História Epic Love, Unrelenting Fight - Capítulo 31


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Categorias Justin Bieber
Tags Justin Bieber
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Palavras 5.341
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Volteiii genteeee!!

Capítulo 31 - Atração Perigosa e Proibida.


Fanfic / Fanfiction Epic Love, Unrelenting Fight - Capítulo 31 - Atração Perigosa e Proibida.

        "Atração Perigosa e Proibida." 

       AMANDA ALEXANDRA P.O.V 

NOITE DE SÁBADO. 

Pagamos nossas entradas e entramos na
Sede 4. Já era possível ouvia a gritaria das pessoas de longe.

  - Eles estão inovando, há algumas lutas de calouros antes da luta principal. - Lucca se referia a luta de Justin.

Chegamos no local que estava lotado de gente. Os gritos das pessoas eram intensos, ao redor do círculo de luta e no bar improvisado também recebia uma grande quantidade de pessoas.

As luzes daqui eram fortes o branco com azul era bem forte que chegava a me cegar.

De longe vi as cortinas que davam ao camarim improvisado, e meu corpo implorava pra ir até lá e desejar boa sorte ao meu campeão implacável. Eu gostaria de estar com ele, vendo ele se preparar para o seu grande show, eu queria dar um beijo de boa sorte e comemorar junto com ele mais uma vitória. Eu queria olhar em seus olhos e dizer que meus sentimentos por ele sempre foram reais.

Lucca e Catarina me arrastaram para o meio daquelas pessoas.

  - Sorte!! - senti falaram alto no meu ouvido e me virei assustada.

  - Dylan!! - disse e abracei ele.

  - Porra faz um tempo que você não aparece nas lutas, sentimos sua falta. E eu sinto muito por você e Justin.

Claro. Todos já devem saber que eu e Justin terminamos.

  - Tudo bem.

  - Ele sabe que você está aqui?

Neguei com a cabeça.

  - Prefiro que não saiba.

  - Entendi.

Acabei me perdendo de todos mais eu sabia me virar sozinha.

Fiz meu caminho até as pessoas andando com dificuldade no meio delas e passei perto dos camarins resolvi dar a volta e passei por detrás deles e pude ver Justin se aquecendo. Trent conversava com Brian no outro canto.

Justin não parecia nervoso ele estava preparado ele sabia o que fazer quando subia num ringue.

O movimento das pessoas ficaram mais intensos até que começou um empurra, empurra de todo lado, senti me empurarem e eu e umas quatro pessoas caímos dentro do camarim de Justin. Dois foram no chão eu e os outros só tropeçamos pra dentro do camarim, chamando atenção de Justin Trent e Brian.

   - Foi mal. - alguém disse se levantando.

  - O que está acontecendo? - Trent perguntou para uma das pessoas que caíram dentro do camarim.

Mais eu nem me importei meus olhos estavam focados em Justin. Quando dei por mim só tinha eu e ele dentro do camarim dele.

  - Você não deveria estar aqui. - ele disse e cruzou os braços.

  - Se você não percebeu eu praticamente fui empurrada até aqui. - disse o óbvio.

  - Não falo disso, eu falo do fato de você estar aqui nesse lugar. - ele descruzou os braços e deu dois passos em frente.

  - E onde queria que eu estivesse?

  - Você não vai desistir, não é?

  - Não, eu não vou. Porque você não me conta o que está acontecendo Justin? A gente pode se revolver. - me aproximei dele e cuidadosamente coloquei minhas mãos em seus rosto. - Por favor..... volta pra mim.

Ele segurou minhas mãos que estavam no rosto dele e as abaixou.

  - Você não entende, não é? Eu não quero voltar pra você. - ele disse rude e me empurrou. Eu me assustei com esse ato.

  - Olha Justin, você parece que está tentando me proteger de algo ruim, e eu não posso deixar você enfrentar isso sozinho. Por favor....

  - E como você acha que vai ser, hein? Nunca mais vai ser a mesma coisa, Amanda. - ele falou perdendo a paciência.

Engoli a seco.

  - É, eu sei.

Ele riu pelo nariz debochado.

