História Era pra ser só mais um dia de trabalho normal. - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Yuri!!! on Ice
Personagens Christophe Giacometti, Otabek Altin, Victor Nikiforov, Yuri Katsuki, Yuri Plisetsky
Tags Drama, Fanficsotaconda, Otaconda, Otayuri, Victuri, Yurionice
Visualizações 331
Palavras 3.198
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente eu não vou conseguir responder os comentários hoje, prometo que até amanhã eu respondo todos.

Capítulo 16 - Preciso de ajuda.


 

- Yuuri!

- Sim?

- Preciso de ajuda, não estou conseguindo sozinho. – Sentiu seus olhos marejarem.

Yuuri foi até Victor e o abraçou.

- Estou aqui pro que você precisar.

- Desculpe por tudo, desculpe por não saber como fazer isso, nunca recebi ajuda de ninguém que não houvesse nenhum interesse envolvido. Precisei que um garoto abrisse meus os olhos para me dar conta do que eu estava fazendo.

- Esta tudo bem. – Assegurou Yuuri.

- Quando Otabek conversou comigo hoje mais cedo, eu lembrei uma coisa que um dos médicos que estava cuidando do Yuri da outra vez me disse. “Se você estiver em um avião com seu filho e esse estiver prestes a cair, coloque a mascara de oxigênio primeiro em você, assim você poderá ajuda-lo”. Na época foi o que eu fiz, e eu consegui ajudar ele. Eu deveria ter feito isso desde que soube que ele estava vivo, mas não fiz, já cheguei aqui sem ar e agora estou sufocando.

- Victor... – Começou a falar.

- Não! Por favor, me deixe terminar. Quando eu estava na Rússia, ansiava por nossas conversas. Não tinha um só dia que não pensasse em você, mesmo achando que você tinha alguém. Quando cheguei aqui e soube a verdade, meu deus Yuuri, parecia que meu coração ia sair pela boca. Quando passamos a noite juntos me entreguei a você como nunca fiz com nenhum outro, porque nunca havia sentido o que sinto por você. Se eu tinha alguma dúvida sobre estar te amando, essa dúvida se desfez naquele momento. Só que com isso veio á culpa. Senti-me tão culpado por estar sentindo uma felicidade tão grande, enquanto Yuri está desse jeito. É por isso que voltei para o quarto de hospedes, por isso que toda vez que você se aproxima de mim eu esquivo. Mas quando me lembrei daquelas palavras me dei conta de que hoje você é minha mascara de oxigênio.

 Yuuri não disse nada, agarrou Victor dando um beijo apaixonado, colocando nele todos os sentimentos e saudades que sentiu todos os dias desde aquela noite.

- Eu quero você Yuuri. – Sussurrou no ouvido do japonês, mordendo seu pescoço em seguida, tirando dele um gemido. Vitor olhou nos olhos negros e achou o que queria. O homem que o enlouqueceu na noite em que passaram juntos.

- Vem. – Pediu com voz grave, puxando o outro em direção ao quarto.

Trancou a porta atrás de si e sem esperar empurrou o homem de cabelos platinados na cama. Deitou em cima dele e beijou com ferocidade.

- Lembre-se de manter sua voz baixa. - Lembrou o outro dando um sorriso safado em seguida.

 

Otabek viu os outros dois homens passar as pressas pelo corredor e sorriu. Voltou sua atenção novamente para Yurio que estava sentado no chão distraído com os gatos a sua volta.

- Você realmente tem alergia a gatos? – Desconfiou.

- Sim. – Mentiu.

- Não vi você espirrando nenhuma vez. – Olhou para o moreno de canto.

- Desculpe. – Pediu novamente.

- Será que não podemos nem ficar com o filhote?

- Ele já tem dono, tem até um colar de identificação. Com certeza seu dono agora deve estar procurando por ele. E se for uma criança? – Tentou persuadir o garoto.

- Tudo bem, você pode devolver ele, por favor?

- Teremos que devolver todos.

- Tudo bem, mas você pode comprar ração para eles? Tem alguns que não tem coleira, e estão magrinhos. – Pediu com carinha de cachorro.

