História Epic Love, Unrelenting Fight - Capítulo 21


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Categorias Justin Bieber
Tags Justin Bieber
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Palavras 5.424
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Muito obrigado pelos favoritos na minha história vlw essa fic é muito importante pra mim e espero q vcs comentem mais só pra mim saber a opinião de vcs mais é claro se quiserem.

Vlw e está mais um capítulo pra vcs
Até o próximo. Fui

Capítulo 21 - Uma Pessoa Do Passado: O Rosto Revelado.


Fanfic / Fanfiction Epic Love, Unrelenting Fight - Capítulo 21 - Uma Pessoa Do Passado: O Rosto Revelado.

"Uma Pessoa Do Passado: O Rosto Revelado." 

          AMANDA TORRETO P.O.V 

Beijos, e muitas Caricias.

Acordei sentindo essa sensação maravilhosa dos beijos e do carinho de Justin. Eu não podia querer coisa melhor do que essa.

Eu estava de bruços e ainda de olhos fechados. Justin continuava com seus beijos e caricias nas minhas costas, pescoço e nuca.

  - Hum.... - sorri.

Resmunguei apreciando todo aquele contado, meu corpo ficou todo arrepiado eu sentia um choque passar pelo meu corpo.

Eu amei essa sensação, eu queria ficar ali pra sempre. Eu continuei de olhos fechados mais meu sorriso não saiu do meu rosto.

  - Acordou linda. - ele deu três beijinhos nas minhas costas.

  - Impossível não acordar com essas caricias.

Ele riu contra o meu pescoço eu me arrepiei e acabei rindo fraco.

  - Vamos, levanta. - ele parou com os beijos e eu fiz bico.

  - Porque você parou? Eu ainda nem acordei direito. Continua. - reclamei e Justin acabou rindo.

Senti Justin acariciar minha cintura por debaixo da blusa e seus beijos continuaram pelas minhas costas, ele foi subindo para o meu pescoço onde ele cheirou e subiu para o meu rosto me dando vários beijinhos.

  - Levanta anjo, temos aula no período da manhã.

  - Ah Justin!! Só mais cinco minutinhos.

Ele riu. - Não dá meu anjo, se não fosse pela aula eu até ficaria aqui a manhã toda te beijando. Mais como temos, é melhor a gente levantar. - ele disse.

Justin tinha toda a razão dessa vez. Abri meus olhos e me virei de barriga pra cima.

  - Tá. - disse emburrada fazendo bico.

Ele me deu um selinho. - Justin!! - ele riu.

  - Prometo que à tarde vamos ficar juntos.

  - Tá bom. - eu ainda estava fazendo cara emburrada.

  - Minha princesa fica tão linda emburrada. - Justin disse rindo.

Peguei o travesseiro e coloquei no rosto.

  - Não fico. - minha voz saiu abafada.

Ele tirou o travesseiro do meu rosto e sorriu pra mim.

   - Fica sim. - ele me beijou suavemente, um beijo tão calmo, doce e cheio energia que fez meu coração pular do peito.

Nossas línguas brincavam uma com a outra era uma sensação única.

  - Bieber. - Ryan chamou Justin e bateu na porta.

Ele separou nossos lábios revirando os olhos. 

  - Já estamos acordados. - ele o respondeu alto e em bom som. E voltou seu olhar pra mim.

Eu dei um beijo perto da sua boca e arrastei meus lábios pela sua bochecha.

  - Angel.

  - Hum.

  - Me beija? - eu amei a forma sincera e única que ele me pediu.

Selei nossos lábios e Justin aprofundou o beijo e me apertou em seus braços.

......♡......

Saímos do apartamento e paramos em frente ao prédio onde a moto de Justin estava estacionada. Ryan e Thalita tinham acabado de sair.

   - Eu tenho um presente pra você. - Justin disse sorrindo.

Eu ri fraco sorrindo. - O que é?

  - Feche os olhos. - ele pediu eu fechei e senti seus lábios nos meus eu abri os olhos olhando pra ele.

  - Esse era o presente? - sorri fraco.

Ele riu. - Não, é que eu não consegui resistir.

Rimos. - feche os olhos de novo.