 - Não sabe não. Tudo o que eu disse não foi o suficiente pra você me esquecer? Olha Amanda eu sou o cara ruim, lembra? Não sou bom, então porque você não se afasta de mim o mais longe que você puder?

  - Porque eu não posso desistir antes de lutar, Justin. E de acordo com minha experiência até o cara mais ruim pode ter um coração por detrás da armadura.

Ele sorriu fraco negando com a cabeça.

  - Amanda, vai embora.

  - O que? Não Justin eu.....

Ele não pudia me expulsar assim. Eu queria me resolver com ele mais Justin está irredutível.

 - Vai embora. - ele pediu sério.

Suspirei.

 - Tudo bem, mais eu não vou desistir de você. 

 - Ah vai sim, porque essa parte da minha vida com você acabou. - senti meu coração parar. - Eu não quero ver você, eu não quero estar com você, eu não quero falar com você....

Meus olhos se encheram de lágrimas.

  - Eu só quero que vá embora. - ele disse seco sem expressar nenhuma reação e virou de costas andando até a parede.

Eu não ia chorar na frente dele, não ia mesmo. Por isso eu saí por onde entrei.

Caminhei em passos apressados esbarrando em algumas pessoas mais nem liguei eu precisava sair dali eu precisava de ar.

Cheguei até o lado de fora da sede e me encostei na parede fechando os olhos e respirando fundo sentindo o ar gélido bater sobre o meu rosto.

Meus olhos estavam fechados mais minhas lágrimas se acumularam mais até a primeira descer e logo em seguida vir as outras.

Deslizei na parede que estava encostada e me sentei no chão, soluçando de tanto chorar.

"Eu não quero ver você, eu não quero estar com você, eu não quero falar com você..... Eu só quero que vá embora."

Abri os olhos e tentei limpar as lágrimas que caíam sem parar do meu rosto.

  - Ele me odeia....

Sussurrei entre lágrimas e soluços.

  - O Justin me odeia.... - chorei desesperada.

Passei as mãos na cabeça.

  - Amanda, o que faz aqui?

Funguei e passei as mãos no rosto.

  - Eu só vim tomar um ar, Catarina.

  - A luta principal vai começar, você vai vir?

Pode parecer idiotice mais eu não vou desistir, posso estar insistindo no erro mais eu dessa vez vou seguir meu coração e ele quer que eu não desista do Justin e eu não vou. Eu tenho que lutar pro que eu quero.

   - Sim. Eu vou.

Me levantei do chão e passei as mangas da blusa no rosto.

  - Você está bem mesmo? - ela perguntou enquanto entrávamos novamente na sede 4.

  - Estou.

Catarina me levou pela mão até o camarim de Justin que estava vazio.

  - Porque estamos aqui?

  - Porque assim conseguimos ver a luta melhor.

  - E quem você subornou pra isso? - perguntei com humor.

Ela deu um sorrisinho de lado.

  - A luta vai começar.

Neguei com a cabeça e olhei pra frente no momento que o sino tocou e a luta começou.

O outro competidor era forte, tinha uma fisionomia mediana mais parecia ser um bom lutador. E Justin ele estava impassível, aquele jeito dele em cima do ringue me atraía eu demorei pra admitir mais era verdade. Justin era minha atração perigosa, quando eu estava com ele eu me sentia perigosa e com sede dele. Ele me atraía no nível mais alto.

Socos, gritos, grunhidos e aplausos era o que se escutava por aqui.

Meus olhos estavam focados em Justin e nos seus movimentos, e ele acabou sendo atingido bem nas costelas e caiu no chão, droga bem no ponto fraco dele. Ele se contorceu no chão gemendo de dor.

Justin estava no chão sem se levantar enquanto seu oponente estava em pé esperando ele se levantar. 

Vai Justin levanta logo.

  - Porque ele não está reagindo?

Desespero tomava conta do meu corpo.

  - Ele vai conseguir. - Catarina disse sorrindo fraco.

Eu não tinha tanta certeza. Eu tinha que fazer alguma coisa.

  - JUSTIN!!

Gritei mais era impossível dele me escutar. Saí as pressas do camarim e escutei Catarina me chamar mais eu não voltei empurrei algumas pessoas e cheguei perto das grades.

