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História Era uma vez... - Capítulo 32


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Notas do Autor


Desculpa a demora...
Eu poderia dizer que estou trabalhando, estudando e sendo a dona da minha casa mais a maioria de nós temos afazeres similares então chega de desculpas e vamos ler.
Boa leitura

Capítulo 32 - Quase lá...


Fanfic / Fanfiction Era uma vez... - Capítulo 32 - Quase lá...

Quando Izuma contou sobre seu passado obscuro Itachi não falou nada, nem se mexeu. Deidara estava tão perplexo e entusiasmado que mal se continha sentado.

-- Então o senhor é um herói de guerra! Meu santo espirito! Izuma – sam, você oficialmente é meu novo herói!

-- Calma Deidara, eu não fiz nada.

-- Como não? Você sobreviveu! E ainda está fazendo algo útil com a sua vida! A questão é, porque se revelar agora?

-- O meu pai previu isso...

Carta

Capital, 17 de setembro de xxx

Izuma, eu sei que não morreu. E tenho muito orgulho de você por esse feito, sua mãe vai precisar de boas noticias quando eu for morto. Desculpe por isso, eu deveria ter te protegido, a você e a sua irmã. E desde já peço perdão Por não ter vivido para te dar a benção no dia de seu casamento e nem poder segurar seus filhos pela primeira vez. Por isso se sinta abençoado desde já.

E agora mais que nunca preciso que seja forte. Você não deve aparecer vivo de forma nenhuma. Fugako tem que pensar que esta seguro e que você se matou. Nesse meio tempo quero que vá para o país do vento e ajude aos reis e rainha a treinar e adaptar os ômegas fugitivos do nosso país. Sei que a nossa província vai estar na mira dos soldados do império e rezo a todo instante para que Madara retorne e reivindique a província e detenha a fúria de sua mãe.

Mesmo agora na hora da minha morte penso que este país não precisa de mais guerras. Ele precisa de um governante competente. E espero que o filho que mikoto está esperando nasça para cumprir esse objetivo. Sei que esse desejo colocará tanto mikoto quanto toda a família em uma posição desfavorável por anos sem fim e será um grande martírio para todos mais é isso que desejo, um fim sem guerras, do mesmo jeito que fizemos na nossa província. Pensei que o rei que nos tiraria das trevas fosse o jovem ken... agora com sua morte precoce não há muito o que se fazer.

Esteja sempre atenta, o dia que o seu trabalho for validado, é quando o futuro herdeiro precisar exibir ômegas como você e sua mãe para ganhar credibilidade com os senhores da guerra e os senhores feudais, assim como eu fiz, esteja pronto e desposto a defender sua honra como guerreiro.

Com amor e muita orgulho , eu digo. Meu filho, siga em frente e seja o mais feliz que puder.

U.S.

-- Está dizendo que o meu avó prévio o que iria acontecer? Que eu iria nascer? Porque fazer tudo isso!? Minha mãe foi a mais infeliz das mulheres sobre a terra. – Itachi estava furioso mais mantinha sua raiva controlada, Deidara ficou muito quieto por conta disso, a raiva do alfa estava lhe assustando.

-- Não é para tanto, o que você presenciou da vida da minha irmã é o mínimo que qualquer ômega passa. Mikoto foi treinada para sobreviver assim como qualquer ômega treinada na província camélia. Perdi as contas de quantos ômegas se sacrificaram para manter a chama da revolução acesa. – Izuma estava ali vendo aquilo ainda assim parecia imparcial quanto ao que estava acontecendo com sua família, Deidara entendia muito bem o que izuma estava sentindo mesmo que não demostrasse afinal ele era um ômega completo e bem treinado.

-- Do que está falando? – Itachi não conseguia entender como tudo se encaixava... ou não queria entender

-- Casamentos arranjados. Muitos ômegas se disponibilizaram para ser espias em vários pontos estratégicos do país e é somente por isso mamãe ainda reside na província. Se não, ela já teria voltado para o clã Nara e morrido.

-- Há! – Deidara pareceu se lembrar de algo – certa vez minha mãe me contou que no passado nós fazíamos isso, só que não deu muito certo não, as ômegas voluntárias se vendo desgostosas mataram seus alfas e filhos maiores de dez anos e voltaram para casa.

