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História Epidemia de Despreparados - Capítulo 1


Escrita por: e dahvincx__


Notas do Autor


fic nova pra alegrar vocês??
eu to insegura no 1000% com essa fic, pq vai q vcs traumatizam? mas tá, se for pra dar ruim, que dê logo, né?

queria falar que vão aparecer muitas gentinhas de outros grupos, mas como nem eu sei o que vai rolar, eu nem coloquei como personagens kkkkkkkk
nem todos os meninos do exo vão aparecer nesse capítulo, mas é pq eu não quis colocar (?)
amem muito a fic, pq eu to cansada de ser floppada ;-;

boa leitura, seus.. rapa-dura?
kkkk <3

obs: essa fic é algo diferente de tudo que estou escrevendo atualmente, ou seja, contém muitos crimes, uma epidemia anormal e algo como zumbis. e sangue. e mortes. aproveitem kkkkkk <3
dessa vez não temos um chen papai do ano, mas sim um suho papaizinho qq kkkkk

Capítulo 1 - Estágio Zero


epidemia de despreparados

estágio zero

 

 

 

 

A bolha de chiclete formada na boca de Sehun se estoura, fazendo com que o homem ao seu lado se acordasse. Oh quis rir, mas se segurou. Já não bastava o péssimo temperamento de Zitao. Ele não queria complicar as coisas.

— Finalmente, Tao. — Ele reclama, encarando o de fios negros, que solta uma série de murmúrios incompreensíveis, como sempre. Os dois trajavam suas roupas de sempre – compostas por uma calça jeans preta, com camisas cinza por baixo de um blazer velho -, mas a animação para fazer o trabalho que lhes fora escalado era zero. — Você pode começar a dirigir agora ou eu vou precisar esperar ainda mais? Eu preciso encontrar Jong-Dae, você sabe disso.

O mais velho suspira, posicionando suas mãos no volante do carro.  Os dois não eram o que o rótulo de “bons amigos” significava; óbvio que não, eles só se viam por conveniência, por assim dizer. Zitao precisava de um ajudante. Sehun, de dinheiro. Logo, os dois saíam vitoriosos naquele contrato assinado mentalmente por ambos.

— Se está tão apressado, porque você não vem aqui e dirige? Uh? — Questiona o de fios negros, dando a partida na lata velha que era aquele carro de décima mão, provavelmente.  Sehun não responde à pergunta do mais velho, e isso o faz rir anasalado. Idiota, pensa o de cabelos castanhos, enquanto cerrava os olhos para ver o caminho que seu colega seguia. A escuridão do caminho o irritava; o governo não tinha fundos para cuidar dessa maldita estrada, mas Seul está sempre em perfeito estado. — Que merda de estrada, aish!

O caminho foi seguido em silêncio por ambos. Isso até o som de algo metálico cair no chão fazer Huang para abruptamente de andar. Ele olha pelo retrovisor do carro, e vê algo prata caído na estrada.

— Merda! — Reclama o mesmo, batendo as mãos agressivamente no volante. — Algum dos canos deve ter se soltado. Você pode ir lá ajustá-lo, Sehun? — Ele questiona, encarando o jovem ao seu lado.

Oh suspira e pega uma das lanternas para iluminar o caminho. Sai do carro e segue até a carreta em que colocaram os materiais, ligando sua lanterna e a colocando no chão. Ele logo encontra o bendito cano e começa a coloca-lo de volta ao lugar em que fora posicionado.

— Idiota. — Começa a resmungar o jovem Oh, enquanto prendia as cordas à carreta novamente. — Aquele ridículo não tem a capacidade de vir aqui e arrumar isso. Quanta maturidade, aish! Sério mesmo que ele—

Então, a luz da lanterna se apaga. E Sehun se cala por alguns poucos segundos.

— Ha ha, muito engraçado, Tao. Liga logo essa desgraça, seu retardado. — Ele brinca, tentando esconder o ‘cagaço que sentia. Nenhuma resposta. — Zitao?

A lanterna é acesa novamente, mas a alguns metros de onde ele estava. E não havia ninguém lá. Ele ri anasalado, começando a entrar em pânico. Ele começa a andar lentamente até a lanterna, tentando não fazer nenhum barulho. Faltavam alguns passos para chegar até lá, enquanto ele raciocinava o que acabara de acontecer. Uma mão em seu ombro faz com que ele solte um grito bastante agudo.