Fechei ouvi o barulho de Justin pegar alguma coisa e fiquei ansiosa pra saber o que era. Ele pegou na minha mão e me fez tocar no objeto.

  - O que é isso? - Não consegui distinguir o que era.

  - Abra os olhos. - abri e me deparei com um capacete personalizado preto com rosa escuro. Era tão lindo e fofo.

  - Gostou?

  - Eu adorei Justin, é muito lindo. - peguei o capacete com as duas mãos. E olhei para os detalhes. - Justin..... é tão fofo eu adorei.

Olhei na lateral do capacete e estava escrito "Angel" na cor rosa.

  - Você..... você mandou escrever Angel. - disse emocionada. Eu não estava acreditando estava tão lindo.

  - Mandei, você é minha Angel e merece. - ele disse sorrindo.

Eu pulei em seus braços o abraçando com força e o agradeci.

  - Obrigado. - eu beijei todo seu todo e ele ria por conta da minha empolgação. - Eu amei mesmo Justin.

   - Eu percebi. - ele apertou minha cintura e me deu um selinho.

  - Vamos. - assenti coloquei meu novo capacete e subi na moto de Justin.

.....♤.....

- Te vejo no almoço. - Justin disse quando chegamos na porta da sala onde eu teria minha primeira aula. Ele fez questão de me trazer até aqui.

   - Ok. - ele beijou minha testa e esperou eu entrar pra poder sair.

Tive minha primeira aula que foi a tão odiada matemática mais aos poucos eu conseguia entender. Com Justin me ensinando tudo ficava mais fácil.

Percebi um olhar em mim e levantei minha cabeça olhando pra ver quem era e Paige me olhava com uma expressão indescritível no rosto, eu me sentia estranha com esse olhar dele sobre mim. Desviei meu olhar do dele e voltei a resolver as equações que o professor tinha passado.

A aula acabou eu juntei minhas coisas e saí da sala. No terceiro período eu tinha aula de francês que era junto com o Justin, mais ele só resolver começar a frequentar as aulas por minha causa pra poder ficar mais perto de mim. Mais ele se saía bem, ele era até melhor que eu falando francês.

Entrei na sala e vi Justin distraído mexendo no celular.

  - Oi estranho. - sentei do seu lado e olhei pra ele sorrindo.

Justin largou o celular e me olhou sorrindo.

  - Oi linda. - ele beijou minha bochecha.

A professora entrou na sala e começou a dar a aula. Ela sempre exigia que falássemos em francês.

  - Eu posso te beijar? - ele perguntou baixo.

  - Não né.

  - Ah. - ele fez uma cara fofa.

  - Não faz essa carinha.

...........

Eu e Justin almoçamos juntos, ele pagou um lanche pra mim. Eu senti vários olhares sobre a gente era como voltar pra escola quando o popular se junta com a nerd.

Justin pegou minha mão por cima da mesa e deu um beijo nas costas e entrelaçou nossos dedos.

  - Sabe onde está a Tata?

  - Não. - ele respondeu mastigando.

  - Você não teve nenhuma aula com ela. - ele negou de novo.

Ele começou a roubar meu almoço ele sempre fazia isso, sempre pegando algumas coisas da minha comida.

Eu e Justin conversávamos e riamos bastante das suas piadas sem graça. Mais sempre tinha aqueles olhares pra nossa mesa.

Ryan e Tata apareceram na cantina e se sentaram conosco e não pareciam se incomodar com nossas demonstração de afeto que não chegava a ser nada de tão exagerado.

Senti o olhar de Paige sobre nós mais resolvi não me importar. Não sei o que deu nele hoje porque estava me encarando sem parar.

  - Não sei porque o Paige te olha tanto.

  - Você percebeu?

  - Claro, quem não percebeu.

  - Ele ficou me encarando na sala.

  - Ele deve estar com ciúmes.- Justin disse rindo.

   - Óbvio que não.

  - Porque você não fala que está comigo e que ele perdeu a vez dele.

  - Eu não, nem deve satisfação pra ele. - dei de ombros.

  - Essa é minha garota. - sorri e Justin me entregou o capacete que ele mandou fazer pra mim.

