História Éramos Louds - Capítulo 25


Escrita por:

Postado
Categorias The Loud House
Personagens Lincoln Loud, Lisa Loud, Lynn Loud
Tags Drama, The Loud House, Tragedia, Violencia
Visualizações 174
Palavras 3.198
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 25 - Memórias sombrias pt 05


??\?? Madrugada de segunda feira.

Segunda feira 03:23 da madrugada.
Sirenes e luzes podem ser vista em frente a minha casa.
Elas anunciam outra tragédia eminente em minha família.

Eu estou assustado,confuso e em choque.
O que Luna fez não tem perdão,eu estava dopado,fraco e vulnerável.
Em seus braços eu parecia até um boneco de pano enquanto era vítima de beijos sufocantes.
Pouco a pouco ela foi me guiando…me induzindo ao pecado,e ao pior erro de nossas vidas.
Não havia nada que eu pudesse fazer,a não ser esperar por um milagre que salvasse nossas almas.

Aos poucos eu fui me rendendo.
E gostando de estar soterrado em todas aquelas sensações profanas.
Mesmo que lá no fundo eu soubesse que era errado,seus beijos iam me fazendo mudar de ideia.
Era como se meu corpo lutasse contra minha mente,e minha mente estava perdendo ao ponto que ela se tornava ainda mais agressiva.

Para Luna aquilo tudo era pouco,ela me tinha na palma de sua mão e mesmo assim ela queria mais.
Não bastava apenas querer abusar de mim,ela queria que eu me rendesse para que depois pudesse se sentir menos culpada.
Ela já tinha o meu corpo mais um ato tão vil e cruel não bastava,ela queria TUDO.

Então ela começou a atormentar minha mente também.
Todas as vezes que nossas bocas se separavam ela colocava a cabeça sobre meu ombro e sussurrava em meu ouvido.
E enquanto eu tentava recuperar o fôlego suas palavras ficavam cravadas em meu cérebro,como um tipo de hipnose.

Luna: está gostando Lincoln?
Sei que está,posso sentir algo me cutucando lá embaixo.
Olha pra você…não consegue nem parar tremer KKK.

Lincoln: (ofegante) Lu..Luna.
Precisa…parar…por favor!

Luna: não…você não vai me rejeitar vai?
Aliás eu estou te devendo…

Lincoln: (ofegante) Luna…não…
Eu…não quero!

Luna: não seja Bobô…é claro que você quer.
Só está sendo teimoso,mais daqui a pouco vai me implorar pra continuar.
E você vai ter a melhor noite da sua vida…

O pior é que ela estava certa,aos poucos eu não sabia mais o que eu queria.
Nossos corpos estavam separados apenas por nossas roupas,e ela continuava a me apertar em seus braços.
Ela parou de falar…e começou a me atormentar com beijos ainda mais indecentes.
Sua língua até parecia ter vida própria enquanto dançava em cada canto da minha boca.
Não só isso seus beijos estavam cada vez mais demorados me sufocando ao ponto de quase me fazer desmaiar.
A combinação dos efeitos colaterais dos meus remédios e a saliva quase alcoólica dela estava me deixando ainda mais tonto e confuso.
Ao ponto que minha mente iá morrendo meu corpo queria se entregar a ela desesperadamente.

TUDO QUE EU PRECISAVA FAZER ERA DIZER SIM.
E ELA TERIA TUDO QUE PRECISAVA PARA SEGUIR EM FRENTE.
SEM REMORSO OU CULPA NENHUMA!!!

Foi quando tudo chegou ao ponto mais crítico algo aconteceu.
Um som podia ser ouvido entre a música do rádio e o som de nossas bocas.
Esse som misterioso veio a se tornar mais forte e senti que ela ficou irritada.
Por mais que ela tentasse ignora até eu em meu estado mais deplorável conseguia ouvi.
E se enfureceu e me largou e deixou meu quarto,gritando algo que não consegui entender?

