e sim as contas dessa casa, meu dinheiro não vai para o seus jogos muito menos pra você...- ela grita
- pirralha insolente, vou te ensinar a me respeitar...- ele grita de volta e nós entramos na casa o vendo segurar o braço dela
- toca nela e estaremos prontos pra revidar... então aconselho que a solte...- digo e ele a empurra um pouco a soltando
- quem você pensa que é pra me dar ordens sobre minha filha...- diz ele
- o homem que veio cobrar sua dívida que já alcançou quase 40 mil apenas em jogos ou em bebidas...- digo
- eu não tenho dinheiro pra pagar...- diz
- então não pague com dinheiro...- digo me aproximando da garota acariciando levemente seu rosto que era bem macio e o velho ri
- querem levar meu ganha pão?- diz-... desculpem mas não, vocês não vão leva-la ela é minha fonte de dinheiro...
- não é mais... não a partir do momento em que disse que pagaria a divida com ela...- digo
- o que vocês querem fazer comigo?- ela diz
- vocês não, vim tira-la do buraco em que esse velho te meteu e te dar a vida que você sempre quis mas que não pode ter...- digo me aproximando dela segurando seu rosto-... desde que...seja apenas minha noiva, por sua vontade, satisfazendo apenas a mim, a escolha é sua... continuar como prostituta por esse velho que nunca deu nada por você ou...
- eu vou com você...- diz e eu sorrio
- Haz... ajude ela a pegar as coisas de valor dela...- digo pra ele que estava na porta-... vai... vamos leva-la quando terminar aqui, pegue apenas coisas de valor sentimental, te darei roupas quando chegarmos...- digo e ela sobe juntamente com Haz-... agora você não tem mais a unica pessoa que bancava você... crie vergonha na cara e tome um rumo na sua vida,pare de fazer dividas conosco...- digo-... ah... se eu encontrar qualquer vestigio de que você a machucou teremos que machucar você também... espero que eu tenha sido claro, Edgar...
- Tom...- diz Haz
- leve-a para o carro...- digo e ele o faz-... sua divida foi perdoada, não as faça nunca mais...- digo saindo indo para o carro e seguimos caminho
Estava no banco de trás com ela e Mateo e o silêncio estava sendo constrangedor até pra mim
- ainda não sei o seu nome...- digo
- SN, senhor...- diz
- belo nome... me chame de Tom...- digo
- suponho que seu nome seja Thomas...- diz sorrindo fraco
- sim... mas me chame de Tom... como todos aqui...apenad Tom, não sou tão velho pra ser chamado de senhor...- digo
- claro...- diz
Conversamos muito pouco durante essa viagem mas logo chegamos
-
POV SN
Era simplesmente uma mansão, ele me ajudou a descer e me acompanhou
- quais são seus métodos contraceptivos?- diz
- anticoncepcional e preservativo pra evitar alguma doença....- digo-... também faço exames com frequência... posso ser uma prostituta mas seu cuidar de mim mesma...
- você não vai mais se nomear assim certo...?- diz
- certo...- digo e entramos em um quarto que era simplesmente enorme
- pode sentar-se na cama, a governanta logo virá para servi-la em qualquer coisa...- me aproximo de cama que estava forrada com um belo edredom vermelho e era uma cama grande e me sentei nela
O vejo se aproximar de mim me dando um beijo e logo distribuindo beijos pelo meu pescoço me deitando devagar enquanto ele ficava meio que ajoelhado porem bem próximo ao meu rosto, logo o sinto acariciar meu corpo adentrando sua mão na minha calça acariciando minha intimidade em movimentos circulares, confesso que o toque dele parecia único o que me fez gozar depois de um tempinho, ele tira a mão da minha calça segurando minha cintura me olhando um pouco
- Senhor Thomas nos...- diz alguém entrando no quarto-... sinto muito por interromper...