Subimos na moto. Justin me levou para a casa na praia. Aquele lugar era lindo e mágico, ele tinha seu próprio encanto.

....☆.....

   - Você é linda.

   - Não tanto quanto você. - ele beijou meu pescoço.

Ele estava encostado no batente da porta de frente pro mar e eu estava no meio das suas pernas de lado pra ele.

Justin pegou minha mão e começou a brincar com meus dedos.

  - Seu aniversário é daqui a algumas semanas, o que você vai querer fazer?

Eu nem tinha me dado conta que meu aniversário estava chegando.

  - Mais como você sabe? Eu nunca te contei quando eu fazia aniversário?

  - Tata me contou.

Claro, tinha que ter sido ela.

Minha cara de surpresa fez ele rir. - Pra mim tanto faz, comemorar meu aniversário não tem mais graça. - disse.

  - Não fala assim. É legal comemorar.

  - Claro, saber que eu estou ficando velha, é ótimo.

   - Mais não é só isso né? - franzi o cenho olhando pra ele.-  Tem algo a mais, o que é?

Com o tempo Justin conseguiu me desifrar ele sabia que tinha alguma coisa que me incomodava.

  - Meu anjo, o que houve? - olhei pra baixo mais Justin levantou meu rosto fazendo eu olhar pra ele. - Me fala. - ele insistiu.

 - É o meu primeiro aniversário sem meus pais.- confessei triste.

Justin me abraçou e afagou meus cabelos.

  - Não fica assim Angel. Lembra do que eu te disse. - levantei minha cabeça olhando para ele. Justin segurou meu rosto com as duas mãos e me olhou fixamente. - Você não ficará triste pra sempre. - sorri e assenti.

  - Então o que vai querer de presente?

  - Que tal você cantar de novo pra mim?

  - Cantar? Não anjo isso está fora de questão. - fiz bico mais ele não cedeu.

  - Quando você aprendeu a tocar violão?

Me dei conta que não sabíamos os pequenos detalhes um do outro.

  - Eu aprendi tocar violão com noves anos, meu pai me deu de presente e eu comecei a praticar até que consegui pegar o jeito.

  - E a cantar?

  - Quando eu era criança eu cantava nos concursos que tinham na escola. Ou em eventos lá no Canadá, meu pai me levava para participar.

  - Você é incrível.

  - Eu sou incrível em tudo.

Eu ri fazendo careta. - Convencido.

  - Realista.

Eu me ajeitei e olhei para o céu.

  - De que cor você gosta?

Ele me olhou com curiosidade e riu.

  - Eu gosto de roxo.

Assenti.

  - E você?

  - Eu não sei..... eu gosto de branco.

O silêncio se instalou entre nós mais não era ruim. O barulho do mar era alto e me acalmava.

  - Qual é sua comida preferida?

  - X-burguer e batata frita. - ele gargalhou com a minha resposta. - Do que você está rindo?

  - Você não pode ser real.

  - Porque? - sorri fraco.

  - Porque você é boa demais.

  - Isso tudo que vivemos juntos é bom demais pra ser verdade. - ele riu e me beijou com carinho.

   - Me fala uma curiosade sobre você? - perguntei.

   - Hum.... deixe me ver...... Quando eu era criança eu sempre dizia que seria um cantor famoso. - ele falou e eu o olhei impressionada ele riu de mim.

  - E sério?

Justin assentiu rindo.

  - Nossa. E porque você não estudou música. Eu sei que você escolheu o direito mais você bem que podia estudar as duas coisas.

Ele respirou fundo. - Eu sei mais...... eu preferi me focar apenas no direito e quero continuar assim e além do mais era um sonho de criança e já passou. - ele explicou.

 assenti com a cabeça.

  - E você? Qual é a sua curiosidade?

 - Eu queria ser atleta. - disse e Justin não aguentou e riu alto.

  - Fala sério? - eu ri e assenti. - Você é bem sedentária Angel. - ele continuou rindo.

Eu ri. - Agora eu sou mais antes eu não era. - expliquei.

  - E o que você queria ser?

  - Na verdade eu fui. - ele me olhou curioso. - Quando eu era mais nova fui jogadora de vôlei. - ele arregalou os olhos. - Eu joguei nas categorias de base.

