História Éramos Louds - Capítulo 24


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Categorias The Loud House
Personagens Lincoln Loud, Lisa Loud, Lynn Loud
Tags Drama, The Loud House, Tragedia, Violencia
Visualizações 146
Palavras 3.357
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Para Lisa existia uma única grande culpada por tudo.
Mais agora ela sabe como esteva enganada.

Capítulo 24 - Memórias sombrias pt 04


Já era noite quando tudo aconteceu,meus olhos estavam queimando e coçando pela falta dos remédios.
Foi então que ela apareceu e ao ouvir sua voz medo e receio se instalou em meu coração.
Consigo ela trazia seus malditos odores…ela estava claramente fora de si!

Mais eu não tinha escolha e nem opção a não ser depender de sua boa vontade.
Ela trouxe comida e se retirou enquanto foi ao seu quarto desligar o rádio.
Isso foi estranho por que o rádio ficava ligado o tempo todo com ou sem sua presença em casa.
Assim que alguns minutos se passaram ela voltou trazendo um copo com água e os remédios.

Ela colocou ambos em minhas mãos e ficou ali observando enquanto eu decidia meu destino!
Depois de tudo que aconteceu eu não sábia do que ela era capaz.

Ela já havia me agredido...e também ameaçado e roubado.
Ela escutou quando Clyde disse que eu tinha que tinha dinheiro.
Estava espreitando e observando mais não tinha coragem de fazer o que fez em sã consciência!
Então ela tomou todas e quando voltou não tinha limites que a segurasse.

Assim que eu me recusei várias vezes a lidar o dinheiro,ela foi se tornando mais e mais agressiva.
Ela gritou comigo…me bateu…me ameaçou.
Foram agressões leves,empurrões,tapas,e agressões verbais…mais vindo dela.

FOI COMO SE ESTIVESSE ENFIANDO CACOS DE VIDRO EM MEU CORAÇÃO!

Eu estava sozinho com ela durante dois dias.
Durante uma emergência familiar meus pais não tiveram escolha.
Estava frio…muito frio mesmo,e eu não podia seguir viagem.
Eu mal podia sair de casa nessa situação e fui deixado aos seus cuidados.
As demais foram deixadas na casa da minha tia enquanto meus pais seguiam viagem.
Quando acontece algo com um membro de nossa família nos agimos de imediato para prestar ajuda a ele.
Eu…eu…jamais imaginei que as coisas iriam tão longe.

No sábado a tarde minha família seguiu viagem e só dois ficaram para trás.
Na primeira parada minhas irmãs foram deixadas na casa da tia Ruth aos cuidados das mais velhas.
Já eu fiquei em casa sem imaginar o que estava para acontecer.

Tudo começou relativamente bem.
Ela estava feliz e até entusiasmada com alguma coisas.
Eu estava na mesa e em pleno jantar ele me pediu um favor.
Ela me disse que precisava dar uma saída e voltariam em menos duas horas.
Na mesma hora eu fui contra…ela não podia me deixar sozinho em casa,e se acontecesse alguma coisas!
Porém no final eu achei que tinha convencido ela…mais não foi bem assim.

Ela disse que tinha um encontro ou coisa parecida e estava para receber uma resposta muito importante.
Durante todo o jantar ela não falou de outra coisa…parecia realmente que era sério?
Após o jantar me ajudou a ir até o quarto e antes que eu tomasse os remédios ela me prometeu que não me deixaria sozinho.

Eu..eu…acreditei nela e ao tomar os medicamentos fui lentamente induzido a dormir.
Tudo que ouvi antes de pegar no sono foi o cara do rádio dizer que iá dar 23:00 horas.
E então eu adormeci e esperava acordar só de manhã como de costume mais as vezes os remédios não são o suficiente para fazer isso e em plena madrugada eu acordei.

Eu despertei com muita sede e então eu chamei por ela.
Uma,duas e até quatro vezes mais nada de resposta apenas o som do rádio tocando rock?
Eu me levantei e fui até o banheiro e lá consegui matar a sede e também me aliviar.
Com certeza ser capaz de me mover mesmo cego me salvou de muitos apertos.