  - VAI JUSTIN LEVANTA, VOCÊ NÃO VAI PERDER DESSE JEITO, LEVANTA DESSE CHÃO E TERMINA ESSA LUTA, EU SEI QUE VOCÊ PODE, VOCÊ SEMPRE PODE. VOCÊ É MEU CAMPEÃO IMPLACÁVEL E EU SEI QUE VOCÊ CONSEGUE.

Gritei com todas as minhas forças senti até o ar faltar em meus pulmões.

E quando vi seus olhos confusos e seus rosto com uma expressão de dor caíram sobre mim eu pude perceber que ele me ouviu mais estava tentando entender se era real ou não. Ele piscou algumas vezes tentando entender se eu estava realmente estava ali.

  - LEVANTA.

Em questão de segundos ele se pôs de pé. Eu sorri. Justin respirou fundo algumas vezes e encarou seu oponente nos olhos. Meu campeão implacável estava de volta.

Catarina me procurava eu tentei fazer um sinal com a mão pra ela mais no meio daquelas pessoas era difícil.

Consegui sair dali e cheguei perto do bar onde Catarina estava.

  - Finalmente te encontrei você saiu correndo feito louca.

Ri e subi em um dos bancos que estava ali conseguindo vem com clareza o ringue.

  - O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO AÍ EM CIMA AMANDA? POR ACASO ESTÁ BÊBADA? - Lucca gritou mais quem estava bêbado é ele.

Nem dei atenção e foquei na luta porque agora ficou mais interessante Justin finalmente estava dominando a luta mais seu adversário era bom e conseguiu atingir a lateral do seu rosto. Senti dor por ele, mais Justin não pareceu se abalar e voltou com tudo pra cima do cara e os dois se embolaram no chão, mais Justin conseguiu vencer.

Cart levantou o braço de Justin declarado ele como campeão e a torcida foi a loucura. Eu fui no embalo gritando e comemorando também junto com a doida da Catarina.

Justin olhou em volta e parecia procurar alguém. Sorri ele estava me procurando. Eu sabia, aquele papo de me mandar embora era furado eu sabia que ele precisa de mim assim como eu preciso dele, e fiquei feliz em saber que ele tinha essa necessidade de me ver ali torcendo por ele, era algo que me dava forças aumentava o meu ego e me dava mais motivação pra mim não desistir dele.

Quando Justin não me achou no meio daquelas pessoas seu sorriso caiu um pouco mais ele não quis deixar tão evidente.

Não se preocupe Justin eu estou aqui com você. E não importa quanto tempo demore eu não vou desistir de você.

........

  - Nossa noite está só começando meninas!!  agora vamos ao Need for Speed.

  - Eu não acho uma boa idéia Lucca.

  - Qual é Amanda, vai ser divertido. - ele disse animado.

  - Se a Tata estivesse aqui ela falaria pra gente se divertir, beber e dançar a noite toda. - Catarina falou.

Ri fraco.

Tata tinha ido passar a noite com Ryan por isso  não veio.

  - Tudo bem. - me dei por vencida.

  - Isso, vamos seguir os conselhos da Thalita. - Lucca disse.

Rimos.

Quando chegamos na Need for Speed eu sentia que não deveria estar ali. Metade das pessoas que estavam na sede 4 estavam ali enchendo o bar por dentro e por fora e até tinha uma banda tocando lá dentro e algumas pessoas estavam curtindo o show deles.

Lucca e Catarina me arrastaram até o bar e Lucca pagou uma cerveja pra gente.

  - Vamos beber e nos divertir. - ele nos entregou a cerveja. - E você vê se esquece o Bieber. - ele saiu se distanciando de nós.

  - Ele está doidão. - Catarina disse rindo.

  - E você se continuar desse jeito vai ficar também. - alertei ela.

  - Relaxa, vamos dar uma volta?

  - Pode ir você. - disse e dei um gole na cerveja.

  - Eu não quero te deixar sozinha.

  - Catarina vai dar a sua volta e eu vou ficar bem aqui esperando você voltar.

  - Promete?

Sorri de lado.

  - Claro que sim. - ela me abraçou rapidamente e saiu sumindo no meio das pessoas.

Suspirei me encostando no balcão.

  - Hey.....

Olhei para o lado onde um homem estava me olhando.