-- É por isso que os ômegas que enviamos já são acostumados a lidar diariamente com os maus tratos e a ignorância.

-- eu agora entendo por que ela tentou me matar... porque tentou matar sasuke tantas vezes...

-- Se ela quisesse te matar ou ao seu irmão já teria matado. Seja lá o que ela estava fazendo não mataria vocês de qualquer forma.

-- O quê? Não... na verdade eu não sei se fico feliz ou fico triste...

-- Itachi, você é um bom filho, não precisa escolher entre feliz ou triste, bem ou mal, basta que entenda o certo ou errado. E de alguma forma sei que sabe. – Izuma olhou para o casal a sua frente, a forma protetora que um acolhia o outro em seus braços. – Acho que vocês precisam de um tempo.

Izuma pediu para o cocheiro parar e então saio, ele sabia que precisava dar tempo para o sobrinho organizar as ideias, leva um tempo para um menino se tornar homem e um tempo ainda maior para organizar o certo do errado e agora ele é um homem escolhido pelo destino para ser o parceiro de um Namizaki e para ser rei, agora ele tem que agir e pensar não como um homem, mais como um rei, o rei que nasceu para ser. E então izuma sorriu com a ideia, “ pelo menos ele tem um parceiro para ajudar na vida e na morte”.

*

-- Itachi?

-- Eu só preciso de um tempo.

-- O que te incomoda tanto? Falar ajuda mais do que ficar calado.

-- Acho que o fato de eu sempre ter julgado a minha mãe... se eu soubesse, poderia

-- Não. Não poderia. Seu tio se pudesse ele já teria feito e se não o fez significa que não pode.

-- Sua lógica é assustadora...

-- admita, eu sou assustador. – Nesse momento deidara apenas sobe no colo do alfa, claramente chamando sua atenção, deidara estava sem o sare, isso facilitou a retirada da blusa de mangas comprida, a manhã havia sido fria e quanto mais se aproximava do país do fogo mais frio fazia.

-- O que está fazendo? – Itachi sabia exatamente o que ele estava fazendo mais perguntar não faria mal, afinal Deidara era imprevisível...

-- Não vamos ter tempo quando chegarmos na capital. E vamos fingir que somos estranhos...

Itachi realmente não havia pensado dessa forma, e apesar de não gostar da ideia dw seu tio ouvir tudo di lado de fora não iria negar fogo ao seu amado ômega. Segurou o ômega firmemente pela cintura, o pressionando sob sua semi ereção se formando e deidara ajudou a aumentar o contato. E até aquele momento itachi não havia percebido que deidara estava de saia, e se impressionou tanto que parou para admirar as pernas de deidara ligeiramente amostra.

-- o que foi? – Deidara o olhou curioso

-- Acho que nunca te vi de saia.

-- É porque eu não tinha me casado ainda... saias são convenientes nessas horas... – Deidara apenas beijou seu marido e as mão de itachi foram se arrastando pelas pernas no ômega deslizando por debaixo da saia e descobrindo que não havia nada por debaixo da saia.

-- Estava planejado isso?

-- me surpreende você não ter pensado nisso.

-- Eu sempre estou pensando nisso. – itachi sorriu durante o beijo. Aproveitando cada segundo e cada centímetro de pele cheirosa, cada risadinha e suspiro de seu ômega o colocava em um êxtase mental imensurável e a fazia crer que faria qualquer coisa por ele.

-- Quer mesmo fazer isso com tantos conhecidos do lado de fora? – itachi sorria e beijava o ombro

-- Eu não me importo nenhum pouco.

Itachi apenas assentiu e deixou que deidara fizesse o que ele queria, do jeito dele, e o ajudou a se liberar da calça, deixando a carne entrar em contato um com o outro se esfregando pecaminosamente enquanto se beijavam ardentemente. Itachi o queria, queria o devorar impiedosamente naquele lugar apertado e repleto de seu delicioso aroma, ele poderia ficar louco se não o tivesse. Agarrou a bunda de seu parceiro deslizando seus dedos atrevidos para dentro e para fora de seu interior anal que já estava preparado para receber tudo de itachi, todo o seu amor e dedicação, Deidara gemeu baixinho de prazer enquanto rebolava levemente sobre os dedos do alfa.