— Caralho, Sehun! Que diabos você está fazendo? — Pergunta Zitao, virando o mais novo de uma forma que eles pudessem se encarar fixamente. Dava para ver, claramente, como aquele simples ato foi capaz de irritá-lo. Porém, ele ainda tinha um pouco de razão; ele pagava a ajuda de Oh por hora.

— Eu... Desculpe, a lanterna acabou... Falhando. — Ele mente, mas Zitao não se importou em acreditar no que ele disse ou não. Ele simplesmente andou mais um pouco, pegou a lanterna e voltou a andar na direção do carro. Provavelmente, o jovem Oh estava alucinando por conta de suas noites mal dormidas, mas ele jurou ter visto alguém os observar por entre as árvores. Ele para de andar e, consequentemente, Huang faz o mesmo, perplexo.

— O que é dessa vez, porra? — Questiona o de fios negros, irritado. — Aigo, toda vez você encontra algo estúpido para fazer. Sério mesmo que não consegue ser normal por uns... Dez minutos? Mas que merda! — Esbraveja o mesmo, fazendo com que Sehun se encolhesse.

E, antes que você pense que era por medo dele, era, na verdade, por medo de uma coisa atrás dele. Alguém estava andando pela estrada. Alguém, não. Alguém não andaria se arrastando e quase caindo – a não ser que estivesse bêbado, mas isso era meio improvável vindo de um bairro pobre que não tem bar algum. Está bem, pensou Sehun, enquanto via a pessoa se aproximar, que diabos é aquilo?

— Uh... Tao? Tem alguém seguindo a gente. — O moreno afirma, vendo a coisa disforme se movimentar lentamente. Faltam alguns metros até os três se encontrarem, e aquilo estava apavorando o jovem Oh. O de fios negros suspira e continua a andar na direção de seu carro.

— Eu não estou te ouvindo! — Cantarola o mais velho, finalmente chegando ao carro. — Só conseguirei te ouvir quando estiver dentro desse carro, e quando estivermos nessa maldita estrada!

Um grito fino de Sehun faz o mesmo soltar a porta que estava abrindo. Ele encara o mais novo, e logo vê o mesmo correndo na direção do carro, com algo o perseguindo.

— Zitao, entra nesse carro e corre! Eu nunca te pedi nada! — Ele diz, entrando no carro. Huang entra, se senta, fecha a porta e dá a partida no carro. Acelera, ainda sem saber ao certo o que tinha acabado de acontecer.

— Dá pra me explicar o que acabou de acontecer? Por que diabos você tá berrando feito um retardado?! — Ele pergunta, irritado.

— Agora, agora mesmo, não dá. Só quando estivermos na merda de Busan e eu estiver seguro! — Ele diz.

Então, algo bate na traseira da carreta, fazendo os dois pular de susto. Os jovens encaram a estrada pelos retrovisores, mas não veem nada.

— Ok, me conta o que tá acontecendo, se não eu paro esse carro e te jogo dele. E você sabe que não estou brincando. — Afirma Huang, ainda em choque. Claro que ele estava se sentindo mal por não saber o que estava acontecendo – seu espírito controlador costuma causar isso -, então não havia forma maior de controlar a situação sem que isso envolvesse ameaçar Sehun e algo provavelmente idiota.

— Ok, eu vou te contar. Eu te disse que alguém estava seguindo a gente, eu só não sabia quem era. — Começa o mais novo, tentando regular sua respiração. Mas estava tão assustado que precisou de um pedido de Zitao para falar mais devagar. — Então, quando você ‘tava vindo pro carro, aí aquela... Coisa correu até mim, e agora ela ‘tá seguindo a gente! — Ele continua, aumentando o tom de voz a cada frase.

O som de algo batendo na lateral do carro faz os dois berrarem. Logo, algo bate no topo do mesmo.

— Minha santa Ana Maria Braga, não me faz morrer hoje! Eu ainda nem aproveitei a minha vida! — Começa o mais novo a ‘rezar’, e isso arranca uma breve risada do homem de fios negros. — O que é? Eu não quero morrer!

Então, o rosto daquela coisa deveras terrível aparece por cima da janela frontal, fazendo-os gritar, pular, rezar e surtar, tudo o mesmo tempo. Ela – ele ou aquilo, eles ainda não se decidiram – tinha um rosto feio, sujo de sangue com erupções nas bochechas e testa. As pupilas estavam dilatadas. Que diabos era aquilo?

Mas, talvez, esse começo não seja o melhor para tudo isso. Talvez, tenhamos nos apressado um pouco. Que tal voltarmos um pouquinho?