- tudo bem Percy...apenas não o faça novamente...- diz-... preciso ir agora...- diz me beijando rapidamente se levantando pegando o casaco e o vestindo logo saindo, olhei algumas esculturas no quarto
-senhorita SN...- diz alguém e eu olho-...prazer meu nome é Malla, e essas são Agnes, Marieta e Angelick , viemos cuidar de você...
- prazer...- digo as vendo arrumarem algumas coisas
- Agnes...- diz Malla e Agnes vem até mim me levando para o banheiro
- o que vocês...- digo mas elas meio que me ajudam a tirar as roupas e desamarrar os cabelos
-
Elas praticamente me deram banho,e ajeitaram meu cabelo tirando as pontas,passaram alguns hidratantes, parecia que eu estava em algum spa,teve pausa pra lachinho obviamente e acho que isso demorou um bom tempo afinal ja estava escuro, elas me vestiram um vestibular preto e me guiaram até o início das escadas onde Tom me esperava, ele pegou minha mão me levando até a sala de jantar que era bem grande mas obviamente poucas coisas na mesa era apenas eu e ele
- sua postura é bem certinha...- diz enquanto comemos
- quando minha mãe era viva e eu morava com ela, eu encerrei meus estudos em um colégio feminino, estudam boas maneiras, dança, e o basico é a postura...- digo e ele assente
- imagino que goste de ler...- diz
- bastante...- digo
- temos uma biblioteca aqui... amanhã você pode ir lá... agora essa casa também é sua então pode frequentar onde quiser...- diz e eu assinto terminando o jantar e ele também, conversamos por um tempinho
- Tom...- diz Haz
- diga...- diz Tom
- Hanson...- diz Haz e Tom assente
- te encontro no quarto...- diz Tom me dando um celinho e saindo e eu fui para o quarto que estava escuro e apenas a lareira estava acesa deixando o ambiente mais quente
Olhei o fogo por um tempo e fui para o banheiro, tirei o vestido e escovei meus dentes e vesti uma camisola de cetim azul que deixaram lá e sai do banheiro o vendo o mesmo estava vestido apenas com a calça de um pijama ele estava sentado na cama encostado na cabeceira e o corpo dele é bem chamativo, ele me olha eu me aproximo da beirada da cama
- cetim caí bem em você...- diz me olhando
- obrigado...- digo
- vem...- diz e eu subo na cama me juntando a ele ficando ao lado dele
Ele me olha um pouco e me beija acariciando minha nuca e distribuindo beijos pelo meu pescoço
- você sabe o que eu quero de você agora não sabe?- diz no meu ouvido
- aham...- sussurro e ele me beija novamente, levei minha mão até a barra de dentro de sua calça puxando seu membro para fora o masturbando por debaixo do edredom
Me abaixo um pouco entrando debaixo do cobertor e continuo os movimentos usando minha boca juntamente com as mãos
- ow... vai devagar princesa...-diz e eu o faço-... isso...- diz e eu continuo nesse ritmo até o mesmo chegar ao seu ápice.