  - Oi.

Ele me mediu de cima a baixo me deixando desconfortável. Meu corpo estava coberto por uma calça jeans clara e um cropped rosa claro com renda em guiper de bojo com uma jaqueta jeans por cima e um salto alto preto eu me sentia nua com o olhar dele sobre mim.

  - Posso fazer companhia pra bela moça? - ele sorriu de lado.

  - Eu não estou sozinha.

Ele se apoiou no balcão rindo de lado.

  - Hm, entendi mais pode ficar tranquila Amanda, eu não vou abusar de você nem te sequestrar. - como ele sabia o meu nome?

Levantei meu olhar pra ele e deu um gole na cerveja.

  - Então sabe o meu nome.

  - Quem não conhece a sorte do Bieber. - ele debochou do nome. Eu o olhei repreensiva. - Foi mal.

  - Você sabe o meu nome, mais eu não sei o seu?

  - Não seja por isdo, meu nome é Audrey.

Assenti de leve e o olhei de cima a baixo exatamente como ele fez comigo. Ele tinha uma aparência boa, mais as aparências podem enganar.

  - Audrey!! - Sony e Brian surgiram de algum lugar, Sony estava bêbado.

  - Como vai galera. - Eles se cumprimentaram com um abraço.

  - O que faz com a sorte?

  - Ela também é a sorte de vocês?

 - Sim e de toda a fraternidade da Gamma. - Sony disse e sorriu pra mim.

   - Vocês se conhecem?

  - Sim, Audrey faz parte da Delta e é o nosso parceiro. - Brian explicou.

Engrenamos em uma conversa Audrey era divertido e não queria nada comigo além de uma conversa, era o que eu pensava. Ele me entretida com suas piadas e altas risadas.

  - ABRAM CAMINHO PARA O CAMPEÃO!! - alguém gritou e logo vi Justin e sua equipe entrar no bar, ele foi recebido ao gritos de glória e admiração. Ele olhou para os amigos mais não me viu ali.

Justin estava parecendo o mesmo cara que eu conhecia meses atrás cheio de prepotência e arrogância, todo cheio de si. Com garotas implorando por ele e por uma noite em sua cama.

Convencido, cheio de si, com o ego nas alturas, prepotência e lindo. Foi por esse Justin que eu desprezei e lutei contra todos os meus sentimentos para mim não se apaixonar mais foi impossível.

....

  - Não está se divertindo, não é? - Catarina perguntou.

Eu olhava na direção de Justin que bebia com seus amigos e com várias garotas ao redor deles.

Bufei.

  - Ele é um idiota.

  - Porque não fala com ele?

Eu ri.

  - E o que eu vou dizer Lucca?

  - Ele não disse que não tinha certeza dos seus sentimentos por ele. - assenti.- Porque não prova pra ele que não é verdade.

  - E como eu faço isso? Não tem nada que eu possa fazer.

  - Como não? Tudo que você tem que dizer é o quanto você gosta dele. - Catarina disse.

  - Mais mesmo que dê certo ele vai continuar escondendo coisas de mim.

  - Olha Amanda, esse é o erro das pessoas. Tentamos proteger aqueles que amamos deixando-os de fora, mais no fim acabamos os machucado mesmo assim.

Assenti de leve e olhei para o palco onde a banda tinha acabado de terminar de cantar uma música, olhei para Justin e ele estava de papo com uma garota. E daí eu tive uma idéia. 

Comecei a tirar minha jaqueta e Lucca e Catarina me olharam estranho.

  - O que está fazendo? - entreguei minha jaqueta pra ela e sai de perto deles.

  - Aonde vai?

Continuei a andar.

  - O que ela vai fazer?....

Tomei coragem e subi no palco e abaixei o microfone até ficar na minha altura.

  - Olá pessoal, vamos aplaudir a banda!!

Todos começaram a aplaudir.

  - Eles são ótimos.

Gritos, assobios e aplausos eram o que se escutava na platéia.

  - Então, tem um cara aí e..... ele me disse que não tinha certeza dos meus sentimentos por ele, e eu queria provar que meus sentimentos são reais.....

Olhei pra Justin que tinha largado a garota que ele estava conversando e me olhava de cenho franzino.