  - Essa me impressionou. - ele disse rindo.

Eu ri.

  - Eu jogava pequenos jogos, não era um campeonato importante porque ainda era a base mais... Depois de um tempo eu consegui subir para a categoria principal. E o nosso time estavamos na final e.....

             FLASHBACK ONN P.O.V

Estávamos empatadas com dois sets a dois e agora estavamos jogando o tie break para ver que escola seria a campeã. O placar nesse momento estava 14x10 o outro time estava na nossa frente. Só faltava mais um ponto pra elas venceram e pra gente era marcar pra conseguir sobreviver no jogo. 

Era a nossa vez de sacar a bola e a Mariana minha colega de time foi para o saque. Ela colocou a bola em jogo e o nosso time conseguiu marcar o ponto da nossa sobrevivência. 

Agora o placar marcava 14x11. 

Mais o nosso técnico parou o jogo e fez a inversão me substituindo do jogo. Eu fui para o banco e torci pelo meu time dali, o nervosismo tomava conta de todas as minhas colegas que estavam no banco de reserva inclusive eu. 

O jogo recomeçou e Mari sacou novamente a bola colocando o jogo para rolar. Bola vai bola vem e elas conseguiram marcar o ponto da vitória delas, nos deixando decepcionas. 

o juiz apitou o final do jogo e a decepção tomou conta do meu time. O choro de frustação na gente era evidente. Eu me sentei no banco com uma toalha no rosto e chorei pela derrota do time. 

- Não fica assim acontece. - alguém da comissão técnica disse pra mim. Mais não adiantou pois eu continuava a chorar. - Sua mãe quer falar com você. - Quando ele disse eu levantei minha cabeça vendo minha mãe na arquibancada me chamando para ir até ela. 

Eu levantei do banco com a toalha no rosto e fui até ela a abraçando. 

- Eu não pude fazer nada. - disse chorando e soluçando.

- Shiu... calma meu amor está tudo bem, acontece. - ela me consolou me abraçando forte. 

- Não me deixaram mãe. - chorei ainda mais enquanto ela me apertava em seus braços. 

            FLASHBACK OFF P.OV 

- Eu chorei por isso durante três dias.

Justin sorriu pra mim.

  - Acontece, ninguém gosta de perder. - ele disse e eu assenti.

  - É verdade. - concordei.

  - Você sente bastante a falta deles né?

  - Eu não consigo me acostumar com isso, pensar que nesse verão eles estavam comigo e do nada eles se foram.

Justin percebeu que eu não estava bem e me abraçou.

  - Não fica assim Angel, eu estou aqui com você ok. Não precisa falar se não quiser.

  - A dor parece que nunca vai ela fica lá e....

  - Continua doendo. - ele completou minha fala e me apertou em seus braços.

Tem vezes que eu me esqueço de que Justin também sofreu, ele demostrava ser uma pessoa forte e inabalável. Era difícil acreditar que ela já tinha sofrido com as perdas da vida. Mais por debaixo daquela sua armadura ele tinha suas cicatrizes de dor, além do mais ele não feito de aço ele é um ser humano.

    - Você também sente bastante falta dela, não é?

Ele suspirou. - É muito ruim, porque eu me lembro de poucas coisas dela. A maioria das coisas que eu sei sobre ela é o que meu pai e meus irmãos me dizem. Mais não minha memória está gravado seu rosto era o mais lindo e ..... ela tinha olhos azuis.... os mais lindos que eu já vi.

  - Você tem fotos dela?

  - Sim, meu pai tem um álbum com suas fotos mais.... eu prefiro ter a imagem dela apenas na minha cabeça. Seus sorriso doce, sua bondade..... eu ja tive alguns sonhos como ela, mais eles eram vagos. Eles me faziam acreditar que ela ainda está viva e que pode demorar mais que um dia eu vou me reencontrar com ela. - eu ouvia a dor nas suas palavras. O seus sonhos poderiam ser algo bom era tipo um sonho de esperança, mais ainda sim ele estava ferido, as lembranças o feria.

   - Eu entendo você. - beijei sua bochecha direita e Justin me abraçou pelos ombros e afundou a cabeça no meu pescoço.

