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História Era Uma Vez (Taekook, Sope e Namjin) - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Bom pessoal, esse é capítulo de hoje
Espero que gostem
Boa Leitura <3

Capítulo 3 - Capítulo 03


Volto ao castelo de Jane, exausta e apenas querendo dormir. Caminho até o meu cantinho, sendo interrompida por Jony, um amigo meu e servo do palácio. Ele estava aflito, correndo, passou por mim e nem me viu. Segurava algo envolto a panos da cor branca nos braços.

                - Jony? – Dito quando o mesmo passa por mim correndo. – O que está acontecendo, nem parece que me viu...- Olho para aquilo que ele segurava. – O que é isto.? – Pergunto.

                - Ah...É...Senhora Meg... – Ele diz sem jeito virando-se para mim. – Perdão, realmente não a vi. – Continuou.

                - Sim, isso eu percebi, mas...- Dei uma pausa. – O que é isso? – Pergunto novamente me referindo aquilo que ele segurava.

                - Isto...I-isto é... – Sinto ele ficar nervoso, pode ser só impressão, mas pude jurar que vi uma gota de suor escorrer em sua testa franzida.

                Vi aquela coisa que ele segurava se mexer e me alertei pondo a mão em minha cintura para retirar minha espada. Porém meu alarde cessou após eu ouvir o barulho mais irritante de todos: um choro de bebê. Automaticamente já me veio em mente de que se tratava de um bebê a coisa que Jony segurava, mas não era dele disso eu tinha certeza, ele não tem membro!

                - Senhora por favor guarde isso. – Ele dita olhando para a espada que eu sequer me toquei de que havia retirado-a sem querer do porta espada em minha cintura.

                - Ahh err...Desculpe-me. – Dito sem jeito guardando a lâmina prateada. – Mas de quem é esse bebê? – Pergunto olhando para Jony.

                - O nome dele é Min Yoongi, os pais dele eram meus amigos lá da aldeia, porém eles faleceram e o menino não tem família. – Lágrimas descem dos olhos do homem. Não me surpreendi, Jony sempre foi sensível.

                - Calma Jony... – Inclinei minha coluna para igualar nossas alturas e pus minha mão em seu ombro. – Vai ficar tudo bem. – Limpo a lágrima grossa escorrendo em seu olho. – Você vai trazê-lo para viver aqui no palácio? – Pergunto acertando a postura de minha coluna.

                - Eu...- Jony desvia seu olhar. – Eu queria muito, pois assim eu posso cuidar dele, mas nossos reis Jung’s não vão aceitar, tenho certeza disso. – Outra lágrima escorre de seus olhos. – Já foi uma grande audácia eu ter trago o bebê até aqui, mas eu juro senhora Meg, eu juro que só quis protegê-lo. – Continuou, parecia desesperado.

                - Se acalma, eu vou...Vou interceder. Você sempre foi um servo leal aos soberanos eles com certeza vão deixar. Vou falar com eles agorinha. – Digo já me virando para ir até a sala do trono.

                - Não senhora! Por favor, você está muito cansada, soube que foi com a comitiva do rei Daeho, de Chijia, para a visita da nova herdeira de Situ, certo? Vá descansar, por favor não se gaste por minha causa.

                - Não se preocupe comigo. – Dito de costas para ele. – Eu estou bem. – Vou até a sala do trono.

                Estava de noite, e, por conta disso quando eu – educadamente – invado a sala do trono, o rei estava quase de saída para ir descansar.

                - Perdão meu rei, mas preciso lhe fazer um pedido. – Digo o reverenciando como um cavaleiro.

                - Meg, você é a feiticeira real, não precisa se curvar dessa forma, venha, levante-se. – Ele sinaliza para que eu me levantasse. – Diga-me, qual o favor? – Continuou e eu obedeci.

                - Soberano, venho lhe pedir algo relacionado a vosso servo Jony. – Digo erguendo minha cabeça para o rei. Isso era uma forma de demonstrar confiança em minha fala. Como também, era uma forma de desafio em caso de ataques bárbaros.