Eu fiquei jogado na cama tentando recupar o fôlego e a consciência.
Foi quando eu ouvi som misterioso e minha mente acordou.
O som instintivamente me causava aflição e me tirou daquele estado quase hipnótico.
Eu conhecia aquele som e por um momento eu achei que estava tendo alucinações,mais era real mesmo que eu não acreditasse.

Em pouco mais de três minutos que ela havia deixado o meu quarto o som se tornou ainda mais forte enquanto ela gritava enfurecida pedindo para se calasse…?
Naquele momento eu me levantei e quase cambaleando cheguei ao corredor onde fui muito próximo ao quarto onde ela estava e entrei no quarto ao lado.
Eu estava tonto e sentia como se fosse desmaiar mais ao colocar o ouvido na parede e ouvir com quem ela estava gritando e dando tapas eu acordei para realidade e vivenciei uma covardia sem perdão.
No pânico da minha mente havia uma pergunta tornava aquilo tudo um pesadelo muito pior.

O QUE A LILY ESTA FAZENDO AQUI?

Naquele momento eu não pensei em mais nada a não ser na Lily.
Eu me lembrei que na sexta ela estava um pouco doente.
Lembrei também quando ouvi meus pais dizendo que ela não podia viajar,mais nunca imaginei que ela ficaria em casa comigo e a Luna.
Eu Jamais…jamais me perdoaria se deixasse alguém machucar a Lily.
Como meus pais puderam deixar minha irmãzinha nas mãos dessa DESGRAÇADA!!!
Eu não podia fazer nada a não ser joga tudo pro alto e dizer dane-se todo o resto!

Eu tinha que tirar Lily de minha casa e leva lá para longe da Luna.
Mais não conseguiria fazer estando cego,só tinha uma escolha.
Eu levantei as ataduras do olho esquerdo e o abrir…a dor era alucinante mais eu ao menos conseguia ver formas e cores.
Apenas uma pequena abertura teria que ser suficente,quando ela deixou o quarto e desceu as escadas eu fui até o quarto da Lily.
Logo que entro no quarto e a vejo meus olhos começam a queimar com as próprias lágrimas.
Não consigo enxergar seu lindo rostinho mais vejo o suficente para saber que ela esta sofrendo.

Quando a pego em meus braços seu choro termina lentamente e percebo que ela está suja e faminta.
Meu ódio não tinha limites naquele instante eu esperei ela se acalmar,peguei uma bolsa com fraudas e outras coisas e a tirei do quarto.
Ao desce as escadas eu vi a Luna na cozinha,enchendo a cara e dançando enquanto algo queimava no fogão.

Eu fui silencioso e sutil e sai pela porta da frente.
O frio queimava meus olhos ao ponto de me fazer querer gritar.
Eu caminhei com muita dificuldade até a casa do meu vizinho o sr Grouse.
Mesmo com apenas 30% da visão eu cheguei até a porta dos fundos onde literalmente bati por quase 5 minutos até que ele surgiu e enfim Lily e eu estávamos a salvo.

A reação dele foi mais que apropriada já que duas crianças estavam pedindo socorro a sua porta de madrugada.
Já eu mal conseguia falar direito eu estava em choque,só comecei a falar quando ele ameaçou chamar a polícia.
Foi então que eu contei quase tudo a ele,menos a parte nefasta da história ou com certeza ele iria a polícia.
Mesmo assim ele exigiu que desse o telefone dos meus pais,e acabei dando o número do celular deles.

Enquanto ele fazia a ligação,eu estava no banheiro cuidando da minha irmã.
Lily já não precisava mais usar fraudas,mais ao ponto em que ficou presa no berço ela não teve escolha.
Mesmo cego eu a limpei o máximo possível como já havia feito centenas de vezes,em seguida já devolta a sala eu a alimentei com algumas bolachas.
Ela parecia está faminta a horas…e sentada no meu colo ela tentou retribuir o favor e como fazia todas as manhãs desde que perdi a visão.

Ela colocava as bolachas em minha boca esperando que eu comesse.
Mais minha boca quase não abria por que eu estava me segurando para não chorar.
Esse pequeno anjo praticamente me impediu de cometer o maior erro da minha vida.

COMO ISSO FOI ACONTECER...?