....♡....

Justin disse pra gente deixar a tristeza de lado e nos divertir. Então por isso ele me jogou na água do mar de roupa e tudo.

  - Justin me solta!! - ele me carregava no colo mais eu queria que ele me colocasse no chão pra mim poder bater nele por ter me jogado na água de roupa.

Assim que passamos pela porta dupla de vidro Justin me colocou no chão, eu levantei meu braço pra dar um tapa nele só que Justin foi mais rápido o segurando e me puxou me dando um selinho.

   - Você está ficando muito agressiva. - ele debochou rindo e eu o fuzilei.

  - Idiota.

Ele riu e tirou a roupa ficando apenas de boxer ele sumiu por alguns segundos mais logo voltou com toalhas em mãos.

   - Tira a roupa. - ele pediu.

Eu cruzei os braços e levantei uma sobrancelha pra ele o olhando debochada. Ele riu sacana e veio até mim.

  - Você não quer ficar doente né? - ele ainda sorria daquele jeito e abraçou minha cintura.

  - Não.

  - Então, tira a roupa Angel. - ele deu um beijo no meu pescoço.

Eu estremeci. - Então me solta, se você continuar me segurando eu..... - ele continuava  a dar beijos preguiçosos no meu pescoço.

  - Você? - ele me olhou sorrindo malicioso por ter se dado conta que me fez "perder os sentidos."

  - Nada. - o empurrei de leve e ele riu. - Me solta.

   - Não. - ele continuou com as mãos na minha cintura. - Deixa eu te ajudar a tirar a roupa. - ele sorriu malicioso.

Quando eu ia o responder ele me beijou eu passei os braços por volta do seu pescoço enquanto o beijo acontecia. Justin desceu as mãos que estavam na cintura até minha bunda e a apertou. Ele abaixou um pouco e pegou minhas coxas e me colocou no seu colo deixando minhas pernas em volta da sua cintura.

Justin podia ter mil defeitos mais eles só faziam Justin ser quem é. Na frente dele eu podia ser quem eu era, eu não precisava fingir sorrisos ou fingir que eu não estava triste, Justin me mostrou que eu podia superar meus traumas e que eu podia ser feliz. E como ele mesmo me disse. Eu não ficaria triste pra sempre.

Tudo era tão melhor quando Justin estava por perto, tudo ficava mais mágico, intenso e especial. Justin fazia ficar assim, eu e ele simplesmente não queria que isso acabasse, esse era o nosso momento era a nossa vez de ser implacáveis juntos.

Eu queria o nosso Always Forever. Para sempre.

Quando partimos nosso beijo nossas respirações estavam ofegante.

   - Always Forever. - sussurei sorrindo pra ele e Justin me abraçou.

Justin me colocou de volta no chão e começou a levantar minha blusa molhada pela água do mar. Ele olhou pra mim me pedindo permissão pra tirar eu assenti e levantei os braços.

Eu usava um sutiã preto tomara que caia simples mais aos olhos de Justin paracia que era a coisa mais impressionante do mundo.

   - Não olha. - disse rindo e peguei a toalha da sua mão e comecei a me secar.

Ele balançou a cabeça voltando ao normal e me abraçou por trás.

.....♡.....

Justin estava falando no celular com seu irmão Jason no andar de baixo. Eu resolvi não atrapalhar e comecei a vasculhar o lugar, eu nunca perguntei pra Justin porque aqui tinha poucos móveis. A maioria dos cômodos daqui eram completamentes vazios e outros tinham alguns móveis. A casa era enorme e luxuosa Justin não era rico mais tinha dinheiro se a casa era dele porque ele não mobilhou ela?

Abri a porta do último quarto do corredor, e entrei era diferente dos outros. Tinha uma uma cortinha e mais mobília. Uma grande cama de casal, uma penteadeira branca que estava empoeirada e no espelho da penteadeira tinha algumas fotos assim como a minha era, me aproximei para olhar e vi várias fotos de uma garota japonesa com os cabelos castanhos e ela tinha uma franja jogada para o lado. E tinha outras fotos delas ali ela parecia ter a mesma idade do que eu.

