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História Equação: Eu mais Você é igual a um bebê?! - Capítulo 2


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Notas do Autor


Eu sou muito ansiosa, cara! Eu simplesmente tenho que postar a porcaria maravilhosa desse segundo capítulo e pronto!

Na verdade, eu já tenho a fic inteira pronta, mas tô enrolando pra postar porque sim.

Sobre a capa da fanfic: a mais aleatória possível, porém, com uma razão.

A razão: Caio e Leonardo são fãs de Pokémon. Desde sempre, Caio sempre mostrou-se fã do Pikachu, ao que Leo passou a apelidá-lo disso - mas atualmente ele raramente faz isso qqq

Já o Leo, não era muito claro. Ele só gostava do anime mesmo. Atribuímos o apelido de "Charmander" para ele por conta de uma piada interna que eu inventei, que se deve ao fato dele ter um "fogo no rabo" quando se trata de falar "besteira" (se é que me entendem 7w7).

Bem, é isso. Um fato dos dois aqui e alguns outros no final. BOA LEITURA, FOFUCHOS!

Capítulo 2 - Capítulo 2: Qual o resultado?


Caio abriu os olhos com dificuldade por conta do sono forte que ainda sentia e levou a mão até a testa, sentindo a cabeça latejar. Não deveria ter bebido tanto. Olhou para o relógio digital em cima do criado-mudo ao seu lado, que marcava pontualmente sete horas da manhã, e virou-se para o outro lado da cama, sentindo o corpo dolorido, principalmente o pescoço.

Fechou os olhos, começando a pegar no sono novamente, sentindo um cheiro diferente do seu no outro travesseiro. Quase duas horas depois, despertou do sonho impuro que estava tendo sentindo o corpo e o rosto em brasa. Respirou fundo e então reconheceu o cheiro de Leo no travesseiro a qual estava deitado. Levantou a cabeça dele no mesmo instante, assustado, reclamando pelo latejo que sentiu em seguida pela ação repentina.

- Ai... - murmurou, massageando a têmpora. - Muito bem, Caio. Ficou de ressaca. - resmungou, virando-se e sentando na cama com muito custo, já que estava dolorido. - Mas que raios? Por que tá tudo doendo....?

Seus olhos azuis fixaram-se em suas peças de roupas que usava na noite anterior espalhadas pelo chão de seu quarto. Colocou as mãos sobre a boca, assustado, arregalando os olhos.

- Não foi um sonho. Ai, caramba... - murmurou, dando-se conta de que o sonho que estava tendo era, na verdade, flashes de lembranças do que ocorrera no final da noite anterior. - Tsc... Depois dessa, nunca mais eu aceito apostar bebida com ninguém. - reclamou ao nada, massageando sua têmpora.

Olhou para seu lado novamente, onde vira pela última vez Leonardo, depois de conferir que não havia peça de roupa alguma dele pelo chão, e coçou os olhos. No primeiro horário que acordou, ele já não estava ali. Perguntou-se que horas ele não havia acordado então, mas decidiu deixar aquilo para lá, pelo menos por enquanto. Perguntaria a ele em outro momento.

Caio mexeu-se no colchão e gemeu baixinho de dor com a pontada que sentiu no quadril, abaixando o olhar na direção do mesmo. Estranhou as marcas roxas em seu peito, algumas marcas suaves de dentes e neutralizou a expressão. Abriu levemente a boca, boquiaberto com a quantidade de chupões em seu corpo.

- Não vou perguntar, isso aqui eu sei o que é. - murmurou para si mesmo, sentindo o rosto corar. Fechou os olhos, respirando fundo, e então lembrou-se de um detalhe: haviam outras pessoas morando na casa também. Abriu os olhos, arregalando-os. - Merda.

Levantou-se da cama com certa dificuldade, já que suas pernas estavam um pouco bambas, sua cabeça latejava e seu quadril doía. Devagar e mancando levemente, Caio caminhou até o banheiro e assustou-se ao olhar no espelho o estado que seu pescoço estava, encarando cada roxo em sua pele com os olhos azuis arregalados. Apoiou-se no mármore da pia, passando suavemente os dedos pelos roxos que marcavam seu corpo.