Ela me pegou no colo desde que eu era um bebê.
Cantava para mim quase todas as noites quando eu era pequeno.
Junto com a Leni ela era a minha irmã favorita,a que eu amava mais.
O sentimento que eu tinha por ela era maior do que o que eu tinha pela minha própria mãe.

COMO LUNA PODE TER FEITO ISSO COMIGO…?

Enquanto eu estou fazendo o máximo,para não me desfazer em lágrimas na frente do sr Grouse.
Luna finalmente se deu conta que estava sozinha.
E mesmo na casa vizinha podia ouvir seus gritos claramente chamando por mim.
Eram quase 02:42 da madrugada quando os gritos e sons vindo da minha casa pararam.
O sr Grouse suspeitou que algo estava errado e me disse que iria dar uma olhada.

Sr Grouse: Lincoln eu já liguei para os seus pais,e eles estão a caminho.

Lincoln: o senhor vai me deixar sozinho?

Sr Grouse: fique aqui e vai ficar seguro.
Eu volto logo…e se alguém bater na porta.
NÃO ABRA POR NADA NESSE MUNDO…OK!

Minutos se passam após ele deixar sua casa e ir em direção a minha.
Lily dormia tranquilamente em meus braços até o som de sirenes tocando a assustou,eu então a tranquilizo e faço a mim mesmo uma solene promessa.

Lincoln: calma…calma…seu irmão está aqui.
(Chorando) e eu prometo te proteger custe o que custar.

Naquele momento o pesadelo havia acabado para mim e Lily.
Mais para o resto da minha família estava apenas começando.
As 03:23 ambulâncias e viaturas estavam a frente de casa,e em meros 10 minutos depois meus pais apareceram junto com Lori.
Eu podia ouvir os gritos de desespero da Lori e minha mãe enquanto Luna era socorrida pelos para médicos.
Eu estava com meu pai em frente a nossa casa,e ele apertava firme minha mão enquanto observava seu mundo desmoronar pós Luna havia sido enviada ao hospital em estado grave.

O sr Grouse salvou a vida da minha irmã naquela noite.
Luna foi encontrada jogada no chão do banheiro espumando pela boca.
Em uma das mãos um garrafa de vinho praticamente vazia e espalhada ao seu redor vários comprimidos,meus comprimidos!
Misturado com bebidas podia se obter um leve efeito alucinogénos,ela sabia disso de alguma forma.
E resolveu ter a maior onda da sua vida,sem ligar para mais nada.

Foi muita sorte o sr Grouse ter ido até minha casa.
Por que foi ele que prestou os primeiros socorros que salvaram sua inútil vida.
Eu não sei se algum dia eu iria me recuperar do mal que ela causou não só a minha mente mais também a minha alma.
Tudo que eu sei é que não existe perdão para o que aconteceu…

??/?? De segunda a quarta feira…consequências.

Luna…continua no hospital em observação após tudo que aconteceu.
Eu não contei a ninguém o que aconteceu de verdade naquela noite.
E..NÃO…não foi para protege Luna e sim poupar meus pais que já estavam sofrendo demais.
Eles não mereciam passar por isso que foi de longe a pior coisa que já havia acontecido a nossa família.
Com Luna e meu avô no hospital minha mãe não tinha condições emocionais e resolveu ficar em casa,pelo menos até Luna sair da UTI.

Quando eu a ouço chorando pelos cantos da casa sinto meu coração ficar em pedaços,se ela está assim agora como ficaria se soubesse toda a verdade.
E não é só ela Lori e Luan também estão arrasadas com que aconteceu,assim como todo mundo dessa casa.
Geralmente sentir as pessoas ao meu redor sofrendo me distrair do meu próprio sofrimento,porém desta vez é inevitável lutar contra tal sentimento.
O que Luna fez teve consequências graves principalmente para mim,jamais seria o mesmo novamente e não sei como vou suportar viver ao lado dela de novo.

