História Era uma vez... - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Amor Masoquista, Castelo, Cordas, Histórias Originais, Masoquismo, Originais, Sadomasoquismo
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Palavras 754
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, espero que gostem e boa leitura!

Personagem principal - Julia (Seu sobrenome)

Capítulo 1 - Primeiro.



7:00 a.m 


Eu estava indo para o trabalho, vivendo mais um dia na minha rotina chata, nada acontecia de interessante. Vida monótona e sem graça. Entrei no escritório e sentei na minha mesa, adiantada mais uma vez, fiquei sozinha porque não tenho amigos para conversar. Meus colegas começaram a chegar, logo entra minha chefe sorridente tentando deixar nossas vidas mais alegres e de algum modo, ela conseguia, com apenas um sorriso.

12:00

Chego em casa faminta, era meu horário de almoço e eu queria apenas comer algo que me sustentasse pro resto do dia. Esquentei o arroz e a lasanha da noite anterior. Não era muito mas o suficiente pra acabar com minha fome. Após almoçar, deito no sofá e tiro um cochilo antes de voltar a trabalhar. 

- BIP BIP ! - Meu celular vibra para eu acordar, abro os olhos lentamente tentando me acostumar com a luz do sol que entrava pela janela do meu quarto, me levanto preguiçosamente e vou escovar os dentes, dar uma penteada no cabelo e retocar o batom, calço meus sapatos e finalmente saio do apartamento, em direção a meu trabalho. No caminho, sinto meu celular vibrar no bolso da calça, estaciono o carro para pegá-lo, era um número desconhecido e por isso hesitei em atender. - "Quem será que me liga tanto?" - a pergunta permanecia em minha cabeça enquanto eu ouvia o som chato da chamada. Deslizo o dedo em "atender", do outro lado da linha ouvia-se apenas chiados baixinhos. Como em todas as vezes que eu atendi esse mesmo número, que nos últimos dias insiste em me ligar.


- Alô? - Tomo iniciativa sem nenhuma esperanças que teria respostas.

Silêncio.  

- Se voltar a me ligar, vou ser obrigada a mostrar a policia! 

Ligação encerrada.  

Ligo o carro, voltando ao meu caminho anterior. Paro no semáforo pois estava no sinal vermelho e olho em volta, casais se abraçando na praça, fazendo compras, casais com seus olhares apaixonados ou mãos bobas. Sorrio mas ao mesmo tempo, entristecida, não lembro da última vez que beijei alguém, estava tão focada em minha rotina e trabalho que nem parei para conhecer alguém.

O sinal verde brilha e eu acelero mais uma vez, limpo o rosto pois lágrimas insistiam em correr quentes por ele. Chegando ao meu destino,  estaciono e respiro fundo, tentando esvaziar a cabeça para poder me concentrar no que eu teria que enfrentar hoje.

Saio do carro trancando o mesmo logo em seguida, arrumo minha blusa e meu cabelo, como se nada tivesse acontecido, como se estivesse acabado de ter um almoço ótimo. Sorrio para eu mesma pelo reflexo do vidro. - " Você vai vencer tudo, Juh, acredite " falo baixinho e ando até a entrada do escritório.

6:00 p.m. 

- "Mais um dia concluído,  eu sabia que iria conseguir. Mereço um café com leite e minhas cobertas agora " - Dou risada do meu próprio comentário. Estava exausta e queria só dormir, cansaço mental é pior do que o físico,  estava me sentindo uma imprestável no momento que só queria cama. Entro no carro e ligo o motor para voltar ao meu humilde apartamento. 

O caminho de volta foi complicado como todos os dias, trabalhar no centro é um saco pra quem tem pouca paciência, mas consigo chegar sem xingar ninguém no caminho. Estava tudo tranquilo,  até eu chegar em meu apartamento. Após descer do carro, fui puxada para um canto e sem entender nada, fiquei sem reação. A pessoa tampou minha boca com um pano e o cheiro ruim me fez cair inconsciente. 

...

Meus olhos abrem lentamente, eu estava em um espaço escuro, sentia um cheiro bom e minha cabeça doía muito. Levanto com cuidado e após a vista clarear, consigo perceber que em minha volta havia velas aromáticas vermelhas e eu estava em uma cama macia. O lugar era pequeno e eu não conseguia ver nenhuma janela próxima. Nem porta. Não sabia o que havia acontecido, eu estava confusa e com medo. No canto do cômodo consigo ver uma silhueta, estava escuro, mas conseguia perceber que estava usando uma touca:

_ Quem é você?  

Silêncio. 

_ O que você quer comigo?

Silêncio. 
 

O medo me prendia naquela cama, não conseguia mover o corpo e minha voz estava querendo falhar.

_ Socorro!!!!! - grito o mais alto que podia. - Socorro!!!!!

_ Bobinha, ninguém vai te ouvir. - A voz finalmente se pronuncia, baixa e rouca.

_ Q-quem é você? - Gaguejo quando percebo que ele estava se aproximando. -  Por favor, não me mate!



Notas Finais


A história está aí, agora é decisão de quem está lendo se eu continuo ou não!

Até mais!


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