Olhei para as outras fotos e peguei uma dali tirando a poeira e vi ela e Justin os dois estavam encostados na moto dele e os dois sorriam feliz. O lugar era escuro mais eu pude perceber que era o local onde Justin fazia rachas.

Fiquei olhando para aquele foto com uma sensação ruim, não era raiva era ciúmes a garota era bonita mais não era isso.

Será que a pessoa que eles falavam em código no dia da briga era ela? Porque eles não citaram nomes ou gêneros e Justin parecia bem afetado com isso.

Se a pessoa que eles falavam era essa garota então...... Agora eu estava na casa dela.

   - Angel?

Eu nem me dei conta de que Justin me chamava só percebi quando ele já estava dentro do quarto.

  - O que você está fazendo aqui?

  - Quem é ela Justin? - mostrei a foto.

Ele não me respondeu e pegou a foto da minha mão colocando-a devolta no lugar. 

  - É essa garota que vocês falavam naquele dia, não é?

   - Não importa. - seu olhar fugia do meu.

   - Justin... - segurei seu rosto fazendo olhar pra mim. - Por favor, me fala.

  - Pra quê? Você não ia entender. - ele se afastou de mim.

E eu tive a certeza que essa garota é a pessoa que eles falavam.

  - Estamos na casa dela, não é?

  - Vamos embora daqui Angel. - ele segurou meu braço e me puxou. - Vamos.

Eu travei as pernas no mesmo lugar.

  - Justin, olha pra mim. - ele me soltou suspirando e olhou nos meus olhos. - Somos amigos não somos?

Ele não respondeu mais seu olhar me confirmou.

   - Eu nunca vou te julgar por nada, eu só quero saber..... por favor, me fala. - Ele suspirou. - Qual era o nome dela?

  - Seu nome era Jéssica, ou como era conhecida por todos japonesa. Ela era uma garota doce e alegre assim como você. Mais sua rebeldia era muita, a japonesa era uma mistura da fruta mais doce com a bebida mais forte. Ela sempre aprontava ela gostava do perigo. E isso me atraiu nela. Ela fazia o que bem entendia ela estava pouco se fudendo para o mundo e para seus pais.

ele sorriu triste.

   - Você namorou ela? - minha curiosidade foi maior do que qualquer outra coisa.

Justin levantou seu olhar pra mim e suspirou nós já estávamos no andar de baixo na sala e ele estava do outro lado sentado em uma poltrona.

  - Não. A gente transava uma par de vezes e.... eu acabei ficando apegado nela, eu tentava proteger ela. A japonesa sempre se metia em confusão, ela arrumava briga com todos que entraram no seu caminho. E eu a protegia eu tentava tirar ela de confusão. 

Pela foto a garota não parecia ter cara de quem vivia aprontando, ele parecia ser bem simpática e doce. Mais pelo que Justin acabou de me contar eu percebi que as aparências enganam.

   - Continua.

   - Japonesa sabia pilotar, ela era ótima pilotando mais só tinha prática com carros. Ela já participou de rachas comigo, eu sei que é arriscado. E sei das consequências mais.... - ele fechou os olhos e passou as mãos no rosto ele parecia com raiva e bastante angustiado. - Eu e a japonesa estávamos bastante chapados  tinhamos bebidos demais naquela noite. Nós acabamos brigando porque eu não queria deixar ela participar do racha. Mais escondido de mim ela pegou a minha moto e entrou na corrida. Eu estava bastante alterado não tinha me dado conta, só fui perceber quando Ryan chegou até mim gritando e....  

             JUSTIN BIEBER P.O.V 

          FLASHBACK ONN P.O.V 

- BIEBER, PORQUE VOCÊ EMPRESTOU SUA MOTO PARA A JAPONESA, ELA ESTÁ COMPLETAMENTE BÊBADA E VAI PARTICIPAR DO RACHA!!! - Ryan chegou gritando e tirou a garrafa de vodka da minha mão jogando no chão deixando ela se quebrar em vários pedaços. 

- Para de gritar Ryan, você parece uma mulher gritando. - eu ri alto e Ryan me olhou com raiva e me pegou pela camisa me encarando. 

