História Entregue-se (Norminah) - Capítulo 2


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Dinah Jane Hansen, Normani Hamilton
Tags Fifth Harmony, Norminah
Visualizações 119
Palavras 1.442
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Capítulo ll


Normani kordei sinceramente detestava acordar cedo. O Mly abria às seis e meia da manhã, ou seja, ela precisava chegar às seis para abrir o restaurante. Era quase madrugada, mesmo indo de carro, ela acabava acordando uma hora e meia antes do horário que precisava estar no restaurante.


No dia anterior, Derrick conseguiu uma nova funcionária. Sentia-se um pouco culpada por ter feito seu pai precisar procurar uma nova pessoa para trabalhar. Mesmo que não fosse exatamente culpa dela se o último que tentou trabalhar não aguentou a pressão de ficar horas de pé o dia inteiro.


Derrick não falou muito sobre a garota, apenas que ela parecia esperta e decidida. Apenas de olhar, Derrick já havia decidido que ia contratá-la. Claro, isso despertou a curiosidade de Normani. Apenas por isso ela seguiu a garota com o olhar na hora em que Derrick guiou-a para a porta. Não reparou se ela andava com confiança ou algo parecido, na verdade, seu olhar foi atraído pela bunda e pelo balanço do quadril. Seu pai pegou-a olhando, para fugir de qualquer questionamento, deu sua atenção a máquina de café que ultimamente dava problemas na saída de líquido.


Normani batucou os dedos no volante, estava dez minutos adiantada. Estacionou do outro lado da rua e desceu do carro. Derrick estava encostado no poste, olhando o relógio a cada cinco minutos e parecia preocupado. Normani aproximou-se rapidamente dele.


"Bom dia, pai"


"Bom dia, querida" inclinou-se e beijou sua testa "Ashelee está gripada" suspirou "Eu preciso ir"


"E a nova funcionária?"


"Você pode ajudá-la"


"Eu faço isso a partir do segundo dia"


"Não é muito diferente. Vou esperar ela chegar e avisar, você consegue fazer isso"


Ele sorriu gentilmente, Derrick sempre foi o mais simpático e amável da família. Era rígido e exigente, mas sabia bem equilibrar as críticas com os elogios. Sabia reconhecer quando alguém fazia algo certo e corrigia quando era algo errado. Por isso, Normani sempre foi mais próxima dele.


Dos quatro filhos do casal Hamilton, Normani era a "diferente". Mais nova, sempre teve a pressão de ser boa, de estar "ao nível" dos outros três. Enquanto Luke, Damian e Ashelee entraram para o restaurante com dezessete anos, Normani entrou aos catorze. Todos sabiam que era porque ela sempre teve uma ideia de liberdade. Sempre quis ganhar dinheiro por merecer, não por ser filha de pais ricos.


E também era diferente por ser parecida com o pai. Em aparência e comportamento. 


Faltava cinco minutos para as seis quando Normani viu a garota se aproximar. Derrick adiantou-se em sua direção, com o rotineiro sorriso gentil. Ele avisou-a que naquele dia não poderia ficar, já que precisava ajudar em outra filial. Dinah assentiu quando Derrick disse que Normani ajudaria ela.


Derrick afastou-se rapidamente, mexendo no telefone. Normani sorriu de leve para a garota, precisou de autocontrole para não '‘secar'' ela. Pegou a chave e abriu o cadeado. Entrou e Dinah seguia-a.


"Srta. Hansen, seu trabalho vai ser simples. Agora, precisamos arrumas os panos das mesas" Dinah assentiu. "Entretanto, antes precisamos trocar de camisa. Sabe, uniforme"

Normani levantou o tampo do balcão, passou e segurou-o para deixar Dinah entrar. O vestiário ficava ao lado do escritório. Normani destrancou a porta e entrou, sendo seguida pela garota, e abriu o armário. Começou a procurar uma camisa que coubesse em Dinah, pegou uma e entregou a ela. Abriu o armário com a etiqueta que indicava que era dela e pegou a própria camisa.


Dinah precisou se controlar para não babar quando Normani tirou a blusa, seus olhos brilharam com a visão da barriga definida e que parecia um ótimo lugar a ser marcado. Entendeu porque Derrick disse que ela poderia ser inconveniente. Conheciam-se há cinco minutos e Normani já ficava sem camisa na sua frente. Imaginou quanta roupa ela poderia tirar depois de uma semana.


Para não ser pega olhando, virou em direção a porta e tirou a blusa. Por causa deste movimento, não viu o pequeno sorriso divertido de Normani. Vestiu a camisa, tinha o tamanho perfeito. Era verde-escura, na parte de trás, havia apenas as três letras brancas que formavam o nome do restaurante.