Há, como era bom isso! Como era bom pertencer a um único ser e se entregar de corpo alma e coração.

-- ita... eu não aguento mais... eu preciso de você. – Deidara fala baixinho no ouvido do alfa como um gemido

-- eu também – itachi o responde enquanto o beija e de imediato se posiciona para entrar no ômega.

O alfa deixou que o ômega se encaixasse por conta própria enquanto segurava firmemente sua cintura esguia e quando estavam completamente acoplados ele forçou Deidara a permanecer no lugar, e deidara arfou e rebolou.

-- Não seja malvado. – ele sussurra no ouvido de itachi, contudo o alfa tinha seus próprios planos naquele instante.

-- eu quero algo em troca.

-- não é hora para isso. – fala o mais manhoso possível.

-- é a hora perfeita para negociação. – o alfa preciona ainda mais os dedos na cintura do ômega o mantendo no lugar. – quero que me prometa que se realmente estivermos em uma guerra civil, você tem que voltar para o pais do fogo.

-- Só se tu for comigo.

-- Eu vou ter que resolver os problemas do meu pais. – Deidara riu

-- Não seja ridículo. Eu te avisei para não me marcar... agora tudo o que é seu é meu. Até mesmo os seus problemas, tudo é meu e não vou a lugar nenhum sem você.

A declaração de Deidara fez o coração de itachi pular uma batida e logo em seguida parecia asas de um beija- flor, ele abraçou o corpo esguio e definido do ômega o puxando para mais perto. Não sabia dizer se estava feliz ou desesperado pois ao mesmo tempo que sabia que deidara era uma força da natureza sabia que era agora o seu único ponto fraco.

-- Eu não quero te perder. Não quero que os outros saibam que eu te marquei , eu quero te proteger, me deixa te proteger.

-- Então me deixa te proteger também.

-- Eu não aguento mais...

Itachi não pode competi contra deidara, como ele argumentaria contra as suas palavras? E a8nda assim ele acabara de rejeitar as ordens da rainha, o colocando na frente e isso era muito especial. Itachi liberou o ômega a se mover, e ele não brincou em serviço, de imediato rebolou e iniciou um vai e vem ritmado sem desviar o olhar do alfa. A respiração pesada, os gemido a abafados , o som da carne de tocando e da carruagem reclamando. Deirara mordeu a carne de itachi assim que chegou ao ápice e logo em seguida itachi se derramou dentro do corpo já mole do ômega.

O que ele faria com Deidara?

Como poderia proteger ele de todos os perigos, se ele mesmo se atirava no perigo?

-- Itachi? -- O alfa apenas sorriu e beijou a face do seu ômega. – Eu te amo.

-- Eu também te amo.

Neste momento a carruagem parou.

-- acabou o nosso tempo, temos que ir.

-- o quê?!

...

- Três dias antes -

Território do clã Lee.

Tentei e Neji estavam se dando muito bem, afinal tinham algo em comum, o amor por cavalos. Neji certamente se impressionou com os animais, nunca havia visto um animal tão belo, de raça nunca vista por ele. Eles correram por entre os bosques cortando caminho pela floresta.

-- mulher! Aonde está me levando?

-- tu não queria dar um tempo dessa loucura de embaixador? Só estou realizando o seu desejo.

-- os cavalos não precisam descansar?

-- Não. Eles podem continuar por mais um dia sem se prejudicar fisicamente.

-- Eles devem ser muito fortes...

-- Eles não só são fortes como também consomem o chakra do usuário. – Tentei começou a rir do espanto e surpresa que Neji demostrou.

Depois de um longo dia de corrida interrupta eles chegaram ao vilarejo Lee. O ultimo vilarejo antes do abismo.

-- Bem vindo, esse é o meu território.

Nas ruas muitos betas, não importa para onde o alfa olhasse, eram apenas betas. Famílias inteiras de betas.

-- Aqui só existe betas?

-- O clã tem predominância de betas e a maioria são adotados pelo clã.

-- como você?

-- Sim. Venha vamos para o restaurante da mestra Lee.

-- Quem é essa?