- Vem cá. – Estendeu a mão puxando o garoto pra perto, beijando sua boca em seguida. – Você assustou todo mundo hoje, você sabe que não pode sair daqui de dentro.

- Desculpe, mas eles estavam miando de fome.

- Quando for assim, chame alguém está bem? Não saia mais sozinho.

- Não vou sair. – Prometeu.

- Mais tarde eu vou comprar ração e prometo deixar um pote no parque todos os dias.

- Faria isso? – Perguntou com um sorriso enorme.

Otabek acenou com a cabeça e puxou o outro pra mais um beijo. Seu corpo ainda estava tenso desde que entrou no apartamento e soube do sumiço do loiro. Quando precisou de ar, abraçou forte e respirou fundo sentindo o cheiro familiar que tanto gostava.

- Eu te amo.

- Eu também te amo. Mesmo você sendo alérgico a gatos. – Respondeu o garoto sem tirar o sorriso do rosto.

- Desculpe. – Não tinha o que dizer, sentia culpa por estar mentindo para ele, e nem sabia o porquê de Victor ter dito aquilo, porém acabou confiando no russo, afinal de contas com certeza o outro devia ter uma razão para tal mentira.

- Tenho me sentindo mais irritado. – Confessou. – Não consigo evitar. Estou me sentindo mal por Victor, sempre acabo descontando nele.

- Ele melhor do que ninguém entende o que você está passando, entretanto se está se sentindo mal por isso, peça desculpas. Converse com ele. – Era sempre assim, notou Otabek, um assunto nada a ver com o outro surgia do nada.

- Vou tentar.

 

Otabek havia se tornado o empregado gostoso, Yuri estava adorando aquilo, passava o dia todo o assediando, o moreno entrou na brincadeira e sempre que Victor estava por perto passava a mão discretamente pelo corpo de loiro. Quase levou o garoto a loucura quando apareceu no quarto com uma bandeja de café da manhã vestindo um avental estampado com carinhas de gatos de diversas cores. Não que ele não usasse avental quando cozinhava, mas geralmente era preto ou um marrom sem graça.

- Ok! Otabek, agora você foi longe de mais, pelo amor, mesmo com todos aqueles remédios eu tenho dezessete anos você acha que está sendo fácil para eu ser rejeitado por você dia após dia, e se não bastasse você entra vestindo isso. – Apontou para o avental do outro.

- Eu não rejeito você. Nós já conversamos sobre isso. E quanto ao avental eu posso tira-lo. – Ficou em pé e começou a desamarrar o laço atrás das costas quando foi interrompido.

- Não se atreva! – Berrou. - Desculpe, eu sei que você não está.

 

Desde que havia começado a tomar os remédios o corpo de Yuri andava mais calmo e para chegar a ter alguma reação, precisava de muitos beijos e toques do outro que como sempre parava assim que percebia algo a mais. Dois dias se seguiram desde que viu Otabek usando aquele avental e a mera lembrança estava fazendo com seu corpo reagisse, acabara de acordar assim como no dia anterior, suspirando e sentindo-se dolorido. Como sempre Otabek já havia deixado sua cama, mas o cheiro dele no travesseiro e lençol não ajudava em nada. Deitou de lado e afundou a cabeça no travesseiro do outro para sentir o cheiro e quando ia levar uma de suas mãos até o local dolorido, ouviu a porta do quarto, abrir. Puxou a coberta tampando seu rosto e tentou não se mover.

- Yuri? – Chamou Otabek.

- O... Oi... – Conseguiu dizer em um fio de voz. Sentiu o colchão afundar perto de si e soltou um suspiro alto.

- Você está bem? – Perguntou em tom de preocupação e puxou a coberta. Otabek não estava preparado para o que viu.