- OLHA AQUI SEU MONTE DE MERDA!! A JAPONESA FOI CORRER COM SUA MOTO. - ele gritou perto do meu rosto. 

- Não, ela não foi, eu a proibi. - disse embolado. 

- ENTÃO COMO VOCÊ ME EXPLICA ELA ESTAR COM SUA MOTO PRONTA PRA CORRER. - seu grito me despertou e eu o olhei com o cenho franzido e um choque de realidade atingiu meu corpo. 

- Não Ryan, eu não deixei ela ir e as chaves está aqui no meu bolso. - procurei as chaves no bolso da minha calça e não encontrei. - Cadê minhas chaves. - sussurei pra mim mesmo. 

Saí correndo dali e comecei a procurá-lá desesperado eu tive que me manter firme por causa da bebida em meu corpo. Eu corri ao máximo até a linha de partida e uma garota seminua estava pronta pra dar a largada. 

- JAPONESA. - gritei enquanto corria ela virou o rosto e olhou para tras me vendo ali estava de noite mais mesmo assim eu consegui ver seus olhos , ela tinha se drogado. - VEM PRA CÁ AGORA, NÃO FAÇA ISSO. - gritei desesperado porque ela estava bêbada e drogada e não tinha prática com moto. 

Ela sorriu maliciosa pra mim e se virou pra frente a garota deu a largada e ela saiu arrancando com a moto. 

- NÃO...... - era tarde demais. - Caralho. - passei as mãos na cabeça desesperado. 

Olhei para os lados desesperado ela não podia fazer aquilo. 

- BRIAN!!! 

Gritei e ela se virou pra mim. 

- O que foi, brother? - ele estava bêbado. 

- Eu preciso da sua moto, me dê as chaves. 

Ele tirou as chaves do bolso e me entregou eu corri até sua moto e saí praticamente voando com ela. Eu acelerava a moto cada vez mais, encontrei com outros competidores e passei por eles mais não vi a japonesa. 

Acelerei a moto chegando a duzentos quilômetros por hora e no meio daquela estrada eu a vi seus cabelos voavam contra o vento a poucos metrôs de mim. 

Eu sorri. Ela era o meu prêmio. 

Eu não estava com medo de acelerar, no momento a velocidade era minha amiga minha companheira. 

A japonesa não tinha prática com motos mais ela estava se saindo muito bem, chegava a ser uma profissional. Aquela era minha garota. 

Ela foi virar na curva e acabou perdendo o controle da moto e bateu em um caminhão que estava estacionado na beira da estrada, o impacto foi tão forte que eu vi seu corpo ser arremessado junto com a minha moto. 

- JAPONESA!!!! 

Gritei alto e senti minha garganta arranhar. E vi minha moto toda arrebentada no chão e mais à frente o corpo dela. 

Parei a moto e comecei a correr até seu corpo mais os outros competidores passavam por mim me impedindo de chegar até ela. Logo a polícia chegaria no local por isso já tinha gente indo embora. 

Eu tentei chegar até ela mais fui impedido porque alguém tinha me segurado. Eu queria ajudar ela, eu podia ajudar. 

- JÉSSICA!!! - gritei seu nome, mais meus gritos não a traíram de volta pra mim. 

Tentei mais uma vez ir até ela mais Ryan e Brian me seguraram me impedindo de ir até o corpo dela. 

- Japonesa...... - Chorei, chorei porque sabia que naquele momento ela não voltaria mais pra mim. Minha japonesa tinha ido embora pra sempre. 

- Justin, vamos embora daqui. - Ryan disse. 

- Não.... Ryan..... eu... eu preciso ver a Jéssica...... eu preciso ver minha japonesa..... - eu chorava de soluçar, ador no meu peito estava grande, eu não conseguia me controlar. 

Meu coração estava apertado dentro do meu peito, eu tinha perdido ela pra sempre. Eu sentia uma dor surreal que não tinha como eu explicar. A japonesa era especial pra mim, eu cuidava dela, eu a protegia, mais acabei falhando com ela.

- Brian, tira o Justin daqui. - Ryan disse e senti Ryan me puxar até o carro. 

Se a polícia me pegasse ali eu estava fudido, eu iria parar na cadeira numa cela minúscula. Mais no momento eu não ligava mais pra nada, eu queria ter ficado lá com minha garota, mais não me deixaram. 