Ao retorna para o meu quarto eu chamei seu nome mais uma vez e nada?
Foi aí que dei por mim que estava completamente sozinho!!!
Eu cheguei a gritar por ela e o único som ouvido foi o rádio com o locutor dando as horas 02:32 da madrugada.
Ela me prometeu…e mesmo assim me deixou as moscas.

Com medo e indignado eu me joguei debaixo das cobertas e tentei dormir.
Mais cada som fora o rádio me assustava…acabei deixando minha mente viajar e como em um filme de terror eu imaginei as piores coisas que podiam acontecer. 
Não consegui dormir mais até que as 07:12 com o som dos pássaros a noite havia acabado e o medo foi sumindo e eu me rendi ao cansaço e a tristeza.

Às 10:00 horas a dor e um incomodo insustentável nos olhos veio a me despertar.
Eles estavam queimando e coçando como nunca eu então chamei como louco e quase 15 minutos depois ela apareceu.
Logo que entrou eu pude sentir um horrível cheiro invadir o quarto e assim que perguntei sobre tal odor ela me mandou cuidar da minha vida,me deu os remédios saiu.
A sua voz e atitude mostrava que ela estava muito decepcionada e irritada,minutos depois ela me serviu o café da manhã e perguntou se queria mais alguma coisa,pois logo ela iria sair.
Seu jeito de falar e o tom da sua voz me intimidaram…então achei melhor nem reclamar ou falar nada.

Algum tempo depois com a volume do rádio mais baixo eu pude ouvir algo que me deixou nervoso.
Um choro de lamento e rejeição encoberto pela música do rádio?
Ela ainda veio a meu quarto e me disse para não se preocupar por que voltaria logo.
Em suas palavras ela disse: que tinha que tirar uma história a limpo?
Em seguida eu apenas ouvi o som da porta da frente batendo com tudo.

Sem saber o que pensar eu fui deixado a solidão e o primeiro pensamento que me veio a cabeça foi com o meu avô?
Ninguém me contou nada...apenas me disseram que ele está bem mais precisava de ajuda.
Mais se for mentira…e se ele…mor…?
Na hora um sentimento de tristeza cai sobre mim…e eu estou em casa completamente abandonado.

Por sorte Clyde aparece para me fazer companhia por algum tempo e espantar os pensamentos ruins.
Ele é um dos poucos que sabe onde fica a chave reserva da porta então assim que recebi o sinal ele entra e trás alguma alegria a meu patético dia.
Ele já sábia o havia acontecido desde ontem por que eu havia contado,só não sábia que eu estava abandonado em casa sozinho.
Eu até pensei em contar para ele mas não sei como ele iria reagir,então decidi apenas dizer que Luna havia saído a poucos instantes e logo voltaria.

No meio da conversar ele me fez uma surpresa?
Em suas mãos o ultimo lançamento da gibi que eu adorava…eu não podia acreditar que estava esperando por isso a quase 2 meses e agora que eu tinha dinheiro me faltava a visão que infeliz ironia não acha?
Sem pensar duas vezes eu peço para que ele leia para nós e durante quase meia hora eu fico segurando a risada enquanto ele lê e imitar as vozes dos personagens,esse Clyde é uma figura mesmo kkkk.
No fim infelizmente após duas horas Clyde precisava ir embora,mais antes ele me diz que encontrou alguma coisa e pergunta se realmente esta tudo bem?
Ele me disse que achou um carta rasgada em três pedaços e ao junta los começou a ler!

Carta!
Luna… me desculpe não ter coragem para falar isso pessoalmente.
Mais tenho ser honesta…você é uma pessoa muito especial para mim.
Mais eu não tenho o mesmo sentimento que você diz ter por mim.
Sério eu preciso de algum tempo para digerir isso tudo…e que fique claro isso não nada haver com fato de termos o mesmo género OK!
Você é uma das pessoas mais incríveis que já conheci e eu iria odiar perde sua amizade.
Olha…no domingo foi está fora,na segunda a gente conversa com mais calma.
PS: eu espero que você ainda possa ser minha amiga…sem treta OK.
Te vejo no colégio tchau = D.