- Mas que... mas que porra, Leo?! Seu desgraçado! - xingou, irritado. - Ah, eu vou te matar, seu filho da p.... - grunhiu, engolindo o xingamento, reclamando em seguida pelo latejo em sua cabeça. - Tsc, ai... - levou a mão à testa, respirando fundo.

Olhou novamente seu próprio estado no espelho e bufou, revirando os olhos. Aquilo explicava o porquê de estar quase tão dolorido no pescoço quanto no quadril. Tinha que dar um jeito naquilo. Seguiu para o chuveiro, xingando o melhor amigo em todos os idiomas que sabia falar.

Ao sair do banho, juntou suas roupas do chão e jogou-as no cesto de roupas sujas. Suspirou ao abrir seu guarda-roupas, infeliz, já que não possuía nenhuma camisa que pudesse esconder os chupões em seu pescoço.

E com certeza não teria coragem de pedir à alguma das meninas da casa maquiagem para camuflar os roxos, porque, conhecendo-as como conhecia, sabia os comentários e perguntas curiosas altamente indiscretas a respeito daquilo. Pensou, pensou muito, enquanto se vestia, caçando entre suas coisas alguma coisa que pudesse usar.

- Hm... talvez a ideia de ficar trancado aqui no quarto não seja tão ruim. Assim, só o dia todo. - murmurou, incomodando-se com a leve pontada que estava sentindo por causa da dor de cabeça. - Posso pedir pra Kuta trazer algo pra mim comer aqui. Acho que o mês inteiro também não seria má ideia...

Então Caio lembrou-se de uma coisa que daria certinho para esconder aquelas marcas em seu pescoço. Olhou para a janela, a luz forte do sol indicando que a temperatura do dia seria um tanto alta, e suspirou.

Era aquilo, ou passar o dia, ou melhor, o mês inteiro trancado dentro do quarto.

Então saiu do cômodo após certificar-se que nenhum roxo estava visível.


***


- Bom dia, pessoal! - sorriu, acenando para Sakiri, Kaito, Tallia e Kuta sentados à mesa, tomando café da manhã.

- Bom dia, Caio... - os quatro saudaram e quando olharam-lhe, mudaram as expressões para uma estranha, olhando para o garoto como se ele fosse louco. Caio sentou-se à mesa, olhando para cada um deles.

- O quê? - perguntou, franzindo o cenho.

- Caio, querido, você está bem? - Sakiri perguntou, arqueando as sobrancelhas.

- Estou... - Kaito esticou-se sobre a mesa, tocando sua testa. Caio olhou para ele confuso. - Ué?

- A temperatura dele está normal. - o rapaz disse, voltando ao seu lugar.

- Caio, o que te deu na cabeça pra estar usando um cachecol nesse calor dos infernos? - Kuta questionou, olhando para Caio como se ele fosse um bicho de sete cabeças. - Ainda tá bêbado?

- Só pode. - Tallia murmurou, olhando com os olhos semicerrados para o garoto.

- O quê? Não, não. Eu estou bem, só... - esticou a mão para pegar duas fatias de pão de forma para fazer um sanduíche enquanto pensava em uma desculpa. - É só que eu vi ele no meio das minhas coisas, e como nunca mais havia usado, resolvi usar hoje. - deu de ombros.

- Mas justo hoje? Nesse calor? - Sakiri questionou, bebericando seu chá desconfiada. Caio assentiu, fazendo seu sanduíche.

- Auto-punição por ter bebido além da conta ontem. Minha cabeça está quase para explodir. - murmurou. Era uma boa desculpa até, e nem era totalmente mentira. Apenas havia exagerado um pouquinho sobre sua dor de cabeça, que nem estava mais aquelas coisas.

- Eu avisei, mas você não quis me ouvir... - Kuta murmurou, mastigando um pão de queijo, parecendo ainda sonolenta. Caio suspirou, assentindo levemente.

- É, eu sei. - sorriu, olhando para Sakiri em seguida, servindo-se de café. - Como você está, Saki-chan? E esses bebês?

- Ah, nós estamos bem, embora um pouco cansados. Eles estão quietinhos hoje, acho que foi porque curtiram muito a festa de ontem. - Sakiri brincou, fazendo Caio e Kuta rirem.

- A sua sorte é estar apenas cansada. - Kaito murmurou com sua xícara de chá na boca, os olhos fechados. - Tenho certeza que quase todo mundo está de ressaca nessa casa.

