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História EreRi - Koe - Capítulo 27


Escrita por: Luanaoka

Notas do Autor


Olha só quem voltou? KKKKKKKKKK
Como vocês estão meu amores?
Ah! Eu sei que demorei UM SÉCULO! Mas bem, caraaa, resumindo, entrei de férias, fui aproveitar, mas acabei querendo fazer demais e fiz de menos KKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Agora as férias estão acabando e eu to como? Fic atrasadíssima KKKKKKK
Enfim!!
Espero que gostem de cap <3

*Quem narra serei eu \o/ (3° Pessoa)

Capítulo 27 - Ato quatro! Liderança de sangue.


Fanfic / Fanfiction EreRi - Koe - Capítulo 27 - Ato quatro! Liderança de sangue.

A taça de vinho era delicadamente tocada com o dedo indicador, o mesmo dava leves voltas sobre as bordas que produziam um leve som. A senhora que realizava tal ação encarava a condenada que estava de pé, na frente de todos da família Ackerman.

-O que você quer dizer com “Deixe ele viver”? –Kiyomi era a senhora que comandava uma das famílias mais ricas de todo distrito de Rose.

-Estou implorando para que deixe o Levi viver a vida que ele escolheu, minha senhora! –Kuchel tinha lágrimas em seus olhos. –Eu cometi um terrível erro sobre meu filho.... Na verdade, cometi um erro com toda essa família! -Isso não alegrava nenhum pouco a chefe.

-Está me dizendo que a culpa é nossa do Rivaille não estar aqui? Você está me culpando por um erro seu? Kuchel, você que decidiu passar seu título de nobreza para mim, sua sogra.... Agora me pede algo que você mesma disse que era irreversível? –A mãe de Rivaille nada dizia.

-Minha senhora. –Farlan abria sua boca, ele, assim como todos naquela família, temia a patriarca. –Kuchel só quer poder se redimir com o Levi... Ele.... É um irmão para mim e para todos os demais... –A taça de vinho era jogada contra o loiro que conseguia abaixar sua cabeça rapidamente, logo em seguida ela gritava furiosa.

-Não se dirija a mim como se fosse um alfa, ômega!

-P-Perdoe-me... –Ele rapidamente se levantava e saia do local.

-E você! –Kyomi apontada para a única mulher que não tinha mais filho. –SUMA! Esta família já gastou demais com seu filho de merda. BASTA! A Família Ackerman não precisa disso.

-Família Ackerman.... É? –A mulher chegava em seu limite, tantos anos de sofrimento a ponto de abandonar seu único filho para uma Família corrupta e sem amor. –Eu dei tudo o que você pediu! EU SOU A ACKERMAN! Sou a filha legitima desta Família! Não permitirei que leve o nome desta fa... –Um tiro era ouvido e todos na mesa gritavam de desespero.

-Não permitirei que estrague meus planos, vadia. –A velha abaixava sua arma e a colocava sobre a mesa. –Leve esse corpo imundo daqui... ANDEM! –Os que estavam aterrorizados foram forçados a limpar o local, erguer o corpo e enterrá-lo com os demais. –Uma família deve ser forte e estar acima. Uma lei acima tudo, um poder acima de todos.  

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.

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Levi chegava na cafeteria onde Eren conversava com Kenny tranquilamente. Lá, os três homens se encaravam. Era natural que o policial e seu sobrinho não se dessem bem, contudo, o clima era mais tenso entre os amantes que não tiveram nenhum segundo em paz.

-Ora, Levi. Finalmente chegou. Haha. –Kenny colocava seu chapéu e sorria para o homem que estava de pé.

-Que tipo de asneiras falou para ele? –O olhar intimidador partia de ambos, um sorriso que parecia mais maligno que bondoso e uma seriedade nos olhos que esmagava qualquer um e Eren estava diante desde dois monstros.

-Nada demais. –O delegado se levantava. –Falamos de coisas de homens, você sabe. Dicas de um velho tio para...

-Já chega. Vamos, Eren. Hayato! –O cão imediatamente se levantava e ia até seu legitimo dono.

-Foi bom vê-lo, Eren. –Kenny sorria. –Foi bom passar um tempo com você. –Ele sussurrava para seu sobrinho.

-Adeus. –Antes que Levi saísse de perto do homem mais velho, ele entregava um papel ao policial. –Nunca mais entre na minha casa.

-Certo. –O delegado abria o papel e lia o que estava escrito. Imediatamente deixava o dinheiro na mesa e saia às pressas do café.

 

Ele corria rapidamente para o lado oposto de Levi, passava pelas pessoas muito rápido, até chegar em uma rua deserta, lá não havia nada. O policial caminhava vagarosamente até conseguir ver alguns respingos de sangue no chão. Ele se ajoelhava e pegava um cotonete que estava em seu bolso lateral, coletava a prova e guardava em um saco plástico que também carregava.

-Que filho duma égua... –Kenny amassava o recado em suas mãos. –Ele além de ser um sobrinho ingênuo, ainda se faz de forte na frente do Yeager. –Obstinado, o homem se levantava e caminhava. –O tio vai capturar esse desgraçado e vai fazer ele se arrepender de ter mexido com os Ackerman.