  - Como se fosse fácil. - ri de nervoso. - Mais agora eu me sinto confusa e não sei como me expressar.....

O vocalista da banda tocou no meu braço eu olhei rapidamente pra ele com certeza ele queria que eu saísse do palco. Mais eu não dei atenção e continuei a falar.

  - Eu posso cantar?

Vi a expressão de algumas pessoas de surpresa e confusão.

  - É..... eu..... Quer saber? Eu vou cantar.

 - Qual é garota desce do palco.

Me virei pra ele.

  - Olha, por favor. Você tem que me ajudar, eu posso pagar. - disse o olhando, eu tinha que conseguir fazer isso.

  - Está bem. - sorri. - Que música quer cantar?

Falei o nome da música e disse que ia trocar um pouco da letra e que não afetaria em quase nada eles concordaram.

Me virei pra frente novamente e olhei para Justin que me olhava de braços cruzados e com o cenho franzino acho que ele não estava acreditando no que eu estava fazendo, mais me senti aliviada porque já não tinha nenhuma garota perto dele.

A banda começou a tocar eu respirei fundo e comecei a cantar sem tirar meus olhos de Justin.

Close your eyes, give me your hand, darling.
(Feche os olhos, me dê sua mão, meu bem.)

Do you feel my heart beating?
(Você sente meu coração batendo?)

Do you understand?
(Você compreende?)

Do you feel the same?
(Você sente o mesmo?)

Am I only dreaming?
(Estou apenas sonhando?)

This is burning.
(Isso está ardendo.)

Come with me, make our
(Vem comigo, fazer nosso.)

Always Forever.
(Sempre para Sempre.)

Sorri ao improvisar a letra que caiu muito bem na música e vi Justin sorrir e me olhar fixamente enquanto eu cantava ele parecia não querer perder um segundo da minha apresentação.

I believe it's meant to be, darling.
(Eu acredito no que está destinado a acontecer, meu bem.)

I watch when you are sleeping.
(Eu te observo quando estás dormindo.)

You belong with me.
(Seu lugar é comigo.)

Pisquei pra Justin e ele sorriu largo e seus amigos começaram a brincar com ele por me ver ali cantando pra ele. 

Do you feel the same?
(Você sente o mesmo?)

Or this is burning?
(Ou isso ardendo?)

It's Ours.
(É o nosso.)

Always Forever.
(Sempre para Sempre.)

Say my name the sun shines through the rain.
(Diga meu nome, o sol brilha em meio à chuva.)

Não tirei meus olhos dele em nenhum momento, Justin tinha que saber o que eu estava sentindo por ele. Seu olhar em mim era um misto de sentimentos que eu não pude decifrar.

A whole life so lonely.
(Uma vida toda tão sozinha,)

And then you come and ease the pain.
(E então você chega e alivia a dor.)

I don't want to lose this feeling.
(Eu não quero perder este sentimento.)

Ohhh, No......

Terminei a música e recebi os aplausos de todos inclusive do meu bad boy que me olhava impressionado por descobrir que eu sabia cantar.

Aos gritos e aplausos eu sorri e adradeci.

  - Obrigada.

Desci do palco e passei no meio das pessoas que me cumprimentavam eu sorria e agradecia a todos, andei em direção a Lucca e Catarina.

  - Você foi incrível. - Catarina me esmamou em seus braços.

  - Obrigado, Catarina.

  - Minha rainha você arrasou, e deu certo Justin não para de te olhar. - Lucca apontou discretamente para trás e eu olhei para Justin.

Eu não acredito que tinha funcionado. Eu estava muito feliz, fiz Justin perceber que eu não desistiria tão facil dele.

  - Você vai falar com ele?

  - Eu não, deixa o Justin pensar, dirigir o que acabou de acontecer.

  - Boa, então vamos nos divertir. - Lucca disse animado. - Vamos beber e dançar.

Fomos para pista de dança e começamos a dançar encontrei com Audrey e dançamos juntos.

                      JUSTIN BIEBER P.O.V 

Eu tinha bebido bastante mais ainda sim conseguia raciocinar o que estava acontecendo. E sim eu estava feliz e confuso com o fato da Angel ter subido no palco no meio de tanta gente e cantou, ela cantou pra mim. Eu não podia estar mais feliz eu sabia que ela era proibida pra mim, mais o jeito dela me atraía de uma forna que não dava pra explicar, Angel com certeza era uma atração perigosa e proibida.