- Eu fui a única que não ingeri álcool nessa merda? - Kuta questionou, arqueando uma sobrancelha. Kaito deu de ombros, meneando levemente a cabeça.

- Acho que sim. - colocou a xícara novamente na mesa, abrindo os olhos e encarando a irmã sério. - E "ai" da senhorita se tivesse ingerido. Você tem 12 anos.

- É, diga isso para o Caio, que tem 17 anos e bebeu copos e mais copos de vodka. - Kuta apontou para o adolescente ao seu lado, que desviou o olhar, mastigando um enorme pedaço de seu sanduíche que havia colocado na boca.

- Nós dois vamos conversar sobre isso depois. - Kaito disse sério, olhando para o adolescente.

- Aliás, Caio, que horas você veio embora? Eu fui te procurar depois e não te encontrei. - Tallia disse, olhando para o garoto. Caio pensou um pouco, engolindo o que tinha na boca.

- Acho... hã... - murmurou pensativo, tentando recordar-se que horas eram quando chegou em casa com Leo. - Foi depois que dançamos Work. Eu fui falar com o Leo e vim embora. Eram... o quê? Dez horas?

- Onze. - Sakiri corrigiu, olhando para o japonês de olhos azuis. - Falando nisso, você veio sozinho? - perguntou, preocupada.

- Hã... eu... Não, eu vim com o Leo. Ele me trouxe em casa. - respondeu, contornando com a ponta do indicador a estampa de pokébola em sua xícara.

- Ah, é mesmo! Eu vi vocês dois saindo juntos lá da festa. - Kuta olhou para o garoto ao seu lado e riu. - Estavam de mãos dadas. Tão casalzinho fofo!

Caio olhou para a menina com um olhar repreensivo, embora fosse visível que tivesse ficado envergonhado. Sakiri e Kaito riram da reação do garoto e Tallia arqueou a sobrancelha, olhando para ele.

Ou melhor, para um certo ponto em específico dele.

- Caio, vem cá, fofucho. - chamou a atenção dele, que encarou-lhe confuso. - O que é isso no seu pescoço?

- Como assim? - Caio franziu o cenho.

- É um cachecol, não? - Kaito perguntou irônico. Tallia ignorou a ironia do mais velho e apontou.

- Não, não. Aí no seu pescoço, esse roxo.

Sakiri cuspiu o chá que bebericava, olhando de imediato para onde Tallia apontava. Kuta e Kaito olharam também e Caio rapidamente colocou a mão sobre o local, escondendo o chupão. Xingou mentalmente, sentindo seu sangue subir todo para suas bochechas com os olhares perplexos dos quatro.

- Era um chupão? - Sakiri perguntou, boquiaberta. Agarrou o braço de Kaito ao seu lado, chacoalhando-o. - Kai, você viu aquilo?!

- Não, não era! Eu me bati sem querer! - Caio respondeu, começando a ficar nervoso.

- No pescoço? - Tallia perguntou, maliciosa. - Acho que não~

- Acontece! Eu me distraí, acabei batendo sem querer-- KUTA, EI! - gritou assustado quando a menina ao seu lado puxou o cachecol de seu pescoço, expondo-o.

- Então você se distraiu com algo bastaaaante interessante e se bateu em algo bastaaaaante suspeito para estar com o pescoço nesse estado. - Kuta segurou a risada, seus irmãos mais velhos e Tallia olhando perplexos para as marcas na pele do japonês ao seu lado.

- Se você já não tivesse se auto-entregado, eu acreditaria se me dissesse que tinha brigado com alguém. - Kaito disse, sendo chacoalhado por Sakiri e Tallia. - Dá pra vocês duas pararem?! Eu tô ficando tonto!

- Caio! Seu japonesinho safado! O que você aprontou essa noite, mocinho?! - Tallia perguntou agitada e maliciosa, olhando curiosa para o adolescente.

- Você vai contar tim-tim por tim-tim pra gente! Ah, se vai! - Sakiri bateu palminhas, animada e curiosa, e Kaito coçou a cabeça, rindo. Caio suspirou, enfiando o rosto entre as mãos, extremamente envergonhado e tímido.