Nem eu ou Clyde entendemos muito bem a carta mas parece que alguém tomou um fora!
Antes de ir ele coloca o alquitok em minhas mãos e me fala pra ligar a qualquer hora e em qualquer caso.
Clyde era um amigo de verdade e nunca me decepcionou…diferente das minhas irmãs.

E após se despedir ele foi embora me deixando sozinho de novo.
Eu não podia fazer nada a não ser ter paciência e esperar a noite chegar.
Meus me disseram que até domingo a noite já estariam devolta e tudo àquilo iria passar.
Horas se passam e a solidão só aumenta,se não fosse pelo rádio ligado eu mal saberia as horas até que próximo as 17:00 da tarde ela apareceu.

Mais uma vez ela serviu uma refeição e ainda bem pois eu estava faminto.
Em seguida subiu o volume do rádio e mostrou que não estava mais nem aí pra nada.
Após comer eu decidi ignora la…se ela vai fingir que não existo eu faria o mesmo.
Eu simplesmente deitei e fui dormir eu estava louco para meus pais voltarem e por um fim naquela bagunça.

Foi então que tudo de errado começou a acontecer.
Eu acordei com o som de vidro sendo quebrado e quase meia hora depois ela veio ao meu encontro.
No ar um cheiro forte de bebida alcoólica como eu nunca havia sentido,o som que ouvi antes foi da estante de bebidas do meu pai sendo arrombada.
Ela estava totalmente fora de si…

Ela chegou como com a fala mansa e me perguntou se eu podia lê arranjar uma grana?
Quando eu disse que não tinha dinheiro ela já se irritou e me chamou de mentiroso.
Eu tentei mentir mais ela disse que ouviu quando Clyde deixou escapar que eu tinha uma certa quantia! 
Ela queria grana pois precisava ir a alguns lugares mais tava devendo e não podia aparecer sem a grana.

A gente começou a discutir mais não durou muito.
Ela se irritou e começou a revirar meu quarto inteiro,eu pedi e até implorei para que ela parasse.
Mais não adiantou nada,mesmo assim não ela conseguiu encontra a grana,devia está tão bêbada que não notou que o dinheiro estava em uma meia.
Cada vez mais brava ela começou a me agredir,tapas e empurrões e até palavrões.

Ela estava louca e eu cada vez mais assustado e com medo.
Sem resultados ela saiu me deixando álgum tempo para tentar entender o que estava acontecendo?
Minutos depois ela voltou e parecia que tinha bebido muito mais.
Ela gritava repetidamente para que eu desse o dinheiro a ela.

Foi então que ela foi ao extremo.
Ela se colocou ao meu lado na cama a agarrou as faixas presas em meus olhos e ameaçou arrancar lás se eu não desse o que ela queria.
Eu não tive escolha a partir dali…eu estava segurando sua mão enquanto ela tentava puxar minhas ataduras.
E o pior aconteceu…quando as ataduras saíram mesmo por alguns segundos foi como seu tivesse revivido o momento da explosão mais uma vez.
Naquele instante eu gritei e disse onde estava o dinheiro e implorei para que ela colocasse as faixas devolta em meus olhos que queimavam feito fogo.

Ela me devolveu as faixas e eu desesperadamente as coloquei devolta praticamente sozinho.
Eu as apertei o mais forte possível,mesmo com os olhos fechado a luz parecia ter passado através das pálpebras.
Foi uma sensação horrível que durou mais de uma hora antes de começar a diminuir e por fim sumir.
Enquanto eu resistia a dor as lágrimas caíam como não houvesse fim.

Eu não conseguia acredita?
Àquilo…aquele monstro não podia ser a mesmo ser pessoa.
AQUILO NÃO PODIA SER MINHA IRMÃ.
Não a irmã que sempre cuidou de mim e que tinha o dom quase mágico de me acalmar com suas canções.
Não a irmã que apoiava e me encorajava a ser eu mesmo.
Não a irmã que prometeu me ensinar a tocar guitarra quando eu estivesse pronto.
Não a irmã cujo a voz era suficiente para despertar as lembranças mais queridas em meu coração.

VOZ…que agora em diante traria medo e decepção sempre quando ouvida.

