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História .epifania (Reddie) - Capítulo 2


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Notas do Autor


Demorei mas está aqui!

Espero que gostem. XX

Capítulo 2 - Chapter 01


Fanfic / Fanfiction .epifania (Reddie) - Capítulo 2 - Chapter 01

Silêncio.

Silêncio.

O Tozier mais velhos desfrutava daquele raro momento que estava tendo. Seu filho costumava falar muito.

Não que ele não o amasse, mas o garoto realmente falava até seu pai ficar tonto.

Era um belo motivo para o moço estar sentado no sofá enquanto olhava para a televisão desligada. 03 horas e 17 minutos, olhou no relógio que tinha em seu pulso direito e deu um gole pequeno na xícara de chá que tinha na mão esquerda.

Tinha sido uma noite cansativa no trabalho, mas mesmo assim não deixou de descer do carro para colher duas rosas para sua mulher. Ele fazia isso sempre ao passar pela primeira casa de sua rua, os moradores da casa verde tinham belas rosas em frente de sua residência.

Wentworth amava ver que simples rosas deixavam sua mulher feliz.

Ele entregaria as flores assim que Maggie acordasse pela manhã. - ou quando ele acordasse. Maggie sempre acordava primeiro.

Não demorou muito para ter seu tão maravilhoso silêncio quebrado pelo filho que surgiu ao seu lado sorrindo.

- Sr. Wentworth Tozier, como foi seu dia no trabalho, meu caro? - Sorriu até demais. - ou deve dizer... noite? Madrugada? Hmm vou ficar com a noite! Como foi sua noite no trabalho, meu querido pai?

O homen revirou os olhos castanhos. Sabia exatamente o que Richard queria.
E também sabia bem que já era aniversário de seu único filho.

- Céus, Richard, se acalme. - fez carinho nos cabelos encaracolados e grandes do garoto

- Já é meu aniversário. - Tirou a xícara de chá da mão de seu pai e a colocou na mesinha de centro que havia na sala. - Quero meu presente, Sr. Wentworth Tozier. - deitou sua cabeça nas coxas de seu pai.

- Eu sei, mas já falamos sobre isso, meu filho. Eu não irei deixar que você pise no bar. - Sorriu debochado e continuou com o carinho.

- Mas pai, eu tenho dezoito anos e você prometeu que me deixaria conhecer o bar quanto completasse dezoito. - bocejou. - Eu preciso conhecer meu local de trabalho.

Wentworth nunca deixaria Richard trabalhar lá.

Não considerava seu trabalho um lugar adequado para o filho. Sim, ele havia criado cada pedacinho daquele bar, e era lindo e aconchegante, mas as pessoas que o frequentavam, não eram nada boas. Pelo menos a grande maioria.

- Preciso falar com sua mãe sobre isso, você sabe que ela é quem sempre da a resposta final. Agora vamos dormir, Sr. Richard Tozier, meu querido filho. - observou o menino tirar a cabeça cheia de cabelos desengrenhados de suas coxas e ficar sentado.

- Certo, então meu maravilhoso futuro está nas mãos da mamãe, acho que posso lidar com isso. - ouviu seu pai gargalhar.

Ótimo, adorava ver seus pais dando risadas. Era reconfortante.

- Você pode, aniversariante, e se não puder, apenas fale, você faz isso muito bem.

- Eiii, isso é uma calúnia, Sr. Tozier! E depois dessa eu vou ir dormir. - Deixou um beijo de leve na testa do outro. - Boa noite.

- Boa noite, garoto.



Logo Richard já estava em sua cama, e Wentworth estava cansado de pensar tanto, apenas tinha em mente que daqui algumas horas o menino tagarela voltaria para o mesmo assunto novamente. Maggie sempre ficava do lado do filho.

A mulher vinha com a desculpa de que já tinha mimado muito seu marido e agora estava na hora de mimar seu filho. Não que ela tivesse criado Richie como uma criança chata e mimada, isso jamais. Ela apenas queria fazer tudo o que podia pelo filho.