No meu camarim eu tinha sido rude com ela, e a mandei embora, mais o que eu queria fazer era mantê- lá por perto, mais parece que Angel tinha forças demais pra desistir tão fácil assim.

Procurei ela com o olhar e vi ela dançando com alguém. Porque ela estava dançando com um cara, quer dizer, ela canta pra mim não fala comigo e depois vai dançar com um cara qualquer.

Porra. A Angel dançando com um filho da puta. Meu sangue ferveu eu tinha pensado que na minha luta era uma mirangem do meu sub consciente desejando aquilo que eu queria ver, porque eu a mandei embora e tinha pensado que ela foi mesmo, pelo jeito que eu tinha tratado ela pensei que ela não ficaria ali pra me assistir.

Fui discreto e sai de perto do círculo sem ser notado, passei no meio daquelas pessoas até uma garota me parar.

  - Oi Justin, vi sua luta hoje.

Nem dei atenção e continuei meu caminho até a Angel, ela estava toda sorridente para aquele idiota e o ódio começou a crescer dentro de mim.

  - AMANDA!!

Gritei mais o meu grito foi abafado pela música alta. Dei mais alguns passos até chegar neles e a puxei pelo braço fazendo ela se soltar do idiota.

  - Ei!!

  - Cala essa boca. - rosnei em sua direção.

Olhei para o cara que ela estava dançando e reconheci ser o Audrey um dos membros da delta, até o momento eu não tinha nada contra ele mais agora eu iria o chutar pra longe.

  - Justin, me solta!!!

Amanda tentou se soltar de mim mais eu não deixei.

  - Fica longe dela, não se aproxime dela de novo.

Audrey deu um passo pra trás recuando. Bom mesmo.

  - Não estava acontecendo nada demais cara.

O olhei com raiva e saí puxando a Angel pelo braço até um dos banheiros que estava vazio.

  - Que porra!! O que você está fazendo aqui? - ghuni de raiva a soltando.

  - Tem alguma placa proibindo minha entrada aqui? Eu acho que não. - ela falou rindo. Angel não estava bêbada mais estava querendo me provocar e estava conseguindo.

Eu estava a ponto do meu limite e ela sabia disso por isso riu em provocação.

  - Quem te trouxe até aqui? Foi a Thalita? Cadê  ela agora?

  - Hum.... ela deve estar transando com o Ryan em algum quarto de hotel. Mais desde quando isso é da sua conta? - ela riu de novo e se sentou na pia do banheiro.

  - Me responde direito, Amanda.

Peguei os pulsos dela a segurando.

  - Amanda? O que aconteceu com Angel?

Neguei com a cabeça porque ela estava tentando se aproximar do meu rosto.

  - Para!!

  - Porque? Você não gosta mais de mim? - ela entrelaçou suas pernas na minha cintura e me puxou pra mais perto dela.

  - Quem te trouxe até aqui?

  - Não importa, você gostou da música que eu cantei pra você?

Ela passou os braços em volta do meu pescoço e olhou pra minha boca eu engoli a seco.

  - Eu..... gostei, você canta muito bem, eu nunca imaginei que você pudesse ter uma voz tão..... linda.

Ela sorriu maliciosa e eu não pudia fazer isso, me soltei da suas pernas e me afastei.

  - Vou mandar o Dylan te levar de volta pra casa.

Incredulidade pintou no seu rosto, ela ergueu seu olhar sobre mim e eu só conseguia enchergar raiva e ódio, ela pulou da pia e veio furiosa pra cima de mim.

