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História Eragon e Saphira Um Amor Imortal - Capítulo 1


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Notas do Autor


Como está na sinopse a história é a partir do capítulo 1 do livro 1 do siclo de A Herança, Eragon.

Imaginem que esse rapaz é como seria o Eragon.

Capítulo 1 - Eragon e Saphira


Fanfic / Fanfiction Eragon e Saphira Um Amor Imortal - Capítulo 1 - Eragon e Saphira

As árvores eram predominantes a seu redor, ele estava camuflado em meio a vegetação a espreita de um belo cervo; estava caçando na Espinha e sabia que não deveria estar ali, mas era o único lugar com presas grandes nessa época do ano.

Eragon sabia que precisava da carne daquelecervo para alimentar sua família durante o inverno, e apesar de não gostar da ideia de comer quase só carnes durante os meses frios que viriam sabia que era necessário para sobreviver durante a estação mais fria.

Com sua mira quase impecável ele soltou a corda de seu arco, deixando sua flexão voar em direção ao animal e se enterrar em seu pescoço, quando se levantou para ir até o animal abatido sentiu um vento forte vir em sua direção e viu quando uma forte luz azul  surgiu em sua frente a algums metros de distância, ela propagava uma energia ao propio redor e ele sentia está como se fosse algo vivo. 

Logo que a luz sumiu viu a grama achatada pelo vento forte formando um círculo no centro da clareira e nesse havia algo uma "pedra" azul safira e grande; ele se aproximou devagar e se abaixou a seu lado ele sentia uma energia leve dócil sol o mesmo tempo que de aparecia antiga fluir dela. Devagar ele a segurou sentindo seu peso que era leve não como deveria ser o de uma pedra daquele tamanho.

Ela era lisa e lustrosa de tão polida era bela e sua forma lembravalheum ovo mas qual animal poderia por um ovo daquele tamanho não sabia qual seria.

Ele decidiu que não podia deixá-la ali fosse ela uma pedra ou não; ele a guardou em sua bolsa de couro e depois foi até o cervo abatido, tirou sua flexão do pescosso e em seguida amarrou uma corda em seu pescoços e tronco, era um animal grande e teria de levá-lo inteiro para a fazenda em que vivia, teria de o arrastar...É assim o fez.

A caminhada de volta para casa foi feita em marcha lenta por conta do peso do cervo que levava arrastado, suas costas protestavam pelo esforço mas não parou até chegar em sua casa.

A fazenda era simples no entanto bem cuidada e por conta no entanto bem cuidada e por tal prosperava mesmo que devagar mas era suficiente para ele Foram e Garrow viverem seu primo e tio eram sua única família e por isso os amava muito.

Logo que pusera os pés na fazenda Roram, que estava fasendo a ultima colheita antes do inverno, correta a seu encontro o vendo cansado e trazendo a grande caça.

- Minha nossa! - esclamou - a caçada foi boa, deve estar exausto Eragon.

- Estou... - ele ofegou, tomando ar - Mas valeu a pena, teremos carne para o inverno, ele é grande e pesado deve durar muito tempo.

- com serteza! ainda mais se você o limpar, seu corte é melhor que o de Sloam.

- Não sei ele é um acougueiro deve ser melhor.

- Mas não mesmo, voce é abil com a faca priminho. - disse enquanto macho e nos cabelos longos do mais novo. -  Acho que já está no tempo de cortar esse cabelo não está?

- Mas não mesmo! - Eragon tinha os cabelos castanhos ondulados mas  volume eram longos ficando algums centímetros abaixo acho dos ombros, não gostava de cortar-lo, achava-se estranho quando o fazia.

- Tudo bem, voce já é velho o bastante para escolher.

- Ótimo, agora me ajude a levar isso para o celeiro tenho de limpa-love cortar e depois salgar para o inverno e isso vai levar a tarde toda.

- Ok! - disse animado.

Os dois levaram o animal para o celeiro e se puseram a issa-lo com uma corda uma roldana e corda grossa, logo Roram voltou a sua tarefa de colheita e Eragon se por trabalhar. Seu estômago protestava da visão ensanguentada do animal e a perspectiva de come-la durante o inverno.

No fim da tarde já perto do anoitecer terminou seu servidão e salvou a carne deixando -a descalçar em um barril com tampa com uma pedra pesada em suma.

Logo foi se limpar e tomou um banho frio de cuia para limpar o suor de seu corpo; Foram costumava dizer que ele era como uma moça por banhar-se tanto, mas Eragon não ligava pois via como era o único a quase não adoecer e quando o fazia era sempre ruim.

Quando entrou em casa encontrou Garrow na mesa da cozinha comendo um ensopado de carne e Foram a sua frente também jantando... Mas depois de limpar sua caça durante a tarde não tinha apetite para comer carne ainda naquele dia, então foi até um armário que ali havia e pegou pão e queijo para jantar.

- Imaginei que depois de ficar a tarde limpando caça você não conseguiria comer meu ensopado. - disse seu tio olhando-o com um sorriso paternal - Voce tem o estômago de sua mãe,  ela também era desse jeito.

Eragon sentiu seu peito aquecer aquecer ao ouvir aquilo sorrio pensando na mãe, que não conhecia ; ele  comeu em silêncio e logo que terminou guardou o que sobrou e foi para seu quarto quando sentou -se retirou da bolsa a "pedra"  azul que encontrará na Espinha.

Ela era realmente linda a luz da lua e sentiu que deveria a proteger.

- Você ficará segura comigo. - disse paraela; sentiu uma energia leve emanar dela e logo em seguida viu-a balançar de leve e carregou os olhos pensando ser sua mente pregando uma peça em sí, até que viu novamente e dessa vez surgiuma uma rachadura e depois outra e outra até um pedaço de casca se dourar, já havia notado que era um ovo a essa altura e seu coração batia rápido e feroz por algum motivo.

Logo que terminou de rachar e de pedaços caírem viu a sua frente um pequeno ser azul que tinha asas e escamas  além de um focinho e olhos lindos de safira.

Era um bebê dragão, um filhote da lendária raça dos dragões que ouvira nas histórias de bom o velho contador de histórias de Carvajal.

Viu o pequeno ser se levantar cambaleante e vir em sua direção e ele ergueu a mão direita e tocou com carinho e delicadeza sua cabeça, algo incomum a um homem, e sentiu um friu tam grande que queimou a palma de sua mão, sua consciência foi assolada por uma energia desconhecida e sentiu -se apagar por algums momentos até que se viu acordar deitado na cama com o pequenino dragão, que agora a tinha conhecimento de ser uma fêmea, estando em cima de seu estômago o observando.

- Você é meu dragão e eu sou seu cavaleiro pequena Saphira. - disse com um sorriso leve e alegria em seu coração. 



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