                - O Jony está com problemas? – Ele pergunta me fitando.

                - Senhor, um casal de amigos dele faleceu deixando um filho, um bebê, chamado Min Yoongi, venho à vossa presença para lhe pedir que deixe o menino ficar no palácio. – Digo olhando nos olhos do monarca, algo que poucos podiam fazer.

                - Bem...Jony sempre foi um servo leal, não vejo por que não. – O rei diz com a mão no queixo. – Diga a ele que tem a minha autorização para criar o menino aqui e... – Vejo que ele acabara de ter uma ideia. – Faça o seguinte: diga para Jony que esse menino vai crescer junto com meu filho Jung Hoseok,que, deve ter mais ou menos a idade desse menino. Isso! Vai ser o assistente do herdeiro de Jane. – Continuou.

                - Mas...

                - Meu filho vai precisar de um acompanhante para os treinos e outras coisas, isso vai ser bom para ele...Concorda Meg? – Ele retorna a me olhar.

                - S-Sim soberano. – Não era exatamente isso que eu pretendia para Yoongi, porém, melhor do que ele ficar longe do Jony, ou pior, morar no orfanato da aldeia, ia ser ruim para o garoto.

                Sendo sincera, nessa época eu não me importava tanto com Yoongi, porém no fundo eu sabia que acabaria me apegando a ele, não sei o porquê, mas tive essa sensação por breves segundos. Me despedi do rei curvando levemente minha coluna. Me retirei da sala do trono e fui dizer ao Jony que havia conseguido a autorização do monarca sobre Yoongi morar no palácio. Jony ficou muito feliz,e, automaticamente me deixou feliz também.

                Enquanto isso o feiticeiro babaca e o rei pateta estavam brincando na cama. – Até porque isso é uma novidade tão grande – Bela ironia hein Meg! O meu pai, o grande dragão albino, Taeyang – um deus – deve estar orgulhoso de mim agora.

                Anos se passaram e agora os herdeiros dos reinos Chijia, Situ e Jane tinham em tornos dos vinte e dois anos. Yoongi eu tive certeza de sua idade, o que no caso era vinte e três aninhos. E pensar que em todos esses anos eu o treinei, lhe ensinando a verdadeira arte da guerra. O ensinei tudo que aprendi na academia e também com meu mestre líder do clã dos dragões Kwon Jiyong – também conhecido como G-Dragon –, luta com espada, corpo-a-corpo, ataque, defesa e o mais importante: estratégia.

                Estava para chegar uma das comemorações tradicionais seulnitas que eu mais amava em toda a minha infinita e “desgracenta” vida: o solstício de inverno.

                Basicamente o solstício de inverno eram conjuntos de festas comemorativas uma atrás da outra no tempo do inverno em Seul. Uma delas é um grande festival em Situ. A outra é a minha favorita: o campeonato de luta em Chijia. Onde os príncipes dos reinos escolhidos pelo grande conselho competem entre si em lutas e no final sempre há um ganhador. Quando acontece as lutas, reinos de todos os lugares seulnitas vão para assistir, é muito divertido! Sem contar o grande banquete que tem a noite no enorme palácio chijiano.

                Eu estava me arrumando para ir até o reino de Chijia de forma que eu mesma me caracterizasse como “Bela” e “Apresentável”. Um vestido da melhor cor do mundo – na minha opinião – roxo escuro com mangas cumpridas e folgadas, com um cinto prateado adornado com esmeraldas.

 Eu geralmente uso uma armadura feminina prateada, mas hoje era um dia importante demais para usá-la, já basta o cajado mágico que eu sou obrigada a levar para cima e para baixo! Armadura? Justo hoje? Mas nem pensar!

Me olhando no espelho eu estava pondo um par de brincos em minha orelha que combinavam com o cinto. Prateado com pequenas pedrinhas de esmeralda o decorando.

                - Senhora? – Ouço o som da porta abrindo e a voz do ser que eu mais amo e me estresso em toda minha vida infindável. A voz de Min Yoongi.


Notas Finais


Continuo?

Obrigada por lerem e até o próximo


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