Sinto como se o minha vida estivesse ao ponto de desabar,a dois anos atrás eu era feliz.
Eu vivia para ser um bom irmão e amigo e isso me fazia feliz,mas agora está tudo se acabando.
Se Lily não tivesse me salvado naquela noite o que séria de mim?
Como eu iria conseguir me olhar no espelho sem me sentir um lixo pervertido,mesmo que a culpa não fosse minha jamais iria me perdoá por deixar acontecer.
A todo momento tento me convencer de que talvez o fato de nos dois estarmos sobre o efeito de alguma substância tornou inevitável o que veio a acontecer…?
Mais eu não consigo acredita nisso…não consigo mentir pra mim mesmo,e acabo me desfazendo em lágrimas todas as noites quando relembro de tudo.

Estou tão confuso e com medo.
Sem poder dividir isso com ninguém,esse fardo está me corroendo por dentro.
E tornando tudo infinitamente mais difícil e doloroso.
Mais como eu poderia contar a alguém que quase fui molestado por minha irmã.

??/?? Quinta feira…desespero.

Caro amigo diário no domingo eu teria que enfrentar meu destino,pós iria enfim tiras as faixas e descobrir quão ruim ficou minha visão.
Depois de tudo que aconteceu eu tinha perdido toda a esperança de volta a enxergar.
O medo psicológico de ficar cego e não ser nem capaz de me defender dentro de minha própria casa se manifestou.
Por sorte ou milagre eu recuperei a visão parcialmente,mais o destino não teve dor de mim.

Pós eu teria que passar pelo dia mais assustador da minha vida cego e incapaz de proteger um dos meu entes mais querido.

Minha família nunca foi bem vista pelos vizinhos e eu não posso culpa los por isso.
Quer dizer nossa casa gera muito barulho e desordem que podem ser ouvido de longe e quem não nos conhece pode ter um monte de ideias erradas sobre nos.
O último evento que ocorreu atraiu e gerou muita atenção indesejada para nossa família que fim me levaria a tomar certas decisões.
Coisas ruins já tinham acontecido comigo mais o que estava a seguir…?
Não tenho palavras para descrever o que aconteceu…a não dizer que não valia mais a pena viver.
Falhei como irmão naquele dia e iria falhar de novo e de novo.
Eu tenho a triste impressão que não presto para nada.

Era de tarde e por muita sorte minhas irmãs já tinham ido pra escola.
Eu estava no sofá dividindo o almoço com Lily e minha mãe e Luan estavam na cozinha até a campainha tocou.
Tudo estava bem até que minha mãe foi atender a porta então após uma rápida discussão meu mundo veio a cair em desespero.
Eu ouvi minha mãe gritar muito alto: NÃO…NÃO PODE LEVAR MEUS FILHOS ASSIM,NÃO TEM ESSE DIREITO!!!

Antes que eu pudesse percebe minha mãe gritando.
Luan estava gritando e eu estava gritando e perguntando o que estava acontecendo?
Foi tudo tão rápido…eu mal tive tempo de entender o que estava acontecendo,antes de sentir alguém tentar tira minha irmã de meus braços.
Nesse instante senti medo e a protegi com unhas e dentes literalmente por que cravei os dentes no infeliz que tentou puxar ela.
Mesmo assim fui arrastado por duas pessoas para dentro de um carro com Lily,enquanto ouvia minha mãe e irmã gritar e chorar chamando nossos nomes.
O tempo inteiro eu estava assustado e confuso mais nem por segundo baixei a guarda com minha irmãzinha.
O tempo todo ela esteve protegida em meus braços que agiam como uma gaiola impedindo que qualquer um tentasse tira lá de mim.
E qualquer sinal de medo ou choro vindo dela eu a confortava e a mantive calma,era tudo que eu podia fazer no momento.

Álgum tempo depois nós fomos tirados do carro e guiados a um lugar onde sentados esperamos aflitos até que alguém veio explicar o que estava acontecendo,e quando ouvi as mentiras de uma assistente social eu fiquei apavorado de verdade.
Ela chegou e disse que tudo estava bem e precisava fazer umas perguntas,só que as perguntas eram ridículas acusações aos meus pais.
Eu não podia acreditar o que ela perguntou…!