*

 

-Policia de Maria! –A porta era arrebentada por Mike, Pixis entrava primeiro com a arma em mãos, logo depois ambos vasculhavam o local por completo. –Limpo!

-Limpo. –Os policiais se encontravam na sala. –Que lugar, hein... –Ao observar a sala de estar bagunçada, com as paredes rachadas, fora o mal estado do sofá. –Quem diria que um renomado médico vive aqui...

-Olhe isso... –O investigador olhava pela janela. –Ali parece o mesmo beco que Eren descreveu quando acordou...

-Aqui parece ser a mesa da escrivaninha... Então o local do “assassinato” foi aqui. –Dot observava com cuidado. –Cozinha.

-Cozinha? –O mais alto acompanhava o velho que se dirigia para outro cômodo da casa. –O que tem a cozinha?

-Obviamente, se o que Eren disse sobre estarem passando o sangue dele para esse tal Zeke, essa cozinha pode nos ajudar.

-Não temos os equipamentos para fazer os testes.

-Equipamentos? –O velho ria. –Quando você sabe que o caso vai ser difícil.... Se usa isso. –O policial mostrava um pequeno recipiente que carregava em seu bolso.

-Um spray? -Dot pedia gentilmente para que o companheiro se afastasse. Assim, ele espirrava o liquido na pia.

-Agora, veja a mágica. –Com uma lanterna, a luz azul atingia o metal e assim fazendo uma cor esbranquiçada aparecer por toda pia. –Vejamos aqui... –Ele espirrava mais do produto sobre o chão e logo depois atingia com a luz de luminol.

–Parece um massacre todo esse lugar.... –Mike pegava o celular e batia algumas fotos. –Como conseguiu luminol?

-Eu tenho meus métodos, garoto. Agora veja os quartos, deve haver agulhas lá. E aqui... –Ao desligar a lanterna, o senhor abria a geladeira, assim se deparando com inúmeras bolsas de sangue. –Ou o senhor Kruger é um vampiro muito astuto, ou ele faz experimentos ilegais com sangue de alfas e ômegas. –Cada bolsa era meticulosamente rotulada com datas e tipo sanguíneo.

-A cada momento esse caso fica mais estranho... –O detetive tirava mais fotos e logo mandava para seu chefe. –Vamos terminar de vasculhar esse local. –Assim os dois policiais se dividiam e cobriam toda a cena, tirando fotos e registrando provas como podiam.

-Ei, garoto. Olha isso aqui. –O policial mais experiente abria a porta do banheiro, lá, a banheira estava cheia de água e ao lado, uma improvisação de masturbador, usando toalha, luva de látex e elástico. –Parece que nosso doutor é viciado em sangue se masturbar... –O comentário de Dot era ignorado pelo investigador que parecia preocupado. –A água ainda parece quente, significa que o nosso suspeito tem companhia, a não ser que a banheira seja térmica. –De repente ambos ouviam passos apressados para fora do apartamento.

-Tinha gente aqui?! –Mike era o primeiro a sair atrás daquele som.

-Aqui é o policial Pixis, solicito reforços no apartamento 845, o detetive Mike Zakarius já começou a perseguição com um possível suspeito. –O mais velho dizia pelo rádio e logo era respondido.

-Confirmado, Pixis! Uma viatura está a caminho.

-Agora que as coisas vão esquentar. –Assim Dot sacava sua arma e saia do apartamento de Kruger.

 

Pelas escadas, o policial loiro corria atrás de um homem que corria desesperado degraus abaixo. Vez ou outra esbarrava em um dos moradores que eventualmente atrapalhava o detetive, assim se seguiu a perseguição até Mike se cansar e sacar sua arma em um local que continha menos moradores.

-PARADO! Se mexer eu atiro! –Sem escolhas o homem parava de correr e ofegante, ele levantava vagarosamente as mãos. –Agora, devagar, vire-se. –Assim foi feito, Mike estava diante de Zeke. –Quem é você?! Por que estava naquele apartamento?

-Ah, eu sinto muito senhor policial.... Eu sou apenas um vizinho dele... –Ele dava um leve sorriso.

-Então não tinha motivos para correr. –O detetive percebia que o rosto daquele homem estava machucado além de suas cicatrizes, como se ele estivesse em uma briga e isso aumentou suas suspeitas.

 -Achei que fosse bandidos. –O loiro dava levemente de ombros. –Me perdoe.... Meu vizinho Kruger, é um pouco estranho, então sempre fico desconfiado. –Ele sorria.

-Estranho? Então você conhece o médico Kruger.

-Quem não conhece ele aqui... –O suspeito olhava ao redor. –Pode perguntar aos demais vizinhos. Kruger era estranho.

-Então nesse caso, nos acompanhe até a delegacia, quero fazer algumas perguntas. –Assim Mike abaixava a arma e ia em direção a Zeke que continuava de mãos levantadas.

-Certo, senhor policial.


Notas Finais


Gostaram? :D

Sei que foi muitaaaa informação pra sugar nesse momento, mas eu sinto que estamos no auge da Fic KKKKKKKK
espero que dê tudo certo KKKKKKK
Espero que tenham curtido!

Nos vemos no próximo <3


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