-- É a minha mãe.

...

-- Tenten!? O que está fazendo aqui sua baka!

-- Mestra. Eu apenas não queria estar lá então voltei e trouxe um convidado.

A mulher de meia idade olhou o alfa de cima a baixo, avaliando o jovem.

-- Ele é um Hyuuga. Porque trouxe ele contigo?

-- Eu apenas queria mostrar a nossa fazenda. A número 20A ainda está dando trabalho?

-- Derrubou seu pai dessa vez.

-- Mestre Gay está bem?!

-- Vai ficar. Se apenas lee estivesse aqui tudo estaria resolvido.

-- Não podemos depender dele sempre. Além do mais o mestre tem o mesmo tipo de dom.

-- É mais aquele velho prefere não usar. Eu deveria ter tido mais filhos.

-- A senhora tem mais de 40 filhas.

-- realmente, mais vocês são as valkirias, não é a mesma coisa.

No final, a mestra apenas mandou um dos empregados Servir a mesa dos dois.

-- está muito quieto.

-- só não tenho nada para falar.

-- Tem certeza?

-- o que são as valkirias?

-- somos parte do exercito do rei beta, a cavalaria.

-- então esse é seu codinome? Em quantas batalhas já lutou?

-- As valkirias são a ultima linha de devesa, nós somos responsáveis por recolher mortos e feridos dos campos.

-- não é um serviço grandioso.

-- para nós é uma honra. Somos agraciadas com a honra de poder encaminhar as almas para o grande espirito. Poucas são as mestras que conseguem fazer isso. E somos trazidas para cá de todos os cantos do país...

-- Ou do continente.

-- isso também.

Depois disso eles não falaram muito, era reconfortante mesmo no silencio a ideia de estar apenas comento juntos. Neji tinha lá suas duvidas quanto a serventia dos betas mais ele era sensato e resolve apenas comer. Quando ouve um grande tumulto do lado de fora e o barulho de uma catacumba sucedeu o som estrondoso de destruição, já era final da tarde e o fogo levantou uma grande quantidade de fuligem.

-- O que está havendo aqui? – tenten pergunta

-- Senhora, Estamos sendo atacados novamente!

-- malditos uchihas! Chamem os selvagens e se preparem para o ataque. Eu vou tentar deter esses palhaços.

-- Não! A senhora não pode! Não podemos nos dar o lixo de expor uma valkiria.

-- Eu vou. Valkiria ou não sou a atual representante do líder do clã Lee.

Ela já estava indo em direção ao fogo quando percebeu que Neji estava a acompanhando parou.

-- Aonde pensa que vai?

-- eu vou com você.

-- Não vai não. Não quero que se envolva, você é um embaixador, se algo acontecer...

-- Eu assumo o risco.

-- tudo bem. Mais eu não vou parar o meu caminho pra te ajudar. Lembre-se é uma zona de guerra.

-- Tudo bem, eu sei me virar em uma zona de guerra.

Com um aceno um Servo trouxeram cavalos diferentes, estes eram altos e sua crina curta.

-- cavalos de guerra?

-- sim.

Neji logo entendeu a diferença, o cavalo era ainda mais rápido, feroz e instintivo, incrivelmente espertos. Treinado para a guerra prologada. E o Hyuuga pode perceber o quão bem treinado eles eram.

-- Vai lutar vestida assim Tentei?

-- Claro. O clã Lee não usa armaduras devido ao nosso estilo de luta.

Assim que chegaram ao local do ataque viram uchihas mal treinados e mazelados como se suas roupas não fossem deles. Tentei liderou o ataque que liberou a ária civil e foi empurrando aqueles incompletos para o abismo. Naquela noite os Lee, acamparam na floresta precavendo um novo ataque.

-- Lutaste bem. – tentei ofereceu água ao Hyuuga de seu próprio cantil. – O que tanto pensa?

-- Eles ... não são soldados.

-- eu percebi, podem ser mercenários ou apenas ladrões... na melhor das hipóteses são apenas ladrões.

-- o que acha que está acontecendo?

-- Não tenho certeza... mais eu vou descobrir. – tentei sorriu para o alfa de um jeito debochado e ao mesmo tempo confiante.

-- o que vai fazer?