Wentworth levantou pegando as duas rosas que estavam na mesinha de centro e seguiu para seu quarto, onde entrou com cuidado e andou até sua esposa dando um leve beijo em sua bochecha. Deixou as rosas na pequena prateleira ao lado da esposa. - se ele não acordasse primeiro, ela veria as rosas por si só e ele sabe que ela iria sorrir.

Estava cansado demais para conseguir tomar banho agora, então só trocou rapidamente de roupa e se deitou ao lado de Maggie.


Deixou-se relaxar. Sabia que logo logo teria que lidar com seu filho eufórico.



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O fato de que as nove horas em ponto Richie já estava na frente da porta do quarto de seus pais surpreendeu até a si mesmo.

Richard Tozier era mestre em acordar depois do meio-dia quando podia. E sim, naquele dia, ele podia. - o fato aqui é, o garoto nem se quer dormiu.

Tudo o que Richie quis desde seus quinze anos de idade é visitar o bar onde seu pai trabalha.
Maggie e Wentworth Tozier, como sempre sendo sensatos, não deixaram o filho pisar no local até os dezoito anos. Estava acontecendo... os dezoito anos de seu filho, e como prometido, mesmo relutantes, eles deixariam Richie frequentar o lugar.

Richard já não aguentava mais esperar, e nem ele mesmo sabia o motivo de querer tanto assim conhecer o bar noturno de seu pai. Talvez fosse pela fachada chamativa do lugar. O Tozier mais novo era completamente apaixonado por aquela fachada.
Sempre que possível ele passava em frente.

E agora finalmente ele vai conhcer o tão sonhado bar noturno da pequena cidade de Maine. Devia ser ainda mais fantástico por dentro.



Sem paciência Richie resolve entrar logo no quarto de seus progenitores. Chega perto o suficiente da cama para deitar entre os adultos, feito uma criança.

Maggie foi a primeira a abrir os olhos e se dar conta de que seu filho - que não é muito pequeno. - estava ali.

- Feliz aniversário, curly baby. - Se espreguiçou.

Richie puxou a mulher e fez com que ela deitasse a cabeça cheia de fios pretos (lindos) no seu peito, deixando cinco beijos ali.

Deixou um sorriso escapar.

- Você precisa parar com esse apelido. Ele é terrível. - Falou baixo.

- Já está fazendo dezoito anos ainda não entendeu que eu não vou parar. Que coisa, Richard. - Levantou e estendeu a mão para o filho que aceitou e logo já estava em pé também. - Eu vou lavar o rosto, me espere lá em baixo. - Beijou a bochecha de Richie.

- Okay. - Saiu saltitante do quarto.


Maggie sorriu pelas rosas deixadas ao lado da cama. Wentworth sempre fora atencioso com ela.









O café aguado que Richie tinha acabado de passar agora estava sendo distribuído em duas xícaras. Ele faria tudo pra ter o que queria.


- Não acredito que você passou café, Richard. Seu café é horrível. - Fez careta e sentou na cadeira ao lado do filho.

- Ele é fraco, apenas, mãe! - Provou um pouco quase cuspindo. - certo, não precisa tomar.

- Não sei pra que tudo isso se a decisão já foi tomada. - Tomou um longo gole do café. A pesar do gosto horrível, foi feito com esforço. Ainda estava horrível.

- Como? Mas o pai, ele ficou quieto ontem e nossa, o que vocês decidiram?

- Você vai poder ir, mas...

- Nossa nossa não acredito, obrigado. - Com os olhos brilhando o garoto abraçou a mãe.

- Só não faça nada de errado lá, se caso isso acontecer teremos que tomar medidas drásticas, mocinho. - apertou o nariz do cabeludo.

- uhum

- Você tem olheiras, Richard, vai descansar um pouco. - Maggie já sabia que o filho não tinha dormido direito, e talvez nem tenha dormido pela ansiedade.


Mais rápido do que nunca o garoto subiu as escadas aos tropeços. Ninguém poderia o culpar, ele estava feliz.


E ficaria mais ainda durante a noite ao olhar para alguém em específico.


Notas Finais


Esse capítulo tá meio chatinho, mas é necessário, prometo.

Não revisei, e fiz uns arranjos aqui e ali agora, então deve ter vários erros, mas vou revisar amanhã/hoje.


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