O rosto de Yuri estava vermelho, seus olhos apertados, mordendo o lábio inferior, seu peito subia e descia pela respiração agitada e suas duas mãos no meio de suas pernas. Mandou sua consciência para o espaço, agarrando as mãos do garoto e segurando-as na cama acima da cabeça do loiro, tomou os lábios do outro com os seus em um beijo fervoroso e com a mão livre buscou o membro já pingando de Yuri, que quando sentiu o toque dos dedos, deixou um gemido alto escapar entre o beijo e arqueou as costas, não demorando em sentir seu corpo tencionar de prazer, derramando-se na mão do moreno. Depois de alguns segundos para se recuperar Yuri se deu conta do que realmente havia acontecido, jogou-se em cima de Otabek e antes que começasse a protestar calou seus lábios com os seus, enfiando a mão por de baixo da roupa do outro como ele havia feito há segundos atrás. O moreno que já havia sido tomado pelo desejo, deixou-se levar, a muito estava se segurando. Assim como o outro, não demorou em sentir o prazer invadir seu corpo.

- Acho que seu café esfriou. – Observou Otabek vendo o loiro sair do banheiro já devidamente recomposto. Assim como ele.

- Tudo bem, eu tomo o suco. – Disse sentando-se na cama e recebendo a bandeja das mãos do moreno.

- Certo! Agora termine de comer, eu vou arrumar as coisas, preciso sair, não demoro em voltar.

- Aonde você vai? – Perguntou com curiosidade.

- Vou resolver algumas coisas.

- Você sempre diz a mesma coisa. – Observou. – Você não esta mais trabalhando, e continua saindo com o Yuuri todas as manhãs.

- Isso não é verdade.

- Pode não ser que você não saia todos os dias com ele de manhã. Mas eu já reparei que você sai, sim, todos os dias. Aonde você vai?

- Estou terminando de arrumar os papeis do meu pai, só isso. Agora termine de comer.

Otabek havia saído de novo deixando Yuri emburrado no quarto, esse nem se deu ao trabalho de levantar, sentia-se irritado há dias e hoje não era diferente. Ouviu batinas na porta e logo viu Victor entrar por ela, sentar-se no chão encostando-se à cama.

- Desculpe por descontar toda minha raiva em você. – Baixou a cabeça e abraçou o tigre de pelúcia com mais força.

- Tudo bem. – Respondeu sem olhar para o outro. Sabia que se o menino quisesse conversar faria.

O assunto morreu ali e nenhum dois falou mais nada. Otabek não demorou em voltar. Arrumou toda a bagunça do apartamento, sendo ajudado por Yuri enquanto Victor trabalhava no quarto.

Sentaram na sala e o loiro não tirava os olhos do moreno, que teve a impressão de ter visto o garoto abrir e fechar a boca várias vezes sem dizer nada.

- Você quer conversar? – Perguntou Otabek, sentando-se agora de frente para o loiro.

- Sara me deu dois papeis, para que eu escrevesse algumas coisas, e desde então quando penso sobre isso me sinto angustiado.

- Não acho que essa era a intenção dela. – Falou depois de alguns segundos de silêncio do outro.

- Eu sei! – Ficou um tempo em silêncio tentando encontrar coragem para falar sobre aquilo. – Eu não quero conversar com Victor sobre isso, porque o envolve e não quero conversar com Sara também, aquela mulher consegue arrancar coisas de mim que nem eu sabia que estava guardado e eu realmente não quero falar com ela sobre isso.

- Estou escutando. – Yuri nunca havia puxado esse tipo de conversa com ele e sentiu-se feliz pela confiança do outro. Estavam juntos há algum tempo, porém esse tempo era gasto entre beijos, carinhos inocentes, tirando o dessa manhã, é claro, e brincadeiras entre eles.

- Ela pediu para que eu escrevesse. – Tirou os dois papeis do bolso do jeans que vestia e entregou para o moreno que aceitou. – No branco ela quer que eu escreva o que eu sinto sobre as coisas que perdi e o que vou perder se eu tentar me matar de novo.

- Não diz isso, não vou deixar que isso, aconteça. – Otabek sentiu um aperto no peito quando escutou aquelas palavras, sabia da possibilidade daquilo acontecer, mas escutar da boca do outro era como se aquela possibilidade realmente pudesse se tornar real.