  - PORQUE VAI MANDAR O DYLAN ME LEVAR DE VOLTA PRA CASA? MAIS QUE DROGA JUSTIN!! PARA DE FUGIR DE MIM. VOCÊ FICA TÃO RIDÍCULO FAZENDO ISSO, O CARA MAIS MAU E PODEROSO DO CAMPUS ESTÁ FUGINDO DE UMA GAROTA? VOCÊ NÃO VÊ COMO É RIDÍCULO ISSO?.... SABE O QUE VOCÊ É?..... UM COVARDE!! VOCÊ É A PORRA DE UM COVERDE QUE NÃO SABE ENFRENTAR SEUS PROBLEMAS, EU ESTOU AQUI NA SUA FRENTE TENTANDO TE AJUDAR, QUERENDO VOCÊ DE VOLTA E O QUE VOCÊ FAZ? VEM ME DIZER QUE VAI MANDAR UM DE SEUS AMIGOS ME LEVAR DE VOLTA PRA CASA. MAIS QUE INFERNO JUSTIN, OLHE NOS MEUS OLHOS, E SEJA CORAJOSO PORQUE EU QUERO VOCÊ DE VOLTA ENTÃO ME FAZ UM FAVOR E VOLTA PRA MIM.

A cada grito que saia da boca dela demostrava como a mesma tinha força de vontade, determinação e ódio. Aquela era minha garota perigosa.

A vontade de beija-lá era grande mais eu não pudia fazer isso. Luta Justin, luta com todas as suas forças pra não fazer besteira.

Eu queria ela eu a queria inteira pra mim, mais eu não podia ela era proibida.

Me virei de costas balançando a cabeça.

  - OLHA PRA MIM JUSTIN!! - ela gritou e fungou.

  - O que você quer de mim? - perguntei ainda de costas pra ela.

  - Eu quero sua sinceridade. Quero que me explique o que está acontecendo. Eu quero você de volta Justin, será que não deu pra perceber? - o choro na sua voz acabou comigo.

Eu me sentia a pior pessoa do mundo naquele momento, mais eu não podia fazer nada, eu só tinha que me afastar de vez.

  - Desculpe Angel..... mais eu não posso fazer isso.

As palavras saíram fracas da minha boca. Eu simplesmente saí pela porta do banheiro deixando ela lá sozinha.

Cheguei no bar e pedi uma garrafa de vodka começando a beber.

                         AMANDA ALEXANDRA P.O.V 

Meu coração estava só o caco. Justin sabia como nocautear uma pessoa e ele estava fazendo isso comigo desde quando terminou comigo. Mais eu me reerguia e lutava, mais Justin sempre achava um jeito de me deixar no chão, quando eu pensava que tinha forças pra lutar e enfrentar toda essa situação, Justin me enterrava no chão com suas palavras agressivas e suas ações rudes.

Chorei por meia hora dentro daquele banheiro vazio até tirar forças do além pra conseguir levantar novamente. Saí dali de dentro e comecei a procurar a saída daquele lugar. Eu precisava voltar pra casa.

.........

Não tinha encontrado Lucca e Catarina em lugar nenhum, pois isso não voltei para o dormitório e tive que ficar nesse bar, porque eu não sabia o caminho de volta. 

Eu não vi mais Audrey também, mais encontrei com Brian e ele ficou conversando comigo, e me disse que depois me levaria de volta pra casa, porque ele viu que eu estava triste e não queria me deixar sozinha, então eu resolvi ficar.

  - O que está acontecendo ali? - Brian perguntou pra si mesmo olhando para trás de mim.

Olhei e vi Dylan e Justin bêbados.

  - Idiotas.... - eu disse ao ver a situação deplorável dele.

  - Fica aqui. - Brian falou pra mim e saiu em direção aos dois idiotas.

Justin relutava ele não queria ir embora dali, Brian tentava convencer ele mais Justin estava impossível.

Eu bufei me levantando e fui até ele.

  - Já chega Justin!! Vamos embora. - disse séria.

  - Você ainda está aqui? Porque....

Nem dei atenção peguei no braço dele e sai o puxando até a saída enquanto Brian tentava levar Dylan.

Levei Justin pra fora do bar.

  - Porque ainda está aqui? - soltei ele e comecei a andar.

  - Porque eu perdi minha carona então tive que ficar.

  - Ou porque você queria ficar aqui por causa de mim?

Ri incrédula e me virei pra ele.

  - Porque eu ia querer ficar atrás de um babaca igual à você? Se liga Justin você é ridículo.

  - Eu sou ridículo você que fica atrás de mim o tempo todo, fica atrás de mim esperando que eu volte pra você. Agora me responde quem é o ridículo?