 

x x x x

Dois dias antes

Appa, quando você vai chegar em casa, uh? — Pergunta a fina e fofa voz de Soohyoung, fazendo o coração de Jun-Myeon se apertar, se é que era algo fisicamente possível. Mas aquele sentimento – o de um pai não poder ver a filha durante dois dias seguidos por conta do trabalho – não poderia ser explicado cientificamente.

— Hyoung-Ah, — Começa o ruivo de farmácia, sorrindo besta ao conversar com a pequena Kim ao telefone. — o papai está ocupado com o trabalho. Mas, eu te prometo, quando você acordar, eu estarei aí. — Afirma Jun-Myeon, aguardando uma reação da menina.

Ela apenas bufa, murmura algo e desliga. Ele ri, guardando o celular no bolso enquanto caminhava até seu posto. Logo, ele avista Jong-In saindo do banheiro pela terceira vez num intervalo de duas horas. Ele enxuga suas mãos nas calças grossas enquanto caminha desajeitadamente até o ruivo. Jong-In suspira, sorrindo.

— Se você estiver vendo vídeos pornô naquele banheiro, eu vou te bater. — Ameaça Jun-Myeon, fazendo o Kim soltar um sorriso debochado para o amigo. — Kim Jong-In...

— Olha, eu passei mais tempo lavando as mãos do que fazendo esse trabalho braçal, ok? — O moreno rebate, sério. Jun-Myeon arqueia as sobrancelhas na direção do colega. — O que é?

— Nada, Kim. Nadinha de nada. — Murmura o ruivo, deixando o outro Kim confuso. Ele começa a andar na direção da central, e Jong-In o segue. Claro que, como ele estava lá há muito mais tempo, o jovem Kai – seus colegas de trabalho lhe deram por conta de uma festa em que ele caiu feio – apenas o seguia sem dizer nada, já que não podia perder esse emprego.

Eles entram no corredor principal da central, seguindo alguns metros até encontrar a ala que os pertencia. Resgates em acidentes. Era algo bom para se trabalhas, eles achavam. Mas, claro, Jong-In era tão medroso que a maioria dos resgates ficavam para ele. Kai apenas cuidava da ‘área da paquera’, como ele mesmo a nomeou. O pior de tudo era que, na maioria das vezes, algumas mulheres ainda davam os seus números de telefone para ele. Os Kim se sentam nas velhas cadeiras de plástico, enquanto esperam algo acontecer para que eles pudessem sair daquele lugar que cheirava a cigarro.

— Como está a Soohyoung, Jun-Myeon? — Pergunta, Kai. Por mais que ele e a jovem Kim nunca tivessem tido um diálogo construtivo – a única vez em que se viram, a garota o mandou ir embora pois ele era muito bonito -, ele gostava dela. Nunca fora rodeado de crianças, já que não tinha muitos amigos na escola, então sempre teve um amor por pessoas mais novas.

— Ela está bem, por mais que não estejamos nos vendo tanto. Minha mãe sabe como cuidar dela. — Responde o questionado. Um silêncio constrangedor se forma por conta da falta de assunto. Ele é quebrado no momento em que a Sra. Lee Jang-Mi entra no local, séria como todos os dias. Os dois se levantam e fazem uma reverência.— Senhora Lee, trouxe algum caso para nós?

A voz de Jun-Myeon se transformara em algo sério em questão de segundos. Ele queria sempre passar uma boa impressão para Jang, já que era ela a dona de tudo aquilo, e poderia demiti-lo por conta de um erro bobo. Isso estava fora de cogitação. Não podia deixar de sustentar sua filha por conta de algo ridículo como deixar de falar um “oi”.

— Sim. Alguns turistas islandeses acabaram se perdendo numa trilha, vocês precisam ir resgatá-los. — Ela diz, fazendo os garotos se entreolharem. — Não sei as condições deles, então vocês levarão uma equipe extra para ajudar. São 7 pessoas, e elas estão lá há aproximadamente duas horas. Elas podem morrer. Sem pressão.

Ela sai do local, deixando os dois em choque.

 

x x x x

 

A fumaça do cigarro se mistura com o ar lentamente, enquanto Min-Seok trajava mais e mais vezes seu cigarro naquele beco escuro. Ele estava irritado, eles já estavam duas horas atrasados.

— Merda, esses desgraçados não atendem. — Murmura o loiro, vendo a décima ligação para Huang não ser respondida. — Aonde eles se meteram?