Assistente: seus pais batem e você e suas irmãs?
Desde quando seus pais bebem ou usam drogas?
Seus pais de alguma forma impedem seus estudos?
Quantas horas por dias vocês são deixados sozinhos?
Por você e suas irmãs foram abandonados no fim de semana?
Seu pais tem tendências violentas ou inapropriadas?

E várias e várias perguntas que apenas aumentavam minha irá e nervosismo.
Claro que neguei tudo…chegava a ser monstruosa a visão que ela tinha dos meus pais.
E cada minuto que passava o medo só aumentava,eu tinha que ser forte pela minha irmã mais a verdade é que estava me segurando pra não desabar em lágrimas.
Eu estava cego,sozinho com minha irmã nos braços enquanto uma estranha tentava me convencer que meu pais eram pessoas ruins.

Então o pior aconteceu.
Ela disse que precisaria fazer alguns exames em minha irmã para saber se não havia sinal de maus tratos.
Nesse instante uma batalha foi travada pós não importava o motivo eu não soltaria minha irmã,primeiro ela tentou me convencer por quase meia hora mais não deu em nada,então ela apelou para ignorância e chamou ajudá.

Eu estava a segurando com tanta força que comecei a machuca lá.
Eu implorei para que não a levassem,eu lutei até o fim onde foi preciso três pessoas para tira lá mim.
A assistente fez de tudo para me tranquilizá mais ao ponto que ouvia seus choro se distância meu desespero era incontrolável.
20 minutos era tudo que a assistente pediu para mim esperar,e eu teria minha irmã devolta mais eu não consegui me acalmar,eu já havia visto isso em filmes e séries.

Os pais são acusados de tal coisa e seus filhos são separados para sempre.
Eu jamais imaginei viver tamanho pesadelo,minhas irmãs,meus pais e parentes,toda minha vida.
Tudo que eu conhecia havia acabado...

No momento que deixei Lily ser tirada dos meus braços falhei como irmão.
Em minha cabeça eu havia perdido ela.
Ela está sendo levada para algum lugar onde eu nunca mais a veria de novo.
Centenas de pensamentos ruins inundaram minha mente e eu quase entrei em choque.
Eu chorei…chorei como um criancinha assustada,enquanto chamava seu nome.

Até assistente sentiu pena de mim naquele instante.
Por que isso tá acontecendo?
Meus pais eram pessoas boas que amavam e cuidavam de seus filhos dando o melhor que podiam.
Como isso podia ser errado…?

Naquele instante eu quebrei emocionalmente e nem todos os remédios que tomei me salvaram de passar mal.
Juntos com minhas lágrimas meu sangue começou a encharcar as ataduras que cobriam meus olhos.
Nesse instante a assistente se assustou e gritou por ajuda enquanto nada podia ser feito a não ser chamar uma ambulância,nesse instante uma voz me salvou de todo aquele desespero.

Eram meus pais,o sr Grouse,e também Clyde e seus pais,todos estavam ali.
Era uma ilusão ou um sonho que não consegui acreditar,por mais que eles gritassem para que eu me acalma se.
Eu senti minha mãe me agarrar enquanto pedia perdão por ter deixado me levarem e um leve sentimento me dominou.
Sem poder ver com meus olhos era como se eles não estivessem presente.
Nada que dissessem podia me acalmar até que senti minha mente desligar.

Nunca imaginei como seria a sensação de morrer mais foi o que eu parecia está sentindo.
Meu corpo estava leve e frio como nunca senti antes,meu coração parecia bater mais devagar a cada batida.
Cada som que ouvia ia se tornando inaudível eu não fazia ideias de onde estavam vindo.

Naquele tarde eu dei aos meus pais o maior susto de sua vida.
Eu fui levado ao hospital e só dia seguinte eu despertei de um mal súbito.
Ao meu lado Lucy estava sentada enquanto eu acordei gritando por minha irmã.
O pesadelo que tive foi pior que tudo que eu poderia viver.
Pois nada séria pior que ver minha família acabar.
Nada séria pior que ser o responsável por tamanha tragédia.

Tragédia que parecia ser eminente.?
Fim…???


Notas Finais


Obrigado.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...