Raiva subiu dentro de mim, eu não ia deixar barato, Justin tinha que ver que eu ainda continuava forte.

Eu ri. Deixando ele confuso e irritado.

  - Do que você está rindo?

Um clarão seguido de um trovão iluminiu o céu e logo pingos de chuva começaram a cair.

  - De você. De como você é um babaca sem coração, nem liga para as pessoas e afasa elas da sua vida sem motivo.

A cada palavra eu ia me aproximando dele e quando cheguei perto dele o empurrei deixando Justin mais irritado.

  - Qual é o seu problema? - ele ghuniu no meio da chuva que ficou mais forte nos deixando completamente molhados.

  - VOCÊ É O MEU PROBLEMA!!

  - Não grita.

  - EU GRITO QUANTAS VEZES EU QUISER!! EU VOU GRITAR ATÉ TODOS OUVIREM COMO VOCÊ É UM IDIOTA CRETINO.

Bati em seu peito e ele segurou meus pulsos.

  - Para agora com isso!!

  - JUSTIN!! - Brian apareceu gritando e tentando se proteger da chuva.

  - CAI FORA BRIAN E VÊ SE NÃO SE METE. ISSO É ASSUNTO MEU. 

  - ME SOLTA!!

Brian olhou pra nós dois e sem saber o que fazer voltou para dentro do bar.

  - ME SOLTA!! - Puxei meus braços para trás com violência e obrigando Justin a me soltar. - SE VOCÊ QUERIA ACABAR COMIGO PORQUE NÃO FEZ ISSO DIREITO.

  - QUAL É O SEU PROBLEMA GAROTA? EU NÃO DISSE PRA VOCÊ FICAR LONGE?

Os trovões era alto mais nada se comparava ao nossos gritos no meio daquela tempestade.

  - NÃO, EU NÃO VOU FICAR LONGE ATÉ VOCÊ PARAR DE SER COVARDE E ME DIZER A VERDADE. PENSEI QUE VOCÊ ESTAVA SENDO VERDADEIRO COMIGO. EU ACREDITEI EM VOCÊ.

Os olhos de Justin estavam raivosos ele estava prestes a explodir.

  - VOCÊ QUER A VERDADE? ENTÃO ESCUTA A VERDADE. EU SÓ QUERIA FUDER VOCÊ E TE MANDAR EMBORA NO DIA SEGUINTE.

Ele gritou e imediatamente minha mão fez contado com seus rosto, eu lhe dei um tapa estalado no rosto. A água da chuva fez fazer um estalo ainda maior.

  - Filha da puta!! - ele ghuniu.

Eu lhe dei outro tapa do outro lado do seu rosto e soquei seu peito.

  - EU ODEIO VOCÊ JUSTIN BIEBER. ESCUTOU EU ODEIO VOCÊ.

Eu estava descontrolada enquanto batia nele. Justin me segurou novamente e me puxou pra perto do seu corpo.

  - EU NÃO POSSO FICAR COM VOCÊ, ANGEL!

Ele gritou perto do meu rosto, e o silêncio se instalou entre nós, nossos olhares se encontraram no meio daquela chuva. Eu me perdia naquele olhar.

  - Eu não ligo.....

Agarrei seu pescoço e beijei seus lábios com toda raiva e força que corria no meu corpo naquele momento. Eu o beijei como nunca e era maravilhoso sentir seus lábios novamente.

Justin tentava relutar ele segurava minha cintura tentando me afastar mais ele acabou cedendo ao beijo e abriu os lábios me permitindo explorar sua boca, o desejo falava mais alto e meu corpo entrou em combustão. A água da chuva não conseguia baixar a temperatura dos nossos corpos que estavam quente.

Justin desceu suas mãos até minha bunda e a apertou dando impulso pra mim subir no seu colo e entrelaçar minhas pernas em volta da sua cintura. Nosso beijo era desesperado e cheio de saudades as mãos de Justin passavam por todo o meu corpo.

A chuva continuava a cair sobre nossos corpos e o vento batia sobre nós mais não importava eu e Justin éramos quentes juntos e nada podia nos esfriar.

Quando o ar acabou encerramos o beijo e encostando nossas testas só sentindo a respiração pesada um do outro. 



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