- Você me paga, Leonardo Matteo, você me paga... - murmurou baixo, extremamente vermelho e tímido. Kuta ao seu lado abriu a boca, surpresa, tendo conseguido ouvir o nome do melhor amigo do outro.

- Que foi, Kuta? Que cara é essa? - Tallia perguntou curiosa. Kuta abanou a mão, preferindo ficar quieta e poupar Caio, mesmo que por pouco tempo, voltando sua atenção para seu café da manhã.

- Nah, nada, não.


***


- Adivinha quem chegou? Exatamente, eu! - Kuta disse divertida, invadindo a sala da melhor amiga. Jugyu riu, acenando com a cabeça para Caio, que brincava com os dedos das mãos, tímido.

Depois da sessão de interrogatório a qual foi submetido, era de se esperar que estivesse assim mesmo.

- Oi, Jugy. - murmurou, ajeitando o cachecol no pescoço. Olhou na direção das escadas e voltou seus olhos azuis para a menina meio coreana. - Leo tá no quarto?

- Tá, sim. Entocado, como sempre. - revirou os olhos, sorrindo divertida em seguida. - Pode subir, fique à vontade. - indicou com a cabeça as escadas, fechando a porta.

- Okay... - murmurou, dirigindo-se para o andar de cima. Jugyu e Kuta olharam Caio subir e quando ele sumiu de vista, Jugyu olhou confusa para a melhor amiga.

- Por que raios ele tá com um cachecol enrolado no pescoço nesse calor dos infernos? - questionou e Kuta deu de ombros, rindo.

- Está escondendo "marcas de um crime". - disse divertida, fazendo aspas com os dedos. Jugyu entendeu a referência e apenas murmurou um "eita", risonha.

Enquanto isso, Caio suspirou aliviado, parado no corredor de quartos. Agradecia por Jugyu não ter perguntado nada sobre o cachecol em seu pescoço, pelo menos não diretamente. Caminhou até a porta do quarto de Leonardo, entrando nele sem cerimônias ou aviso, gostando do frio dentro do cômodo. O melhor amigo olhou-lhe assustado, mas suspirou aliviado ao vê-lo ali.

- Oi. Educação mandou lembranças. Esqueceu que se bate na porta antes de entrar? - perguntou, voltando a atenção para a tela do computador que mexia em seguida.

- Cale a boca. - Caio retrucou, emburrado, trancando a porta e aproximando-se da cama do outro. Sentou-se nela, suspirando pesado, e colocou as mãos no rosto, jogando as costas no colchão.

Leo olhou de soslaio para o melhor amigo em sua cama e franziu o cenho, confuso com o cachecol enrolado no pescoço alheio. Virou-se de frente para ele, olhando-o estranho.

- Você tá bem? - perguntou, ganhando o olhar dele para si. Caio arqueou uma sobrancelha e Leo apontou para o próprio pescoço.

- Ah, isso. - murmurou, revirando os olhos. - Em termos gerais, eu estou bem. Mas quero matar você por causa disso. - reclamou, sentando-se na cama e segurando uma ponta do cachecol.

- E o que eu tenho a ver com isso? - Leo perguntou, confuso. Caio olhou-lhe sério, tirando o cachecol do pescoço, mudando a expressão confusa do rosto alheio para uma surpresa. - Hã... isso... - murmurou, olhando nos olhos azuis do melhor amigo.

- Você sabe o que aconteceu comigo essa manhã? Eu fui submetido a um interrogatório a respeito disso! - Caio brigou, irritado, ficando corado. - Foi um pesadelo, você faz ideia?! - cruzou os braços, bravo. Leo tentou segurar um sorriso debochado, desviando o olhar.

- Pffft... - Caio olhou mortalmente para o melhor amigo, apertando irritado o cachecol entre os dedos. Leo pigarreou, engolindo o riso. - É, eu não queria estar no seu lugar. - voltou a olhar nos olhos azuis do outro. - Não jogue a culpa em mim, não. Eu não ouvi você reclamar--

- Eu vou te matar, Leonardo! - Caio disse alto, levantando da cama e avançando no melhor amigo. Leo tentou segurá-lo, mas falhou na tentativa e acabou sendo puxado da cadeira em que estava sentado e jogado no chão.