Me levantei e ele se colocou em cima de mim levantando um pouco a barra da camisola, afastando minha calcinha e logo sinto o mesmo me penetrar
- você ainda é bem apertada...- diz iniciando os movimentos
- eu não era prostituta a muito tempo...- digo e era verdade, não fazia tanto tempo
- isso explica... Você deve ser bem sensível ainda...- diz levantando a camisola apertando um pouco meus seios e estimulando meus mamilos
- é... eu ainda sou...- digo entre um gemido manhoso e outro, ele acaricia levemente meu rosto
- tão linda...- diz indo um pouco mais rapido e eu acabo por fechar os olhos e apenas sentir e todo aquele prazer vinha em forma de gemidos manhosos e até mesmo alguns palavrões sussurrados
- Tom... eu vou...- digo
- eu sei...- diz me interrompendo-... aguenta mais um pouco...- diz continuando, eu realmente segurei o máximo que pude até eu finalmente gozar, ele continuou por pouco tempo até ele gozar dando uma última estocada mais forte o que me fez soltar um gemido pouco mais alto, eu senti ele se liberar dentro de mim e aquilo foi o ápice de prazer que eu já senti meu corpo estava trêmula e a cada tentativa de relaxar meus músculos eu apenas me encolhia um pouco devido aos choques de prazer que eu sentia, ele abaixou a camisola e tirou seu membro de dentro de mim ajeitando minha calcinha se deitando ao meu lado
-
Acordei de manhã com o barulho do chuveiro desligando e vi Tom saindo do banheiro com uma tolha na cintura e uma no pescoço
- bom dia,princesa...- diz
- bom dia, Tom...- digo
- dormiu bem?- diz
- um pouco, eu ainda não regulei meu sono...- digo
- vai se acostumar rápido...- diz e eu assinto
- vou tomar um banho...- digo me levantando e indo pro banheiro tomar meu banho e logo saio o vendo vestir o terno-... vai sair?- tomo coragem pra perguntar
- sim... tem um doidinho solto por aí merecendo uma surra...- diz
- posso...?- digo me referindo a gravata e ele a solta se virando pra mim-... tá apertada?- digo apertando a gravata
- não... tá bom assim...- diz me olhando, eu estava apenas com a toalha enrrolada no corpo-... quero algo antes de sair...- diz
- tipo...- digo e ele solta a toalha
- você é bem mais linda sem nada...- diz me puxando para a cama-... deita...- diz e eu me deito
Ele se ajoelha na frente da cama abrindo minhas pernas e logo sinto sua língua entrando em contato com a minha intimidade iniciando seu trabalho e com a precisão do mesmo não demorou muito até eu chegar ao meu ápice, ele se levanta limpando um pouco a boca e me dando um celinho demorando
- eu volto logo...- diz, sorrindo e saindo
Me vesti e fui tomar café e o anticoncepcional que Tom mandou comprarem , logo após fui para a biblioteca da casa e peguei o livro "o outro lado da meia noite" e comecei a ler
Acho que passei o dia todo na biblioteca lendo livros atrás de livros, sinto alguém me abraçar me segurando firme
- oi vadiazinha...- diz e eu consigo pisar forte no pé dele o fazendo me soltar e eu o acerto com um soco coisa que ele revida me fazendo cair, ele sendo homem é mais forte e provavelmente me machucou-...vem aqui sua vagabunda...- diz e eu o chuto me levantando e correndo
Desci as escadas correndo e vi Tom entrando pela porta da frente ao outro lado da sala e consegui o abraçar
- SN o que aconteceu?- diz levantando meu rosto vendo a marca do soco e meu nariz sangrando, ele olhou para a escada e eu pude ver raiva na sua expressão,ele pega uma arma e dispara três vezes em direção a escada e ouço o homem gritar-...levem ele... quero cuidar disso eu mesmo...- diz e me leva pro quarto me colocando na cama-... me desculpa...
- não foi culpa sua...- digo
- eu devia ter deixado o Haz aqui com você...teria evitado que você se machucasse...ele não...- diz
- ele não conseguiu fazer nada...- digo e ele olha uma das minhas mãos que estavam marcadas pelo soco que dei
- Senhor...- diz Agnes na porta
- Agnes, ajude ela por favor...- diz-... eu volto logo...
- onde vai?- digo
- homem nenhum toca na minha noiva sem receber sua punição...- diz saindo
- sinto muito... eu poderia ter feito algo...- diz Agnes
- não foi culpa sua... não foi culpa de ninguém... não se preocupe...- digo enquanto ela limpava o sangue do meu nariz
- o Tom nunca tratou uma noiva assim... ele nunca confiou em uma afinal todas tentaram mata-lo pra ficar com a fortuna... você está amolecendo o coração da fera com apenas dois dias morando aqui...acho que ele precisava de você a muito tempo...- diz Agnes 



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