Normani pegou a blusa de Dinah, dobrou-a e colocou-a dentro do armário. Voltaram para o salão, mostrou a Dinah como arrumar os panos nas mesas, e colocaram as plaquinhas com os números no centro do tampo. Todas as mesas eram cobertas por um pano branco. Do lado direito, a maioria tinha duas cadeiras. Do lado esquerdo, eram quatro. Cadeiras de madeira, o estofado cobertos por um pano verde-escuro, como a camisa do uniforme. As paredes eram brancas também, com um quadro de avisos cheio de papéis.


Normani mostrou onde os copos de isopor ficavam, as tampas e as xícaras. Combinaram que Dinah ficaria do lado de fora do balcão e entregaria os pedidos, enquanto Normani manter-se-ia atrás do balcão. Organizariam-se novamente no horário do almoço. Normani abriu as persianas das janelas da parte da frente do restaurante, destrancou a porta e girou a plaquinha, para que fosse visível a palavra "aberto" do lado de fora.


A manhã passou rápido, as pessoas quase sempre pegavam um copo de isopor cheio de café e saiam apressadas em direção aos seus compromissos. Dinah encostou no balcão enquanto observava o movimento da rua através do vidro.


"Hora do almoço, srta. Hansen" debruçou-se em direção a garota "Fome?"


"Eu como qualquer coisa" encolheu os ombros


"Então que tal um sanduíche e um chocolate quente?"


"Parece bom."


Quase dez minutos depois, Normani empurrou um prato com um sanduíche simples de queijo e uma caneca cheia de chocolate quente. Dinah não havia percebido quanta fome estava sentindo até o sanduíche dourado surgir a sua frente. Aceitou o guardanapo e agarrou metade do pão que tinha uma aparência extremamente apetitosa. Mordeu um generoso pedaço e gemeu de satisfação.


"Isto é maravilhoso" murmurou entre um e outro pedaço "Sempre são assim?"


"Apenas com um pouco menos de queijo. Mas isso é apenas um sanduíche"


"Um sanduíche divino"


"Eu gosto, mas só venho jantar. Deveria ter tomado café da manhã aqui todos os dias enquanto eu estudava"


"A srta. ficaria enjoada"


"Disso?" enfiou o último bocado na boca, pegou a outra metade e antes de morder disse "Nem pagando eu enjoaria dessa maravilha"


Normani riu do exagero, observou a garota terminar de comer o sanduíche e limpar os dedos que acabaram se lambuzando com a manteiga derretida e o óleo do queijo. Dinah pegou a caneca e começou a tomar lentamente o líquido quente, era cremoso e doce. Perfeitamente equilibrado para agradar o paladar de quem queria algo para acompanhar um bom lanche ou café da manhã.


                   [...]


O resto do dia passou rápido, Dinah movia-se com graça entre as mesas, entregando os pedidos. O tempo no fast food ensinou-a como tratar os clientes. E também como se locomover rapidamente em espaços apertados. Era uma experiência muito útil para o novo emprego. E estar concentrada em sua nova tarefa fez ela não perceber que Normani passava mais tempo olhando seu corpo do que checando se estava indo bem.


O restaurante era bem movimentado após a parte da manhã. Parecia que todos no bairro e ao redor sempre passavam por lá. Nas horas mais calmas, Dillian (um homem alto e forte que de longe mais parecia um motoqueiro bad boy do que um homem casado e com dois filhos), Normani e Dinah geriam bem o local. E quando ficava mais agitado, os outros funcionários tinham o que fazer.


Jane estava acostumada a ficar de pé, mas não a andar o dia inteiro. Por isso, ela não interferiu nas vezes em que Normani pegou sua bandeja e fez seu trabalho durante o dia. E nem quando não precisava fazer algo e podia sentar-se no banco e encostar-se no balcão.


Normani fez ela comer mais três sanduíches até a hora em que anunciou o fechamento do Mly.


Sentiu-se um pouco desconfortável quando foi para o vestiário e desejou que Normani tivesse ido junto. Sacudiu a cabeça, tentando escapar do desejo de ver aquela barriga outra vez e do arrependimento de não ter olhado alguns centímetros para cima e admirar os seios.


Rangeu os dentes enquanto abria o armário e agarrava a blusa, por que agora estava pensando na garota? Passou o dia inteiro longe disso, apenas aproveitando como ela era parecida com o pai. Tão gentil e simpática quanto ele. Mesmo que houvesse algo nos olhos negros indicassem que havia mais nela do que gentileza e simpatia. Algo que tinha relação com o modo misterioso que ela sorria quando parecia distraída pensando em alguma coisa que era totalmente desconhecida para Dinah. E claro, relacionado a sensação que a garota teve de ser analisada.


Sabia que Camila faria perguntas e que em algum momento sua aparente atração seria percebida, por isso apenas trocou-se e decidiu deixar aquele assunto de lado.


Depois pensaria no que estava acontecendo por ali



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