-- eu vou lá.

-- vai se infiltrar?

--Sim.

-- Eu vou contigo.

-- Nem pensar. Já veio até aqui e isso é o seu limite. Agora deixa com as profissionais. – Tentei se afastou deixando Neji sozinho.

E os pensamentos do alfa iam de um canto a outro de sua consciência e seu próprios pre conceitos, durante a luta pode ver em tentei que suas ideias de que mulheres não poderiam estar ali eram um tanto quanto erronias, ela provou pra ele que poderia lutar... mais ainda não estava satisfeito, não era só para confirmar seus próprias verdades ele também estava muito curioso quanto ao exercito dos Uzumakis, sobre as valkirias e estava reunindo o máximo de informações que podia para que se o país da água viesse a lutar por território já saberia os padrões do inimigo. É por isso que estava ali e é por esse motivo que iria junto de tentei para onde ela for.

Tentei lavou o sangue e trocou suas vestes por roupas tradicionais do país do fogo assim com mais dois homens betas. Neji olhou para a mulher intensamente.

-- você não sabe de nada mesmo. Vocês são betas eles não vão falar nada para vocês.

-- exatamente. É por isso que não perguntamos nada para inicio de conversa. – Tentei fala de forma que o tom indicasse completo desinteresse nas palavras do alfa e isso deixou Neji muito nervoso. Ela o estava desdenhando na frente de todos.

-- Não seria melhor ter prisioneiros...

-- Não é necessário. -- Tentei fala o cortando completamente – Não gaste saliva tentando me ensinar a fazer o meu trabalho. Faço isso desde pequena e não seja um alfa estrangeiro que vai me ensinar a fazer o que eu faço de melhor.

-- Eu quero ver.

-- Vai continuar querendo. Guardas! Levem o nosso convidado para o templo e se certifiquem que ele permaneça lá.

-- Sim, senhora! – Os betas se aproximaram do alfa e ele rosnou mais acabou por acompanha-los. Neji percebeu que não eram só betas ali, havia um grupo de alfas de aparência desgrenhada que assim que mostrou resistência o grupo ficou em alerta. Esperou estar em vantagem, como ele estava cooperando os guardas foram reduzindo até chegar em apenas dois. Neji decidiu que não usaria de força, afinal viu como eles lutam e mesmo sendo betas ainda poderiam subjuga- lo... e em um momento de distração o alfa fugiu e pelo cheiro alcançou a beta e os seus acompanhantes. Ele se manteve a distancia e então os seguiu abismo abaixo, agora sem os cavalos não eram tão rápidos e isso fez o trajeto mais longo.

Os três facilmente se infiltraram no exercito inimigo, como novos escravos, e viu pela primeita vez a beta abaixar a cabeça e obedecer aos alfas e isso o fez ficar irritado, mais não conseguia dizer com o que, afinal esse era o estado natural dos betas. Já era de madrugada quando Neji observou a movimentação. Lobos do tamanho de cavalos passaram por ele em direção ao acampamento inimigo. Silenciosamente entraram nas tendas e nada se ouvia apenas o sangue escorria pelo chão.

Tentei não estava não tinha saído da tenda do líder... e neji sabia disso pois a estava vigiando. E lá havia movimentação, depois de limparem a área se reuniram ao redor da barrada como criaturas inteligentes... e gritos horrorosos saíram da cabana até que finalmente tudo dicou em silencio. Tentei saio de lá com uma espada ensanguentada e em uma língua esquisita falava com os lobos. E quando terminou ela olhou na direção do alfa. Mais não só olhou a beta se dirigiu a ele. E neji não quis sair, não importava se ela soubesse ou mão da sua presença.

-- Gostou do que viu? – ela perguntou séria. – eu te mandei voltar.

-- sei que mandou, mais eu não sou um de seus subordinados. Eu só faço o que eu quero. – Tentei suspirou.

-- então, o que quer fazer?

-- vou te acompanhar.

-- Tu é um grande pentelho. Vamos embora eu tenho trabalho a fazer...

-- Vai notificar o rei?

-- Sim. A fronteira vai ter que ser fechada agora.

-- O que descobriu?

....


Notas Finais


Comentem.
Beijinhos e Beijocas


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