História Epílogo. - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Angst, Drabble, Lírica, Originais
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Palavras 426
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lírica

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


eu ainda não sei escrever sobre você.

Capítulo 1 - Capítulo único.


Não me contento, é fato. Torço metade do rosto e um inteiro de um nariz repudiando veemente aquele que inventou os nomes. Se fosse pra ter tão pouco, por que não deixou como nada? O que me deram de substantivos não sacia minha vontade de falar, dialogo por quem sabe horas e busco fiel um termo final.

As palavras não combinam, não explicam, não me ouvem. Só dizem. Egoístas e, me forçam a admitir contragosto que, eu sinto saudade…

Não afirmo, é algo mais controverso que isso, mas na dúvida, digo que sim.

Às vezes no menor descuido lembro, não é com certo carinho, é uma mágoa desentendida e carecida de resposta. Meu intelecto quebra aos lados, deixando de ser quadrado e cheio de si. Nesse círculo eu giro, rodo, subo, caio. Tudo dentro dos quatro por que’s.

É como um físico que tem sua teoria esnobada, não há paz enquanto a pergunta não se cala. Temo lembrar de você por muito mais tempo, temo cobrar de dentro uma satisfação que vem de fora.

Quero que saiba que, eu nunca mais deixei alguém invadir aquela bolha pessoal que eu tanto protegia. O colchão no chão, os dedos na pele, as pernas entrelaçadas de respirações ladras e seu cabelo com cheiro de lavanda foram meu olá de despedida a qualquer sentimentalismo que eu viesse a ter. Você destruiu o novo mim.

Era segredo mas, há duas semanas, enquanto estava com alguém que realmente gostava, usei de sua mania com as mãos. Ponta dos dedos, traço leve, quase brisa, quase cócega. O beijei pensando se ele tinha gostado como eu gostava. Talvez eu tenha passado adiante o tipo de amor estranho que cê nunca me deu por completo. Já era hora, meu bem.

Você me contava carinhoso que viajou a América do Sul por inteiro, abrindo o guarda-roupas e me mostrando quinquilharias. “Pode perguntar qualquer país”, “Argentina? Hm, Paraguai?”, todos com um sim pendurado, esqueci de perguntar lugares como Guiana Francesa, soaria três vezes mais atrativo, menos superficial.

É engraçado a diferença de ir e de tirar, quando cê sumiu doeu pela pergunta incessável, agora que cê me barrou dói pelo saber: não haverá resposta. Nunca.

Ainda hoje, durante madrugadas tristes eu tento me imaginar longe, com mais idade, mais posses e conquistas e, suponho que ainda lá enquanto limpo algo com uma distração oportuna: “Ah!”, uma recordação sua me acomete e, ainda é um mistério.

Se souber o caminho de volta, busque meu nome comum demais em milhões de outros.

Espero que fique bem. Nós merecemos calmaria.


Notas Finais


o mlk que sumiukk ele apareceu e me excluiu da única rede social que eu raramente (quase nunca) o viakk é meio tosco tlgd mas é como se tivesse realmente colocado um fim no único meio que nos """"""""""ligava"""""""""""
é............. acabou de vdd oq nunca foi muito além
que fase.


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