História Era uma vez - Capítulo 32


Escrita por: ~

Postado
Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Magnus Bane, Simon Lewis
Tags Clalec
Visualizações 260
Palavras 1.083
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii amores, cheguei
Desculpem a demora, pra quem não me acompanha na outra fanfic eu demorei pq fiquei de exame.. (pois é, a pessoa é burra msm😂) mas arranjei um tempinho pra escrever mais um cap, espero que gostem. Amo vcs 💖😘💖😘

Capítulo 32 - Max... (Flashback)


Flashback on**


Pov's Izzy


Cheguei no apartamento de Simon e toquei a campainha. Se dependesse de mim, contaria tudo ainda hoje. Ele abriu a porta segundos depois.

- Izzy? O que faz aqui? - disse Simon, um pouco surpreso com a minha presença.

- nós temos que conversar - disse passando por ele e entrando no ressinto.

- bom te ver também, falando nisso - disse irônico, revirei os olhos.

- sem brincadeiras, o assunto é importante - ele entendeu e ficou sério. Me sentei no sofá e ele na mesa de centro, ficando à minha frente.

- pode dizer - segurou minhas mãos e fez carinho nas mesmas com os polegares - é sobre a sua família? alguém descobriu?

- sim - ele arregalou os olhos - Sebastian descobriu, mas Clary deu um jeito nele... de qualquer forma, não é sobre isso que vim falar - ele pareceu mais aliviado e fez sinal para que eu prosseguisse. Suspirei.


" Relaxa, ele vai te apoiar. Vai cuidar de você e da criança, ele não seria tão babaca de te abandonar justo agora. " Lembrei-me da conversa que tive com Alec assim que ele descobriu sobre a gravidez. Respirei fundo e me preparei para contar.

- eu estou grávida, Simon, e o bebê é seu - ele me olha, espantado. Mas não mexe um músculo - você me ouviu? Simon, eu tô grávida - repito, apenas para ter certeza de que ele não confundiu e prestou atenção. Ele continua sem respostas - já entendi - me levanto - não se preocupe, você nunca mais vai me ver... eu nem sei por que vim aqui te contar. Era óbvio que você não iria assumir a criança, nem nada - vou até a porta e, quando estou prestes a sair, sinto uma mão no meu braço. Me viro com certa brutalidade e sou surpreendida com um selar de lábios, sem ter tempo de reagir.

- Iz, me desculpa... eu só não sei como reagir. É claro que quero ter filhos, mas agora? Parece muito repentino, mas, se for com você, por mim tudo bem - abri um sorriso - eu te amo, Izzy. E não esperaria ter filhos com nenhuma outra mulher - ele me puxa para um beijo calmo, nos separamos pela falta de ar - como vamos contar pra sua família?

- talvez eu fale que foi descuido meu, que foi um cara de uma noite só é acabou acontecendo. Eles irão entender. - ele pegou minha cintura e colou nossos corpos.

- não, Iz, estamos nessa juntos - sorri - eu vou assumir a criança... - ele pareceu pensar - se eu sobreviver ao ataque dos seus pais é claro - rimos de leve, e ele acariciou meu rosto logo em seguida - eu sei que é meio cedo, mas... eu te amo - ele corou um pouco.

- eu também te amo - lhe dei um selinho, que logo depois foi sendo aprofundado.

Ele levou as mãos a barra da minha blusa enquanto nossas línguas iniciavam uma batalha. Eu acariciava seus cabelos, às vezes dando leves puxões e ele massageava meus seios. Deixei escapar um gemido.

Levei minhas mãos para os botões de sua camisa e comecei a abri-los. 

- não vamos machucar o bebê? - disse depois de me afastar. Apesar de tudo, sorri com sua preocupação, era tanta preocupação que chegava a ser fofo.

- claro que não, muitas mulheres fazem isso enquanto estão grávidas. Além disso, ele nem cresceu ainda - sorri fraco e voltamos a nos beijar.

Ele pegou no colo e me jogou no sofá, ficando por cima de mim. Seus beijos desceram da minha boca para o meu pescoço, seguindo para os meus seios ainda cobertos pelo sutiã. A excitação aumentava cada vez mais.

Seus dedos ágeis abriram meu sutiã e ele literalmente caiu de boca no meu seio esquerdo, enquanto massageava com a mão o meu seio direito. Eu gemia baixo conforme os movimentos e arranhava suas costas, provavelmente faria um estrago enorme.

Desci meus dedos até a barra de sua calça e, com ajuda dele, retirei a mesma. Podia ver seu volume nada discreto por baixo da cueca, me excitando mais ainda. 

Troquei nossas posições, dessa vez ficando por cima, e massageei seu membro ainda coberto com a mão. Ele estava quase tirando minha calça quando percebo o barulho infernal do meu telefone. Tentei ignorar, mas era tanta insistência da pessoa do outro lado da ligação que chegava a ser broxante.

Ele também percebeu o xiado do telefone e bufou.

- acho melhor atender, deve ser importante - lhe dei um selinho 

- depois a gente continua - saí de cima dele e peguei o celular. Simon chegou por trás de mim e sussurrou em meu ouvido:

- vou cobrar depois - deu um aperto na minha bunda me fazendo pular com o susto, era a primeira vez que ele fazia isso. Atendi o celular.

- mãe - disse séria ao perceber quem era, mas mudei o tom de voz quando ouvi que ela chorava - mãe? Ta tudo bem? - exclamei enquanto colocava a roupa, sabia que teria que voltar pra casa depois da ligação.

- aconteceu um acidente - disse entre soluços. Meu coração disparou.

- que tipo de acidente? - terminei de me vestir e me sentei no sofá. Simon me olhava sem entender nada.

- Robert bateu o carro, ele e Max estão no hospital.... acabaram de sair da sala de cirurgia. - não me importava com meu pai. Robert perdeu esse título há muito tempo, quando traiu minha mãe. Mas com Max era diferente, ele era meu irmãozinho, meu bebê. Se o perdesse meu mundo acabaria. 

- Max... - disse com lágrimas nos olhos, se algo acontecesse a ele não sei o que faria com Robert.

- Iz - ela me chamava assim quando tinha algo ruim para me contar. Apesar de tudo, apesar de eu saber que havia acontecido alguma coisa ruim, eu queria acreditar que poderia sair algo bom de tudo isso - Robert está morto - ela fazia muito esforço para falar sem o choro atrapalhar. Não sabia como reagir ao saber que ele estava morto, ele não deixava de ser meu pai.

- Max está bem? - como ela podia chorar por esse homem? Ele a decepcionou, a traiu, e mesmo assim ela se importava com ele. Esse era o único motivo pelo qual me fazia pensar se era bom ou não me apaixonar.

- ele está em coma - deixei o telefone cair da minha mão e lágrimas rolaram por meu rosto. 

- Max... - coloquei meu rosto entre os joelhos - meu irmãozinho. 



























Notas Finais


E ai? Oq acharam? Gostaram?
Ainda nessa semana vou tentar postar mais um capítulo, amo vcs 💖😘💖😘


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