O japonês ficou xingando e batendo no melhor amigo, que se limitou apenas a tentar se defender dos tapas e socos, um tanto divertido com a situação. Leo segurou os pulsos de Caio, parando-o, e olhou-o nos olhos.

- Se eu pedir desculpas, você se acalma, ou prefere ficar me batendo? - perguntou e Caio lhe mostrou a língua, virando o rosto, emburrado.

- Eu só não te mato mesmo porque eu te amo, chato. - murmurou, levantando-se de cima do mais velho. Leo riu, sentando-se no chão, observando um Caio emburrado sentar-se novamente em sua cama.

Desviou o olhar para as marcas roxas no pescoço do menor e notou que havia feito um verdadeiro estrago. Ele realmente tinha razões para estar irritado consigo. Suspirou, levantando, e se aproximou do melhor amigo.

- Deixa eu adivinhar: a doida da Tallia quem fez o interrogatório? - perguntou, sentando ao lado dele. Caio riu, ambos ficando de frente um para o outro, e assentiu.

- Ela e Sakiri. Fizeram perguntas até demais. - murmurou, brincando com os indicadores, seu rosto ficando levemente ruborizado. Leo segurou a risada e Caio lhe encarou, apontando para o rosto alheio. - Você não ouse rir. Não foi legal e foi culpa sua!

- Não só minha, sim? Foi consensual. - Leo abaixou o dedo do mais novo. Caio revirou os olhos e cruzou os braços.

- Claro, eu também deixei meu corpo cheio de chupões e mordidas. - murmurou irônico, arqueando uma sobrancelha. Leo deu de ombros.

- Quis dizer o que fizemos. E outra: você deixou. - murmurou de volta. Caio afastou o colarinho de sua camisa, olhando para seu peito dentro dela, e suspirou alto.

- Parece até que eu passei a noite brigando com alguém... - olhou para o melhor amigo e fez uma careta. - Tenho pena da possível pessoa que vá ficar com você. Irão denunciar você se deixar do mesmo estado que me deixou. - riu, divertido, pensando naquela possibilidade.

- Muito engraçado. - Leo deu um tapa leve na cabeça de Caio, que reclamou. - Espera, ainda tem mais do que o pescoço? - questionou, surpreso.

- Ainda tem mais por tuuudo isso aqui. - Caio apontou a extensão inteira de seu tórax, divertido. - Por isso que eu disse: parece que eu passei a noite brigando.

- Posso ver?

Caio ficou olhando para o melhor amigo com uma sobrancelha arqueada. Ele estava interessado em saber como havia lhe deixado? Era estranho, mas deu de ombros, assentindo.

- Tá.

O menor tirou a camisa, expondo a Leo a parte superior de seu corpo, com mais marcas roxas espalhadas. Os olhos verdes de Leo analisaram detalhadamente cada chupão marcado pelo corpo alvo de Caio. O mais velho começou a rir, sem nem ter motivo, e Caio bateu-lhe com a camisa. Estranhamente, o ítalo-brasileiro não sentia-se arrependido.

- Nunca mais, viu? Já basta a droga da ressaca que eu fiquei, a dor no quadril, e meu corpo roxo. - Caio resmungou, colocando novamente a camisa, enquanto Leo ria, jogado na cama. - Para de rir, desgraçado! Eu tô falando sério!

- Não dá pra levar você a sério, desculpa! - Leo disse entre risos. Caio começou a estapear levemente o amigo, xingando-o de "idiota".

Depois de se acalmarem os ânimos, os dois resolveram esquecer aquele assunto e foram fazer qualquer coisa, concordando sem dizerem nada que não fariam aquilo novamente.

Entretanto, o destino apenas riu, seguindo seu rumo.


Notas Finais


Levem em consideração o período em que se passa a história, okay?

Bem...

- Não mencionado antes, mas Leo é dois anos mais velho que Caio - apesar de ambos parecerem adolescentes de 14 anos pelo modo infantil com que se tratam qqqq; Caio: 17 anos, Leo: 19 anos.

- Caio é nascido no Japão.

- Leonardo é ítalo-brasileiro; a mãe era brasileira e o pai italiano.

- Nenhum dos dois era virgem antes dos acontecimentos no cap passado, aliás kkkk

E por enquanto é isso que vocês precisam saber. Postarei uma história tentando contar sobre a história deles em breve.

Kissus e bye bye~


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