             FLASHBACK OFF P.O.V 

   - Na manhã seguinte, eu acabei destruindo todo o meu quarto, quando Ryan me informou sua morte. Eu sabia que tinha a perdido mais eu ainda tinha esperanças que ela pudesse estar viva. A notícia acabou comigo, a culpa estava dentro de mim eu sabia que era o culpado, se não fosse por mim isso não teria acontecido. - finalizei a história com a mesma angústia que senti naquele dia.

  - Você não teve culpa de nada, como você mesmo disse ela não tinha prática com motos e mesmo assim quis correr. - Angel disse e levantei meu olhar pra ela.

Ela se levantou e veio até mim se sentando no braço da poltrona onde eu estava.

  - Não se culpe, você não poderia prever o que ia acontecer com ela.

  - Os pais dela me culparam porque eles sabiam que ela vivia comigo. Japonesa acabou morrendo na hora como ela não usava capacete ela teve traumatismo craniano e várias fraturas pelo corpo.

Soltei o ar pela boca.

  - Ela morreu por minha causa. E eu sempre vou me culpar com isso.

 - Mesmo a culpa não ter sido sua. - ela falou e eu a olhei. - Porque você não deixava pronunciar o nome dela naquele dia?

  - Porque.... só de lembrar o nome dela esse dia voltada na minha cabeça.

Ele me olhava parecendo compreencia mais ao mesmo tempo pareceu não concordar comigo pelo fato de mim achar que a culpa era minha.

  - Não me olha assim.

  - Não estou olhando de jeito nenhum. - deu de ombro. - Só acho burrice o fato de você se culpar pela morte dela. A japonesa morreu por imprudência dela, ela tinha bebido e se drogado naquele noite e mesmo assim subiu na moto pra participar do racha. Como você mesmo disse ela era uma garota rebelde e mesmo se você estivesse sóbrio e proibido ela de correr ela teria ido mesmo assim, quando você é rebelde faz o que der na telha. Você foi atrás dela pra tentar ajudar mais não conseguiu, isso acontece. Você não precisa se culpar ninguém pode mudar o destino.

Angel tinha razão, ela era a razão, ela era sincera e ao mesmo tempo complexa. Minha Angel era o meu pedaço de paz. Ela era minha melhor ouvinte e melhor amiga. A gente tinha o nosso Always Forever. Ela era minha sanidade minha garota implacável, ela era meu concerto no meio da bagunça. Eu podia chamar ela de minha vida. Eu queria navegar por seus mares.

  - Você tem razão.

Ela sorriu.

  - Mesmo os pais dela culpando você pela morte da filha deles, como você conseguiu comprar a casa?

Mordi os lábios, desviando o meu olhar do dela.

  - Eu não comprei. - ouvi ela rir incrédula. - Eu inventei que tinha comprado, mais eu não comprei.

  - Porque você mentiu?

  - Porque eu sinto que essa casa é minha, me desculpa por ter inventado aquela história de que meu pai tinha me ajudado a comprar.

  - Tudo bem Justin esquece isso. Você gostava dela eu compreendo isso. - eu a olhei e ela sorriu sincera. - Podemos deixar esse assunto no passado? E acabar com ele por aqui?

Assenti e ela se levantou.

  - Angel?

Ela se virou pra mim.

  - Obrigado.

ela sorriu e deu de ombros e se virou novamente.

  - Hei!! - ela riu e se virou novamente. - Cadê meu beijo?

Ela sorriu e veio até mim em passos calmos se sentou no meu colo e me beijou.

Jéssica Karla Akira, você sempre estará na minha história, você foi muito especial pra mim. Mais está na hora de mim deixar você ir não porque eu não goste mais de você, mais porque eu tenho que te deixar ir e eu sei que você já encontrou a paz.

E nesse momento eu tive a plena certeza que eu estou completamente apaixonado pela minha Angel. E será pra sempre.

  Três Semanas Depois....... 

 

 

 


Notas Finais


AVISO:

COMENTEM SE QUISER!!

ATÉ O PRÓXIMO CAPÍTULO..... ☆


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