- No azul, ela quer que eu escreva. – Continuou mesmo tendo percebido o olhar triste do outro. Tinha total consciência do que já havia feito das outras vezes e tinha certeza que por mais cuidado que tivesse, por mais ajuda que estivesse recebendo, aquilo era uma coisa que poderia acontecer. – O que eu acho que meu avô teria sentido e o que Victor sentiu e sentirá com as minhas perdas.

- Você ainda não escreveu nada neles. – Observou depois de desdobrar as folhas.

- Não!... Eu tentei... Preciso de ajuda para fazer isso.

- O que quer que eu faça? – Passou a mão nos cabelos do outro com carinho colocando alguns fios atrás da orelha, passou as costas da mão pela bochecha rosada sentindo a pele macia.

Yuri suspirou com o toque do outro fechando os olhos.

- Quero que fique ao meu lado. Quando estou com você, eu sinto que estou vivo. Então se você estiver comigo enquanto escrevo, não vou pensar em coisas ruins.

- Vou buscar uma caneta. – Beijou a bochecha do outro fazendo um estalo.

Voltou e sentou-se no chão de frente para a mesa de centro da sala e Yuri ajeitou-se no meio de suas pernas, Passou os braços em volta da cintura do loiro e apoiou o queixo em seu ombro.

- Está pronto? – Perguntou Otabek.

- Sim. – Olhou para o moreno e logo depois para os papeis em cima da mesa.

 

No outro dia, Otabek encontrou Yuuri já preparando o café. Sentindo o homem tenso quando o cumprimentou.

- Isso chegou ontem. – Informando, passando um envelope para o moreno.

- O que é? – Pegou desconfiado.

- Fiquei em dúvida se mostrava para você ou não. Você sabe que não gosto de esconder as coisas, e isso diz respeito a você, então...

Otabek abriu o envelope e fez uma careta depois de ler. Fechou novamente e jogou em cima do balcão.

- Não tenho mais nada a ver com isso.

Victor e Yuri chegaram á cozinha, ajudando a arrumar as coisas. E o envelope não passou despercebido pelo loiro.

- O que é isso?

Yuuri olhou para Otabek, esse bufou antes de responder.

- O convite de casamento de um amigo. – Foi até o loiro e beijou sua bochecha dando um sorriso. – O que vai querer comer?

- Qualquer coisa. Posso ver? – Disse pegando o envelope.

- Yuri! Não seja curioso. – Victor chamou a atenção do outro.

- Tudo bem, pode ver. – Respondeu o moreno.

- Jean Jacques Leroy e Isabella Yang. – Leu.

O telefone tocou e Yuuri atendeu, em seguida sentou-se a mesa ao lado de Victor e cochichou em seu ouvido.

- Chris disse para esperarmos ele ás sete horas no apartamento da Minako, disse que têm boas noticias.

Victor arregalou os olhos e não deixou de se sentir ansioso.

Ás sete horas da noite Victor estava andando de um lado para o outro na sala do apartamento de Minako e Yuuri estava sentando apenas olhando.

- Você vai deixar um buraco no chão e Minako não vai gostar nem um pouco disso. – Falou tentando quebrar a tensão do outro.

- Estou nervoso! – Zangou-se. – Ele com certeza têm noticias do tal do advogado e dependendo do que for... Yuuri...

Levantou e foi até o homem abraçando-o.

- Para de ser pessimista. Ele disse que as noticias são boas.  Independente do que ele tenha a dizer daremos um jeito.

A porta foi aberta e por ela passou Chris seguido de George.

- Sei que está tenso, então vou direto ao ponto. Minhas noticias são boas. – Estendendo a mão para cumprimentar Victor e depois Yuuri.

- Sente-se. – Pediu Chris.

Victor sentou-se como foi pedido, mas não conseguiu relaxar com as palavras do outro e ainda fez com que sua ansiedade crescesse ainda mais. Encarou o homem esperando que ele começasse a falar.