Como não havia muito a ser feito, ele apenas encarava as ruas, vendo a movimentação das pessoas perto das onze da noite. Como é possível eles ainda terem algo a fazer, nessa hora?

O som de uma batida de carro na avenida ao lado faz com que ele arqueie rapidamente as costas, assustado.  Ele sai do beco a passos largos, e logo vê um carro caído num túnel em construção. O carro preto estava de ponta-cabeça, e haviam cacos de vidro a metros de distância. Ele suspira, desinteressado, enquanto caminha na direção contrária. Isso até o som de outra batida assustá-lo, fazendo-o virar na direção do túnel novamente.

Outro carro bateu, no mesmo lugar do primeiro.

— Mas que porra...? — Ele sibila, confuso.

Então, o som de gritos e estrondos começam a acontecer sem muito espaço entre eles. As pessoas começaram a correr pelas ruas, algumas esbarrando em Min-Seok, outras caindo, e algumas empurrando as outras.  O que está acontecendo? Uma mulher esbarra nele, então o Kim segura-a pelo braço, sério. Ela grita, mas ninguém a ajuda.

— Me solte! — Ela esbraveja, tentando se soltar de seu toque.

— O que está acontecendo? — Ele pergunta, a segurando mais forte.

— Você viu aquele primeiro acidente de carro? — Ela começa, mas sem dar tempo para ele responder. — Ela tinha morrido, mas agora está viva e está... Matando outras pessoas. — Ela diz, e o choque no corpo de Kim faz com que ela consiga se soltar. Ela corre, deixando-o ali.

 

x x x x

 

Os equipamentos de escalada estavam um pouco estranhos. Ou talvez seja o clima, o céu. Jun-Myeon reparou que ele estava meio avermelhado, e mais seco do que o normal. Jong-In não estava ligando para isso; queria apenas salvar as pessoas e ir para casa.  Eles estavam irritados por precisarem ir para o topo de uma montanha apenas para encontrar aquelas pessoas. Que tipo de trilha seguia até uma montanha no meio da noite?

Ao Jong-In chegar ao topo da montanha, ele espera Jun-Myeon e estenda sua mão para o mesmo, que se apoia nela e sobe também. Eles caminham alguns metros enquanto olhavam, com a ajuda de suas lanternas, pelo lugar em busca das sete pessoas.

— Algum sinal deles, Myeon? — Pergunta Kai, iluminando o caminho ao seu  redor.

— Não...

Eles ouvem o som de algo pisar em algumas folhas secas, atrás deles. Se viram rapidamente, até que uma mulher avança na direção deles, segurando fortemente o pescoço de Jun-Myeon.

— Vocês precisam ir embora! Eles estão aqui, mataram todos! — Afirma a mesma, com seu cabelo escuro cobrindo seu rosto e o de Jun. Kai tenta desvencilha-la de seu colega, mas a moça estava se segundando muito forte. — Vão embora!

— Não podemos ir embora se você continuar segurando ele, senhora. — Rebate Jong-In ironicamente. — Pode nos dizer o que aconteceu?

— Eles... Eles estão aqui. Querem nos matar e matar todos no mundo. — Ela afirma, se soltando de Jun.

— Eles quem? — Pergunta Jun-Myen, batendo suas mãos em sua calça para limpar a sujeira que estava e seu corpo.

O som de um grito faz todos se abaixarem e colocarem as mãos nos ouvidos. A mulher parecia estar mais afetada do que eles; mexia seu corpo freneticamente enquanto seus braços reviravam.

— Eles estão aqui. — Ela suspira, e suas pupilas dilatam.

 

 

 

 

 


Notas Finais


então, é isso.
ficou grande, mas eu gostei??
milagres acontecem, é isso

eu vou fazer todo mundo brotar, calma.
mas primeiro a desgraça tem que rolar, certo?

pelo amor da Ana Maria Braga, comentem aí o que vcs acharam, eu quero muito saber da opinião de vocês aaa

outra coisa, eu fiz - finalmente - o meu cronograma aqui no spirit
então, como essa era a fic de hj, a próxima que vai sair no dia 26 é a fic do diário, e depois amnésia no dia 27
só pra vcs não acharem que vou abandonar tudo pelo ataque dessa fic kkkkkkk

beijinhos, lavem as mãos, usem álcool em gel e não saiam de casa, ok?
se cuidem, pq a @jjix_sam precisa de vcs pra ler essa fic

aliás, sigam a minha segunda que tbm vai escrever essa fic, a @dahvincx__
lá, eu vou postar vários jornais de doação de capas, ok?

fui~~ <3


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