História Era uma vez... - Capítulo 25


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Literatura Feminina, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


História de minha criação. Me desculpem mas nessa história o T'Challa (Pantera Negra) vai ser o vilão kkkk. ( Se passa em 1600 e bolinha tá kkkk )

Capítulo 25 - Erik Killmonger e Maia Roberts


Fanfic / Fanfiction Era uma vez... - Capítulo 25 - Erik Killmonger e Maia Roberts

                             Fogo

Fogo. Quatro letras. Um dos quatro elementos naturais, o motivo da morte de sua família e o maior medo de Maia, princesa do reino de Moonlight. Acordou de madrugada com sua mãe gritando seu nome, as chamas se alastraram rápido pelo palácio, os criados corriam de um lado para o outro tentando salvar a própria vida.

— Maia, pegue o Moon e corra para fora, vou buscar sua mãe e seu irmão. — A menina exitou em sair sem sua família mas obedeceu o pai, pegou o filhote de lobo que tinha de estimação e correu para fora.

Eles não conseguiram sair, naquela noite Maia perdeu a mãe, o pai, o irmão e alguns criados, tudo que tinha era um pequeno filhote de lobo tão assustado quanto ela. Houve ataques por toda cidade, um verdadeiro  caos, e é por isso que vai se casar com o rei de Wakanda, T'Challa, para salvar o seu reino.

— Seja bem vinda, princesa. 

— Rei T'Challa, encantada. — se curvou diante do Rei.

— O prazer é todo meu. — Maia sorriu tímida e o homem ao lado do rei forçou uma tosse chamando atenção para si — Ah, sim, este é meu primo N'Jadaka...

— Erik! — interrompeu — Pode me chamar de Erik.

— É um prazer, senhor Erik. — se curvou mais uma fez e encarou discretamente o homem dando um leve sorriso.

— A criada vai mostrar os seus aposentos, esteja pronta para o jantar as oito em ponto. — disse por fim e saiu andando.

— Ele é sempre assim tão frio? — Perguntou a Erik.

— Ainda não viu nada, princesa. — Maia acompanhou as criadas até o seu novo quarto, era grande, digno de uma princesa e tinha até uma cama para o Moon, enquanto isso Erik resolveu conversar com o primo. — T'Challa... — disse entrando no escritório — Não podia ser mais gentil com ela? Quer dizer, você praticamente queimou todo o reino em que ela morava...

— Cale a boca. — interrompeu impassiente — Ninguém sabe sobre isso, se você bater com a língua nos dentes eu...

— Faz o que? Manda me queimar também? — Erik o encarou mas o primo não respondeu, apenas encarou de volta. — Você é um idiota. — saiu do escritório batendo a porta com força. — As oito em ponto Maia estava entrando na sala de jantar, T'Challa já estava sentado na cabeceira da mesa e Erik ao seu lado direito, caminhou até eles e se sentou ao lado esquerdo.

— Podem servir. — O rei ordenou aos criados e logo a mesa foi posta e seus pratos servidos. Erik estava com bastante raiva do primo, ficou calado durante todo o jantar. — Casaremos depois de amanhã? — a garota engoliu em seco.

— Ótimo... Quanto mais rápido melhor, não é? — suspirou — Assim consigo ajudar o meu povo.

— Nosso... Nosso povo, quando se casar comigo, eu serei o Rei de Wakanda e Moonlight.

Esse era o grande motivo do casamento, do fogo, o rei queria ganhar território. Depois do jantar Maia seguiu para seu quarto, sentou numa cadeira na pequena varanda, começou a chorar, sentia muita falta de sua família, o vento frio cortava sua pele e a luz da lua iluminava todo o reino, seu momento foi interrompido por batidas na porta.

— Entre. — disse enxugando as lágrimas — Erik? Não devia entrar no meu quarto a noite. 

— Acalme-se, só quero conversar. — foi até a menina e sentou ao seu lado — Sinto muito pelo que aconteceu com sua família... Tem certeza que esse é o único jeito de salvar seu povo?

— Não faria se não fosse. Perdi tudo junto com o palácio, minhas riquezas, tudo... Eu tenho que fazer isso.