Mais o pior estava por vir.
Antes de sair ela tentou pedir desculpas e se justificar.
E disse que me pagaria assim que desce.
Eu não falei nada…tinha medo de abrir a boca e deixar tudo sair.
Assim eu fiquei sozinho de novo rezando para minha família voltar logo.

Eu ainda procurei pelo meu quarto inteiro o bendito alquitok mais quando achei a frustração foi total.
No descontrole eu soltei todos os piores e mais sujos palavrões que eu conhecia ao percebe que estava sem baterias,coisas que eu me segurei para não dizer na cara dela com medo de sua reação.
Eu fiquei ali contando cada minuto e enquanto o tempo passava o desespero crescia.
O locutor da rádio falava as horas e uma tremenda angústia foi tomando forma,7,9,11,12 horas da noite e nenhum sinal dos meus pai ou da minha família.

Foi então que ela apareceu.
E como no início da minha história o fim se aproximava.
Assim que eu tomasse os remédios não tinha ideia do que esperar.
Ela estava ali ao meu lado...eu podia sentir sua tóxica presença me incomodar.
Mais eu não tinha escolha…meus olhos estava no limite.
A dor e a coceira era tremenda e só os remédios podia trazer alívio e o por fim aquele triste domingo.

Eu me decidi e engoli os comprimidos e fiquei torcendo para que quando acordasse tudo tivesse sido apenas um pesadelo,só não esperava que o real pesadelo iria acontecer quando eu acordasse.
Eu lutei por vários minutos para não adormecer mais no final o cansaço foi maior e por um breve momento eu fui do paraíso ao inferno.

Eu sei que é difícil de acredita mais eu me lembro exatamente o que sonhei.

Era tarde de sábado e eu estava no parque sentado no banco a sombra de uma árvore.
Havia casais em todo lugar,pois era dia dos namorados e o primeiro que eu comemoraria.
Eu estava arrumado e com o cabelo quase lambido e em minhas mãos um pequeno buquê de flores e na outra uma caixinha de bombons.
Eu esperei durante quase duas horas e nem sinal dela até que ela finalmente surgiu.

Ronnie Anne…com o visual de sempre só que com o blusa roxa amarrada na cintura,e um bobo sorriso em seu lindo rosto.
Ao me ver só faltou dar risada…eu estava suado segurando um buquê de flores murchas.
Depois do deboche ela se sentou ao meu lado e se desculpou pelo atraso em seguida jogou as flores no lixo.
Bem não foi como eu esperava...Ronnie Anne era uma garota bruta e difícil com uma casca grossa que escondia seu interior gentil e amigável.

Minutos depois ela me disse que estava sem tempo e nos dividimos os bombons enquanto saiamos do parque.
Não consegui disfarçar a frustração por seu comportamento e ela percebeu isso e resolveu me fazer uma surpresa.
Assim que ficámos sozinho ela me arrastou para dentro das árvores onde ninguém pudesse nos ver.

E me beijou como nunca havia feito antes.
Foi repentino e inesperado mais foi do jeito que esperava.
Um beijo inocente entre dois jovens que se gostavam,meu coração parecia que iá pular fora do meu peito.
Com seu lábios colados aos meus eu pude até sentir o doce sabor do chocolate que estávamos comendo.
Eu sei que pega mal dizer isso…mais foi de longe o beijo mais sujo e demorado que já tínhamos dado.
Quem me dera durasse para sempre,mais do mesmo repentino que começou veio a acabar e quando nossas bocas descolaram eu quase fiquei sem reação.
Como um boboca eu fiquei ali sem conseguir dizer nada enquanto ele se despedia e iá embora.
Ao ver ela indo embora e sumindo da minha vista,algo acontece e sinto meus olhos sendo vendados por frias mãos?

Quando dou por mim eu estou na garagem de minha casa onde Luan repentinamente me beija novamente..
E simplesmente aconteceu só que desta vez não foi como antes,o beijo de Luan dura meros segundos mais são o suficiente para fazer delirar.
Como e por que algo tão errado superou a sensação dos inocentes lábios de Ronnie Anne?
Eu olho ao redor e Luan está a minha frente sorrindo e em silêncio até que ela sinistramente aponta para trás?
Ao olhar na direção apontada vejo a Lynn e em seu rosto uma expressão de partir o coração.