- O advogado me procurou e me pediu uma prova de que Yuri realmente tinha a idade que mencionei. Quando eu entreguei os documentos, ele disse que estava satisfeito com aquilo e eles desistiriam se fosse ressarcido o dinheiro pelo negocio, afinal de contas o dinheiro tinha sido pago a Yakov. Esse é o valor. – Passou um papel para Victor com alguns números anotado.

- Eu pago, você sabe que eu pago o que for. – Respondeu, depois de olhar o papel.

- Como eu sabia que você pagaria, e tomei a liberdade de aceitar o acordo em seu nome.

- E o que acontece depois? Fala logo George não enrole. – Pediu desesperado.

- Ele me deu a palavra da casa principal como garantia de que se o pagamento for feito até cinco dias a partir de amanhã, Yuri está livre e ele garante que ninguém irá toca-lo mais. Entretanto, essa garantia é valida apenas aqui dentro do Japão. Ele não tem o poder de responder pela casa russa ou até mesmo em outro país. Mesmo o pagamento tendo saído daqui, a casa russa tinha interesse em participar do leilão.

- Eu já disse que pago, mas como eu vou ter certeza que ele vai cumpri esse acordo, como vou ter certeza de que se Yuri sair eles não vão leva-lo? – Ficou em pé novamente andando de um lado para o outro.

- Acalme-se primeiro. Deixe que eu termine. – levantou o tom de voz. – Sente-se.

Victor deu um olhar nada amistoso ao outro, sentando-se como havia sido pedido.

- Eu estou nessa profissão há muitos anos, meu pai era policial e meu avô também, e se eu aprendi uma coisa nesses anos em que trabalhei entre Rússia e Japão é que a palavra da casa principal vale mais que qualquer assinatura, seja minha, sua, de um presidente, ou até mesmo do Papa. Eles têm regras rígidas e os loucos que tentaram burlar essas regras estão agora comendo capim pela raiz. E mais uma coisa, eu jamais colocaria Yuri em perigo, eu o mantive aqui todo esse tempo para sua segurança, e você sabe disso.

- Eu sei. Agora eu sei, e eu agradeço por isso. – Sua voz saindo baixa, por causa do nervosismo. – Não vou dizer que suas palavras me deixam calmo, porque não deixam, mas eu acredito em você. Mesmo eles tendo dado a palavra deles isso vale aqui, isso significa que não poderemos voltar.

- Eu estou indo para a Rússia daqui uma semana, o advogado me disse para que eu tentasse conversar com eles e mostrasse os mesmo documentos sobre a idade de Yuri. Minha esperança agora é que eles desistam iguais os daqui.

- Eu vou providenciar o dinheiro amanhã mesmo, acho que consigo fazer isso por aqui, mas vou precisar ir até o banco, já que a quantia é muito grande.

- Eu vou acompanha-lo, não se preocupe com isso. – Garantiu Chris.

- Obrigado. – Agradeceu a Chris que apenas sorriu em troca. – Eu não entendo como vocês têm todas essas informações e nenhum deles foi preso, vocês sabem quem são não poderiam gravar a conversa e denunciar?

- Se isso fosse fácil como você pensa que é, não existiria bandidos nesse mundo. Victor, não importa se prendemos ou não, não pensem mais nisso, esse é nosso trabalho. Yuri agora não corre mais risco, mesmo que seja apenas dentro desse país isso já é um grande feito. Sinta-se feliz. – Disse Chris.

- Desculpe, eu ainda não consigo acreditar. – Começou a chorar e foi abraçado por Yuuri.

- Victor! As noticias são ótimas. Mesmo porque eu não penso em deixar você voltar para a Rússia de qualquer jeito. – Beijou os lábios do outro.

- Por favor, deixem as comemorações para mais tarde. – Pediu Chris com um sorriso safado no rosto. – Não que eu me importe de assistir, é claro.

- Idiota. – Disse Yuuri tacando uma almofada em Chris.

 

 


Notas Finais


Espero que gostem e me deixem saber. O próximo está quase pronto não devo demorar para postar. Por favor me deixem saber se vocês gostaram. Obrigado por ler.


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