— Mas você pelo menos gostou dele? 

— Pra falar a verdade? Nem um pouco, ele é tão frio... Tão... Eu não sei, só não consegui me indentificar com ele.

— Entendo. Amanhã posso te levar para conhecer tudo.

— Jura? Faria isso? Eu iria adorar. — sorriu animada.

— Claro, amanhã depois do café me encontre no jardim perto da  macieira. — se levantou — tenha uma boa noite, Maia.

— Boa noite, Erik. 

A princesa ficou mais um tempo observando a lua e as estrelas depois se deitou com seu lobinho de estimação e pegou no sono, acordou cedo e se arrumou, como prometido depois do café da manhã ficou a espera de Erik ao lado da macieira, estava distraída observando as maçãs bem vermelhas nem viu o irmão do rei chegar.

— Princesa?! 

— Oh céus, que susto. — disse rindo — Estava distraída com as maçãs. — ele também riu.

— Venha. — segurou a mão da princesa e foram até o estábulo. — Sabe cavalgar?

— Claro que sei. — cada um montou em um cavalo e saíram pela cidade, Erik mostrou tudo que havia de melhor, as feiras, os artistas que pintavam incríveis quadros, as crianças brincando pela rua, era uma cidade muito bonita, pararam para almoçar numa taberna e depois voltaram ao palácio. Erik queria contar a verdade para a moça mas não sabia como.

O dia do casamento chegou e estava tudo uma loucura, criados para lá e para cá, costureiras as voltas com o vestido de noiva, Maia mal conseguia respirar com o espartilho te apertando, estava nervosa. Por um momento imaginou se no lugar de T'Challa estivesse indo se casar com Erik, um homem muito mais gentil e agradável, seria tão melhor. Ao final da tarde a serimonia começou, havia muitas pessoas importantes, reis, rainhas, imperadores e imperatrizes, muita gente mesmo. As portas do salão se abriram e Maia estava lá quase desmaiando de nervoso, caminhou lentamente com seu vestido impecavelmente branco com uma grande cauda até o futuro marido, o cerimonialista começou a falar, a garota podia sentir lágrimas nos olhos.

— Pare! — Erik disse entrando no salão — Pare agora este casamento.

— N'Jadaka, o que está fazendo? — O Rei perguntou furioso.

— Maia, não posso te deixar casar com esse monstro.

— Do que está falando, Erik?

— O incêndio... Foi criminoso, T'Challa mandou queimar praticamente toda sua vila incluindo seu palácio, seus pais conseguiram sair pelos fundos mas tinha alguém esperando para garantir a morte deles. — Erik revelou na frente de todos que ficaram surpresos e chocados, encararam o rei que olhava para Erik com muita raiva. Maia não conseguiu segurar as lágrimas.

— Seu... MOSTRO. — gritou e jogou o buquê em T'Challa, ia bater no Rei mas Erik correu e a segurou antes que fizesse alguma besteira.

— Não, vamos sair daqui. — ele a abraçou e sairam rápido daquele salão. A corte ficou furiosa com tal revelação e a cara de culpado do Rei só confirmou. 

— Prendam-no! — o comandante da tropa de segurança ordenou e os guardas amarraram as mãos do Rei, o levaram até o calabouço e o prenderam.

Maia estava inconsolável, chorava bastante enquanto era abraçada por Erik.

— Não acredito que iria me casar com ele.

— Está tudo bem agora. Está tudo bem. — tentava acalmar a garota. Cavalgaram até o campo, ainda com o vestido de noiva Maia se sentou na grama, do alto podia ver sua vila de longe.

— O que eu faço agora?

— O T'Challa provavelmente será preso, então eu assumirei o trono... Você quer se casar comigo? — a menina o olhou surpresa com o pedido, sorriu em meio às lágrimas e abraçou o homem ao seu lado.

— Não precisa casar comigo por pena, Erik.

— Não, não tenho pena de você, sei o quão forte tu és. Juntos podemos formar uma boa dupla. Por isso quero que se case comigo... Você aceita?

— Sim, eu aceito. Claro que eu aceito.



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