Toda a culpa e dor daquele momento no parque onde ela me entregou seu coração vem a minha mente.
Ela estava tão triste e desesperada pelo meu amor e eu a rejeitei a botei pra correr como se fosse um cão sarnento.
Em piscar de olhos estou no parque de novo…bem em frente a nossa árvore.
As iniciais L+L continuam escritas,e ao olhar para trás eu a vejo,e um calafrio desse minha espinha.
Em seus olhos uma expressão completamente insana e enfurecida,ela me pedi com a voz de quem vai chorar um único beijo.

E ao me recusar dizendo um NÃO.
Tem início um pesadelo quase real.
Ela me agarrar pela blusa e me beija a força,sem me dar chance de reagir.
Eu sinto sua língua forçando caminho entre meus lábios cerrados e seu corpo me espremer contra a árvore.
Não há chance de fuga ou reação,e tudo simples e violenta submissão.

Minutos depois ao quebrar o beijo sua postura não mudou.
Ela diz quer mais…muito mais…e deliberadamente me da duas opções.
Eu podia aceitar seu amor e ficar com ela ou?
Ela iria me tomar a força e me obrigar a ama lá?
Eu chamo de louca…e insana,e digo que ela só pode está sonhando! 

E de imediato a sinto pegar em meu pescoço e aperta ló com todas as forças.
E por algum motivo estranho e desesperador não consigo fazer nada para impedir que ela continue me enforcando?
Aos poucos o ar vai faltando e a visão se torna escura,e tudo se acaba em…?

Porém minha mente dispertar confusa entre o sonho e a realidade.
Sinto que estou sentado na cama com algo me segurando no lugar,e pouco a pouco os sentindos vão despertando um a um.
Sinto uma falta de ar perturbadora era como se não conseguisse respirar pelo nariz.
Meu corpo está quente como se estivesse fervendo em febre ou algo muito parecido.
Tem algo me apertando firme…sinto braços ao redor de mim,um de segurando minha cabeça por trás.
E pernas ao redor da minha cintura,como se alguém estivesse sentado em frente a mim.

Tem algo no ar…algo em minha saliva…algo se mexendo dentro da minha boca?
Algo praticamente me sufocando e sugando o ar de dentro dos meus pulmões?
Algo que minha mente não consegue aceitar de imediato…?

É confuso…?
É estranho e agradável…?
É...é…IMPERDOÁVEL!!!

Finalmente me dou conta do que está acontecendo!
Luna estava me beijando em um ato de puro pecado.
Dopado pelos remédios ela estava se aproveitando de mim.

No ar um odor insustentável quase intoxicante.
Em sua boca um sabor amargo que causa ânsia de vómito.
Em seus braços meu corpo está preso como em uma gaiola,ao tentar me mexer sou apertado ainda mais.
Sinto suas garras causarem dor a qualquer sinal de resistência,principalmente atrás da cabeça onde unhas cravadas me impedem de quebrar o beijo.

Ela está bêbada…drogada…e perdida em algo jamais deveria acontecer.
Ao quebrar o beijo por meros segundos eu tento puxar o ar com a boca,como um peixe fora da água.
E ao implorar para que ela pare tudo tem início mais uma vez.

Estou fraco,vulnerável e indefeso sem pode fazer quase nada.
Seus beijos são tão sufocantes que sinto que vão me matar lentamente.
Um sentimento de prazer e pânico se espalha em minha mente confusa como se faltasse oxigénio no cérebro.
A cada pausa eu consigo puxar menos ar e vou sufocando lentamente em um delírio sem fim.
Tanto o corpo quanto a minha mente vão se rendendo a aquele ato profano.

Em minha mente um pensamento único!
ACABOU…não tenho mais forças pra lutar contra isso…ela pode fazer o que quiser de mim!!!
Só poço esperar por um milagre…um milagre que salve não apenas a mim,mais ela também.

Só espero acordar desse pesadelo…se é rezar para que realmente tudo não tenha passado de um sonho.
UM PROIBIDO…SONHO!

Fim…?


Notas Finais


Obrigado.


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